quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ensino Médio
Novas formas de utilizar o texto como estruturador de competências e habilidades na língua portuguêsa.
Iza Aparecida Saliés
Inquirir. O texto deve despertar a curiosidade de saber o que traz e para onde leva, e instigar no aluno perguntas tanto sobre seu assunto e seus temas, quanto para além deles.
Compreender. Ao interpretar o significado das partes do texto, o aluno deve captar com clareza os sentidos que remetem ao todo.
Executar. Nesta etapa, a ênfase do trabalho é a pesquisa, determinação das palavras-chave e das partes constituintes do texto, bem como registro pessoal; o aluno deve ser parte integrante do processo, não apenas um aprendiz passivo.
Revisar. Cabe ao professor oferecer o suporte necessário para que o aluno verifique e confira as etapas executadas, tirando dúvidas, confrontando sua interpretação com as de outros do grupo.
Avaliar. É o momento de avaliar o trabalho realizado ( pelo professor e pelos alunos) e também o próprio processo de ensino e aprendizagem, no sentido de aperfeiçoa-lo. A avaliação não é um momento, mas ocorre em todas as etapas do trabalho.
Agregar. O novo conhecimento deve agregar-se ao anterior. A apropriação do conhecimento constituirá a nova base e o substrato do que ainda será aprendido.
Apreensão. O que o texto afirma, narra ou descreve?
Entendimento. Qual o significado dos enunciados contidos no texto? É o momento de o aluno transpor o conteúdo dos enunciados textuais para o nível de compressão pessoal, em que se apropria do conhecimento expresso.
Aplicação. Onde se verifica tal problema? O aluno deve ser, então, capaz de transpor a situação do texto para outras similares, num processo de transferências e generalização.
Análise. Quais as partes constituintes do texto? O assunto, a narrativa, os subtemas podem ser divididos em partes? O desdobramento analítico deve ter a finalidade didática: ao partir do simples para o complexo, o objetivo não é a fragmentação, mas sim a subdivisão em partes com vistas a uma melhor apreensão do todo.
Síntese. Toda análise deve remeter novamente à síntese, que recompõe o todo, salientando o que é essencial, discriminando o fundamental do secundário.
Julgamento. Qual o valor das idéias expressas e qual é o seu significado naquele contexto? Nem sempre se precisará chegar a essa etapa, mas a partir daqui já entram em ação processos cognitivos que levam à emissão de juízos de valor, de natureza mais complexa e que exigem maior grau de abstração.
Criatividade. O novo conhecimento deve levar à projeção de idéias e condutas novas, não apenas em língua estrangeira, mas em outras áreas do conhecimento.
Fonte: Parâmetros Cuiculares Nacionais do Ensino Médio/PCNs
Aula de Filosofia
Tema: Como trabalhar a leitura de texto filosófico
1. Desenvolvimento de Competências / aluno
1) Reconhecer as características de um texto filosófico;
2) Aplicar os princípios do raciocínio lógico ao texto;
3) Reconhecer, no texto, raciocínios de analogia, indução e dedução;
4) Sintetizar, através de um texto argumentativo, suas reflexões sobre o texto;
5) Praticar a reflexão filosófica.
2. Metodologia : Leitura dos textos
2.1. Lógica e linguagem;
2.2. Lógica intrdução ;
2.3. Utilização de um portal de acesso ao mundo da filosofia e da ciência;
2.4. Leitura do texto filosófico.
3. Estratégias de de práticas pedagógicas/metodologias.
3.1. Leitura compartilhada dos textos com os professores de literatura e filosofia, cada um fazendo a sua abordagem específica;
3.2. Trabalho em equipe visando a criar argumentos baseados em raciocínios de indução, dedução e analogia;
3) Trabalho em duplas para responder às questões:
a) Explique duas relações entre o ato de ler e o de escrever.
b) Relacione o ato de interpretar um texto com o de filosofar sobre ele.
4) Solicite aos grupos que apresentem suas respostas e faça o fechamento sobre elas.
Baseado no trabalho da professora Carmela Ciano Prime, coordenadora do curso de sociofilosofia do Colégio Rio Branco.
Fonte: Página 3 Pedagogia & Comunicação
Jornal na Escola
A partir de nossa experiência, sugerimos alguns passos que achamos importantes para o sucesso na criação e manutenção de um jornal:
1) sensibilizar professores e alunos;
2) escolher um coordenador;
3) envolver toda a comunidade escolar na escolha do nome do jornal;
4) buscar apoio para sua publicação junto a organizações não-governamentais ou a Secretaria de Educação do seu estado ou município;
5) caso não haja apoio extra-escolar, buscar apoio dentro da escola, junto ao conselho escolar, pais, alunos e grêmio estudantil;
6) incentivar a produção de tipos e gêneros textuais diferentes;
7) estabelecer prazos para a produção e entrega das matérias à coordenação do jornal.Sugestões de atividades com o jornal escolar.
