terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aprendendo a Pensar

Autor: Jon Talber


Observe uma criança recém nascida, ela ainda não sabe falar, mal consegue enxergar além do seu próprio nariz, e é completamente dependente dos seus pais ou responsáveis. No interior do seu cérebro existem apenas as informações necessárias para que seja capaz de exercer seu instinto, é por isso que ela sabe chorar, sabe expressar um desconforto físico. Para quem não sabe, um bebê não enxerga direito, seu sistema visual ainda carece de amadurecimento, e nessa fase, ele vê tudo embaçado, difuso, sem uma forma definida, até porque seu centro cerebral, o gerenciador de informações recebidas, ainda está se organizando.

Quem ou o que gravou em seu cérebro as informações instintivas, a chamada memória instintiva, isso não é assunto para ser discutido agora, mas graças a isso, ela sabe fazer “algumas” coisas, mesmo sem ter recebido instrução prévia, de nenhum adulto. Os demais animais, os irracionais, também funcionam desse mesmo modo.

Seus pais ou responsáveis, que já possuem uma razoável experiência de vida, que podem ser jovens ou adultos, já convivem em um mundo bem conhecido deles, com suas regras, suas anomalias, suas tradições culturais, suas crenças, suas ideologias políticas e religiosas, e assim por diante. O modo como estes “responsáveis” vão tratar essa criança, logicamente, vai depender do conhecimento que possuam. Se apenas conhecem o seu modo de cuidar das coisas, irão se valer dessa experiência, desse modo de agir e interagir, para cuidar do seu bebê.

As cantigas de ninar que cantarão para fazê-lo dormir, ou acalmá-lo, serão aquelas que já conhecem, que sabem cantar, mal ou bem, que também escutaram quando eles próprios eram crianças. Até ai não há novidade alguma, afinal de contas, todos agem da mesma forma, todos repetem aquilo que já aprenderam antes, essa é a lógica da coisa.

Mas, aquela criança, ainda não repetiu nada, não tem experiência de vida, por isso não possui memórias, que são as lembranças das coisas vivenciadas, experimentadas. Por isso, ainda não deseja, não sente raiva ou empatia, não é medrosa, nem guarda rancor das pessoas, ou planeja um futuro, qualquer que seja, para si mesmo.

Nessa etapa, as crianças, estão completamente vazias, por isso não pensam, mas já possuem o potencial para serem preenchidas, pelo pensamento dos outros. Conhecer a utilidade de uma coisa para depois decidir o que fazer com ela, isso é pensar, deduzir, e isso requer experimentação anterior, vivência, memorização, e como elas ainda não passaram por nenhuma dessas fases, não sabem para que as coisas servem, portanto, não pensam.

Mas a capacidade de pensar, isso elas já possuem. Capacidade de pensar é bem diferente de saber pensar. A capacidade de pensar é involuntária, é inata, não depende de memórias, nem de lembranças. O instinto é assim, não carece de experimentação anterior, mas existe. Saber pensar é coisa calculada, que requer memórias, lembranças de como as coisas funcionam, para que servem. O pensamento é um ordenamento das memórias, de modo que arrumadas de forma lógica, façam algum sentido, signifiquem alguma coisa, capaz de se expressar através de uma ação, do veículo, quer dizer, do indivíduo.

Assim, a capacidade de pensar, todo ser humano possui como potencial, e isso não depende de suas vontades, ou de aprendizado algum. Já para se construir um pensamento, esse mesmo ser humano, precisa de informações, precisa de experiência, necessita da lembrança das suas memórias. As memórias virão, serão formadas quando ele tiver experimentando as coisas do mundo. Quando estiver com todo seu sistema sensorial funcionando perfeitamente, pronto para receber, perceber e interpretar de forma clara, às impressões que lhe chegam do mundo exterior.

Interpretar nessa primeira fase, se resume a avaliar de forma clara, quando um objeto ou situação, embora não possam ser racionalmente compreendidos, podem ser capturados pelos seus órgãos sensoriais, isto é, ser percebido. Ela, a criança, ainda não possui intelecto, que são as memórias de sua experiência de vida, pois ela está no inicio de sua jornada, vazia, aguardando por tudo isso. Nessa etapa da vida, ela aprenderá muito com aqueles que estão do seu lado.

Desse modo, seu cérebro, embora ainda vazio de informações, de memórias, das regras operacionais do mundo, já possui a capacidade involuntária de memorizar qualquer coisa capaz de ser detectada pelos seus cinco sentidos. Receberá assim as primeiras informações, vindas de outro adulto, que já sabe das coisas, que já vive estas coisas, que já faz parte de um mundo existente, que repete suas regras morais, materiais e espirituais, desde incontáveis gerações.

E como os adultos, elas também serão ensinadas a repetir. Se já existe em cada ser humano um potencial inato, para através da repetição, apreender as coisas que lhe sejam necessárias à sobrevida na terra, os adultos, que já são mestres no repetir de velhas regras, mitos e tradições, tenderão a repassar todo processo pelo qual os mesmos já passaram, às suas crianças.

E todas as regras de funcionamento de qualquer coisa existente em nosso mundo, serão simplesmente copiadas, de uma mente para outra, do mesmo modo que se duplica um livro já publicado. E do mesmo modo que se revisa um livro, também, eventualmente, alguma ressalva é acrescentada a tudo que já existe, e basicamente é a isso que chamamos de pensar. Assim, para nós, repetir velhos procedimentos técnicos ou sentimentais, significa pensar.

Se observarmos uma criança a brincar, entretida com um brinquedo do qual ela realmente gosta, parecerá a mesma separada do resto do mundo. Nesse processo de atenção total, ela não segue nenhuma regra estabelecida, ela cria suas próprias alegorias, de forma livre, ignorando mesmo o conhecimento rígido que possua sobre outras brincadeiras que lhe são familiares. Poderá até repetir gestos, rotinas de atividades que já conhece, mas a exemplo da capacidade de andar, onde o pensamento não interfere, assim também nesse momento sucederá.

Longe da rigidez das regras pré-estabelecidas, onde o pensamento não está exigindo, comparando, seguindo regras que não podem ser quebradas, ela fica a vontade para criar, sem medo dos censores, sem medo de castigos, sem a obrigação de agradar para receber recompensas. Nesse estado de ignorar os próprios pensamentos, ela se torna inteligente. Não é dependente nem prisioneiro de ninguém, de nenhuma lei, não precisa seguir roteiros conhecidos, está disposta a criar seu próprio caminho.

