As 272 unidades escolares que ofertam a modalidade de Educação de Jovens e Adultos e os 24 Centros de Educação de Jovens e Adultos (Cejas) poderão participar de uma exposição de práticas pedagógicas exitosas em Cuiabá. A Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos, ligada à Superintendência de Diversidades Educacionais (Sude) realiza na data de 12 de agosto, o ‘Dia da EJA’. O evento terá início às 8h, no Ceja Cesário Neto, em Cuiabá.
Cândida Gomes, técnica da Coordenadoria do EJA, explica que as unidades interessadas na exposição de seus trabalhos deverão enviar cópia à impressa de seu (s) projeto (s) desenvolvido (s) até o dia 25 de junho de 2011. Está previsto para 27 de julho a divulgação da seleção. Critérios como o enfoque pedagógico, desenvolvimento de ações seguindo as Orientações Curriculares, serão avaliados. “Temos como meta promover a integração, conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido e dos problemas que as unidades enfrentam para o desenvolvimento das ações”.
Ela explica que o evento tem como objetivo promover a integração das atividades, bem como as experiências e os resultados das intervenções pedagógicas realizadas. Das escolas selecionadas serão convidados a participarem da atividade um professor e um estudante da unidade. A eles caberá a apresentação de síntese de seus projetos pedagógicos voltados à modalidade EJA.
No evento haverá a participação dos 24 Cejas (sendo 19 Centros de Educação de Jovens e Adultos instalados no interior de Mato Grosso), 4 Cejas de Cuiabá, 1 CEJA de Várzea Grande. Serão escolhidas ao todo, 26 Escolas de EJA para exposição dos projetos selecionados, sendo 16 escolas de EJA do interior; 5 de Cuiabá e 5 de Várzea Grande.
As atividades previstas para o Dia da EJA estarão abertas ao público em geral. “Todos são convidados a visitar os trabalhos que serão expostos, inclusive as unidades que não encaminharem projetos ou ainda aquelas que não forem selecionadas. Ficaremos muito contentes se contarmos também com a presença de assessores pedagógicos e dos formadores de EJA dos Cefapros, os quais tiverem disponibilidade e recursos próprios para prestigiarem o evento”.
Ela ainda cita que por meio dos projetos encaminhados será possível conhecer quais são as fragilidades encontradas para aplicação da
modalidade EJA. De posse dessas informações será elaborado um calendário de trabalho (reuniões e oficinas) para o encontro de medidas que sanem as situações elencadas. “Iremos fazer um trabalho conjunto com as demais coordenadorias, Gestão Escolar, Tecnologia, buscando cada vez mais melhorar a oferta da modalidade”, disse.
Números
Na modalidade EJA no Ensino Médio são 41.766 matrículas e para o Ensino Fundamental estão matriculados outros 55.096 estudantes, totalizando o atendimento a 96.862 pessoas.
Serviço
Mais informações podem ser obtidas com os técnicos Cândida Cespedes Ribeiro Gomes, Eugênia Gomes da Cruz, Jefferson Bento de Moura e Itamar José Bressan. Os telefones de contato da Gerência de Educação de Jovens e Adultos são (65) 3613-6447/36136325/0800-647-6325.
Os projetos devem ser encaminhados para a Secretaria Estadual de Educação (Seduc/MT) sito à rua Engenheiro Edgar Prado Arze, nº 215, Bairro: Centro Político Administrativo, CEP 78.049-909 – Cuiabá/MT, aos cuidados da Gerência de Educação de Jovens e Adultos.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
terça-feira, 7 de junho de 2011
MT- Escola indígena realiza a primeira sala do Educador
Escola Estadual Indígena Paihitwara, no município de Paranatinga (380 km de Cuiabá), realizou pela primeira vez o projeto Sala do Educador na unidade escolar. O encontro, que contou com a presença de professores, gestores e funcionários da escola, abordou como tema as Orientações Curriculares da Educação Escolar Indígena e o Prêmio Gestão Escolar.
A reunião também abordou fundamentos da organização escolar por meio dos ciclos de formação humana e o trabalho pedagógico dos projetos. Na ocasião, os educadores se colocaram como agentes transformadores dos espaços e trocaram experiências de metodologias inovadoras.
O projeto da Secretaria de Estado de Educação, Seduc/MT, foi organizado pelo Centro de Formação e Atualização de Professores (Cefapro) do pólo de Primavera do Leste que também atende os educadores dos municípios de Poxoréu, Gaúcha do Norte e Santo Antonio do Leste.
A professora formadora, Josefina Luciano, destaca que o encontro é de extrema importância para alguns esclarecimentos na política da própria estrutura escolar. “Essa reunião facilitou para os profissionais, a compreensão da escola organizada por meio dos ciclos de formação humana que ainda está em fase de construção e análise pelas etnias”, conclui.
Assessoria/Seduc-MT
A reunião também abordou fundamentos da organização escolar por meio dos ciclos de formação humana e o trabalho pedagógico dos projetos. Na ocasião, os educadores se colocaram como agentes transformadores dos espaços e trocaram experiências de metodologias inovadoras.
O projeto da Secretaria de Estado de Educação, Seduc/MT, foi organizado pelo Centro de Formação e Atualização de Professores (Cefapro) do pólo de Primavera do Leste que também atende os educadores dos municípios de Poxoréu, Gaúcha do Norte e Santo Antonio do Leste.
A professora formadora, Josefina Luciano, destaca que o encontro é de extrema importância para alguns esclarecimentos na política da própria estrutura escolar. “Essa reunião facilitou para os profissionais, a compreensão da escola organizada por meio dos ciclos de formação humana que ainda está em fase de construção e análise pelas etnias”, conclui.
Assessoria/Seduc-MT
MT- Estudantes de Rondonópolis vencem concurso nacional de vídeo
Estudantes da Escola Estadual André Antônio Maggi, de Rondonópolis, venceram o I Concurso Nacional de Vídeo, promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). Eles conquistaram o primeiro lugar da região Centro-Oeste com um vídeo com duração de 58 segundos enfocando o problema dos entorpecentes na vida das crianças e como superar ‘as investidas’ de criminosos.
Pelo destaque os alunos receberão premiação no valor de R$ 3 mil. A premiação nacional será realizada no dia 20 de junho, em Brasília. O trabalho teve como tema “arte e cultura na prevenção do uso de crack e outras drogas”.
Participaram da competição os alunos Amanda de Oliveira Santana, 17 anos, Robson Cleiton dos Santos Alexandre e Evando Dias dos Santos, ambos com 16 anos. A produção do vídeo foi coordenada pelo professor Gilliard Giovanni Silveira Hortêncio, responsável pelos projetos na área de artes desenvolvidos pela unidade escolar.
“Trabalhamos por até dez horas na produção do material, que é bastante simples, mas possui uma mensagem forte. Um dos critérios para a produção era não empregar recursos apelativos e usamos a ideia da sobreposição de imagens. Criamos dois personagens e fotografamos os cenários. Passamos o fim de semana de Páscoa completamente envolvido nesse projeto. Foi uma ótima surpresa”, relata Amanda.
Professor Gilliard explica que o objetivo era produzir um vídeo com traços artesanais, a partir de desenhos coloridos com lápis de cor e movimentos formados pela sobreposição de imagens, lembrando a origem do cinema.
“O vídeo tem duas fases e nos remetemos aos primórdios do cinema e algumas das cenas empregamos imagens em preto e branco”, explica Amanda. Ela cita ainda que a história retrata a vida de uma criança que sonha em ser jogador de futebol. No meio do percurso se depara com traficantes e com os entorpecentes. O menino conquista seu espaço e consegue vencer a situação.
Apresentação
Após o dia 20 de junho todos os estudantes da unidade poderão conhecer o material premiado durante a 2ª edição do projeto “Arte para toda parte”, que é aberto para a participação de toda a comunidade escolar e está previsto para acontecer no mês de julho. “A idéia é que a partir de agora os alunos também comecem a produzir vídeos cinematográficos, já que outras formas de arte, como teatro, dança e música, estão sendo desenvolvidas com mais frequência na escola”, conta o professor.
O concurso foi promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) que é subordinada ao Ministério da Justiça e tem como uma de suas funções, articular e coordenar as atividades de prevenção do uso indevido, a atenção e a reinserção social de usuários e dependentes de drogas.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
(Com assessoria de imprensa da Senad e escola)
Pelo destaque os alunos receberão premiação no valor de R$ 3 mil. A premiação nacional será realizada no dia 20 de junho, em Brasília. O trabalho teve como tema “arte e cultura na prevenção do uso de crack e outras drogas”.
Participaram da competição os alunos Amanda de Oliveira Santana, 17 anos, Robson Cleiton dos Santos Alexandre e Evando Dias dos Santos, ambos com 16 anos. A produção do vídeo foi coordenada pelo professor Gilliard Giovanni Silveira Hortêncio, responsável pelos projetos na área de artes desenvolvidos pela unidade escolar.
“Trabalhamos por até dez horas na produção do material, que é bastante simples, mas possui uma mensagem forte. Um dos critérios para a produção era não empregar recursos apelativos e usamos a ideia da sobreposição de imagens. Criamos dois personagens e fotografamos os cenários. Passamos o fim de semana de Páscoa completamente envolvido nesse projeto. Foi uma ótima surpresa”, relata Amanda.
Professor Gilliard explica que o objetivo era produzir um vídeo com traços artesanais, a partir de desenhos coloridos com lápis de cor e movimentos formados pela sobreposição de imagens, lembrando a origem do cinema.
“O vídeo tem duas fases e nos remetemos aos primórdios do cinema e algumas das cenas empregamos imagens em preto e branco”, explica Amanda. Ela cita ainda que a história retrata a vida de uma criança que sonha em ser jogador de futebol. No meio do percurso se depara com traficantes e com os entorpecentes. O menino conquista seu espaço e consegue vencer a situação.
Apresentação
Após o dia 20 de junho todos os estudantes da unidade poderão conhecer o material premiado durante a 2ª edição do projeto “Arte para toda parte”, que é aberto para a participação de toda a comunidade escolar e está previsto para acontecer no mês de julho. “A idéia é que a partir de agora os alunos também comecem a produzir vídeos cinematográficos, já que outras formas de arte, como teatro, dança e música, estão sendo desenvolvidas com mais frequência na escola”, conta o professor.
O concurso foi promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) que é subordinada ao Ministério da Justiça e tem como uma de suas funções, articular e coordenar as atividades de prevenção do uso indevido, a atenção e a reinserção social de usuários e dependentes de drogas.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
(Com assessoria de imprensa da Senad e escola)
MT- Escola promove sessão de cinema educativo
Uma sessão de cinema com os estudantes do 1º e 2º ciclo foi uma das atividades desenvolvidas na Semana do Meio Ambiente na Escola Estadual Jardim Araguaia, em Barra do Garças (550 km de Cuiabá). A atividade é resultado da parceria entre o Projeto Mala de Cinema e o Centro de Formação e Atualização de Professores (Cefapro) do município.
O objetivo foi proporcionar aos estudantes uma reflexão sobre a temática ambiental, utilizando o cinema como ferramenta pedagógica. “O intuito é formar as crianças para desenvolver o gosto pelo cinema, pois, a nossa região não possui cinema”, diz a formadora do Cefapro, Luciene de Moraes Rosa.
Por meio do projeto, cada escola participante recebe uma mala contendo aproximadamente vinte DVDs, com conteúdos temáticos e pedagógicos. Ao término de cada bimestre é realizado um rodízio de malas entre as escolas, facilitando a divulgação contínua dos materiais. Ao final do ano letivo é aplicado um instrumento de avaliação, com o intuito de acompanhar o processo de aproveitamento dos conteúdos.
Em abril, a Escola desenvolveu o mesmo projeto em comemoração à Semana do Índio. Para o Dia Mundial do Meio Ambiente, os estudantes assistiram ao longa metragem nacional “A Ilha do Terrível Rapaterra”, que defende a participação das crianças na preservação do meio ambiente.
Assessoria/Seduc-MT
O objetivo foi proporcionar aos estudantes uma reflexão sobre a temática ambiental, utilizando o cinema como ferramenta pedagógica. “O intuito é formar as crianças para desenvolver o gosto pelo cinema, pois, a nossa região não possui cinema”, diz a formadora do Cefapro, Luciene de Moraes Rosa.
Por meio do projeto, cada escola participante recebe uma mala contendo aproximadamente vinte DVDs, com conteúdos temáticos e pedagógicos. Ao término de cada bimestre é realizado um rodízio de malas entre as escolas, facilitando a divulgação contínua dos materiais. Ao final do ano letivo é aplicado um instrumento de avaliação, com o intuito de acompanhar o processo de aproveitamento dos conteúdos.
Em abril, a Escola desenvolveu o mesmo projeto em comemoração à Semana do Índio. Para o Dia Mundial do Meio Ambiente, os estudantes assistiram ao longa metragem nacional “A Ilha do Terrível Rapaterra”, que defende a participação das crianças na preservação do meio ambiente.