Apresentar vários jornais locais para que os alunos estabeleçam as semelhanças e diferenças na diagramação, primeira página, manchetes, leads e temáticas abordadas;
• Promover a comparação dos jornais locais com o jornal escolar;
• Solicitar a identificação dos principais elementos de uma notícia: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê?
• Desenvolver a capacidade argumentativa e crítica do aluno, solicitando-lhe que concorde ou discorde de um texto ou notícia através de argumentos convincentes;
• Pedir que estabeleçam a distinção entre fato e opinião;
• Solicitar a enumeração das temáticas abordadas;
• Explicitar os tipos de texto e os gêneros textuais presentes no jornal escolar;
Jaiza Helena Moisés Fernandes
Pedagoga, especialista em Planejamento Educacional e coordenadora do Jornal do Futuro
Fortaleza/CE.
Projeto Pedagógico publicado na edição nº 385, jornal Mundo Jovem, abril de 2008,página 9.
Ensino Médio para adolescentes e jovens
Iza Aparecida Saliés
A identidade do Ensino Médio para adolescentes e jovens, não foi considerada ainda em decorrência das dificuldades sistêmicas, para implantar a reforma dessa etapa de ensino. A falta de uma Política Educacional para essa clientela, uma organização escolar que possa atender a realidade plural dessa demanda, a oferta de estruturas, física, material e humana condizente, a falta de um Projeto Institucional de Formação Continuada de professores ,o Projetos Pedagógicos que proponha um “Currículo para jovem” e mais , romper com a concepção que os professores tem sobre o currículo, que pra eles passa necessariamente pela listagem de conteúdos do livro didático, para alguns isso é básico e único.
Esse princípios, fomentam a necessidade de construir uma espaço escolar que possa vir ao encontro das necessidades desses jovens e adolescentes, consolidando com espaço com identidade própria, possibilitando todas as condições estruturais e matérias humanos e , pelo o desarticulado e adolescentes educação pública do momento, é conhecimento, advindo da tecnologia, da informação, da mídia, produzindo velocidade no mundo e nas suas relações na vida e no mundo do trabalho.
A Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso precisam ser preparada para construir uma escola com identidade própria, com espaço que deve contemplar as atividades de interrese dos jovens e adolescentes, oportunizando aos alunos da escola pública a participar incondicionalmente das atividades educativas e sócio – educativas. Por que não do ensino? Por que não participar das discussões do Currículo? Será que os jovens e os adolescentes do Ensino Médio não sabem sugerir temas para aula? E falar com professor sobre conteúdo?
O Ensino Médio, que se propõem, nas legislações vigentes, tais como: a Lei de Diretrizes da Educação Nacional /1996, a Resolução n. 3/98 CNE/CEB E O Parecer n. 15/98 CNE/CEB, todos os citados e mais alguns estabelece princípios que recomendam um olhar mais direcionado especificamente para o jovem e o adolescente.
O parecer do Conselho Nacional de Educação foi aprovado em 1/06/98 – Parecer CNE/CEB n. 15/98 seguindo-se a elaboração da resolução que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, Resolução CEB/CNE n. 03/98.
A denominada "revolução tecnológica - informática" promove mudanças radicais, na área do conhecimento, e passa a ocupar um lugar central nos processos de desenvolvimento, em geral. É possível afirmar que, nas próximas décadas, a educação vá se transformar mais rapidamente do que em muitas outras, em função de uma nova compreensão teórica sobre o papel da escola, estimulada pela incorporação das novas tecnologias.
A formação do aluno deve ter como alvo principal a aquisição de conhecimentos básicos, a preparação científica e a capacidade para utilizar as diferentes tecnologias relativas às áreas de atuação, no mundo produtivo e na vida.
Propõe-se no Ensino Médio, a formação geral em oposição à formação específica, o desenvolvimento de capacidades de pesquisar, buscar informações, analisá-las e selecioná-las; a capacidade de aprender, de criar, de formular, ao invés do simples exercício de memorização.
São estes os princípios mais gerais que orientam a reformulação curricular do Ensino Médio e que se expressam na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB n. 9394/96.
Seção IV
Do Ensino Médio
Art. 35º. O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades:
I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos;
II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.
A escola ...