Cumpre ao educador compreender o que significa este não pensar, e apenas assim, terá dado o primeiro passo rumo ao que de fato significa pensar. Ao perceber que não pensa, estará pela primeira vez, pensando. Não se trata de jogo de palavras, mas a simples constatação de que aquilo que ele chama de pensamento, de fato não é pensamento, apenas discordância ou concordância, já demonstra inteligência.


Autor: Jon Talber
email:
jontalber@gmail.com
O autor é Professor e pesquisador.


As Mudanças na Grade Curricular do Estado de Santa Catarina - Golpe Militar

Resumo 

O Regime Militar brasileiro, implantado por um golpe de Estado em 1964, durou vinte e um anos e mudou a face do país. Contudo, até hoje suas múltiplas dimensões foram pouco analisadas de forma globalmente articulada e emocionalmente isenta. A ênfase, como se percebe nos diversos seminários, é somente no aspecto político. Tratou-se, sem dúvida, de um regime autoritário, repressivo e socialmente hierárquico. Derrubando e substituindo o populismo, que se encontrava radicalizado e em crise no início dos anos 60, o regime abandonou as políticas reformistas de esquerda, implantando um modelo tecnocrático que gerou um acelerado desenvolvimento. Os governos militares pós – 64, insistiram em fomentar os sentimentos de civismo e patriotismo, no intuito de levar a sacralização desse conceito de “Pátria Brasil” – confundido com o governo do país – o mais longe possível, com dois objetivos: incutir nas crianças e adolescentes a idéia de que questionar os atos do governo militar (e dos militares e da policia) é antipatriótico, evitando ao máximo a formação e proliferação de refratários e, como segundo objetivo, tornar legitima e justificada a operação militar-policial permanente para caçar aqueles a quem o governo definia como “subversivos”. Esta operação de formação ideológica, utilizou basicamente dois veículos: a imprensa falada, escrita,  televisiva e o sistema de educação formal.

Palavras Chaves: golpe militar, grade de ensino em Santa Catarina, sistema educacional,civismo.

Introdução 
O regime político instaurado em 1964 foi apoiado por amplos seguimentos da sociedade brasileira, porém a história oficial omitiu a atuação dos grupos oposicionistas existentes, entre eles, o movimento estudantil.

Em 1964, o país atravessou um período de intensas crises sociais e políticas, que viriam a culminar com a queda do então presidente João Goulart, mesmo com este clima de tensão, a UNE – União Nacional dos Estudantes, continuou suas atividades, querendo executar um trabalho de base, conscientizando a população, o Centro de Cultura da UNE levava as favelas e subúrbios um teatro de esclarecimento e protestos, além de promover uma campanha de alfabetização de adultos utilizando o método de Paulo Freire.

Sobra a bandeira do anticomunismo, as forças armadas, como “salvaguardas da nação ameaçada” tomam a frente do processo que culminou no golpe de 1º de abril de 1964.

As forças expressivas do governo tiveram como um de seus principais alvos, os estudantes. As faculdades politicamente mais ativas sofreram fortes agressões do aparato policial-militar.

Neste clima, o governo militar exerce sua autoridade sobre os estados, em Santa Catarina não foi diferente, principalmente na área da educação, quando impôs a mudança na estrutura de ensino dos ensinos fundamentais e médios, com intuito de impor uma ideologia de uma nação nacionalista,  patriota e com sentimentos de civismo.

A Educação em Santa Catarina nos anos 60

A educação pós 64, foi instituída como uma meio eficiente de por em pratica os ideais de um capitalismo dependente associado no Brasil. Neste período através de sucessivos programas educacionais de desenvolvimento,se da prioridade a educação profissionalizante. O real objetivo, era atingir o progresso, uma vez que o estudante sairia da escola com mão de obra especializada, pronta o labor na fabrica.

[...]“o estudante bem preparado, com uma especialização adequada, desempenharia suas funções como trabalhador competente, aumentando sua produtividade e modernizando as industrias, servindo a um capital interno e externo” [...][2]

A Educação Sobre o Ensino de Educação Moral e Cívica  

Os governos militares pós – 64, insistiram em fomentar os sentimentos de civismo e patriotismo, no intuito de levar a sacralização desse conceito de “Pátria Brasil” – confundido com o governo do país – o mais longe possível, com dois objetivos: incutir nas crianças e adolescentes a idéia de que questionar os atos do governo militar (e dos militares e da policia) é antipatriótico, evitando ao máximo a formação e proliferação de refratários e, como segundo objetivo, tornar legitima e justificada a operação militar-policial permanente para caçar aqueles a quem o governo definia como “subversivos”. Esta operação de formação ideológica, utilizou basicamente dois veículos: a imprensa falada, escrita,  televisiva e o sistema de educação formal.

Nos sistema educacional pós -  64 a axacerbação da ditadura de classe se concretizou em vários momentos: a tentativa (aparentemente frustrada) de desativar os cursos de Humanidades e substituí-los pelo curso de Estudos Sociais; a implantação, no ensino superior, da disciplina obrigatória Estudos de Problemas Brasileiros, ainda em vigor; no segundo grau, a disciplina de Organização Social e Política do Brasil; e, geralmente, no primeiro grau, a disciplina de Educação Moral e Cívica. Por atuar exatamente com os estudantes em estágio pré-adolescente, coube a esta ultima disciplina a tarefa de transmitir de maneira mais direta e agressiva a ideologia de segurança nacional que, não por acaso, se afirma no Brasil a partir do Final da Segunda Guerra Mundial.

Tanto os livros didáticos, quanto os de OSPB se destinam fundamentalmente a divulgar a Doutrina da Segurança Nacional entre os estudantes de primeiros e segundo graus,  em todos estes livros se verá uma distorção da realidade, a mesma idealização de uma sociedade sem conflitos, a mesma pretensão de que a letra da lei é cumprida, a mesma imposição de valores morais éticos, religiosos e políticos que interessam a apenas um setor minoritário da sociedade.