Assessoria/Seduc-MT
MT- Seduc cria Comissão para diagnostiva e elaborar o PAR estadual
A edição desta terça-feira (7/06) do Diário Oficial do Estado traz a publicação da Portaria 289/2011 que dispõe sobre a Constituição da Comissão Estadual de Diagnóstico e Elaboração do Plano de Ações Articuladas - PAR da rede estadual de ensino de Mato Grosso.
“Essa Comissão é encarregada de fazer um diagnóstico da rede e é composta por integrantes de todas as Superintendências da Secretaria Estadual de Educação, além do Conselho Estadual de Educação e representantes da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia”, explica a coordenadora de Articulações de Políticas (CAP), Sandra Regina Ghanem.
A consultora do PAR em Mato Grosso, Maria Amélia Ramos, explica que “com este diagnóstico teremos as demandas e poderemos construir sub-ações a ações com vistas a melhoria da educação pública”.
Até a primeira quinzena de julho a expectativa é a de que o diagnóstico esteja finalizado e se dará, então, a construção das ações para o período de 2011 a 2014.
Clique aqui e veja a portaria
“Essa Comissão é encarregada de fazer um diagnóstico da rede e é composta por integrantes de todas as Superintendências da Secretaria Estadual de Educação, além do Conselho Estadual de Educação e representantes da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia”, explica a coordenadora de Articulações de Políticas (CAP), Sandra Regina Ghanem.
A consultora do PAR em Mato Grosso, Maria Amélia Ramos, explica que “com este diagnóstico teremos as demandas e poderemos construir sub-ações a ações com vistas a melhoria da educação pública”.
Até a primeira quinzena de julho a expectativa é a de que o diagnóstico esteja finalizado e se dará, então, a construção das ações para o período de 2011 a 2014.
Clique aqui e veja a portaria
MT- Escolas de EJA devem fazer a escolha do Livro Didático
A coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) comunica que as obras didáticas para as escolas estaduais de Educação de Jovens e Adultos (EJA) destinadas ao 1º segmento e 2º segmento do Ensino Fundamental referentes ao ano letivo de 2011, estão sendo encaminhadas para as escolas que aderiram ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLDA) em 2010. Os livros didáticos são enviados diretamente pelo FNDE/MEC para as escolas até o final do 1º semestre.
As escolas novas ou aquelas que deixaram de efetuar em 2010 a adesão ao PNLDA deverão informar com urgência a gerência de Educação de Jovens e Adultos para repassar ao MEC e solicitar a remessa desses materiais.
Para as unidades escolares que ofertam o Ensino Médio na modalidade EJA deverão fazer a escolha do livro didático atentando para a coleção que melhor atenderá a demanda de EJA do Ensino Médio, bem como a realidade de sua comunidade escolar. A seleção do material ocorrerá entre os dias 23 de maio e 12 de junho de 2011, exclusivamente pela internet no www.fnde.gov.br, no ícone Escolha PNLD 2012.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
As escolas novas ou aquelas que deixaram de efetuar em 2010 a adesão ao PNLDA deverão informar com urgência a gerência de Educação de Jovens e Adultos para repassar ao MEC e solicitar a remessa desses materiais.
Para as unidades escolares que ofertam o Ensino Médio na modalidade EJA deverão fazer a escolha do livro didático atentando para a coleção que melhor atenderá a demanda de EJA do Ensino Médio, bem como a realidade de sua comunidade escolar. A seleção do material ocorrerá entre os dias 23 de maio e 12 de junho de 2011, exclusivamente pela internet no www.fnde.gov.br, no ícone Escolha PNLD 2012.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
Sugestão de Atividade com o Jornal - Teste do Pezinho
luan.santos
Tema: Importância do teste do pezinho para diagnosticar precocemente algumas doenças
1)Descrição:
Sabem que dia é hoje? Dia 6 de junho, data em que é comemorada o Dia Nacional do Teste do Pezinho. Nesta data tão importante, A TARDE publicou uma matéria abordando a questão, e é esta matéria foi a inspiração para esta atividade. Neste projeto vamos abordar como o teste do pezinho é importante para diagnosticar logo cedo doenças, como a anemia falciforme, e como se poderá tratá-las melhor no futuro. Buscaremos trazer a discussão do teste do pezinho para a sala de aula, contextualizando com algumas áreas do conhecimento.
2)Questão:
Por que o teste do pezinho é tão importante para a saúde dos bebês?
3)Objetivo
Mostrar como o teste do pezinho pode diagnosticar doenças e desta maneira que o tratamento seja antecipado o quanto antes e a doença possa ser tratada adequadamente.
4)Fonte Base:
Nossa fonte será o Jornal A TARDE, na matéria intitulada “Diagnóstico precoce salva bebês há 19 anos no Brasil”, primeiro caderno, página A7.
5)Modalidade:
Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio
6)Temas transversais:
Saúde e ética.
7)Áreas do conhecimento:
Biologia, geografia
Aula 1.
Assunto: o que é o teste do pezinho?
Hoje é o Dia Nacional do Teste do Pezinho. E é importante destacarmos mais uma vez esta data, para que se demonstre à sociedade o quão é fundamental este exame para a saúde das pessoas. Por isso, vamos trazer este tema para sala de aula.
A triagem neonatal, conhecida popularmente como Teste do Pezinho, é um exame laboratorial simples que tem o objetivo de detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas e ou infeciosas que poderão causar lesões irreverssíveis no bebê, como por exemplo retardo mental e anemia falciforme. A maioria das doenças pesquisadas podem ser tratadas com sucesso desde que diagnósticadas antes mesmo de manifestar os primeiros sintomas. Por isso, nesta primeira aula é importante mostrar para os alunos o que é o teste do pezinho e como este exame simples pode salvar muitas vidas, uma vez que detecta precocemente doenças graves e permite que se trate tais doenças, dando maior expectativa de vida às pessoas com estas doenças.
Podemos usar um trecho da matéria sugerida para continuar a conceituação: “Neste (o teste do pezinho) é possível detectar doenças genéticas que, se tratadas imediatamente, podem ter os sintomas anulados. É o caso da fenilcetonúria, hipotiroidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística.
Aula 2.
Assunto: Doenças que o teste do pezinho pode identificar
Área do conhecimento: biologia
Agora que os aluno têm uma dimensão, mesmo que ainda pequena, de o que é o teste do pezinho, sua importância para a saúde e para a vida, chegou a hora de eles aprofundarem mais o assunto. Divida-os em grupos e peça que cada grupo pesquise sobre uma doença que o teste do pezinho pode identificar, mas que não façam apenas uma conceituação das doenças, mas que falem sobre ela, como é o tratamento, quais os sintomas, quais os problemas se não for diagnosticada e tratada.
Utilize como exemplo a anemia falciforme. Anemia falciforme (ou drepanocitose) é o nome dado a uma doença hereditária que causa a malformação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de oxigênio nos indivíduos acometidos pela doença. É comum na África, na Europa mediterrânea, no Oriente Médioe regiões da Índia. Sugira para que eles utilizem como fonte para pesquisa estes sites, além de outros que você quiser sugerir:
http://www.testedopezinho.com.br/
http://brasil.babycenter.com/baby/recem-nascido/teste-do-pezinho/
http://www.apaesalvador.org.br/
Aula 3.
Assunto: A genética das pessoas com estas doenças. O que elas têm de diferentes?
Área do conhecimento: biologia e química
Agora que os alunos já sabem o que são estas doenças, sintomas, tratamentos, é hora de eles aprofundarem ainda mais na biologia. Veja com eles as diferenças que têm as pessoas com essas doenças possuem. A anemia falciforme, por exemplo, possui malformação das hemácias, que assumem uma forma de foice. O Hipotireoidismo Congênito ocorre quando a glândula tireóide do recém-nascido (RN) não é capaz de produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos, o que resulta numa redução generalizada dos processos metabólicos. Procure enfatizar bem estas questões fisiológicas para os alunos, de maneira que eles possam entender o por que de tais doenças serem graves e a importância de serem diagnosticas o quanto antes e assim possam ser tratadas para evitar que possam tomar proporções mais agravantes e proporcionar que as pessoas com estas doenças possam levar uma vida o mais normal possível.
E quanto ao tratamento? Doenças identificadas, o tratamento é imediato e conta com uma série de remédios. Por isso, vamos entrar agora em química, estudando a composição dos remédios que são utilizados no tratamentos das doenças. Para isso peça que os alunos pesquisem em casa, ainda divididos em grupos, os remédios que são utilizados no tratamento das doenças que eles pesquisaram anteriormente. A partir das pesquisas, mostre a eles o por que da eficácia de tais medicamentos, o que as substâncias químicas presentes neles têm que ajudam no tratamento e controle da doença.
Aula 4.
Assunto: A anemia falciforme no Brasil
Área do conhecimento: geografia
A anemia falciforme é uma doença mais comum entre a população afro-descendente do que a população de origem européia. Com esta afirmação, começa a aula em que trataremos de questões sociais das doenças diagnosticadas no teste do pezinho, mas vamos trabalhar especialmente com a anemia falciforme, por esta ter uma grande incidência na Bahia e por ser ainda pouco conhecida. Por isso, é importante mostrar que na população baiana o número de casos a doenças é o maior do Brasil, com 1 caso a cada 650 nascidos vivos. O segundo Estado do ranking nacional é o Rio de Janeiro, com 1 caso a cada 1.200 nascidos vivos. Assim, percebe-se que há uma grande diferença entre a Bahia e os demais Estados. Por isso, peça que os alunos busquem fontes de casos no Brasil e que trabalhem questões como: onde têm maior e menor número de casos; a partir destes números, que eles discutam o por quê de serem maiores ou menores em determinados lugares.
É interessante discutir também a questão do preconceito. E neste caso, vamos expandir para outras doenças também, como AIDS, cânceres, tuberculose e tantas outras. Desta forma, vamos trabalhar com os alunos o por quê de estas doenças serem estigmatizadas, o por quê de as pessoas com essas doenças sofrem, muitas vezes, com o preconceito, ao ponto de esconderem que não possuem estas doenças e se esconderem da sociedade.
Aula 5.
Assunto: Exposição
Como falamos na aula anterior, a anemia falciforme possui grande incidência na Bahia e ainda percebe-se uma falta de conhecimento da população em relação a esta doença. Por isso, peça que os alunos façam uma aula diferente. Peça que eles façam uma exposição na escola, de maneira que possam divulgar temas sobre esta doença. Divida-os em grupos e indique que cada um fique responsável por uma tarefa, como produção de cartazes, apresentação da doença, produção de panfletos, entre outras.
Indique que eles usem como fonte os seguintes liks:
http://www.saude.salvador.ba.gov.br/arquivos/coaps/falciforme/impresso.pdf
http://www.apaesalvador.org.br/
Tema: Importância do teste do pezinho para diagnosticar precocemente algumas doenças
1)Descrição:
Sabem que dia é hoje? Dia 6 de junho, data em que é comemorada o Dia Nacional do Teste do Pezinho. Nesta data tão importante, A TARDE publicou uma matéria abordando a questão, e é esta matéria foi a inspiração para esta atividade. Neste projeto vamos abordar como o teste do pezinho é importante para diagnosticar logo cedo doenças, como a anemia falciforme, e como se poderá tratá-las melhor no futuro. Buscaremos trazer a discussão do teste do pezinho para a sala de aula, contextualizando com algumas áreas do conhecimento.
2)Questão:
Por que o teste do pezinho é tão importante para a saúde dos bebês?
3)Objetivo
Mostrar como o teste do pezinho pode diagnosticar doenças e desta maneira que o tratamento seja antecipado o quanto antes e a doença possa ser tratada adequadamente.
4)Fonte Base:
Nossa fonte será o Jornal A TARDE, na matéria intitulada “Diagnóstico precoce salva bebês há 19 anos no Brasil”, primeiro caderno, página A7.
5)Modalidade:
Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio
6)Temas transversais:
Saúde e ética.
7)Áreas do conhecimento:
Biologia, geografia
Aula 1.
Assunto: o que é o teste do pezinho?
Hoje é o Dia Nacional do Teste do Pezinho. E é importante destacarmos mais uma vez esta data, para que se demonstre à sociedade o quão é fundamental este exame para a saúde das pessoas. Por isso, vamos trazer este tema para sala de aula.
A triagem neonatal, conhecida popularmente como Teste do Pezinho, é um exame laboratorial simples que tem o objetivo de detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas e ou infeciosas que poderão causar lesões irreverssíveis no bebê, como por exemplo retardo mental e anemia falciforme. A maioria das doenças pesquisadas podem ser tratadas com sucesso desde que diagnósticadas antes mesmo de manifestar os primeiros sintomas. Por isso, nesta primeira aula é importante mostrar para os alunos o que é o teste do pezinho e como este exame simples pode salvar muitas vidas, uma vez que detecta precocemente doenças graves e permite que se trate tais doenças, dando maior expectativa de vida às pessoas com estas doenças.
Podemos usar um trecho da matéria sugerida para continuar a conceituação: “Neste (o teste do pezinho) é possível detectar doenças genéticas que, se tratadas imediatamente, podem ter os sintomas anulados. É o caso da fenilcetonúria, hipotiroidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística.
Aula 2.