Iza Aparecida Saliés
Aquela que tem um projeto pedagógico traçado com a participação coletiva de representantes de seus setores, beneficiando a comunidade;
Aquela que considera o aluno como participante ativo da construção de seu saber, portanto agente de sua formação e não mero objeto, um ouvinte passivo das informações que lhe são passadas;
Aquela que tem como propósito fundamental abandonar o ensino tradicional repetitivo e adotar a aprendizagem como construção de conhecimentos, partindo do que o aluno já sabe;
Aquela que troca os procedimentos metodológicos do instruir – ouvir -repetir, pela dinâmica do questionamento investigativo com reflexão – ação – reflexão , numa perspectiva interdisciplinar;
Aquela que considera a avaliação como processo de contínuo renovar e repensar e não como instrumento de repetição , de ameaça e de cobrança;
Aquela que considera a avaliação como processo de contínuo renovar e repensar e não como instrumento de repetição , de ameaça e de cobrança;
Aquela que estimula a socialização e a solidariedade por meio da parceria e do compartilhamento das tarefas em grupo;
Aquela que reconhece a necessidade de mudar a mentalidade das pessoas, conscientizando-as para a renovação, e de renovar os próprios métodos pedagógicos que usava.
Fonte: Texto de Martins, Jorge Santos, O trabalho com projeto de pesquisa, do ensino fundamental ao ensino médio, 2ª edição, Editora Papirus, 2002, Campinas São Paulo.
Sociologia
Iza Aparecida Saliés
Como trabalhar com eixos temáticos na Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias?
Eixos estruturantes da área
1. Cidadania;
2. Trabalho;
3. Cultura;
4. Relações entre o individuo e sociedade, instituições sociais;
5. Importância da participação política dos indivíduos e grupos;
6. Os sistemas de poder e os regimes políticos;
7. As formas de Estado;
8. Modos de Produção;
9. Produção e consumo;
10. Mercadoria;
11. Capital;
Será dada Continuidade ao assunto....
Língua Espanhola
Regina Adler*
Aprendizagem do espanhol por meio do currículo escolar, possibilita ao estudante aprender e conhecer um mundo culturalmente vasto e que servem de contraponto à hegemonia do inglês na vida contemporânea, dando acesso a outros discursos, valores, culturas e diferentes formas de viver socialmente.
O espanhol, além de ter também uma grande utilidade do ponto de vista internacional, é uma das línguas estrangeiras mais hegemônicas na América Latina. Isso, por si só, já justificaria a sua aprendizagem: um contato com a diferença que está muito perto.
A Língua Espanhola apesar de apresentar aspectos favoráveis à sua implantação, no Estado de Mato Grosso, como a nossa fronteira comum com países de fala hispânica é de 16 mil quilômetros e em razão disso a existência, hoje do MERCOSUL que vêm intensificando o contato econômico e cultural entre os países do chamado cone sul, onde o conhecimento da língua espanhola tem sido requisitado para o trabalho.
Com a promulgação da Lei 11.161/2005 que tornou obrigatório o ensino de Língua Espanhola nas Escolas de Ensino Médio de todo o país, os Estados terão até 2010 para adequar as escolas de ensino médio da sua rede.
Para que as escolas possam se adequar então com a implantação da Língua Espanhola nesses cinco anos, segundo dados do Programa Nacional de Formação de Professores de Língua Espanhola (PRO-ESPANHOL/MEC) do Ministério da Educação, em parceria com os estados, estarão criando condições necessários tais como: possibilitar a formação inicial de professores, formação continuada, aquisição de material didático próprio, instalação de Centro de Recursos Didáticos de Espanhol (CRDE) de modo a fortalecer os estados para a implantação da Lei.
Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Educação – Seduc/MT, está consideravelmente numa posição bastante confortável, no que diz respeito á implantação da Língua Espanhola, têm apresentado excelentes resultados, fatos esses constatados no XII Congresso Brasileiro de Formação de Professores de Língua Espanhola em Cuiabá MT em 2007.
De todos os Estados presentes: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro entre outros, Mato Grosso está na vanguarda quanto às ações desenvolvidas e realizadas para a implantação da Língua Espanhola na Escola de Ensino Médio.
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grossos, por meio da Superintendência de Formação e o Centro de Recursos Didáticos de Espanhol do convênio Embaixada Espanha/Secretaria de Estado de Educação, realizou cursos de formação continuada para profissionais que atuam nessa disciplina, atendendo aproximadamente 210 escolas que oferecem essa disciplina no Ensino Médio, em 2008.
Professora de Língua Espanhola,Membro Fundadora da Associação Mato-grossense de Professores de Língua Espanhola, Coordenadora do Centro de Recurso Didático de Espanhol/Embaixada Espanha/ Seduc/MT.