No ano de 1985, aparentemente termina o ciclo autoritário iniciado em 1964. não por acaso, no ano seguinte chega ao Departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina um ofício da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação, distribuído aos cursos de História e Geografia das Universidades Brasileiras. Neste oficio. O secretário do Ensino Superior Gamaliel Herval apresenta um documento, que o acompanha, esperando que o mesmo “possa estimular o debate e a reflexão  sobre a questão” do ensino da disciplina Educação  Moral e Cívica. Este documento, intitulado “Os Consultores de História e Geografia da SESu/MEC[3] e a Questão da Educação Moral e Cívica”, elaborado por  referidos consultores mais um professor de Filosofia e um de Sociologia, critica e analisa essa disciplina, segue abaixo, alguns pontos de seu conteúdo:

a) É lembrado que a disciplina de EMC[4] existiu no Brasil em dois períodos ditatórias da República. Os consultores são de opinião que o objetivo de implantação da disciplina “não é a formação do aluno, mas a segurança do Estado”.

b) É comentada a obrigatoriedade da ministração da disciplina, o que segundo consultores, “reduz sensivelmente a carga horária para a área de Geografia e História em benefício de Estudos Sociais e se completa com a exclusão da Filosofia e  Sociologia”.

c) Instituída no auge da censura política e doutrinária, despojada de qualquer fundamentação cientifico – pedagógica, a EMC e seus vários desdobramentos resultaram na descaracterização da Geografia e da História e impuseram a supressão das disciplinas como a Filosofia e Sociologia no ensino de 2º grau.
d) Finalmente, o documento se manifesta pela “revitalização” do ensino de Geografia e História bem como pelo retorno do ensino de Filosofia e Sociologia e, “contanto com o apoio da Associação dos Professores Universitários de História (ANPUH),e da Associação de Geógrafos Brasileiros (AGB) e de professores de Filosofia e Sociologia”, reitera posição “pela revogação imediata do Decreto-lei 869/69 e do Decreto-lei 68.065/71”

Considerações Finais

O Regime Militar brasileiro, implantado por um golpe de Estado em 1964, durou vinte e um anos e mudou a face do país. Contudo, até hoje suas múltiplas dimensões foram pouco analisadas de forma globalmente articulada e emocionalmente isenta. A ênfase, como se percebe nos diversos seminários, é somente no aspecto político. Tratou-se, sem dúvida, de um regime autoritário, repressivo e socialmente hierárquico.

Derrubando e substituindo o populismo, que se encontrava radicalizado e em crise no início dos anos 60, o regime abandonou as políticas reformistas de esquerda, implantando um modelo tecnocrático que gerou um acelerado desenvolvimento, mas produziu uma miséria desnecessária.Os momentos de autoritarismo exacerbado produziram a EMC e disciplinas correlatas, a fim de implantar nas crianças e adolescentes a doutrina de segurança nacional. A legitimidade que um poder deste tipo pode pretender só será atingida pela força e nunca pela argumentação, mesmo ao campo das idéias. Vive-se sob a ficção do Estado Nacional, que aliena os indivíduos dos laços imediatos da sociedade real, a qual não pode ser representada por bandeiras ou hinos.    
                                                                  
Os governantes do Brasil são, estruturalmente, os mesmos do período colonial e do Império e a mudança que se impõe não vai só além dos uniformes como provavelmente fará uso deles. Há uma revolução mundial em curso, na qual o Terceiro Mundo cumpre a possibilidade histórica de livrar-se, de uma vez por todas, de seus centros hegemônicos. Hoje é fundamental impedir a manipulação de símbolos criados para assegurar dita hegemonia; é necessário que os educadores desnudem os mecanismos que, à maneira da Educação Moral e Cívica, tentam ver perenemente “proclamada a escravidão”. O próximo passo, é quase certo, não caberá aos educadores, enquanto educadores. Mas quando chegar o próximo passo eles terão cumprido o seu papel.

Referencial Bibliográfico
KUCINSKI, Bernardo. O fim da ditadura militar. São Paulo: Contexto, 2001. 143 p.
SANTOS, Sílvio Coelho dos. Um esquema para a educação em Santa Catarina. Florianópolis: Edeme, 1970. 123 p.
VEDANA, Lea Maria Ferreira; a educação em Santa Catarina nos anos 60. Florianópolis: Esteocos, p.45. 1997.  
WARREN, Ilze Scherer. Santa catarina em perspectiva: os anos do golpe. Petrópolis: Ed. Vozes, 1989. 164 p.
VEDANA, Lea Maria Ferreira; a educação em Santa Catarina nos anos 60. Florianópolis: Esteocos, p.45. 1997. 


Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação
Abreviação para Educação Moral e Cívica 
Autoria: Jonathan Magnum Prim

Como Fazer uma Resenha



A resenha é muito confundida com um resumo, e não é para menos. A única diferença entre a resenha e o resumo é que na primeira, você deve colocar a sua opinião sobre a obra descrita. Há 4 tipos de resenhas, sendo elas: a acadêmica, a temática, a crítica e a descritiva. A função da resenha é fazer com que o leitor tenha uma perspectiva geral da obra que vai ver, seja ele um livro, um filme, uma peça de teatro ou um CD.

Por isso, a resenha deve ser curta, sem levar o leitor à exaustão. Em poucas palavras, você terá que descrever e comentar sobre a obra a fim de que o leitor opte por vê-la ou não.

Se você não sabe como fazer uma resenha, aqui vão algumas dicas, divididas em parágrafos:

1º) Descreva todos os dados bibliográficos da obra descrita: nome do autor, editora, ano de publicação e direção (no caso de filmes ou peças teatrais). Se preferir, escreva o contexto histórico em que a obra foi lançada e qual foi o impacto causado por ela naquele momento e como é hoje.

2º) Apresente a obra em poucas palavras, apenas para que o leitor a compreenda de modo geral. 3 linhas são o suficiente para tal descrição.

3º) A descrição da estrutura da obra vem nesse parágrafo. No caso de livros, escreva em quantos capítulos e seções ele é dividido, qual é o foco narrativo e o número de páginas. Se for um filme ou uma peça teatral, descreva em quantas partes e qual é a estrutura temporal utilizada pelo autor.

4º, 5º e 6º) Essa parte pode ter de 3 a 5 parágrafos e é aqui que você resumirá claramente toda a obra, contando a sua história com mais detalhes. Portanto, depende do número de páginas do livro ou do tempo da peça ou do filme para saber o número de parágrafos.

7º) Agora, você vai colocar o seu senso crítico para trabalhar. Nesse parágrafo, fazendo comparações com outras obras ou usando argumentos de outros autores, faça uma crítica à obra analisada, seja ela positiva ou negativa. O importante é que você tenha argumentos estruturados para fazê-la.

8º) Nesse parágrafo, você recomendará ou não a obra. Para tanto, escreva para que público a obra é direcionada, usando elementos pedagógicos ou sociais, com base na idade, na escolaridade e na renda dos leitores ou espectadores.