Assunto: Doenças que o teste do pezinho pode identificar
Área do conhecimento: biologia
Agora que os aluno têm uma dimensão, mesmo que ainda pequena, de o que é o teste do pezinho, sua importância para a saúde e para a vida, chegou a hora de eles aprofundarem mais o assunto. Divida-os em grupos e peça que cada grupo pesquise sobre uma doença que o teste do pezinho pode identificar, mas que não façam apenas uma conceituação das doenças, mas que falem sobre ela, como é o tratamento, quais os sintomas, quais os problemas se não for diagnosticada e tratada.
Utilize como exemplo a anemia falciforme. Anemia falciforme (ou drepanocitose) é o nome dado a uma doença hereditária que causa a malformação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de oxigênio nos indivíduos acometidos pela doença. É comum na África, na Europa mediterrânea, no Oriente Médioe regiões da Índia. Sugira para que eles utilizem como fonte para pesquisa estes sites, além de outros que você quiser sugerir:
http://www.testedopezinho.com.br/
http://brasil.babycenter.com/baby/recem-nascido/teste-do-pezinho/
http://www.apaesalvador.org.br/
Aula 3.
Assunto: A genética das pessoas com estas doenças. O que elas têm de diferentes?
Área do conhecimento: biologia e química
Agora que os alunos já sabem o que são estas doenças, sintomas, tratamentos, é hora de eles aprofundarem ainda mais na biologia. Veja com eles as diferenças que têm as pessoas com essas doenças possuem. A anemia falciforme, por exemplo, possui malformação das hemácias, que assumem uma forma de foice. O Hipotireoidismo Congênito ocorre quando a glândula tireóide do recém-nascido (RN) não é capaz de produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos, o que resulta numa redução generalizada dos processos metabólicos. Procure enfatizar bem estas questões fisiológicas para os alunos, de maneira que eles possam entender o por que de tais doenças serem graves e a importância de serem diagnosticas o quanto antes e assim possam ser tratadas para evitar que possam tomar proporções mais agravantes e proporcionar que as pessoas com estas doenças possam levar uma vida o mais normal possível.
E quanto ao tratamento? Doenças identificadas, o tratamento é imediato e conta com uma série de remédios. Por isso, vamos entrar agora em química, estudando a composição dos remédios que são utilizados no tratamentos das doenças. Para isso peça que os alunos pesquisem em casa, ainda divididos em grupos, os remédios que são utilizados no tratamento das doenças que eles pesquisaram anteriormente. A partir das pesquisas, mostre a eles o por que da eficácia de tais medicamentos, o que as substâncias químicas presentes neles têm que ajudam no tratamento e controle da doença.
Aula 4.
Assunto: A anemia falciforme no Brasil
Área do conhecimento: geografia
A anemia falciforme é uma doença mais comum entre a população afro-descendente do que a população de origem européia. Com esta afirmação, começa a aula em que trataremos de questões sociais das doenças diagnosticadas no teste do pezinho, mas vamos trabalhar especialmente com a anemia falciforme, por esta ter uma grande incidência na Bahia e por ser ainda pouco conhecida. Por isso, é importante mostrar que na população baiana o número de casos a doenças é o maior do Brasil, com 1 caso a cada 650 nascidos vivos. O segundo Estado do ranking nacional é o Rio de Janeiro, com 1 caso a cada 1.200 nascidos vivos. Assim, percebe-se que há uma grande diferença entre a Bahia e os demais Estados. Por isso, peça que os alunos busquem fontes de casos no Brasil e que trabalhem questões como: onde têm maior e menor número de casos; a partir destes números, que eles discutam o por quê de serem maiores ou menores em determinados lugares.
É interessante discutir também a questão do preconceito. E neste caso, vamos expandir para outras doenças também, como AIDS, cânceres, tuberculose e tantas outras. Desta forma, vamos trabalhar com os alunos o por quê de estas doenças serem estigmatizadas, o por quê de as pessoas com essas doenças sofrem, muitas vezes, com o preconceito, ao ponto de esconderem que não possuem estas doenças e se esconderem da sociedade.
Aula 5.
Assunto: Exposição
Como falamos na aula anterior, a anemia falciforme possui grande incidência na Bahia e ainda percebe-se uma falta de conhecimento da população em relação a esta doença. Por isso, peça que os alunos façam uma aula diferente. Peça que eles façam uma exposição na escola, de maneira que possam divulgar temas sobre esta doença. Divida-os em grupos e indique que cada um fique responsável por uma tarefa, como produção de cartazes, apresentação da doença, produção de panfletos, entre outras.
Indique que eles usem como fonte os seguintes liks:
http://www.saude.salvador.ba.gov.br/arquivos/coaps/falciforme/impresso.pdf
http://www.apaesalvador.org.br/
Dificuldade de acesso dos estudantes indígenas à Educação Básica
luan.santos
Resumo
No município de Dourados/MS, as escolas que existem na zona urbana costumam oferece ensino não-diferenciado para estudantes indígenas e não indígenas. Este projeto teve como objetivo compreender as principais dificuldades que os estudantes indígenas enfrentam para garantir seu acesso e permanência na Educação Básica e foi realizado através de pesquisa qualitativa, descritiva, com entrevistas junto aos alunos e professores das Escolas Públicas que estão em funcionamento na zona urbana e dentro da área das aldeias Jaguapiru e Bororo no município de Dourados. Destaca-se o fato de não haver dados precisos sobre as escolas da zona urbana que possuem ou não estudantes indígenas. Dentre as principais dificuldades que os estudantes indígenas enfrentam, destacam-se as diferenças culturais, o excesso de valorização da cultura do branco, problemas financeiros e principalmente as barreira culturais, provocando um aumento significativo do índice de reprovação e evasão escolar. A construção de escolas nas aldeias é um importante passo para contribuir com o acesso e permanência dos estudantes indígenas nas escolas. Há muitos jovens e adultos analfabetos ou mesmo que se evadem das escolas, em função destas dificuldades. O reconhecimento da escolas das aldeias como escolas indígenas, com estatuto diferenciado é, portanto, algo novo no sistema, e está em processo em todo o Brasil. O incentivo na formação de professore indígenas, pois possibilita que os estudantes tenham a oportunidade de que sua cultura costumes, tradições sejam valorizados e incorporados ao trabalho pedagógico das escolas, à medida que o professor tem conhecimento acerca da cultura e das sociedades indígenas.
Para conferir este artigo na íntegra, acesse:
http://periodicos.uems.br/index.php/enic7/article/view/1800
Resumo
No município de Dourados/MS, as escolas que existem na zona urbana costumam oferece ensino não-diferenciado para estudantes indígenas e não indígenas. Este projeto teve como objetivo compreender as principais dificuldades que os estudantes indígenas enfrentam para garantir seu acesso e permanência na Educação Básica e foi realizado através de pesquisa qualitativa, descritiva, com entrevistas junto aos alunos e professores das Escolas Públicas que estão em funcionamento na zona urbana e dentro da área das aldeias Jaguapiru e Bororo no município de Dourados. Destaca-se o fato de não haver dados precisos sobre as escolas da zona urbana que possuem ou não estudantes indígenas. Dentre as principais dificuldades que os estudantes indígenas enfrentam, destacam-se as diferenças culturais, o excesso de valorização da cultura do branco, problemas financeiros e principalmente as barreira culturais, provocando um aumento significativo do índice de reprovação e evasão escolar. A construção de escolas nas aldeias é um importante passo para contribuir com o acesso e permanência dos estudantes indígenas nas escolas. Há muitos jovens e adultos analfabetos ou mesmo que se evadem das escolas, em função destas dificuldades. O reconhecimento da escolas das aldeias como escolas indígenas, com estatuto diferenciado é, portanto, algo novo no sistema, e está em processo em todo o Brasil. O incentivo na formação de professore indígenas, pois possibilita que os estudantes tenham a oportunidade de que sua cultura costumes, tradições sejam valorizados e incorporados ao trabalho pedagógico das escolas, à medida que o professor tem conhecimento acerca da cultura e das sociedades indígenas.
Para conferir este artigo na íntegra, acesse:
http://periodicos.uems.br/index.php/enic7/article/view/1800
Blog ganha força como ferramenta de aprendizado
luan.santos
Eles pensam que estão se divertindo, mas também estão aprendendo. Os blogueiros-mirins, que escrevem sobre desenhos animados, arte, animais e até moda, ganham muito mais do que conhecimento na sua área de interesse. Para especialistas, a prática ensina os pequenos a utilizar bem cedo ferramentas fundamentais da internet, além de ajudar na prática da escrita e no desenvolvimento de ideias, fundamentais no aprendizado das crianças.
A paulista Joana, 11 anos, pediu para o pai, o publicitário Gustavo Ziller, criar um blog para ela no final do ano passado. A ideia surgiu pela vontade de divulgar seus desenhos e pinturas. “Joana gosta muito de arte, de poesia e de música. Então, ela pediu pra eu criar um blog onde pudesse postar seus trabalhos”, conta Ziller.
O blog Arte da Jojo se tornou um meio de incentivo à criatividade, e, principalmente, uma preparação para o seu futuro, avalia o pai. “Todas as crianças dessa geração vão estudar na faculdade em um ambiente quase 100% digital. Na medida certa, essas ‘brincadeiras’ ajudam qualquer criança que já está naturalmente inserida nesse meio”, diz.
Além de estimular a criatividade, a pedagoga Patrícia Fonte, especialista em projetos dinâmicos, explica que a criação e atualização de um blog envolve pesquisa e interesse literário. “Quando uma criança produz um texto para publicar no blog interage com outros autores, pesquisa sobre o tema e passa a conhecer diversos escritores e ilustradores. Assim, o interesse por obras literárias cresce, retomando e reinterpretando conceitos e práticas, o que amplia sua visão de mundo e isto é fundamental no processo de aprendizagem”, afirma.
A escritora do livro Projetos Pedagógicos Dinâmicos: a paixão de educar e o desafio de inovar, afirma que mesmo cedo o blog pode ajudar na escolha profissional. “Ali serão revelados os temas que mais agradam e estimulam a criança para a leitura, pesquisa e produção textual”.
É o caso de Isabela Leindecker, 12 anos, que escreve há dois anos no blog Coisa de Bela, o qual atualiza semanalmente com novidades e opiniões sobre o mundo da moda. Para a porto-alegrense, a prática melhorou seu desempenho escolar: “Eu aprendi a escrever muito melhor, e desenvolvo isso a cada dia que posto”, conta, destacando que depois que virou blogueira também passou a ler mais. “Tenho que me manter atualizada para opinar”, diz.
Para ela, a maior contribuição do site, que recebe milhares de visitantes diariamente, foi a percepção do que pretende fazer no vestibular. “Eu amo escrever e fazer matérias, quero me tornar jornalista”, afirma a aluna da 6º série. “Atualizo de duas a três vezes por semana. Mais do que isso vira obrigação e fica chato. Ainda sou muito nova e tenho que me concentrar na escola”, fala. A pedagoga Patrícia concorda com Isabela e afirma que é esse o principal cuidado que os pais devem ter: não deixar que a prática se torne um vício e sobrecarregue os pequenos. “Tudo em excesso atrapalha. A criança precisa de limite e orientação do adulto para que essa atividade não se torne uma obsessão, um vício, a única que lhe dá prazer”, diz.
A psicóloga Deborah Dubner, de Itu (SP) conta que foi por se sentir sobrecarregado que o filho Danny, 11 anos, parou de escrever o blog Turma da Mônica Jovem, no qual fazia atualizações sobre os personagens de Mauricio de Souza e recebia mais de 10 mil acessos diários. Danny decidiu criar o espaço quando tinha somente 9 anos por pura curiosidade. Mas aos poucos, a atividade virou coisa séria.
“Chegou a um ponto que estava fazendo tanto sucesso que ele abriu vagas no blog para colaboradores e 100 pessoas se candidataram. Eu, que trabalho na área de RH, perguntei como ele escolheu, e ele me disse que mandou uma entrevista por e-mail e com os pré-selecionados teve um bate-papo no MSN. Ele selecionou 10 pessoas, entre desenhistas e moderadores”, conta.
Porém, no final do ano passado Danny começou a perder o interesse e procurou a mãe para o ajudar na decisão de acabar ou não com o blog. ¿Ele me procurou e disse que estava se sentindo sobrecarregado e tinha perdido o interesse. Perguntou se eu ia ficar braba e eu expliquei que não. Dei a maior força, pois ele tem que fazer aquilo que é divertido para ele¿, fala.
No entanto, segundo Deborah, a experiência valeu a pena enquanto durou. “Eu não tenho a menor dúvida de que essa experiência do meu filho com o blog foi extremamente rica em termos de aprendizagem. Ele treinou a escrita, relacionamentos virtuais, feed-back (críticas e elogios de leitores), aprendeu a ler gráficos com as estatísticas de acesso, treinou o gerenciamento de uma equipe, atribuição de tarefas, supervisão e muito mais”, conclui a mãe.
A pedagoga Patrícia aposta tanto na atividade como elemento educacional que encoraja a filha de 10 anos a inventar e atualizar blogs que a interessam. ¿É importante os pais ficarem de olho, pois o interesse da criança muda muito rápido por ser uma fase de descoberta. A minha filha já criou diversos blogs de acordo com o que ela sente curiosidade, depois que perde ela para de escrever. Agora ela está interessada em animais, então inventou o blog Mundo dos Gatinhos”, conta.