Aprendizagem
Diversidade de dimensões de aprendizagem
Fomentar o desenvolvimento de competências que permitam ao aluno acompanhar o progresso científico;
Desenvolver capacidade de comunicação e promoção do debate sobre o conhecimento científico;
Conscientizar concepções e crenças pessoais relativas a conteúdos científicos;
Reformular posições e concepções prévias sobre situações problemáticas de natureza científica e social;
Promover a construção e reconstrução do conhecimento científico a partir das idéias prévias dos próprios alunos;
Iza Aparecida Saliés
Conhecimento
Conhecimento, cada um constrói o seu. Ninguém o faz por você. Estas etapas lhe chegam como informações. Eis as etapas:
1. RECEBER estas etapas dentro de si, isto é, fazê-las chegar até o seu cérebro pensante;
2. APROVAR o que recebeu pois, se reprovar, este processo pára aqui.
3. ASSIMILAR o que aprovou, incluindo-as no corpo do conhecimento já existente.
4. AVIVAR o que assimilou, dando-lhe destaque e significado afetivo como a um celular, muito desejado, que um jovem ganha.
5. EXPERIMENTAR o que avivou. É colocá-la em ação pela primeira vez.
6. PRATICAR é repetir muitas vezes o que experimentou. A prática é a mãe da sabedoria, que uma vez atingida, passa a fazer parte do seu corpo do seu conhecimento. Você nem precisa racionar mais, porque o conhecimento vem automaticamente embutido nas suas ações.
Içami Tiba
Psiquiatra, educador e conferencista. Escreveu “Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos" e mais 22 livros.
Olimpíada de Língua Portuguesa /MT
Dois alunos de Escolas Públicas de Mato Grosso foram para a Etapa Nacional da Olimpíada de Língua Portuguesa, no gênero “Crônica”.
Os alunos Milene Cristina Alves Cantor, da Escola Estadual “Professora Edeli Mantovani”, de Sinop e Bruno Herlotz, da Escola Municipal “4 de Julho”, de Campo Novo do Parecis.
Os alunos finalistas receberam medalhas de prata, além de um aparelho de som portátil e os professores orientadores de Língua Portuguesa que orientou o trabalho.
Em Mato Grosso o professor Sidinei de Oliveira Cardoso (Sinop) e professor Elizandra Alves Pereira da Silva Souza (Campo Novo do Parecis).
A Olimpíada da Língua Portuguesa trabalha com quatro gêneros literários: crônica, poesia, memórias e artigo de opinião. O tema é o mesmo para os quatro gêneros: “O lugar onde vivo”.
SERGIO LUIZ FERNANDES
Assessoria/Seduc-MT com informações Assessorias MEC
Educação Ambiental -Currículo
Por: Valeska Andrade
A partir da década de 70, com o crescimento dos movimentos ambientalistas, passou-se a adotar a expressão Educação Ambiental para qualificar iniciativas de universidades, escolas, instituições governamentais e não-governamentais pelas quais se busca conscientizar setores da sociedade para as questões ambientais.
Um importante passo foi dado com a Constituição de 1988, quando a Educação Ambiental se tornou exigência constitucional a ser garantida pelos governos federal, estaduais e municipais (art. 225, § 1º, VI)5 .
”A principal função do trabalho com o tema Meio Ambiente em sala de aula é contribuir para a formação de cidadãos conscientes, aptos para decidirem e atuarem na realidade socioambiental de um modo comprometido com a vida, com o bem-estar de cada um e da sociedade, local e global” (PCNs, 1996).
Os conteúdos de Meio Ambiente são integrados ao currículo através da transversalidade, por meio das áreas do conhecimento, de modo a impregnar toda a prática educativa e, ao mesmo tempo, criar uma visão global e abrangente da questão ambiental.
As áreas de Ciências Naturais, História e Geografia são as principais integradoras dos conteúdos relacionados, pela própria natureza das disciplinas escolares.
As áreas de Língua Portuguesa, Matemática, Educação Física e Arte também são de fundamental importância para constituírem como instrumentos básicos que podem colaborar com o tema.
fonte:http;//blog.opovo.com.br
Escola de Nortelândia /MTpromove Viagem pela Leitura
Objetivando incentivar o hábito de ler projeto prevê a leitura mensal de duas obras de autores consagrados como Machado de Assis, Carlos Drumond de Andrade, Cecília Meirelles, dentre tantos outros.
A professora de Língua Portuguesa Maurizete Maria de Oliveira coordenadora do projeto diz que a meta é fazer com os estudantes melhorem a leitura, produção de texto e o vocabulário.
Dentre as atividades do projeto os alunos desenvolvem debates em sala de aula e uma vez por semana é realizada uma ‘roda de conversa’ para a socialização da leitura e das impressões dos textos.
Outra atividade programada dentro do projeto é o seminário “a importância do ato de ler”. A professora explica que 44 alunos participaram das ações.
Eles realizaram declamações de poesia, apresentação de vídeos, assim com debateram a questão, subsidiados por textos do educador e filósofo brasileiro, Paulo Freire.