9º) Descreva um pouco da vida do autor da obra resenhada, falando um pouco das suas outras obras e qual foi a repercussão delas.

10º) Enfim, chegou a hora de se apresentar. Escreva o seu nome e a sua profissão. Se for estudante, por exemplo, diga de qual curso é estudante e de que período.

Pronto, a sua resenha está pronta. Agora, é só esperar pelas opiniões dos leitores e dos espectadores para ver se eles concordam com você.



Proposta autoriza financiamento de pós-graduação pelo Prouni

A Câmara analisa proposta que inclui o financiamento de cursos de pós-graduação de faculdades particulares no Programa Universidade para Todos (Prouni), do governo federal. Hoje, o programa beneficia apenas estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica. A medida está prevista no Projeto de Lei 1000/11.
A autora da proposta, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), argumenta que a medida deverá garantir um maior alcance social ao Prouni. “O projeto favorecerá a atualização de grande contingente de trabalhadores, inclusive os profissionais do magistério da educação básica”, afirma.
Critérios de renda

Pela proposta, os critérios de renda para concessão das bolsas de pós-graduação serão iguais àqueles aplicados para os alunos de graduação: bolsa integral para pessoas cuja renda familiar per capita não exceda um salário mínimo e meio e bolsas parciais de 50% e 25% para pessoas cuja renda familiar per capita some até três salários mínimos.

O projeto também estabelece que 75% das bolsas a serem criadas com a receita da pós-graduação deverão beneficiar alunos de graduação dos cursos de maior demanda. A ideia é aumentar a oferta de bolsas de graduação.

Além disso, as instituições participantes do Prouni deverão publicar na internet seus termos de adesão ao programa, informando também o número de alunos pagantes e de bolsas integrais e parciais para cada curso.
Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Juliano Pires

Agência Câmara de Notícias

Estudo dos símbolos nacionais entra no currículo do ensino fundamental


O estudo dos símbolos nacionais passará a integrar os currículos do ensino fundamental. A inclusão do tema foi sancionada pela presidente da República, Dilma Rousseff, na Lei 12.472/11, publicada no Diário Oficial da União da última sexta (2). A mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), no entanto, só entrará em vigor em 90 dias.

A nova lei acrescenta parágrafo à LDB para prever o estudo dos símbolos nacionais - bandeira, hino, armas e selo - como tema transversal do ensino fundamental. Isso significa que o assunto deve ser abordado não como disciplina independente, mas dentro das já existentes.

A Lei 12.472/11 é oriunda de projeto de lei apresentado em 1999 pela então senadora Luzia Toledo (PLS 532/99) e aprovado no mesmo ano pelo Senado. Depois, a proposta seguiu para a Câmara dos Deputados, onde foi aprovada no último mês de junho.


Fonte: Agência Senado

Mais de cem mil escolas recebem Provinha Brasil

        
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O Ministério da Educação entregou o conjunto da Provinha Brasil de matemática a 107.159 escolas públicas de 5.491 municípios do país. Com o teste, inédito, já em aplicação pelas escolas, será possível fazer o diagnóstico do aprendizado em matemática para melhor orientar a prática dos professores.

O conjunto da provinha é composto por caderno do aluno, guias de aplicação e correção e orientações para a reflexão sobre a prática de ensino. O teste abrangerá mais de 3 milhões de estudantes de escolas públicas matriculados no segundo ano do ensino fundamental.

A matriz de referência da provinha de matemática foi organizada de forma a avaliar a competência dos alunos para desenvolver idéias, conceitos e estruturas relacionados ao significado dos números e suas representações; resolver problemas de adição ou subtração; resolver problemas de multiplicação e divisão; reconhecer figuras geométricas; identificar, comparar, relacionar e ordenar grandezas; ler e interpretar dados em gráficos, tabelas e textos.

A partir do próximo ano, a distribuição e a aplicação da provinha de matemática seguirão o mesmo calendário da provinha de português, com edições no início e no final do ano letivo. A mudança visa a permitir o melhor acompanhamento da evolução do desempenho das crianças.

Segundo a secretária de educação básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, é necessário aprofundar as ações em relação à disciplina, especialmente na formação dos professores. “A criança tem de terminar o terceiro ano do ensino fundamental sabendo os fundamentos básicos da matemática”, afirma.

O Ministério da Educação desenvolve políticas públicas de formação dos professores, como o Programa de Formação de Profissionais das Séries Iniciais do Ensino Fundamental (Pró-Letramento). Produção de jogos de alfabetização e matemática e de livros didáticos para o ciclo de alfabetização, criação de programas de leitura e avaliação do ensino para aprimorar a qualidade da educação das crianças são outras iniciativas do MEC.

 Fonte:  Da Assessoria

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Com 'periguete' e 'tuitar', dicionário Aurélio tem edição júnior

Redação 24 Horas News


O tradicional dicionário Aurélio percebeu a necessidade de incorporar alguns verbetes que estão na boca do povo brasileiro e ainda não tinham definição oficial. No lançamento do Aurélio Júnior, realizado na 15ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro, os visitantes estavam entusiasmados com a novidade.
 
Na opinião da estudante Ingrid, 12 anos, as palavras incorporadas ao dicionário são muito úteis, já que fazem parte do dia-a-dia de sua geração. Antes de folhear o manual, ela sugeriu o significado de "periguete", um dos novos verbetes. "Periguete é a garota que usa roupas curtas e sai com todos os garotos", disse Ingrid. Comparando com a definição do dicionário, a estudante chegou perto: "moça ou mulher que, não tendo namorado, demonstra interesse por qualquer um".
 
Expressões do mundo digital também foram lembradas e adaptadas para o dicionário em português, criando neologismos. Além de "tuitar" - verbo derivado do ato de postar um comentário no twitter -, o verbo "baixar" ganhou novo significado.
 
O pedido de Dilma Rousseff para ser chamada de "presidenta" refletiu na reintegração do termo ao manual. O verbete bullying, muito comentado na mídia este ano, também foi incorporado, assim como o verbo "ficar", no sentido de "trocar carinhos por período curto, mas sem compromisso de namoro". Voltado para o público escolar, o manual com cerca de 30 mil verbetes foi editado por Valéria Zelik e editado pela Positivo e está à venda na Bienal por R$ 38,50.
 