Para Patrícia o uso da ferramenta online deveria, inclusive, ser mais utilizada em sala de aula. “Os blogs devem ser usados com o objetivo de dar a palavra aos alunos, desenvolvendo sua criatividade e criticidade. Aulas, planos de trabalho, oficinas e pesquisas podem ser organizados no blog de trabalho da classe, tendo a vantagem de receber comentários e sugestões, trocando experiências com alunos de outros estados e realidades diferentes”.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias
Eles pensam que estão se divertindo, mas também estão aprendendo. Os blogueiros-mirins, que escrevem sobre desenhos animados, arte, animais e até moda, ganham muito mais do que conhecimento na sua área de interesse. Para especialistas, a prática ensina os pequenos a utilizar bem cedo ferramentas fundamentais da internet, além de ajudar na prática da escrita e no desenvolvimento de ideias, fundamentais no aprendizado das crianças.
A paulista Joana, 11 anos, pediu para o pai, o publicitário Gustavo Ziller, criar um blog para ela no final do ano passado. A ideia surgiu pela vontade de divulgar seus desenhos e pinturas. “Joana gosta muito de arte, de poesia e de música. Então, ela pediu pra eu criar um blog onde pudesse postar seus trabalhos”, conta Ziller.
O blog Arte da Jojo se tornou um meio de incentivo à criatividade, e, principalmente, uma preparação para o seu futuro, avalia o pai. “Todas as crianças dessa geração vão estudar na faculdade em um ambiente quase 100% digital. Na medida certa, essas ‘brincadeiras’ ajudam qualquer criança que já está naturalmente inserida nesse meio”, diz.
Além de estimular a criatividade, a pedagoga Patrícia Fonte, especialista em projetos dinâmicos, explica que a criação e atualização de um blog envolve pesquisa e interesse literário. “Quando uma criança produz um texto para publicar no blog interage com outros autores, pesquisa sobre o tema e passa a conhecer diversos escritores e ilustradores. Assim, o interesse por obras literárias cresce, retomando e reinterpretando conceitos e práticas, o que amplia sua visão de mundo e isto é fundamental no processo de aprendizagem”, afirma.
A escritora do livro Projetos Pedagógicos Dinâmicos: a paixão de educar e o desafio de inovar, afirma que mesmo cedo o blog pode ajudar na escolha profissional. “Ali serão revelados os temas que mais agradam e estimulam a criança para a leitura, pesquisa e produção textual”.
É o caso de Isabela Leindecker, 12 anos, que escreve há dois anos no blog Coisa de Bela, o qual atualiza semanalmente com novidades e opiniões sobre o mundo da moda. Para a porto-alegrense, a prática melhorou seu desempenho escolar: “Eu aprendi a escrever muito melhor, e desenvolvo isso a cada dia que posto”, conta, destacando que depois que virou blogueira também passou a ler mais. “Tenho que me manter atualizada para opinar”, diz.
Para ela, a maior contribuição do site, que recebe milhares de visitantes diariamente, foi a percepção do que pretende fazer no vestibular. “Eu amo escrever e fazer matérias, quero me tornar jornalista”, afirma a aluna da 6º série. “Atualizo de duas a três vezes por semana. Mais do que isso vira obrigação e fica chato. Ainda sou muito nova e tenho que me concentrar na escola”, fala. A pedagoga Patrícia concorda com Isabela e afirma que é esse o principal cuidado que os pais devem ter: não deixar que a prática se torne um vício e sobrecarregue os pequenos. “Tudo em excesso atrapalha. A criança precisa de limite e orientação do adulto para que essa atividade não se torne uma obsessão, um vício, a única que lhe dá prazer”, diz.
A psicóloga Deborah Dubner, de Itu (SP) conta que foi por se sentir sobrecarregado que o filho Danny, 11 anos, parou de escrever o blog Turma da Mônica Jovem, no qual fazia atualizações sobre os personagens de Mauricio de Souza e recebia mais de 10 mil acessos diários. Danny decidiu criar o espaço quando tinha somente 9 anos por pura curiosidade. Mas aos poucos, a atividade virou coisa séria.
“Chegou a um ponto que estava fazendo tanto sucesso que ele abriu vagas no blog para colaboradores e 100 pessoas se candidataram. Eu, que trabalho na área de RH, perguntei como ele escolheu, e ele me disse que mandou uma entrevista por e-mail e com os pré-selecionados teve um bate-papo no MSN. Ele selecionou 10 pessoas, entre desenhistas e moderadores”, conta.
Porém, no final do ano passado Danny começou a perder o interesse e procurou a mãe para o ajudar na decisão de acabar ou não com o blog. ¿Ele me procurou e disse que estava se sentindo sobrecarregado e tinha perdido o interesse. Perguntou se eu ia ficar braba e eu expliquei que não. Dei a maior força, pois ele tem que fazer aquilo que é divertido para ele¿, fala.
No entanto, segundo Deborah, a experiência valeu a pena enquanto durou. “Eu não tenho a menor dúvida de que essa experiência do meu filho com o blog foi extremamente rica em termos de aprendizagem. Ele treinou a escrita, relacionamentos virtuais, feed-back (críticas e elogios de leitores), aprendeu a ler gráficos com as estatísticas de acesso, treinou o gerenciamento de uma equipe, atribuição de tarefas, supervisão e muito mais”, conclui a mãe.
A pedagoga Patrícia aposta tanto na atividade como elemento educacional que encoraja a filha de 10 anos a inventar e atualizar blogs que a interessam. ¿É importante os pais ficarem de olho, pois o interesse da criança muda muito rápido por ser uma fase de descoberta. A minha filha já criou diversos blogs de acordo com o que ela sente curiosidade, depois que perde ela para de escrever. Agora ela está interessada em animais, então inventou o blog Mundo dos Gatinhos”, conta.
Para Patrícia o uso da ferramenta online deveria, inclusive, ser mais utilizada em sala de aula. “Os blogs devem ser usados com o objetivo de dar a palavra aos alunos, desenvolvendo sua criatividade e criticidade. Aulas, planos de trabalho, oficinas e pesquisas podem ser organizados no blog de trabalho da classe, tendo a vantagem de receber comentários e sugestões, trocando experiências com alunos de outros estados e realidades diferentes”.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias
CNE revê parecer sobre obra de Monteiro Lobato
luan.santos
O CNE (Conselho Nacional de Educação) decidiu rever seu parecer sobre o livro “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato, e passou a recomendar a contextualização histórica das obras literárias abordadas na escola.
O texto aprovado pelo conselho em outubro de 2010 recomendava ou que o MEC não distribuísse a obra a escolas públicas ou que as editoras inserissem no livro uma “nota explicativa” sobre suposto teor racista, que estaria presente principalmente em passagens relativas à personagem Tia Nastácia, como no trecho “Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão”.
A medida sugerida pelo conselho teve repercussão negativa entre educadores e o ministro Fernando Haddad (Educação) acabou pedindo ao CNE que revisse o texto.
Agora, a nova versão aprovada pelo CNE afirma que é importante que a escola faça uma “contextualização” dos autores e dos livros, especialmente aqueles produzidas em período em que pouco se falava em preconceito racial.
O texto também ressalta que não se deve vetar o acesso dos estudantes a nenhuma obra literária. Para entrar em vigor, o parecer ainda tem que ser homologado por Haddad. Ontem, ele afirmou que leu versões preliminares do documento que o agradaram.
A abordagem já estava prevista em livro que será distribuído pelo MEC a escolas públicas no segundo semestre para orientar professores.
Sem negar possíveis elementos de preconceito racial na obra de Lobato, o livro defende que ela seja analisada em conjunto com as condições históricas época.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber
O CNE (Conselho Nacional de Educação) decidiu rever seu parecer sobre o livro “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato, e passou a recomendar a contextualização histórica das obras literárias abordadas na escola.
O texto aprovado pelo conselho em outubro de 2010 recomendava ou que o MEC não distribuísse a obra a escolas públicas ou que as editoras inserissem no livro uma “nota explicativa” sobre suposto teor racista, que estaria presente principalmente em passagens relativas à personagem Tia Nastácia, como no trecho “Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão”.
A medida sugerida pelo conselho teve repercussão negativa entre educadores e o ministro Fernando Haddad (Educação) acabou pedindo ao CNE que revisse o texto.
Agora, a nova versão aprovada pelo CNE afirma que é importante que a escola faça uma “contextualização” dos autores e dos livros, especialmente aqueles produzidas em período em que pouco se falava em preconceito racial.
O texto também ressalta que não se deve vetar o acesso dos estudantes a nenhuma obra literária. Para entrar em vigor, o parecer ainda tem que ser homologado por Haddad. Ontem, ele afirmou que leu versões preliminares do documento que o agradaram.
A abordagem já estava prevista em livro que será distribuído pelo MEC a escolas públicas no segundo semestre para orientar professores.
Sem negar possíveis elementos de preconceito racial na obra de Lobato, o livro defende que ela seja analisada em conjunto com as condições históricas época.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber
Dica de Filme : 1492: A Conquista do Paraíso
luan.santos
2 junho 2011 Vídeos
Um dos grandes desejos da humanidade sempre foi o de transpor barreiras, principalmente aquelas que pareciam fadadas a perdurar, a existir para sempre, impossíveis de serem derrubadas. Quando as cidades italianas dominavam o Mar Mediterrâneo, entre o final da Idade Média e o início da modernidade, e de forma inclemente impediam as demais nações européias em formação de trafegar por essa região, parecia aos homens de então que superar os medos, os mitos, as distâncias e o poder dos árabes (e de seus aliados italianos) era algo tão distante e inatingível quanto chegar a Lua.
O que os fazia superar todas as dificuldades era o ardente desejo de atingir as fontes das tão badaladas especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta do reino, noz moscada,…) e, dessa forma, garantir para seus próprios reinos, fortunas incalculáveis provenientes do comércio desses produtos em terras européias.
Portugueses, espanhóis, ingleses e franceses não tinham idéia de como seu empenho iria mudar a face do planeta. A América era ainda uma terra desconhecida, povoada por diversos grupos indígenas, alguns dos quais vivendo em níveis civilizacionais muito evoluídos (como os Astecas ou os Incas), outros (entre os quais se incluem os grupos que viviam no Brasil), segundo relatos dos próprios europeus que aqui chegaram no início do século XVI, pareciam viver no Paraíso Terrestre (o Éden).
A envergadura de tão grandiosa conquista ganhou em 1992, em virtude da comemoração mundial em torno dos 500 anos do “descobrimento” da América, um filme da autoria do diretor inglês Ridley Scott (responsável por filmes cultuados como “Os Duelistas”, “Blade Runner” e “Gladiador”).
Uma das grandes qualidades dos trabalhos de Ridley Scott é o apuro visual com que realiza suas obras, caracterizadas por efeitos visuais de primeira qualidade, locações que tentam nos passar uma idéia clara do ambiente em que ocorreram os acontecimentos, figurinos baseados em pesquisas aprofundadas sobre os padrões de vestuário do período e reprodução de objetos e artefatos característicos das épocas que procura apresentar em seus filmes.
Com as atenções internacionais voltadas para o produto final de seu trabalho, Scott fez com que “1492 – A conquista do Paraíso” viesse a ser um épico de grandes qualidades, principalmente nos quesitos em que é mestre (figurino, locações, reprodução de época,…). Além disso, contou com o apoio da música de Vangelis para dar uma aura mais clara de vitória, conquista e êxtase, assim como de religiosidade, a chegada de Colombo a América.
A atuação de Gerard Depardieu como Colombo é convincente, assim como a história que nos é contada. Tudo começa com a grande luta que o navegador teve que empreender para conseguir o apoio necessário para realizar sua viagem, sofrendo restrições por parte dos religiosos, enfrentando o desdém dos políticos e a indiferença dos comerciantes. Somente com o apoio do banqueiro Santangél e da rainha Isabel da Espanha (protagonizada por Sigourney Weaver, um tanto quanto deslocada no papel) foi possível reverter sua perspectiva e permitir que ele viesse a increver seu nome na eternidade.
O grande mérito do filme reside em nos colocar lado a lado com a trajetória de Cristóvão Colombo, acompanhando-o nas caravelas, sofrendo com ele os reveses de uma viagem longa e desgastante e triunfando com o desembarque em terras americanas em 1492. A seqüência da chegada é deslumbrante, os homens se jogando ao chão, os passos de Colombo, as cores das bandeiras e os sons que acompanham esse momento permitem-nos entender como foi grandioso esse acontecimento (a magia do cinema reside em dar ao espectador a oportunidade de vivenciar situações como a da chegada dos europeus na América, dando a esse momento um certo glamour, uma sensação de realização, de grandiosidade; se pudéssemos estar vendo Colombo no instante em que desembarcou, provavelmente ficaríamos desapontados, faltariam os quesitos que tornam os filmes tão charmosos e encantadores).