O projeto ajuda os estudantes a melhorarem a apresentação, a se comunicarem em público e a se portarem bem diante de uma futura entrevista de trabalho.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
www.seduc.mt.gov.br
Projeto Pedagógico -Escolas de MT
O estudo da cultura africana é o tema de um projeto de pesquisa desenvolvido com todos os cerca de 350 alunos do ensino Fundamental da Escola Estadual Professora Julieta Xavier. Borges, da cidade de Barra do Bugres/MT.
No próximo dia 17 de novembro, a partir das 19h, será realizado um grande seminário para a socialização do projeto. Ainda nessa data haverá apresentações para a comunidade.
Danças africanas, artes marciais (capoeira), o maracatu, o frevo, dentre outras, serão apresentadas. O teatro também será empregado para a divulgação de personagens negros históricos, como Zumbi dos Palmares, dentre outros.
Os alunos trabalham na pesquisa desenvolvendo várias atividades, com a produção de textos e entrevistas,internet, livros, rodas de conversas, foram ferramentas empregadas nesse processo de construção’, explica a professora Graciela Rocha, uma das coordenadoras do projeto. Kátia Cilene Venturine Rutz, que leciona para estudantes da 2ª fase do I Ciclo, também é outra coordenadora das ações.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
www.seduc.mt.gov.br
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Escola Gay - Campinas/SP
A Escola Jovem, em Campinas (SP), primeira para o público de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) do país, aberta em março deste ano, foi alvo de violência pela segunda vez este mês.
Uma garrafa de vidro foi atirada contra a casa em que fica a instituição, ninguém ficou ferido.
Os responsáveis pela unidade vão registrar Boletim de Ocorrência e providenciar a instalação de equipamentos de segurança e vigilância. No início do mês, também à noite, a casa foi atingida por pedras.
"Não nos parece um grupo de ódio, isso está mais com cara de bullying", afirmou o diretor Deco Ribeiro. Segundo ele, a suspeita recai sobre adolescentes que estudam à noite em uma escola do bairro.
Escola Jovem LGBT foi selecionada como um dos 300 pontos de cultura de São Paulo e vai receber R$ 60 mil ao ano, durante três anos. Financiado por um convênio entre Secretaria de Estado da Cultura e o Ministério da Cultura, o projeto nasceu na ONG E-Jovem, existente desde 2001.
09/11/2010 - 18h27
Agência do Estado
Escola - Caso de Jusitça
Uma professora agredida por um aluno em uma escola pública do Distrito Federal (DF) deverá ser indenizada em R$ 10 mil. A decisão é do Superior Tribunal de Justiça (STJ). De acordo com a Segunda Turma do STJ, o DF deve ser responsabilizado por não ter oferecido segurança necessária à servidora.
O processo sobre o caso mostra que a professora, antes de ser agredida pelo aluno, chegou a sofrer ameaças de morte do agressor.
A direção da escola não adotou medidas para o afastamento imediato, não providenciou segurança para a servidora.
Após a agressão a professora deixou de dar aulas com medo de ser agredida outra vez.
A decisão do STJ confirma o que foi definido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que afastou a responsabilidade do diretor e do assistente da escola, e manteve o Distrito Federal como responsável pelo dano causado.
O tribunal reconheceu que a culpa recai exclusivamente ao Distrito Federal, a quem incumbe manter a segurança da escola.
O relator, ministro Castro Meira, ressaltou que o fato de haver um policial na escola não afasta a responsabilidade do DF, pois evidenciou a má prestação do serviço público.
Agência Brasil | 05/11/2010 18:16
Legislativo/Nacional
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (9) uma das 12 MPs (medidas provisórias). A medida ainda precisa da aprovação dos senadores antes de ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A MP 493 autoriza a prorrogação de contratos de alguns órgãos, como o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) até 31 de janeiro de 2011.
“Fica o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP autorizados a prorrogar, em caráter excepcional e respeitado o prazo limite de 31 de janeiro de 2011, os contratos por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, vigentes em 29 de junho de 2010, firmados com fundamento no art. 2º, inciso VI, alínea “h”, da Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, independentemente da limitação do art. 4º, parágrafo único, inciso III, daquela Lei”, diz a MP
Os sete contratados passíveis de prorrogação do Inep se referem a projetos de “cooperação com organismos internacionais”. Segundo o MEC, se tratam de contratos pequenos como contratação de terceiros para trabalhos com órgãos como PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).
09/11/2010 - 19h42
Camila Campanerut
Em Brasília
Notícia/Problemas no ENEM
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é questionado pela justiça e o Ministério da Educação diz que os problemas são pontuais e podem ser resolvidos com aplicação de nova prova com mesmo grau de dificuldade. Veja quais foram os problemas:
Redação
Delegado federal da Bahia investiga denúncia de professores de que alunos de Pernambuco comentavam que o tema da redação seria trabalho e escravidão antes da prova que confirmou o assunto. O caso ainda está sendo investigado.