MT- Abertas inscrições para o I Seminário das Áreas de Conhecimento da Base Comum

Redação 24 Horas News
Nos dias 21 e 22 de setembro de 2011, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), através do Campus Cuiabá – Cel. Octayde Jorge da Silva, realizará o I Seminário das Áreas de Conhecimento de Base Comum do IFMT, com o título “As Ciências e a Educação Profissional Técnica e Tecnológica: interlocução de saberes”.

Esse evento tem como principal objetivo promover a interlocução sobre investigações multidisciplinares, mediada por referências e enfoques atuais que permeiam a educação profissional técnica e tecnológica através de palestras, mesa redonda e relato de experiências. “Visamos, com essas atividades, ampliar nossos conhecimentos sobre educação profissional, tendo em vista a manutenção da oferta de um ensino de qualidade no Estado de Mato Grosso”, afirma a Coordenadora do Núcleo Comum do IFMT Campus Cuiabá e presidente da Comissão Organizadora, Marlene Rodrigues da Silva.
 
Com carga horária de 20 horas, o evento será realizado no Anfiteatro da Escola Estadual Liceu Cuiabano, localizado à Praça General Mallett, nº 150, Bairro Quilombo.
 
Inscrição
Estão disponíveis 250 vagas. Os interessados devem se inscrever de 29 de agosto a 18 de setembro de 2011 no site do Seminário http://www.semacbc.cba.ifmt.edu.br/.
 
A taxa de inscrição será uma caixa de leite longa vida, que será doado para instituições filantrópicas que atendem crianças carentes. A entrega do litro de leite deverá ser feita no ato do credenciamento.
 
Temas
O seminário traz à comunidade a oportunidade de dialogar com estudiosos que pesquisam a educação profissional, como o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Dr. Gaudêncio Frigotto, e o professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Dr. Dante Henrique de Moura.
 
Os participantes terão ainda a oportunidade de ampliar os conhecimentos sobre a relação educação e trabalho com o professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Dr. Edson Caetano.
 
Sobre o tema “currículo”, teremos palestras da professora da Universidade de São Paulo (USP), Drª Cláudia Valentina Assumpção Galian; da professora Drª Jorcelina Elizabeth Fernandes; da professora Msc. Aidê Fátima de Campos, Superintendente da Educação Básica/SEDUC-MT e da pedagoga do IFMT, Msc. Silvia Maria dos Santos Stering.
 
Além das atividades de pesquisa, haverá apresentações culturais, por meio das quais teremos a oportunidade de dar ênfase à relevância da formação humana na educação profissional.
“Convidamos todos os nossos colegas do IFMT, servidores de outras instituições de ensino que atuam na educação profissional em Mato Grosso, pesquisadores e pessoas interessadas para participar desse espaço de formação continuada”, afirma a presidente da Comissão Organizadora.
 

Campus de Sinop da UFMT contrata professores na área de Enfermagem

Redação 24 Horas News

O Instituto de Ciências da Saúde (ICS), do Campus Universitário de Sinop, está com edital aberto para a contratação de professor temporário e substituto de Enfermagem.
 
A vaga para professor temporário corresponde à área de Enfermagem em doenças transmissíveis, Saúde do Adulto, Cuidados Críticos.
 
Já para professor substituto, a vaga corresponde à disciplina Fundamentos da Enfermagem.
 
Nos dois casos, o candidato deve ser graduado em Enfermagem, ter disponibilidade de trabalhar 40 h semanais, em horário a ser definido nos três períodos: matutino, vespertino e noturno.
 
As inscrições devem ser realizadas no Instituto de Ciências da Saúde da UFMT, situado na Avenida Alexandre Ferronato, 1200, nos dias 12 e 13 deste mês, no horário das 8h às 11h e das 14h às 17h.
 
A seleção será realizada pela Comissão de Avaliação, por meio de análise de currículo, prova didática e entrevista.
 
No ato da inscrição, as fotocópias dos documentos serão conferidas com as originais, onde deverão ser autenticadas pelo candidato ou na Secretaria do Instituto. 
 
O resultado das inscrições deferidas será divulgado no dia 15/09, às 8h. A prova didática e a entrevista serão aplicadas no dia 16, onde também será feita análise de currículo. 
 
O resultado final do teste de seleção para ambas as modalidades será no dia 19 deste mês, a partir das 10h.

MT- Universidade abre seleção para Mestrado em Educação

Redação 24 Horas News

A Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), através da Pró- reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) comunica abertura do edital para processo seletivo do Programa de Mestrado em Educação para 2012.
 
As inscrições serão realizadas dos dias 1° a 30 de setembro de 2011 diretamente na Secretaria do Mestrado em Educação, das 13 às 17 horas ou enviadas pelo Correio, via SEDEX, ao seguinte endereço: Secretaria do Mestrado em Educação Campus Universitário “Jane Vanini” /UNEMAT Av. São João, s/n. Bairro Cavalhada I CEP: 78.200-000 Cáceres/MT – Brasil 
 
A seleção será realizada em três etapas, sendo que em cada uma delas o candidato deverá obter a nota mínima sete.
 
Os resultados do processo seletivo para o Mestrado em Educação serão afixados no mural da Secretaria do Mestrado em Educação/Campus Universitário Jane Vanini em Cáceres e divulgados no site http://www.unemat.br/prppg/educacao
 
Para maiores informações acesse: http://www.unemat.br/prppg/educacao/?link=edital2011

USP sobe 84 posições em ranking mundial de universidades

Redação 24 Horas News

O ranking inglês QS World University, divulgado nesta segunda-feira, veio como uma boa notícia para os brasileiros, a Universidade de São Paulo (USP), que no ano passado estava na 253ª colocação, subiu 84 posições e aparece no 169º lugar entre as melhores universidades do mundo. A Unicamp configura entre as 300, na posição 235. E a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na 381ª posição. Veja aqui o top 300.
 
A Universidade de Cambridge (Inglaterra) permanece na primeira colocação e a tradicional Harvard (Estados Unidos) como a segunda melhor do mundo, segundo lista elaborada pelo conselho acadêmico QS, entidade que se encarrega de avaliar a qualidade dos centros de educação superior.
 
A avaliação de cada instituição tem 40% de peso na pesquisa acadêmica, 10% na pesquisa empregador, 20% no desempenho dos estudantes, 20% nas citações ao corpo docente, 5% de presença de corpo docente internacional e mais 5% de estudantes internacionais. O ranking avalia 700 universidades e considera o desempenho acadêmico da universidade nas áreas de artes e humanidades, ciências naturais, engenharia e tecnologia da informação, ciências sociais e ciências da vida.
 