Como a história dos homens é marcada por vitórias e derrotas, os momentos de sofrimento e humilhações também aparecem no filme. Colombo passou rapidamente de homem festejado a inimigo do estado, seus méritos como navegador foram considerados como indiscutíveis, porém, sua capacidade como administrador deixou muito a desejar. Seus projetos em terras americanas foram grandes fracassos e, as despesas que realizou tornaram-no indesejado na corte espanhola.
Como aula de história o filme funciona bem, cabe ao professor destacar os aspectos relacionados à liberdade artística e a capacidade de criação de diretores, atores e roteiristas de forma a mostrar que, por mais que se tente reproduzir da forma mais aproximada possível um longa-metragem e um acontecimento histórico, muitas são as diferenças e as lacunas não preenchidas.
Além do mais, na análise da história, muitas são as interpretações e várias foram às obras produzidas sobre cada tema. Vale a pena ver, mas, deve-se ter em mente a necessidade de procurar e ler material de apoio para comparar as imagens com o que foi escrito!
Ficha Técnica
1492, A Conquista do Paraíso
(1492, Conquest of Paradise)
País/Ano de produção:- EUA/Fra/Esp, 1992
Duração/Gênero:- 140 min., drama/épico/aventura
Disponível em vídeo e DVD
Direção de Ridley Scott
Elenco (vozes):- Gérard Depardieu, Sigourney Weaver, Armand Assante,
Fernando Rey, Angela Molina, Tcheky Karyo.
Fonte: Planeta Educação
2 junho 2011 Vídeos
Um dos grandes desejos da humanidade sempre foi o de transpor barreiras, principalmente aquelas que pareciam fadadas a perdurar, a existir para sempre, impossíveis de serem derrubadas. Quando as cidades italianas dominavam o Mar Mediterrâneo, entre o final da Idade Média e o início da modernidade, e de forma inclemente impediam as demais nações européias em formação de trafegar por essa região, parecia aos homens de então que superar os medos, os mitos, as distâncias e o poder dos árabes (e de seus aliados italianos) era algo tão distante e inatingível quanto chegar a Lua.
O que os fazia superar todas as dificuldades era o ardente desejo de atingir as fontes das tão badaladas especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta do reino, noz moscada,…) e, dessa forma, garantir para seus próprios reinos, fortunas incalculáveis provenientes do comércio desses produtos em terras européias.
Portugueses, espanhóis, ingleses e franceses não tinham idéia de como seu empenho iria mudar a face do planeta. A América era ainda uma terra desconhecida, povoada por diversos grupos indígenas, alguns dos quais vivendo em níveis civilizacionais muito evoluídos (como os Astecas ou os Incas), outros (entre os quais se incluem os grupos que viviam no Brasil), segundo relatos dos próprios europeus que aqui chegaram no início do século XVI, pareciam viver no Paraíso Terrestre (o Éden).
A envergadura de tão grandiosa conquista ganhou em 1992, em virtude da comemoração mundial em torno dos 500 anos do “descobrimento” da América, um filme da autoria do diretor inglês Ridley Scott (responsável por filmes cultuados como “Os Duelistas”, “Blade Runner” e “Gladiador”).
Uma das grandes qualidades dos trabalhos de Ridley Scott é o apuro visual com que realiza suas obras, caracterizadas por efeitos visuais de primeira qualidade, locações que tentam nos passar uma idéia clara do ambiente em que ocorreram os acontecimentos, figurinos baseados em pesquisas aprofundadas sobre os padrões de vestuário do período e reprodução de objetos e artefatos característicos das épocas que procura apresentar em seus filmes.
Com as atenções internacionais voltadas para o produto final de seu trabalho, Scott fez com que “1492 – A conquista do Paraíso” viesse a ser um épico de grandes qualidades, principalmente nos quesitos em que é mestre (figurino, locações, reprodução de época,…). Além disso, contou com o apoio da música de Vangelis para dar uma aura mais clara de vitória, conquista e êxtase, assim como de religiosidade, a chegada de Colombo a América.
A atuação de Gerard Depardieu como Colombo é convincente, assim como a história que nos é contada. Tudo começa com a grande luta que o navegador teve que empreender para conseguir o apoio necessário para realizar sua viagem, sofrendo restrições por parte dos religiosos, enfrentando o desdém dos políticos e a indiferença dos comerciantes. Somente com o apoio do banqueiro Santangél e da rainha Isabel da Espanha (protagonizada por Sigourney Weaver, um tanto quanto deslocada no papel) foi possível reverter sua perspectiva e permitir que ele viesse a increver seu nome na eternidade.
O grande mérito do filme reside em nos colocar lado a lado com a trajetória de Cristóvão Colombo, acompanhando-o nas caravelas, sofrendo com ele os reveses de uma viagem longa e desgastante e triunfando com o desembarque em terras americanas em 1492. A seqüência da chegada é deslumbrante, os homens se jogando ao chão, os passos de Colombo, as cores das bandeiras e os sons que acompanham esse momento permitem-nos entender como foi grandioso esse acontecimento (a magia do cinema reside em dar ao espectador a oportunidade de vivenciar situações como a da chegada dos europeus na América, dando a esse momento um certo glamour, uma sensação de realização, de grandiosidade; se pudéssemos estar vendo Colombo no instante em que desembarcou, provavelmente ficaríamos desapontados, faltariam os quesitos que tornam os filmes tão charmosos e encantadores).
Como a história dos homens é marcada por vitórias e derrotas, os momentos de sofrimento e humilhações também aparecem no filme. Colombo passou rapidamente de homem festejado a inimigo do estado, seus méritos como navegador foram considerados como indiscutíveis, porém, sua capacidade como administrador deixou muito a desejar. Seus projetos em terras americanas foram grandes fracassos e, as despesas que realizou tornaram-no indesejado na corte espanhola.
Como aula de história o filme funciona bem, cabe ao professor destacar os aspectos relacionados à liberdade artística e a capacidade de criação de diretores, atores e roteiristas de forma a mostrar que, por mais que se tente reproduzir da forma mais aproximada possível um longa-metragem e um acontecimento histórico, muitas são as diferenças e as lacunas não preenchidas.
Além do mais, na análise da história, muitas são as interpretações e várias foram às obras produzidas sobre cada tema. Vale a pena ver, mas, deve-se ter em mente a necessidade de procurar e ler material de apoio para comparar as imagens com o que foi escrito!
Ficha Técnica
1492, A Conquista do Paraíso
(1492, Conquest of Paradise)
País/Ano de produção:- EUA/Fra/Esp, 1992
Duração/Gênero:- 140 min., drama/épico/aventura
Disponível em vídeo e DVD
Direção de Ridley Scott
Elenco (vozes):- Gérard Depardieu, Sigourney Weaver, Armand Assante,
Fernando Rey, Angela Molina, Tcheky Karyo.
Fonte: Planeta Educação
Crianças aprendem cedo o que é concorrência
luan.santos
6 junho 2011
Uma brincadeira de colocar grãos – milho, arroz, feijão – dentro de garrafas. A atividade foi proposta a João Cláudio, então com 6 anos, como parte de um processo de avaliação para ingressar no Colégio Santo Agostinho, na Zona Oeste do Rio, em 2009. Depois de cumprir a tarefa, o menino pegou uma das garrafas para brincar, usando o recipiente como um chocalho. Sua mãe, a advogada Flávia Braga, atribui ao “impulso” o fato de João Cláudio não ter sido aprovado para a escola.
- Não imaginava que era tão concorrido. Ele achou que era o único a não passar, mas expliquei que isso acontece com muitas crianças. Acho que o colégio busca pessoas mais organizadas. E, se não fizer isso, como vai selecionar? – indaga Flávia.
A pergunta da mãe de João Cláudio é repetida por coordenadores de escolas que adotam avaliações para entrada de crianças quando há mais candidatos que vagas, os chamados vestibulinhos. As provas, ou vivências, como preferem chamar alguns colégios, são alvo de polêmica que envolve educadores, pais e Justiça. E passa pelo questionamento da legalidade da prática.
CNE é contra concursos
Três pareceres do Conselho Nacional de Educação (CNE) recomendam a proibição das avaliações para acesso ao fundamental. Eles se baseiam no artigo 31 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. “A avaliação jamais deverá ser utilizada de maneira punitiva contra as crianças, não se admitindo a reprovação ou os ‘vestibulinhos’ para o acesso à educação infantil e à primeira série do ensino fundamental”, diz trecho de documento de 2007. As recomendações foram homologadas pelo Ministério da Educação.
Em 2007, as avaliações motivaram uma ação do Ministério Público Federal em São Paulo, que teve como réus três tradicionais escolas – Nossa Senhora das Graças, Porto Seguro e Santa Cruz -, além do estado de São Paulo e a União Federal. Para a procuradora Eugênia Gonzaga, autora da ação, há ilegalidade também nas provas para o 6 ano.
- A criança tem direito ao fundamental inteiro. Para mim, essas escolas estão na ilegalidade. Mesmo essas manhãs de vivência geram dano psicológico na criança – defende a procuradora, que classifica o vestibulinho como um “método eugenésico de seleção” e defende “critérios objetivos” como sorteio, ordem de inscrição e prioridade para quem já tem irmãos matriculados na escola.
Parte desses critérios é adotada pelo Colégio Vértice, em São Paulo, o mais bem colocado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009. São feitas ainda entrevistas e avaliação do material usado pelo aluno. Um dos diretores da escola, Adilson Garcia, diz que os procedimentos não são classificatórios:
- Não acreditamos no vestibulinho, não nos interessa trabalhar só com uma elite intelectual. Muitas vezes o que interessa é a boa vontade do aluno.
No CAp-Uerj, no Rio, que, ao lado do Pedro II e do Colégio Militar, está entre as escolas públicas mais concorridas do estado, o sorteio é usado para o ingresso no 1º ano do ensino fundamental. Os candidatos ao 6º ano fazem uma avaliação de Português e Matemática. A relação de candidatos por vaga é de cem para uma.
- No 6º ano, como já cursou séries anteriores, o aluno tem de estar preparado – diz a coordenadora pedagógica do colégio, Vânia Moreira. – A prova é bastante adequada ao nível cognitivo da idade. E, em geral, os alunos se preparam com cursos.
Um desses preparatórios é o Colégio e Curso Desafio, no Rio. No ano passado, um de seus alunos ficou em primeiro lugar geral no concurso de admissão ao 6 ano do Colégio Militar.
- As provas são muito difíceis, mas concurso é mais democrático que sorteio porque premia quem se preparou – avalia a diretora e coordenadora do preparatório de admissão ao 6 ano, Márcia Mattos.
As provas normalmente ocorrem em outubro, mas cerca de 30 crianças estão matriculadas nas aulas extras de Matemática e Português, que ocorrem no turno oposto às aulas convencionais, duas vezes por semana.
Ao ser perguntada se ficará nervosa no momento da avaliação, Ananda Justino, de 10 anos, responde de bate-pronto:
- Sim. Fiz a prova no ano passado e não passei. Vinha de uma escola mais fraca e não estava com uma base boa.
- Eu também fico bem nervoso – completa Humberto Almeida, de 11 anos.
A pedagoga Bertha do Valle, da Faculdade de Educação da Uerj, diz que os pais precisam estar preparados para lidar com a criança que será submetida a um desses testes.
- O clima da família é a coisa mais importante. Os pais devem mostrar que, passando ou não naquela prova, o filho continuará sendo amado. Se a família ficar cobrando, a tendência é não querer estudar.
Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao
6 junho 2011
Uma brincadeira de colocar grãos – milho, arroz, feijão – dentro de garrafas. A atividade foi proposta a João Cláudio, então com 6 anos, como parte de um processo de avaliação para ingressar no Colégio Santo Agostinho, na Zona Oeste do Rio, em 2009. Depois de cumprir a tarefa, o menino pegou uma das garrafas para brincar, usando o recipiente como um chocalho. Sua mãe, a advogada Flávia Braga, atribui ao “impulso” o fato de João Cláudio não ter sido aprovado para a escola.
- Não imaginava que era tão concorrido. Ele achou que era o único a não passar, mas expliquei que isso acontece com muitas crianças. Acho que o colégio busca pessoas mais organizadas. E, se não fizer isso, como vai selecionar? – indaga Flávia.
A pergunta da mãe de João Cláudio é repetida por coordenadores de escolas que adotam avaliações para entrada de crianças quando há mais candidatos que vagas, os chamados vestibulinhos. As provas, ou vivências, como preferem chamar alguns colégios, são alvo de polêmica que envolve educadores, pais e Justiça. E passa pelo questionamento da legalidade da prática.
CNE é contra concursos
Três pareceres do Conselho Nacional de Educação (CNE) recomendam a proibição das avaliações para acesso ao fundamental. Eles se baseiam no artigo 31 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. “A avaliação jamais deverá ser utilizada de maneira punitiva contra as crianças, não se admitindo a reprovação ou os ‘vestibulinhos’ para o acesso à educação infantil e à primeira série do ensino fundamental”, diz trecho de documento de 2007. As recomendações foram homologadas pelo Ministério da Educação.