Questão errada
Uma pergunta incluía trecho do livro “1808” de Laurentino Gomes com erro de data (afirmava que a abertura dos portos no Brasil ocorreu em 1810). Segundo o MEC, a confusão não impedia que o candidato chegasse à resposta correta.
Cola
Um repórter do Jornal do Comércio que fez o exame enviou uma mensagem com o tema da redação pelo celular ao ir ao banheiro, meia hora após o início do teste. Candidatos confirmam que era possível colar. A polícia investigará candidatos que descumpriram regra.
Impressão
Um lote de 33 mil provas foi impresso com erro de ordenação. Segundo a gráfica, foram distribuídas 21 mil destas para candidatos no sábado. A maioria teria percebido e recebido um caderno substituto, mas calcula-se que 2 mil provas tenham sido preenchidas com erro.
Gabarito invertido
No primeiro dia de prova as primeiras questões eram de Ciências Humanas e as últimas de Ciências da Natureza, mas o gabarito invertia a ordem. Os fiscais pediram para preencher a resposta conforme o número da questão, mas algumas pessoas dizem ter feito o contrário. MEC disse que fará site para que prejudicados informem como preencheram.
Distância
O local da prova foi agendado por ordem alfabética e em muitos casos ficava bastante longe do endereço do candidato. Alguns atrasados e ausentes culparam a distância que em alguns casos era de até 30 quilômetros.
Fonte iG São Paulo | 09/11/2010 18:22
Qualidade da escolaridade
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nota em que comenta os novos critérios adotados pela Organização das Nações Unidas (ONU) para composição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
O órgão do governo reforça que a baixa escolaridade no Brasil, destacada no relatório de 20 anos de aniversário do índice, é uma média entre toda a população acima de 25 anos e, portanto, sofreu poucas mudanças com as políticas educacionais recentes.
Para o governo, os novos indicadores educacionais propostos — além da escolaridade, leva-se em conta os anos de estudo esperados para as crianças que iniciam a vida escolar agora — “precisam ser mais bem esclarecidos para que se possa cumprir os objetivos de simplicidade, transparência e popularidade”.
A composição geral ainda é feita baseada em saúde, educação e renda. Na média feita com todos os critérios, oBrasil está em 73º entre 169 países, três posições acima do ranking anterior.
Fonte: ig educação -5/11/2010
Notícia / Ensino Médio
Evasão no ensino médio
Por: Valeska Andrade
Enquanto 98% de crianças e adolescentes brasileiras entre 7 e 14 anos estão na escola, 15% dos jovens de 15 a 17 anos desistiram de estudar. O abandono é refletido no número de matrículas da série final. Se comparado ao da série inicial, o total é 35,5% menor. De acordo com o Censo Escolar, em 2007 ingressaram no ensino médio 3.440.048 estudantes. Já em 2009, foram efetuadas 2.218.830 matrículas. Quando não há reprovações, um aluno conclui o ensino médio em três anos.
Na Região Centro-Oeste, a diferença entre as matrículas é de 37% e no Sul chega a 38,53%. O Sudeste tem o menor percentual: 34,68%. Nordeste e Norte possuem índices iguais: 35,7%. O total de matrículas mostra o abandono do ensino médio na última década. A taxa de escolaridade dos jovens entre 15 e 17 é muito baixa e isso já é sentido no ensino superior, onde há vagas ociosas.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, sugere que os estados mantenham escolas de ensino médio em todos os municípios para combater a evasão. Fonte: O Globo (RJ) - 08.11.10 08:29
Agenda da Seduc/MT
18 NOV Prêmio Estadual de Ref. em Gestão Escolar Data: dia 18/novembro/2010 Local: Hotel Fazenda Mato Grosso Contato: (65) 3613-6377/6476 06 DEZ
Seminário Surdo e Cegueira Data: de 06 a 11 de Dezembro de 2010 Local: a definir Contato: 65 3613 6377 e 6476
Decreto para a Educação no Campo
Presidente Lula assina decreto que aprimora a educação no campo
O presidente da República assinou no dia 4/11 o decreto que regulamenta políticas públicas voltadas para a educação no campo. “Este decreto sinaliza a organização não apenas de políticas publicas federais para a educação no campo, como também organiza o trabalho feito em estados e municípios”, fala do ministro da Educação, Fernando Haddad.
O decreto regulamenta também o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).
Segundo O ministro todas as políticas públicas, ações e programas do Ministério da Educação dialogam de alguma forma com a realidade do campo. “Políticas institucionalizadas dão mais vida aos movimentos sociais, facilitam a luta por avanços e dão à sociedade a condição de perseguir políticas mais ambiciosas”, afirmou.