Mulheres dominam atividade docente




As mulheres compõem 81,5% do total de professores da educação básica do País, conforme divulgado pelo movimento Todos Pela Educação com base na análise da Sinopse do Professor da Educação Básica, que foi publicada pelo Ministério da Educação (MEC) no final do ano passado.

Dos 2 milhões de professores, mais de 1,6 milhão são do sexo feminino. O estereótipo da profissão, construído historicamente, pode ser responsável por esse alto índice, avalia a socióloga Magda Neves, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Nas creches, esse número aumenta para 97,9%. No entanto, na educação profissional, elas representam 45,8%. Segundo a socióloga, a sociedade brasileira associa a função do professor a características geralmente consideradas femininas, como a atenção, a delicadeza e a meiguice.

Fonte: Correio do Povo (RS)

Estágio: privilégio de 7,4% dos estudantes





A luta para conseguir um bom estágio é desafiadora. Dados de 2008, do Ministério da Educação (MEC) e da Associação Brasileira de Estágios (Abres), demonstram que dos mais de 13 milhões de alunos matriculados nos ensinos médio e superior, somente 7,4% deles, ou seja, menos de um milhão, conseguiram estagiar.

A concorrência é grande. Muitos candidatos ao estágio são eliminados nas primeiras etapas do processo, pois não mostram comprometimento nem com o horário das dinâmicas e entrevistas.

Outros não seguem adiante porque não dominam nem sequer a língua portuguesa.

Os chefes ou gerentes de Recursos Humanos (RH) apostam em quem se mostra aberto à filosofia e à prática das empresas, em quem sabe respeitar determinações e tenha foco e disciplina”, avalia o presidente da Abres, Seme Arone Júnior.

Fonte: Correio Braziliense (DF)

TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES





Gente, recebi esse mail e compartilho agora com vocês. Eu adorei a ideia. Apesar de ainda acreditar na política e achar que temos bons parlamentares. Mas, pensando bem, olha o salto de qualidade que daríamos na educação com essa proposta abaixo:

“Prezado amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: o professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!

Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, são gastos por ano com um parlamentar R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões.

Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

‘TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES’.”
E aí, como vamos votar de agora em diante?
Gente, vamos começar a troca? Eu topo! E você?

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina






 
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. Cora Coralina
 
Se não sabes, aprende; se já sabes, ensina. Confúcio
Se deres um peixe a um homem faminto, vais alimentá-lo por um dia. Se o ensinares a pescar, vais alimentá-lo toda a vida. Lao-Tsé

Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a. Isso o professor faz diariamente. Johann Goethe

Ensinando, aprende-se. Séneca

Aprender é descobrir aquilo que voce já sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Richard Bach

De olho na alimentação dos filhos



Voltam às aulas e também às dúvidas dos pais: o que oferecer de lanche, que agrade ao paladar infantil e seja nutritivo e saudável?

na diversidade, sem perder de vista a praticidade, pode ser a melhor forma de garantir alimentação balanceada tão importante para o aprendizado.

Nutricionistas alertam que escolher os alimentos certos na infância pode fazer toda a diferença na saúde futura dos adolescentes.

Uma criança que consome excesso de frituras e refrigerantes tem uma grande probabilidade de ser um adulto ou adolescente obeso, com problemas de diabetes, hipertensão e colesterol.

”A criança com boa alimentação, contendo todos os nutrientes na quantidade adequada, brinca mais, aprende com mais facilidade, cresce e se desenvolve melhor”, completa a gerente de nutrição do Hospital do Coração (HCor) de São Paulo, Rosana Perim.

Fonte: Folha de Boa Vista (RR); Folha de Londrina (PR

Sem falar que, nesse calorão dos últimos dias, principalmente aqui no Nordeste, os alimentos precisam ser bem leves, balanceados.

Alguns colégios já praticam a boa alimentação na hora dos intervalos, priorizando as frutas, os cereais e os produtos menos calóricos em suas cantinas e lanchonetes. A atenção na escolha dos alimentos faz toda a diferença para a família. Vamos nos manter alertas.

Educando o paladar infantil



vitaminasPesquisas recentes no campo da nutrologia sugerem que o desenvolvimento do paladar doce demais na criança pode ser induzido até durante a amamentação. Estudos indicam que a mãe produz leite mais adoçado se consumir muito açúcar.

O diretor do Departamento de Nutrologia Pediátrica da Associação Brasileira de Nutrologia, Carlos Alberto Nogueira de Almeida, explica que uma criança que recebe o primeiro suco adoçado aos quatro meses nunca mais vai querer tomá-lo sem açúcar.

Ele lembra que o sal em demasia também pode deseducar o paladar infantil. Pais que pretendem contribuir para a formação de gosto saudável no filho devem investir na oferta de alimentos naturais, tais como frutas, verduras e legumes.

Fonte: Folha de Londrina (PR)

Projeto que prevê alimentação saudável em escolas é aprovado



O projeto que institui diretrizes para a promoção de uma alimentação saudável nas escolas públicas e privadas do País foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) em decisão terminativa,  que é aquela tomada por uma comissão com valor de uma decisão do Senado Federal.

A estratégia para introduzir alimentos benéficos à saúde no cardápio escolar deverá se valer, entre outros, dos seguintes princípios: preservação de hábitos alimentares regionais e nacionais; incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras produzidas em hortas na própria escola; restrição ao fornecimento de salgadinhos, doces e frituras.

Ainda segundo o projeto, o sucesso da iniciativa depende do envolvimento da comunidade escolar ao longo do processo.

Fontes: Correio da Paraíba (PB); Agência Senado

UFMT Rondonópolis realiza Congresso de Pesquisa em Educação

 
Os interessados em apresentar trabalho no Congresso de Pesquisa em Educação(CONPEDUC 2011) terão até 26 de setembro para fazer a inscrição pelo endereço eletrônico www.ufmt.br/ppgedu2011. O evento promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu) da UFMT/Rondonópolis, acontecerá entre os dias 23 e 26 de outubro, no Campus Universitário de Rondonópolis.

O programa do Congresso terá palestras, mesas-redondas, pôsteres e comunicações orais que terão a finalidade de contribuir para refletir, orientar, instigar e despertar o lugar da pesquisa na relação entre escola, comunidade e universidade.