Em 2007, as avaliações motivaram uma ação do Ministério Público Federal em São Paulo, que teve como réus três tradicionais escolas – Nossa Senhora das Graças, Porto Seguro e Santa Cruz -, além do estado de São Paulo e a União Federal. Para a procuradora Eugênia Gonzaga, autora da ação, há ilegalidade também nas provas para o 6 ano.
- A criança tem direito ao fundamental inteiro. Para mim, essas escolas estão na ilegalidade. Mesmo essas manhãs de vivência geram dano psicológico na criança – defende a procuradora, que classifica o vestibulinho como um “método eugenésico de seleção” e defende “critérios objetivos” como sorteio, ordem de inscrição e prioridade para quem já tem irmãos matriculados na escola.
Parte desses critérios é adotada pelo Colégio Vértice, em São Paulo, o mais bem colocado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009. São feitas ainda entrevistas e avaliação do material usado pelo aluno. Um dos diretores da escola, Adilson Garcia, diz que os procedimentos não são classificatórios:
- Não acreditamos no vestibulinho, não nos interessa trabalhar só com uma elite intelectual. Muitas vezes o que interessa é a boa vontade do aluno.
No CAp-Uerj, no Rio, que, ao lado do Pedro II e do Colégio Militar, está entre as escolas públicas mais concorridas do estado, o sorteio é usado para o ingresso no 1º ano do ensino fundamental. Os candidatos ao 6º ano fazem uma avaliação de Português e Matemática. A relação de candidatos por vaga é de cem para uma.
- No 6º ano, como já cursou séries anteriores, o aluno tem de estar preparado – diz a coordenadora pedagógica do colégio, Vânia Moreira. – A prova é bastante adequada ao nível cognitivo da idade. E, em geral, os alunos se preparam com cursos.
Um desses preparatórios é o Colégio e Curso Desafio, no Rio. No ano passado, um de seus alunos ficou em primeiro lugar geral no concurso de admissão ao 6 ano do Colégio Militar.
- As provas são muito difíceis, mas concurso é mais democrático que sorteio porque premia quem se preparou – avalia a diretora e coordenadora do preparatório de admissão ao 6 ano, Márcia Mattos.
As provas normalmente ocorrem em outubro, mas cerca de 30 crianças estão matriculadas nas aulas extras de Matemática e Português, que ocorrem no turno oposto às aulas convencionais, duas vezes por semana.
Ao ser perguntada se ficará nervosa no momento da avaliação, Ananda Justino, de 10 anos, responde de bate-pronto:
- Sim. Fiz a prova no ano passado e não passei. Vinha de uma escola mais fraca e não estava com uma base boa.
- Eu também fico bem nervoso – completa Humberto Almeida, de 11 anos.
A pedagoga Bertha do Valle, da Faculdade de Educação da Uerj, diz que os pais precisam estar preparados para lidar com a criança que será submetida a um desses testes.
- O clima da família é a coisa mais importante. Os pais devem mostrar que, passando ou não naquela prova, o filho continuará sendo amado. Se a família ficar cobrando, a tendência é não querer estudar.
Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao
Por uma nova agenda ambiental
Autor: Juacy da Silva
www.sonoticias.com.br
Este domingo, 05 de junho, é dedicado pela ONU como o DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE. Este ano a UNEP, sigla em inglês que significa Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, o tema será: Floresta, os serviços que a natureza pode prestar. Esta é uma reafirmação da importância que as florestas têm para o desenvolvimento do mundo. Não é sem razão que 2011 também e considerado pela ONU como o ano internacional das florestas.Nesta data serão milhões de ações ao redor do mundo, clamando para que todos participem desta cruzada em favor do meio ambiente e da vida.
A Índia deve ser o ponto de referência para as comemorações da ONU no dia e na semana mundial do meio ambiente. Nas palavras do Ministro do Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, no lançamento da campanha do meio ambiente ocorrido recentemente, "precisamos de uma ética conservacionista, forte e efetiva. Neste sentido, o dia mundial do meio ambiente é um grande efeito catalístico", ou seja, é um momento impar para que todos os países, organizações publicas e não governamentais reflitam o que está acontecendo com o nosso planeta e que futuro nos espera se mudanças e transformações radicais não forem realizadas.
Entre 04 e 06 de 2012, coincidindo com o dia mundial no próximo ano deverá ocorrer a nova Conferencia Mundial do meio ambiente organizada pela ONU denominada RIO + 20, a ser realizada no Rio de Janeiro, em comemoração aos 20 anos da ECO-92. Esta será uma boa oportunidade para que tantos representantes governamentais quando dos setores empresarial e da sociedade civil da totalidade dos países que integram as Nações Unidas efetuem um balanço do que foi feito nessas duas décadas em relação as questões ambientes. Quais foram os compromissos firmados pelos países, quais as metas estabelecidas para salvar o planeta e propiciar condições de vida adequadas para a população atual e para as gerações futuras e o que deverá ser feito pelas próximas décadas.
Cada país devera apresentar um balanço, não da legislação que sempre é um marco referencial, mas sim das realizações efetivas para reduzir a degradação do meio ambiente que está ocorrendo em todos os países, inclusive no Brasil.
As grandes linhas de atuação da ONU em relação às questões ambientais são: a) mudanças climáticas; b) desastres naturais e conflitos (guerras etc) e seus impactos no meio ambiente e na vida humana; c) administração/gestão ambiental; d) governança ambiental; e) questão das substancias tóxicas e perigosas, como uso indiscriminado de agrotóxicos, defensivos agrícolas, rejeitos nucleares e lixo químico e industrial; f) eficiência no uso dos recursos ambientais (evitar desperdícios) principalmente nas questões da água, solo e subsolo, recursos minerais, florestas, energia etc.
Outros temas correlatos também são realçados pela ONU como a questão do impacto do crescimento populacional em geral e da população urbana em particular e os impactos desse crescimento sobre o meio ambiente, principalmente as questões do saneamento, da poluição em suas diversas modalidades, o consumismo e seus efeitos negativos sobre os recursos naturais, a biodiversidade, a educação ambiental, a produção de alimentos, os impactos do combate a pobreza em relação ao meio ambiente, a produção de lixo e o destino do mesmo e dos resíduos sólidos, a poluição dos rios, lagos e oceano, o desmatamento e o papel das florestas plantadas e outros mais. Na verdade o grande desafio é sobre o futuro da sustentabilidade e da economia verde.
Como vemos a questão ambiental, longe de ser um problema apenas local, de um ou outro município é, na verdade, uma questão nacional e mundial. Se assim ocorre, é fundamental que seja definida UMA NOVA AGENDA AMBIENTAL em todos os países. Esta nova agenda requer, mais do que nunca, que haja uma melhor articulação entre os compromissos assumidos pelos países nos fóruns mundiais, principalmente os articulados pela ONU e a transformação desses compromissos em políticas públicas efetivas. De outro lado é fundamental que haja uma melhor articulação entre as ações governamentais e os demais segmentos públicos (União, Estados e Municípios) e desses com as organizações não governamentais, inclusive o setor empresarial, ONGs e movimentos sociais.
Finalmente, a grande responsabilidade nesta nova agenda é do poder público, tanto no que concerne ao seu poder de polícia, ou seja, fazer com que as Leis ambientais sejam cumpridas e não como atualmente ocorre no Brasil, onde depredadores do meio ambiente são anistiados e até mesmo financiados com recursos públicos subsidiados, como ocorre nas discussões do atual código florestal, onde o rolo compressor dos interesses imediatos, com apoio velado do governo (apesar da retórica ambientalista de parte do mesmo governo).
A questão ambiental precisa inserir-se de forma efetiva na nova agenda política nacional, caso contrário, vamos continuar convivendo com a degradação ambiental levando vantagem, apesar de protestos isolados de alguns segmentos que ainda se preocupam verdadeiramente com o nosso país e nosso planeta. Muita coisa pode e deve ser feita quando ainda tem tempo.
Juacy da Silva, professor universitário, fundador, titular e aposentado da UFMT, mestre em sociologia, Ex-Diretor da ADUFMAT, colaborador de So Noticias, no momento nos EUA
professor.juacy@yahoo.com.br
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Este domingo, 05 de junho, é dedicado pela ONU como o DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE. Este ano a UNEP, sigla em inglês que significa Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, o tema será: Floresta, os serviços que a natureza pode prestar. Esta é uma reafirmação da importância que as florestas têm para o desenvolvimento do mundo. Não é sem razão que 2011 também e considerado pela ONU como o ano internacional das florestas.Nesta data serão milhões de ações ao redor do mundo, clamando para que todos participem desta cruzada em favor do meio ambiente e da vida.
A Índia deve ser o ponto de referência para as comemorações da ONU no dia e na semana mundial do meio ambiente. Nas palavras do Ministro do Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, no lançamento da campanha do meio ambiente ocorrido recentemente, "precisamos de uma ética conservacionista, forte e efetiva. Neste sentido, o dia mundial do meio ambiente é um grande efeito catalístico", ou seja, é um momento impar para que todos os países, organizações publicas e não governamentais reflitam o que está acontecendo com o nosso planeta e que futuro nos espera se mudanças e transformações radicais não forem realizadas.
Entre 04 e 06 de 2012, coincidindo com o dia mundial no próximo ano deverá ocorrer a nova Conferencia Mundial do meio ambiente organizada pela ONU denominada RIO + 20, a ser realizada no Rio de Janeiro, em comemoração aos 20 anos da ECO-92. Esta será uma boa oportunidade para que tantos representantes governamentais quando dos setores empresarial e da sociedade civil da totalidade dos países que integram as Nações Unidas efetuem um balanço do que foi feito nessas duas décadas em relação as questões ambientes. Quais foram os compromissos firmados pelos países, quais as metas estabelecidas para salvar o planeta e propiciar condições de vida adequadas para a população atual e para as gerações futuras e o que deverá ser feito pelas próximas décadas.
Cada país devera apresentar um balanço, não da legislação que sempre é um marco referencial, mas sim das realizações efetivas para reduzir a degradação do meio ambiente que está ocorrendo em todos os países, inclusive no Brasil.
As grandes linhas de atuação da ONU em relação às questões ambientais são: a) mudanças climáticas; b) desastres naturais e conflitos (guerras etc) e seus impactos no meio ambiente e na vida humana; c) administração/gestão ambiental; d) governança ambiental; e) questão das substancias tóxicas e perigosas, como uso indiscriminado de agrotóxicos, defensivos agrícolas, rejeitos nucleares e lixo químico e industrial; f) eficiência no uso dos recursos ambientais (evitar desperdícios) principalmente nas questões da água, solo e subsolo, recursos minerais, florestas, energia etc.
Outros temas correlatos também são realçados pela ONU como a questão do impacto do crescimento populacional em geral e da população urbana em particular e os impactos desse crescimento sobre o meio ambiente, principalmente as questões do saneamento, da poluição em suas diversas modalidades, o consumismo e seus efeitos negativos sobre os recursos naturais, a biodiversidade, a educação ambiental, a produção de alimentos, os impactos do combate a pobreza em relação ao meio ambiente, a produção de lixo e o destino do mesmo e dos resíduos sólidos, a poluição dos rios, lagos e oceano, o desmatamento e o papel das florestas plantadas e outros mais. Na verdade o grande desafio é sobre o futuro da sustentabilidade e da economia verde.
Como vemos a questão ambiental, longe de ser um problema apenas local, de um ou outro município é, na verdade, uma questão nacional e mundial. Se assim ocorre, é fundamental que seja definida UMA NOVA AGENDA AMBIENTAL em todos os países. Esta nova agenda requer, mais do que nunca, que haja uma melhor articulação entre os compromissos assumidos pelos países nos fóruns mundiais, principalmente os articulados pela ONU e a transformação desses compromissos em políticas públicas efetivas. De outro lado é fundamental que haja uma melhor articulação entre as ações governamentais e os demais segmentos públicos (União, Estados e Municípios) e desses com as organizações não governamentais, inclusive o setor empresarial, ONGs e movimentos sociais.
Finalmente, a grande responsabilidade nesta nova agenda é do poder público, tanto no que concerne ao seu poder de polícia, ou seja, fazer com que as Leis ambientais sejam cumpridas e não como atualmente ocorre no Brasil, onde depredadores do meio ambiente são anistiados e até mesmo financiados com recursos públicos subsidiados, como ocorre nas discussões do atual código florestal, onde o rolo compressor dos interesses imediatos, com apoio velado do governo (apesar da retórica ambientalista de parte do mesmo governo).
A questão ambiental precisa inserir-se de forma efetiva na nova agenda política nacional, caso contrário, vamos continuar convivendo com a degradação ambiental levando vantagem, apesar de protestos isolados de alguns segmentos que ainda se preocupam verdadeiramente com o nosso país e nosso planeta. Muita coisa pode e deve ser feita quando ainda tem tempo.
Juacy da Silva, professor universitário, fundador, titular e aposentado da UFMT, mestre em sociologia, Ex-Diretor da ADUFMAT, colaborador de So Noticias, no momento nos EUA
professor.juacy@yahoo.com.br
Como estamos comemorando o Dia Internacional do Meio-Ambiente ?