O decreto atribui ao governo federal a responsabilidade de criar e implementar mecanismos que assegurem a manutenção e o desenvolvimento da educação na área rural. Propõe o enfrentamento de quatro problemas: redução do analfabetismo de jovens e adultos; fomento da educação básica na modalidade jovens e adultos integrando qualificação social e profissional; garantia de fornecimento de energia elétrica, água potável e saneamento básico para as escolas; promoção da inclusão digital com acesso a computadores, conexão à internet e às demais tecnologias digitais.
A formação de professores que lecionam nas escolas rurais também está definida no decreto, assim como a adequação do calendário escolar às particularidades das atividades regionais e dos ciclos produtivos; o reconhecimento da relevância da escola multisseriada; e a pedagogia da alternância (combina atividades intensivas na sala de aula com práticas na propriedade).
sexta-feira, 05 de novembro de 2010 MEC
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
ORAÇÃO DO PROFESSOR
"Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar e por fazer de mim um professor no mundo da educação.
Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.
São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na raça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.
Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.
Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar. Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.
Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .
Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre. Amém!"
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Processo de envelhecimento e questões relativas à velhice, um assunto necessário e urgente para discutir no currículo de ensino.
Iza Aparecida Saliés
Considerando que o Brasil está caminhando para um futuro populacional considerável de idoso e reduzindo o número de nascimento, pois a grande tendência das famílias modernas é ter de um a dois filhos ou até três, o que no passado era praticamente inviável, por vários fatores, em especial social e religioso.
A tendência contemporânea é oferecer condições de vida as pessoas idosas, a sociedade e o estado, ambos precisam preparar para atendê-los que chegam com novos hábitos e desenvolvimento humano bastante fortalecido pelas condições de vida que hoje a ciência proporciona.
Os idosos de hoje são mais ativos, participativos, vaidosos, fazem parte de um grupo chamado geração saúde, preocupam com a vaidade intelectual e estética, com a sensibilidade, adoram o bonito, o belo, curtem com alegria os momentos coletivos de afinidade com amigos do grupo.
São visíveis as políticas publicas que há para a pessoa idosa, mas, contudo, faz-se necessário que essas políticas atinjam todos os segmentos do governo. A apesar dos avanços com o Estatuto ainda assim precisamos discutir as questões da pessoa idosa com mais na
educação.
Na educação já foram realizadas algumas ações quanto às questões da pessoa idosa, no caso da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso, em 2004 o órgão começou a discutir o tema ainda de forma acanhada, pois no momento tínhamos um representante no Conselho, essa era a participação do órgão.
Com a representação nesse organismo a Seduc teve a iniciativa de elaborar a normativa que inclui o de tema sobre o envelhecimento nos currículos mínimos, em consonância ao artigo 22 da Lei n. 10.741/03, definidos a forma e o conteúdo mínimo para abordagem. Instituir na programação de formação continuada de professor e servidores administrativos da rede estadual de ensino, o enfoque sobre o tema “pessoa idosa” a fim de capacitá-los para a compreensão do tratamento e minimizar o preconceito, produzindo conhecimento formal sobre o assunto.
A Seduc intensificou a oferta de Ensino Fundamental e do Ensino Médio por meio da Educação de Jovens e Adultos, sendo oferecida na medida em que surgem demandas pontuais, a oferta
das etapas e das modalidades de ensino oferecida na Rede Estadual de Ensino funciona no período diurno e noturno.
A discussão do tema “processo de envelhecimento e questões relativas á velhice” no currículo de ensino está respaldada pelas legislações: LDB/96 e a Constituição Federal do Brasil, que em seu Artigo 210 estabelece como devem ser tratados os conteúdos mínimos do currículo, “Serão fixos conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais".
Considerando a necessidade de atender esta sociedade em ebulição, com pressa no trato das questões de inclusão, cidadania, pluralismo, diversidade e outros, assuntos estes que aos poucos vão penetrando na rotina pedagógica da escola, o que não consolida a necessidade de criar disciplinas curriculares para trabalhar especificamente temas que outrora não lhe competia.
A escola precisa de tempo para que possamos adequar às inovações impostas por essa sociedade emergente, frente a uma prática pedagógica de antanho.
A Formação Continuada dos Professores de Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso, programa pode contribuir para prepará-los para saber lido com imperiosas necessidades sócias que estão
provocando mudanças na prática pedagógica do professor.
Para a formação dos professores precisa oferecer aportes conceituais, teóricos e metodológicos para que os mesmos possam desenvolver competências e habilidades para saber conduzir temáticas contemporâneas que permeiam a vivência na escola e precisam fazer parte das atividades pedagógicas da escola.
A sociedade do momento é cheia de nuances rica de possibilidades de discussões no que se refere a temas como diversidade, justiça, inclusão e cidadania, todos são assuntos que
provocam polêmicas e requer formação para os professores.