Nesta edição, o Congresso tem o objetivo de constituir um espaço para a discussão a acerca das demandas contemporâneas para a pesquisa, que atravessam as relações entre a escola, a comunidade e a universidade, bem como, os cenários que configuram o modo como essas relações se estabelecem.

A temática deste ano tem como pressuposto o entendimento de universidade como um espaço de produção de conhecimento comprometido com as realidades sociais no entorno. Ao mesmo tempo se estende para a universidade transformada por essas demandas, produzindo novos modos de fazer pesquisa e intervir na realidade.

Participam do evento, representantes das instituições parceiras. São elas;  Seduc/MT, Semec/Rondonópolis; USP; Unicamp; Unesp; UFPE; FECILCAM; UFMS; Cnpq; UAB; Capes; Edufmt; Fundação Carlos Chagas; UEM; UFMG; SECADI/MEC/FNDE.

Serviço

Local : Campus Universitário de Rondonópolis/Anfiteatro-UFMT
Endereço: Rodovia Rondonópolis-Guiratinga, km 06 (MT-270), CEP 78735-910 - Rondonópolis-MT, Brasil.

Endereço eletrônico: ppgedu@ufmt.br
Informações pelo telefone: (66)  3410-4035

Assessoria/Seduc-MT

Sala de aula digital e professor hightech, um sonho possível

 

Se olharmos para os dados apontados pelo Banco Mundial, a educação no Brasil já apresenta alguns dados estimulantes. Afinal, somos o país que mais rapidamente aumentou a escolaridade média da população entre 1990 e 2010, passando de 5,6 para 7,2 anos, tomando o recorde que era da China. Também somos um dos países com o maior avanço no aprendizado dos alunos, medido pelo Pisa, no período de 2000 a 2009. Mas como sabemos, ainda há um longo caminho pela frente, repleto de desafios para que realmente tenhamos uma educação de melhor qualidade.

Em busca de tais melhorias, no Congresso, está em análise para votação um conjunto de metas da educação brasileira para os próximos 10 anos. Entre as várias propostas, constam a melhoria da qualidade dos ensinos Fundamental e Médio e o aumento dos recursos aplicados na área. Medidas essas, que inclusive, já foram anunciadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, como prioridades.

No meio de tais avanços está o desafio de se encontrar uma forma de ensinar alinhada à era digital, tema que incendeia debates e vai muito além das questões de investimento, passando, definitivamente, pela formação do professor. Um ponto que, na mesma medida, é decisivo e desafiador.

Afinal de contas, como se dá o uso da tecnologia em sala de aula? Ela ajuda ou atrapalha? A ideia de manter cerca de 30 alunos atentos todos os dias, por pelo menos cinco horas, somente com os recursos tradicionais parece não casar mais com a eficiência que precisamos. Hoje, muitos alunos têm acesso à internet, em casa ou em lan houses, fazendo com que aulas completamente “analógicas” não sejam estimulantes.

A solução mais rápida, então, seria democratizar o acesso a internet. Mas veja bem, seria apenas isso mesmo? É bem verdade que dois estudos inéditos demonstraram como a tecnologia ajudou a melhorar as notas. A Fundação Carlos Chagas, por exemplo, concluiu uma avaliação dos estudantes das escolas públicas do município de São José de Freitas (PI), que desde 2009 estudam com o apoio de lousas interativas, laptops individuais e softwares educativos. De acordo com o trabalho, os alunos melhoraram sua média de Matemática em 8,3 pontos, enquanto os que não usaram a tecnologia avançaram apenas 0,2 pontos.

O segundo caso, da Unesco, avaliou o desempenho de alunos de escolas públicas de Hortolândia (SP), que usaram salas de aula com lousa digital e um computador por aluno. O avanço foi de duas a sete vezes em relação aos colegas que estavam em salas comuns. No entanto, como toda questão tem dois lados, há de se ressaltar uma pesquisa do Ministério da Educação do Brasil, que mostrou que alunos que estudaram, por três anos, em escolas com computador estavam pelo menos seis meses atrasados no aprendizado em relação aos outros.

Dessa forma, fica a questão: o sucesso para que haja melhorias no aprendizado depende apenas da tecnologia? Não. Definitivamente, não adianta substituir caderno por notebook, quadro verde por lousa digital sem estratégia e conteúdos, sem aula preparada pelo professor de forma a contemplar a tecnologia. Não há dúvidas, a equação está finalizada e o sucesso da era digital do ensino ocorrerá somente quando duas ações ocorrerem simultaneamente: a inserção da tecnologia na sala de aula e um professor preparado para explorá-la ao lado de seus alunos.

Para finalizar, vale trazer para a discussão a pesquisadora do Ministério da Educação e Cultura do Brasil (MEC), Elza Cruz, candidata ao título de PhD no curso de Design e Tecnologia Instrucional da Universidade Virginia Tech. Para ela, disponibilizar tecnologia não significa implementá-la de forma eficaz, pois há uma grande diferença entre seu uso no dia a dia e como uma ferramenta instrucional. Ou seja, um professor precisa ser preparado, de preferência, ainda durante seu processo de formação para o uso dessa ferramenta em sala de aula e quando isso não acontece o resultado é frustrante.

Fazer compras pela internet ou acessar as redes sociais não é critério para se dizer que alguém está pronto para lecionar em um ambiente digital. Tecnologia aplicada à Educação é significativa e envolve conhecimento nas áreas de teoria de ensino e aprendizagem associados ao uso de tecnologia da comunicação. Inserir o uso das novas possibilidades digitais na formação do professor se faz imprescindível e deve ser uma exigência dos programas de instituições de ensino.

Somente quando a tecnologia chegar à sala de aula e o professor estiver pronto para fazer o seu melhor uso, é que a Educação poderá mudar sua trajetória rumo a um novo padrão de qualidade.

Especialista em Tecnologia Educacional e durante os últimos sete anos atuou ativamente na implantação de Soluções Colaborativas e Interativas em Instituições de Ensino Privadas e da Rede Pública.

MEC pode ser obrigado a fornecer livros didáticos também em formato digital

 

A Câmara analisa o Projeto de Lei 965/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que obriga o Ministério da Educação (MEC) a disponibilizar suas coleções de livros didáticos e paradidáticos, destinados a alunos e professores, também em formato digital.

Segundo o deputado, a inclusão do livro em formato digital “servirá como mais um instrumento disponível aos alunos e professores para a disseminação do conhecimento estudado na educação básica”.
De acordo com a Agência Câmara, o autor do projeto acentua que a digitalização vai permitir que o conteúdo dos livros seja utilizado a qualquer hora e em qualquer lugar.