Autor: André Luiz Cardozo Santos
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Comemoramos hoje o dia internacional do meio-ambiente, mas a aprovação do Código Florestal pelo Congresso Nacional em pleno "Ano Internacional da Floresta" retira muito do que teríamos a comemorar. O projeto aprovado é desastroso especialmente sob dois aspectos. Materialmente, representa um retrocesso das normas de proteção ambiental, que, contrariamente ao que muitos propagam, foram aprovadas pelo Governo Militar, que de contra-desenvolvimentista tinha muito pouco. Simbolicamente, denota que não vale a pena cumprir a lei.
As conseqüências desse dano material redundam em diminuição do patrimônio natural do país por meio de lamentáveis desmatamentos e consequentes queim adas.
Os efeitos positivos do desmatamento beneficiam poucos e os negativos prejudicam muitos. Alguns se enriquecem com maior área produtiva ou menor passivo ambiental, em razão da desobrigação de recompor o que destruíram, mas todos nós sofremos os seus nefastos efeitos. A leira queimada provoca uma fumaça que se tem se tornado uma triste tradição em nosso Estado. Crianças e idosos lotam o já deficitário sistema de saúde. A ausência de matas ciliares tem diminuído significativamente a quantidade e a qualidade da água, com o aumento no seu custo de captação e tratamento e, por conseguinte, dos alimentos. Finalmente, o potencial produtivo da terra tem diminuído com o fenômeno da desertificação.
Ademais, nossos produtos agregam cada vez menos valor (só os chineses, que pouca opção têm, os compram sem con trapartidas), os passivos ambientais parametrizados por normas de proteção internacionais são crescentes e, o que é pior, nossa credibilidade como vendedores está em xeque.
O mau exemplo dado por maus produtores foi premiado por maus Congressistas (e tem inspirado os que agora desmatam o norte do Estado, levando-nos a superar os nossos já vergonhosos recordes) e coroada restou a regra de que cumprir a lei não compensa. Colheremos, com isso, um Brasil mais pobre, caro e com instituições mais fracas.
Lamentavelmente, assim comemoramos o "Dia Internacional do Meio-Ambiente" e há grande risco de comemorarmos o "Ano Internacional da Floresta" com uma longa temporada de queimadas. Meu segundo filho, Arthur, nasce em outubro e espero muito estar enganado.
*André Luiz Cardozo Santos é advogado e presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB-MT.
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Comemoramos hoje o dia internacional do meio-ambiente, mas a aprovação do Código Florestal pelo Congresso Nacional em pleno "Ano Internacional da Floresta" retira muito do que teríamos a comemorar. O projeto aprovado é desastroso especialmente sob dois aspectos. Materialmente, representa um retrocesso das normas de proteção ambiental, que, contrariamente ao que muitos propagam, foram aprovadas pelo Governo Militar, que de contra-desenvolvimentista tinha muito pouco. Simbolicamente, denota que não vale a pena cumprir a lei.
As conseqüências desse dano material redundam em diminuição do patrimônio natural do país por meio de lamentáveis desmatamentos e consequentes queim adas.
Os efeitos positivos do desmatamento beneficiam poucos e os negativos prejudicam muitos. Alguns se enriquecem com maior área produtiva ou menor passivo ambiental, em razão da desobrigação de recompor o que destruíram, mas todos nós sofremos os seus nefastos efeitos. A leira queimada provoca uma fumaça que se tem se tornado uma triste tradição em nosso Estado. Crianças e idosos lotam o já deficitário sistema de saúde. A ausência de matas ciliares tem diminuído significativamente a quantidade e a qualidade da água, com o aumento no seu custo de captação e tratamento e, por conseguinte, dos alimentos. Finalmente, o potencial produtivo da terra tem diminuído com o fenômeno da desertificação.
Ademais, nossos produtos agregam cada vez menos valor (só os chineses, que pouca opção têm, os compram sem con trapartidas), os passivos ambientais parametrizados por normas de proteção internacionais são crescentes e, o que é pior, nossa credibilidade como vendedores está em xeque.
O mau exemplo dado por maus produtores foi premiado por maus Congressistas (e tem inspirado os que agora desmatam o norte do Estado, levando-nos a superar os nossos já vergonhosos recordes) e coroada restou a regra de que cumprir a lei não compensa. Colheremos, com isso, um Brasil mais pobre, caro e com instituições mais fracas.
Lamentavelmente, assim comemoramos o "Dia Internacional do Meio-Ambiente" e há grande risco de comemorarmos o "Ano Internacional da Floresta" com uma longa temporada de queimadas. Meu segundo filho, Arthur, nasce em outubro e espero muito estar enganado.
*André Luiz Cardozo Santos é advogado e presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB-MT.
MT- Municípios não tem verbas para educação, afirma Meraldo de Sá
Deu no WEB TV | 03/06/2011 - 08:08
Rozane Ribeiro
No RDTV desta sexta (3), o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Meraldo de Sá faz uma carta com reivindicações, para incluir Mato Grosso na lei da compensação, onde a meta é receber o recurso para cumprir o piso proposto pelo Governo Federal e, diz que 54% das cidades tem dificuldade em honrar os compromissos com a educação. Para assistir a matéria acesse o vídeo!
Rozane Ribeiro
No RDTV desta sexta (3), o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Meraldo de Sá faz uma carta com reivindicações, para incluir Mato Grosso na lei da compensação, onde a meta é receber o recurso para cumprir o piso proposto pelo Governo Federal e, diz que 54% das cidades tem dificuldade em honrar os compromissos com a educação. Para assistir a matéria acesse o vídeo!
MEC muda a regra da exigência para quem for pedir o Fies
Enem será obrigatório só para quem concluiu ensino médio a partir de 2010
DO G1
O estudante que tiver terminado o ensino médio em 2010, ou que concluir nos próximos anos, terá obrigatoriamente que ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, ou as próximas edições, para solicitar o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). A portaria do Ministério da Educação que altera e inclui dispositivos nas regras para a obtenção do financiamento estudantil foi publicada nesta terça-feira (7) no "Diário Oficial da União".
A regra anterior dizia que todo estudante ingressante no Fies deveria ter feito o Enem como condição para solicitar o financiamento. Agora, a regra vale apenas para quem concluiu o ensino médio a partir de 2010.
Segundo a portaria, para pedir o Fies "será exigida do estudante concluinte do ensino médio a partir do ano letivo de 2010, participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 ou posterior, ou que possua a condição de professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica integrante do quadro de pessoal permanente da instituição pública, regularmente matriculado em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia".
Ainda de acordo com a portaria, "os estudantes que por ocasião da inscrição ao Fies informar data de conclusão do ensino médio anterior ao ano de 2010, deverão comprovar essa condição perante à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA)".
A regra não se aplica para quem já possui o contrato com o Fies em vigor.
O financiamento é concedido aos estudantes matriculados em cursos presenciais com avaliação positiva nas avaliações do Ministério da Educação.
São considerados cursos com avaliação positiva os cursos de graduação que obtiverem conceito maior ou igual a 3 (três) no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
A próxima edição do Enem será realizada nos dias 23 e 24 de outubro. As inscrições se encerram nesta sexta-feira (10). Segundo o MEC, até agora quase 4 milhões de estudantes se inscreveram para fazer o exame. A taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até 13 de junho, no Banco do Brasil.
DO G1
O estudante que tiver terminado o ensino médio em 2010, ou que concluir nos próximos anos, terá obrigatoriamente que ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, ou as próximas edições, para solicitar o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). A portaria do Ministério da Educação que altera e inclui dispositivos nas regras para a obtenção do financiamento estudantil foi publicada nesta terça-feira (7) no "Diário Oficial da União".
A regra anterior dizia que todo estudante ingressante no Fies deveria ter feito o Enem como condição para solicitar o financiamento. Agora, a regra vale apenas para quem concluiu o ensino médio a partir de 2010.
Segundo a portaria, para pedir o Fies "será exigida do estudante concluinte do ensino médio a partir do ano letivo de 2010, participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 ou posterior, ou que possua a condição de professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica integrante do quadro de pessoal permanente da instituição pública, regularmente matriculado em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia".
Ainda de acordo com a portaria, "os estudantes que por ocasião da inscrição ao Fies informar data de conclusão do ensino médio anterior ao ano de 2010, deverão comprovar essa condição perante à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA)".
A regra não se aplica para quem já possui o contrato com o Fies em vigor.
O financiamento é concedido aos estudantes matriculados em cursos presenciais com avaliação positiva nas avaliações do Ministério da Educação.
São considerados cursos com avaliação positiva os cursos de graduação que obtiverem conceito maior ou igual a 3 (três) no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
A próxima edição do Enem será realizada nos dias 23 e 24 de outubro. As inscrições se encerram nesta sexta-feira (10). Segundo o MEC, até agora quase 4 milhões de estudantes se inscreveram para fazer o exame. A taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até 13 de junho, no Banco do Brasil.
O poder da visualização
06/06/2011
Lair Ribeiro
Viver de bem com a vida, com os outros e com o Universo conspirando sempre a seu favor é o objetivo de muitas pessoas, mas poucas conseguem isso.
Segundo Jung, psiquiatra suíço, quem quiser obter êxito precisa promover o resgate do seu Eu Interior antes de empreender conquistas externas, mas acessar a área secreta de si mesmo exige coragem e determinação. É preciso aprender a linguagem do inconsciente.
Imagine que sua mente é uma casa: a sala é o consciente, o que você permite que os outros vejam, e o tapete da sala é o inconsciente, onde você esconde aquilo que não quer ver nem quer que os outros vejam.
A sociedade em que vivemos valoriza muito a razão e pouco os sentimentos, as emoções e o que é empurrado para debaixo do tapete, e isso nos desequilibra. Mas é justamente o equilíbrio entre a razão e a emoção o que nos torna seres mais completos e sintonizados com a vida.
Desde pequenos, aprendemos a racionalizar, a nos comunicar por meio de palavras, e a desenvolver um raciocínio lógico, que nos integra ao nosso meio social. Mas pouco aprendemos sobre o nosso lado emocional e instintivo. Sentimentos como medo, ansiedade, tristeza, alegria e excitação são induzidos pelo que está escondido no inconsciente, e saber como ter acesso a esse conteúdo é a chave para o sucesso. Portanto, permitir que esse cofre de sensações seja aberto é o primeiro passo para uma vida bem-sucedida. E o segundo é estabelecer uma comunicação adequada consigo mesmo, à fim de promover uma reprogramação mental, o que pode ser feito mediante uma técnica bastante simples: a visualização.
Visualização é uma técnica de desenvolvimento pessoal a partir da utilização de imagens para a realização de mudanças significativas em todos os aspectos da vida.
Por lidar diretamente com as zonas cerebrais criadoras de imagens, a visualização permite dissolver padrões de comportamento preestabelecidos e desenvolver uma conduta mais saudável e próspera.
Existem técnicas específicas de visualização que a tornam uma ferramenta poderosa para a conquista de coisas que, de outro modo, seriam bastante difíceis, mas para comprovar sua eficácia é preciso treinar a mente. Uma dessas técnicas é o Swish, inspirada no comando de alguns televisores que permitem assistir a um canal e deixar outro em uma pequena janela no canto inferior da tela; assim, quando achar conveniente, você pode trocar as posições. Trata-se de uma das principais técnicas de Programação Neurolingüística (PNL) para redirecionar o cérebro de forma rápida e simples. Se quiser experimentá-la, faça assim:
- Procure um local tranqüilo, sente-se confortavelmente e relaxe.
- Crie uma imagem mental de uma situação que você queira mudar e coloque-a em primeiro plano na sua tela mental.
- Agora, crie uma imagem mental da situação ideal, a que você quer colocar no lugar da anterior, e coloque-a em uma pequena janela, no canto inferior esquerdo da sua tela mental.
- Por fim, como no televisor, faça swish, invertendo as imagens: a situação ideal passa a ocupar toda a sua tela mental e a outra fica reduzida.
- Faça isso cinco vezes seguidas. Depois, visualize o resultado positivo em três situações futuras.
Com as técnicas de visualização, você reprograma sua mente e, gradualmente, passará a controlar o seu inconsciente e a utilizá-lo a seu favor.
Lair Ribeiro
Viver de bem com a vida, com os outros e com o Universo conspirando sempre a seu favor é o objetivo de muitas pessoas, mas poucas conseguem isso.
Segundo Jung, psiquiatra suíço, quem quiser obter êxito precisa promover o resgate do seu Eu Interior antes de empreender conquistas externas, mas acessar a área secreta de si mesmo exige coragem e determinação. É preciso aprender a linguagem do inconsciente.
Imagine que sua mente é uma casa: a sala é o consciente, o que você permite que os outros vejam, e o tapete da sala é o inconsciente, onde você esconde aquilo que não quer ver nem quer que os outros vejam.
A sociedade em que vivemos valoriza muito a razão e pouco os sentimentos, as emoções e o que é empurrado para debaixo do tapete, e isso nos desequilibra. Mas é justamente o equilíbrio entre a razão e a emoção o que nos torna seres mais completos e sintonizados com a vida.