A Superintendência de Ensino e Currículo/Seduc programou em 2005, Seminário sobre a Diversidade na Educação, com a participação de docentes que atuam no Ensino Médio, durante o evento foi abordado o processo de envelhecimento e questões relativas à velhice tema á abordado para contemplar a inclusão dessa discussão no contexto curricular permeando os conteúdos, conceitos e saberes das diversas disciplinas, propiciando a interação das áreas de conhecimento. Assessorar escolas com formação em serviço para o desenvolvimento da política pedagógica do Ensino Médio, cuja finalidade é programar ações que destaquem as Políticas Afirmativas que promova a inserção do tema “processo de envelhecimento e questões relativas à velhice”, (Diversidade de Gerações) cumprindo desta forma ao Artigo 13, inciso II. Da Lei Complementar n. 131/03 de 17 de Julho. 17/07/03[1]·; Capacitar Coordenadores Pedagógicos que atuam no Ensino Médio, que propõe uma reflexão acerca de como abordar os temas sociais relevantes, com especial destaque ao “processo de envelhecimento e questões relativas á velhice”; Seminário com professores para discutir a inclusão da temática “processo de envelhecimento e questões relativas à pessoa idosa no currículo da Educação Básica” (prevista para ser realizada em junho/2005); Projeto Letração –“Alfabetização de Adultos” Educação de Jovens e
Adultos: foi previsto o atendimento de 3818 alfabetizando, 183
alfabetizadores para contemplar 34 municípios do Estado [2]·; Distribuição de materiais pedagógicos para os professores, para subsidiar a formação continuada em serviço, sob temas sociais
relevantes, em especial o estudo da ciência que trata do processo ensino - aprendizagem da pessoa idosa (Andragogia). [3]
O professor precisa estar sincronizado com os mais modernos pressupostos teóricos, conceituais que possibilite um embasamento científico sem estar apenas pautados em conhecimento empírico.
“Aprender a ser cidadão é, entre outras coisas, aprender a agir com respeito, solidariedade, responsabilidade, justiça, não-violência. É aprender a usar o diálogo, nas mais diferentes situações e
comprometer-se com o que acontece na vida da comunidade e do País[4].
Mesmo respeitando a autonomia da escola, que pode definir sua trajetória pedagógica, a Seduc desenvolveu ações pontuais e
afirmativas para contribuir com construção de valores na escola e na sociedade, para que a convivência democrática, os direitos humanos, respeito à diversidade, o respeito às gerações e a inclusão social façam parte da vivência das escolas deste Estado.
Para que possamos atender a contento tanto a sociedade, como também cumprir os dispositivos legais, faz-se necessário que o Sistema de Ensino Estadual/MT esteja preparado para o enfrentamento de novos papéis que permeiam os meandros da escola e o seu entorno, devendo ser trabalhados no seu cotidiano.
Para que isso aconteça precisamos que todos os segmentos da comunidade escolar estejam preparados para aceitar e conviver com as inovações significativas que virão e que possua um aporte conceitual comprovado, por se tratar de temáticas complexa, com especificidades próprias, merecendo destaque no instante em que vai ser introduzido nas discussões pertinentes ao currículo de ensino.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Aprendendo com a copa do mundo
http://www.izasalies.com/
“Sala de Professor” lócus de reflexão, estudo e aprendizagem docente.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Celular na escola, uma necessidade da vida moderna
Iza Aparecida Saliés
http://www.izasalies.blogspot.com
O Prefeito de São Paulo proíbe o uso de celular na sala de aula das escolas municipais, louvável a atitude, pois, a educação precisa de limites, o que parece para a sociedade é que agora tudo pode, não obedecem mais as regras, acordos regimentos que possuem nas instituições de ensino.
A escola é o lócus do aprender, ensinar, formar, estudar, por isso é importante que o aluno concentre na leitura, nos estudos, prestar atenção na aula, tenha interesse, motivação, participe dos trabalhos de grupo e outras atividades que o professor utilize.
As novas tecnologias chegaram para facilitar a vida da humanidade, porém, em certo caso ela dificulta a convivência em determinados espaços coletivos, sei também que pode haver necessidade de comunicação da família com seus filhos, nesses casos, usar o telefone da escola e falar com pessoas responsáveis, assim tudo estará solucionado.
A escola, hoje enfrenta um grande problema, controlar o uso do celular na sala de aula, pois, além de desconcentrar o professor no momento da sua explicação, distrai o aluno que já tem dificuldade para participarem da aula, eles, ficam distraídos por qualquer motivo, e o celular é mais instrumento que provoca distração, passando a ser mais um motivo para desinteresse, sabemos que não são todos, mas, que atrapalha, atrapalha sim, sem dúvida.
Proibição isolada não funciona, mas, inibe o uso durante a aula.