Sujeito à apreciação conclusiva, o projeto foi distribuído às Comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Sul ganhará mais 33 unidades de ensino superior e profissional

 

Nos últimos oito anos, a política de expansão de educação superior e profissional implementada pelo governo federal levou à região Sul cinco novas universidades e seis institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Até 2014, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul receberão mais 33 câmpus de universidades e institutos.

O Rio Grande do Sul, até 2003, contava com quatro universidades federais e oferecia 44.317 matrículas. De 2003 a 2010, foram criadas mais duas universidades, e o número de câmpus chegou a 32, com a oferta de oportunidade de formação superior a 70 mil jovens.

Para a formação profissional, o estado tinha 12 escolas técnicas em 2003. Nos últimos oitos anos, foram implantadas outras 12 e estão sendo criadas mais 16. Ao todo, serão 36 câmpus. As novas escolas permitirão que até 2014 o estado tenha 44 mil estudantes matriculados e formados em áreas importantes para a economia local, como agropecuária, eletromecânica, meio ambiente e informática.

Na primeira fase da expansão, o Paraná recebeu a universidade tecnológica federal (UTFPR), a partir da transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do estado. Mais recentemente, ganhou também a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Até 2003, o estado oferecia 32.695 matrículas em uma única universidade federal, com cinco câmpus, e em oito unidades de educação profissional. No primeiro processo da expansão, chegou a 2010 com 39 câmpus, que representaram 77.955 matrículas. Com a nova fase de expansão, abrirá 85.408 matrículas em 50 câmpus.

A rede catarinense, antes da expansão, contava com uma universidade federal e uma unidade de educação profissional e tecnológica. Desde 2003, foram instalados três câmpus da Universidade Federal de Santa Catarina e 16 da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Também foi criada a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com cinco câmpus, para atender municípios dos três estados do Sul.

Em três anos, Santa Catarina chegará a 34 câmpus de institutos federais e 10 de universidades federais, com a oferta de 75 mil matrículas.

MT- Seminário de Avaliação do PAR está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para participação de secretários municipais de Educação e coordenadores do Plano de Ações Articuladas (PAR) dos municípios no Seminário de Avaliação do PAR 2007 a 2011. O evento será realizado entre os dias 17 a 19 de outubro, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Os interessados devem fazer a inscrição on-line no site da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a partir de hoje (01/09) até 20/09/2011. Para isso devem acessar AQUI. A Coordenadoria de Articulação de Políticas da Seduc, responsável pelo evento, informa que somente o público alvo: secretários municipais e coordenadores podem participar do evento.

As despesas com alimentação e hospedagem serão garantidas pela Seduc com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O deslocamento dos participantes até a capital do Estado deverá ser custeado pelas próprias Secretarias Municipais.

A Seduc informa que as hospedagens estarão disponíveis e garantidas a partir das 12 horas do dia 17/10/2011 até as 12 horas do dia 19/10/2011. Caso haja necessidade de permanência posterior à data do seminário, as Secretarias deverão proceder às reservas com recursos próprios.

A Secretaria ressalta que é imprescindível que as Secretarias viabilizem a realização das inscrições dos participantes no período estipulado, pois as hospedagens estão vinculadas às inscrições efetivadas no sistema.

O translado do hotel ao local do evento será garantido para os participantes que indicarem essa necessidade no momento da inscrição (nem todos ficarão hospedados no mesmo hotel).

Maiores informações, programação e documentos sobre o encontro estarão disponíveis no site da Seduc no banner do PAR. Contato com os organizadores do evento pode ser feito pelo email: SGhanem@seduc.mt.gov.br, mariaa.ramos@seduc.mt.gov.br ou pelo fone (65) 3613-6415.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO

VOLNEY ALBANO
Assessoria/Seduc-MT

CEE/MT promove audiência pública para debater Educação Especial

O Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso (CEE/MT) promove nesta segunda-feira (05.09), a partir das 14 horas, no auditório do Centro Universitário Unirondon, uma Audiência Pública para debater a educação especial.
A iniciativa tem o objetivo de aprofundar o debate com a sociedade mato-grossense na reformulação da resolução sobre normas para a educação especial nas unidades estaduais de ensino. O evento é voltado a educadores, professores e a sociedade organizada.

A principal proposta da reformulação da legislação é discutir a ampliação da rede de serviços de ensino ofertado aos estudantes com necessidades especiais. A discussão significa a melhoria dos serviços educacionais. Com a mudança da legislação, as unidades escolares do Estado poderão ampliar o atendimento.

Números

Hoje a rede pública possui 4.936 estudantes matriculados com algum tipo de deficiência. Cerca de 700 estudam em cinco unidades da rede estadual (Escolas Raio do Sol, Luz do Saber, Livre Aprender, Ceada e Centro de Habilitação Profissional). Os demais 6.864 estudam em instituições filantrópicas.que atuam em parceria com Estado e Municípios.
Outras informações na Assessoria de Comunicação do Conselho Estadual de Educação (CEE/MT) pelos telefones (65) 3322-7533 ou 9217-1251.

LAIRCE CAMPOS
Assessoria/CEE

MT- Vencedores do Fetran visitam Brasília

Seduc/MTEstudantes do Almira Amorim se mobilizam em defesa da preservação ambiental

MT- Escola junta alunos de 3 séries na mesma sala; Justiça aplica multa

MATUPÁ | 05/09/2011 - 07:50
Sissy Cambuim
      O Ministério Público Estadual propôs uma ação contra a secretaria de Educação de Matupá, onde estudantes de séries diferentes da escola Jane Pereira Lopes eram obrigados a assistir as aulas em uma mesma sala. A Justiça acatou o pedido de liminar da promotoria e determinou, desde 26 de agosto, a cobrança de multa de R$ 5 mil para cada dia de aula em sala multisseriada.

      “Em maio de 2011, a secretaria alterou a composição das turmas já existentes na escola, passando a aglutinar alunos de várias séries distintas em uma única sala de aula, sob o argumento de corte de gastos”, destacou a promotora da Justiça Daniele Crema da Rocha.

      Ela explica que o município reduziu o número de professores e colocou, na mesma sala de aula, alunos da educação infantil e do ensino fundamental. A promotora ressalta que em alguns casos, eram aglutinadas até três séries diferentes, acarretando visível prejuízo aos estudantes e grave ofensa à oferta do ensino de qualidade.