Desde pequenos, aprendemos a racionalizar, a nos comunicar por meio de palavras, e a desenvolver um raciocínio lógico, que nos integra ao nosso meio social. Mas pouco aprendemos sobre o nosso lado emocional e instintivo. Sentimentos como medo, ansiedade, tristeza, alegria e excitação são induzidos pelo que está escondido no inconsciente, e saber como ter acesso a esse conteúdo é a chave para o sucesso. Portanto, permitir que esse cofre de sensações seja aberto é o primeiro passo para uma vida bem-sucedida. E o segundo é estabelecer uma comunicação adequada consigo mesmo, à fim de promover uma reprogramação mental, o que pode ser feito mediante uma técnica bastante simples: a visualização.
Visualização é uma técnica de desenvolvimento pessoal a partir da utilização de imagens para a realização de mudanças significativas em todos os aspectos da vida.
Por lidar diretamente com as zonas cerebrais criadoras de imagens, a visualização permite dissolver padrões de comportamento preestabelecidos e desenvolver uma conduta mais saudável e próspera.
Existem técnicas específicas de visualização que a tornam uma ferramenta poderosa para a conquista de coisas que, de outro modo, seriam bastante difíceis, mas para comprovar sua eficácia é preciso treinar a mente. Uma dessas técnicas é o Swish, inspirada no comando de alguns televisores que permitem assistir a um canal e deixar outro em uma pequena janela no canto inferior da tela; assim, quando achar conveniente, você pode trocar as posições. Trata-se de uma das principais técnicas de Programação Neurolingüística (PNL) para redirecionar o cérebro de forma rápida e simples. Se quiser experimentá-la, faça assim:
- Procure um local tranqüilo, sente-se confortavelmente e relaxe.
- Crie uma imagem mental de uma situação que você queira mudar e coloque-a em primeiro plano na sua tela mental.
- Agora, crie uma imagem mental da situação ideal, a que você quer colocar no lugar da anterior, e coloque-a em uma pequena janela, no canto inferior esquerdo da sua tela mental.
- Por fim, como no televisor, faça swish, invertendo as imagens: a situação ideal passa a ocupar toda a sua tela mental e a outra fica reduzida.
- Faça isso cinco vezes seguidas. Depois, visualize o resultado positivo em três situações futuras.
Com as técnicas de visualização, você reprograma sua mente e, gradualmente, passará a controlar o seu inconsciente e a utilizá-lo a seu favor.
MT- Greve continua nesta terça; proposta do Governo atende 94 professores
Redação 24 Horas News
Os professores da rede estadual de ensino vão para o segundo dia de greve nesta terça-feira, dia 7. Uma audiência com o governador Silval Barbosa está marcada para a próxima quarta-feira, dia 8, às 8 horas, para discutir a principal pauta de reivindicação da categoria: o reajuste salarial. O Estado enviou nova proposta ao sindicato que prevê o piso salarial de R$ 1.312,00 para os professores que possuem nível médio. Os demais trabalhadores começariam a receber o piso somente a partir de dezembro de 2011. A proposta foi rejeitada.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso, Gilmar Soares, a proposta do Governo "não atende” às reivindicações. “É um desrespeito com a classe dos trabalhadores da educação dividir a categoria dessa maneira. Com essa proposta, somente 94 professores e 800 trabalhadores seriam beneficiados" – esclareceu, ao participar nesta segunda-feira, dia 6, de audiência pública na Assembléia Legislativa, no primeiro dia de paralisação.
A aplicação do piso salarial de R$ 1.312,00 reivindicado pelos trabalhadores da educação não está fora da realidade financeira de Mato Grosso, segundo estudos divulgados pelo sindicato. “Se esse valor já fosse praticado, a folha de pagamento da pasta custaria pouco mais de R$ 760 milhões, o que equivale a 57,82% da arrecadação estadual da Educação. Portanto, não ultrapassa os 60% que devem ser destinados ao pagamento de salários dos profissionais da educação” – observa. A análise está baseada no estudo feito pelo Sindicato e não foi contestado pela Secretaria de Educação (Seduc).
Gilmar Soares afirma que a greve continuará até que o piso salarial de R$ 1.312,00 seja implantado para todos os trabalhadores da educação; as horas atividades para professores contratados sejam pagas; os professores concursados tomem posse imediata e haja avanço na lista dos classificados nos concursos.
Os professores da rede estadual de ensino vão para o segundo dia de greve nesta terça-feira, dia 7. Uma audiência com o governador Silval Barbosa está marcada para a próxima quarta-feira, dia 8, às 8 horas, para discutir a principal pauta de reivindicação da categoria: o reajuste salarial. O Estado enviou nova proposta ao sindicato que prevê o piso salarial de R$ 1.312,00 para os professores que possuem nível médio. Os demais trabalhadores começariam a receber o piso somente a partir de dezembro de 2011. A proposta foi rejeitada.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso, Gilmar Soares, a proposta do Governo "não atende” às reivindicações. “É um desrespeito com a classe dos trabalhadores da educação dividir a categoria dessa maneira. Com essa proposta, somente 94 professores e 800 trabalhadores seriam beneficiados" – esclareceu, ao participar nesta segunda-feira, dia 6, de audiência pública na Assembléia Legislativa, no primeiro dia de paralisação.
A aplicação do piso salarial de R$ 1.312,00 reivindicado pelos trabalhadores da educação não está fora da realidade financeira de Mato Grosso, segundo estudos divulgados pelo sindicato. “Se esse valor já fosse praticado, a folha de pagamento da pasta custaria pouco mais de R$ 760 milhões, o que equivale a 57,82% da arrecadação estadual da Educação. Portanto, não ultrapassa os 60% que devem ser destinados ao pagamento de salários dos profissionais da educação” – observa. A análise está baseada no estudo feito pelo Sindicato e não foi contestado pela Secretaria de Educação (Seduc).
Gilmar Soares afirma que a greve continuará até que o piso salarial de R$ 1.312,00 seja implantado para todos os trabalhadores da educação; as horas atividades para professores contratados sejam pagas; os professores concursados tomem posse imediata e haja avanço na lista dos classificados nos concursos.
MT- Ex-reeducanda ministra aulas de artesanato no presídio feminino
Deu no www.circuitomt.com.br
Com apenas dois anos de atuação na área de ressocialização junto ao sistema penitenciário de Mato Grosso, a Fundação Nova Chance (Funac), além do reconhecimento da sociedade, vem conquistando também resultados que agregam valor a desafiante missão de promover a reinserção social de pessoas privadas de liberdade. Um dos exemplos ocorreu na última terça-feira (31.05), ocasião em que uma ex-reeducanda do presídio feminino Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, firmou parceria com a Funac para ministrar, na unidade prisional onde cumpriu pena, curso de confecção de chinelos bordados, incluindo no trabalho gratuito a doação dos materiais empregados nas peças.
De acordo com o planejamento estabelecido para as aulas, serão atendidas inicialmente cinco reeducandas. Os produtos confeccionados serão comercializados e a renda revertida para a compra de novos materiais que irão oportunizar um segundo curso; o de bijuterias, a ser ministrado também pela ex-reeducanda. Para a proponente da capacitação, a iniciativa visa mostrar à sociedade que as mulheres na unidade prisional poderão ao final da pena, assim como ela, voltar ao convívio social com dignidade.
Para a diretora em exercício do presídio feminino, Rosânea Maria, a atitude da ex-reeducanda é elogiável e servirá de referência para muitas mulheres ali atendidas, as quais poderão se espelhar no exemplo a ser seguido. A diretora afirmou ainda que a iniciativa é um estímulo e servirá para atrair outros cursos de qualificação, além das capacitações já ministradas no presídio.
Na avaliação da presidente da Funac, Neide Mendonça, exemplos como esse, além de emocionar, asseguram a importância da capacitação como fator gerador de renda e de aumento da autoestima dos atendidos. Nessa direção, ela destacou a importância da criação de oportunidades para as reeducandas e agradeceu o apoio que a sociedade vem oferecendo ao trabalho da Fundação em todo o Estado. Ela ainda salientou que os resultados são possíveis também, devido à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) ter oferecido essa credibilidade à Fundação Nova Chance.
Por meio de parcerias com instituições públicas, privadas e sociedade civil organizada, a Funac vem desenvolvendo diversas ações de ressocialização. Uma delas é a Unidade Produtiva da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, onde são confeccionados diversos produtos, entre eles, sofisticados artefatos de couro. A capacitação das reeducandas para tais práticas tem oferecido à sociedade profissionais de alta qualidade.
Outras unidades prisionais em Mato Grosso também contam com Unidades Produtivas. No interior do Estado, a penitenciária Ferrugem no município de Sinop capacita reeducandos para a construção civil. Já na cadeia pública de Mirassol D'Oeste, entre outros projetos, alcançaram êxito na capacitação das técnicas de pintura em Telha e Tela
Com apenas dois anos de atuação na área de ressocialização junto ao sistema penitenciário de Mato Grosso, a Fundação Nova Chance (Funac), além do reconhecimento da sociedade, vem conquistando também resultados que agregam valor a desafiante missão de promover a reinserção social de pessoas privadas de liberdade. Um dos exemplos ocorreu na última terça-feira (31.05), ocasião em que uma ex-reeducanda do presídio feminino Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, firmou parceria com a Funac para ministrar, na unidade prisional onde cumpriu pena, curso de confecção de chinelos bordados, incluindo no trabalho gratuito a doação dos materiais empregados nas peças.
De acordo com o planejamento estabelecido para as aulas, serão atendidas inicialmente cinco reeducandas. Os produtos confeccionados serão comercializados e a renda revertida para a compra de novos materiais que irão oportunizar um segundo curso; o de bijuterias, a ser ministrado também pela ex-reeducanda. Para a proponente da capacitação, a iniciativa visa mostrar à sociedade que as mulheres na unidade prisional poderão ao final da pena, assim como ela, voltar ao convívio social com dignidade.
Para a diretora em exercício do presídio feminino, Rosânea Maria, a atitude da ex-reeducanda é elogiável e servirá de referência para muitas mulheres ali atendidas, as quais poderão se espelhar no exemplo a ser seguido. A diretora afirmou ainda que a iniciativa é um estímulo e servirá para atrair outros cursos de qualificação, além das capacitações já ministradas no presídio.
Na avaliação da presidente da Funac, Neide Mendonça, exemplos como esse, além de emocionar, asseguram a importância da capacitação como fator gerador de renda e de aumento da autoestima dos atendidos. Nessa direção, ela destacou a importância da criação de oportunidades para as reeducandas e agradeceu o apoio que a sociedade vem oferecendo ao trabalho da Fundação em todo o Estado. Ela ainda salientou que os resultados são possíveis também, devido à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) ter oferecido essa credibilidade à Fundação Nova Chance.
Por meio de parcerias com instituições públicas, privadas e sociedade civil organizada, a Funac vem desenvolvendo diversas ações de ressocialização. Uma delas é a Unidade Produtiva da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, onde são confeccionados diversos produtos, entre eles, sofisticados artefatos de couro. A capacitação das reeducandas para tais práticas tem oferecido à sociedade profissionais de alta qualidade.
Outras unidades prisionais em Mato Grosso também contam com Unidades Produtivas. No interior do Estado, a penitenciária Ferrugem no município de Sinop capacita reeducandos para a construção civil. Já na cadeia pública de Mirassol D'Oeste, entre outros projetos, alcançaram êxito na capacitação das técnicas de pintura em Telha e Tela
MT- Riva quer ceder recursos a Educação
Deu no www.circuitomt.com.br
O deputado José Geraldo Riva (PP), presidente da Assembleia Legislativa, afirmou que está disposto a abrir mão de até 20% do orçamento do legislativo estadual como forma de garantir mais recursos para reajuste do piso salarial dos professores mato-grossenses. O parlamentar disse isso durante Audiência Pública que discute as perdas históricas dos recursos da Educação.
Os professores, em greve desde esta segunda (6) por tempo indeterminado, lotaram o auditório Milton Figueiredo. Com faixas e cartazes, a categoria demonstra que não está disposta a encerrar a greve enquanto o piso salarial não alcançar o montante de R$ 1.312,00. Hoje, os professores recebem R$ 1135,00. O governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação, sugeriu que o aumento de 5,07% ocorra em dezembro, mas a proposta não foi aceita pelos grevistas.
Sofrendo forte pressão dos manifestantes, Riva declarou que não vê problema em sentar com o governo para discutir até mesmo cortes em pastas e órgãos como forma de atender aos pedidos dos professores. A categoria, entre outras solicitações, exige o reajuste salarial, implantação da hora-atividade e a posse imediata dos aprovados em concurso estadual. O parlamentar defendeu que a greve seja encerrada rapidamente como forma de não prejudicar o ano letivo.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Gilmar Soares Ferreira, o Estado tem condições de atender a demanda do setor se rever diversas isenções fiscais, o que, segundo ele, acaba por retirar recursos da Educação.
Riva entrou em contato com o governador e marcou uma reunião para discutir o assunto já nesta terça (7). Durante discurso na AP, o presidente da AL destacou também que o Ministério Público Estadual é outro órgão que possui condições de ceder recursos para a Educação.
Simone Alves – Da redação
O deputado José Geraldo Riva (PP), presidente da Assembleia Legislativa, afirmou que está disposto a abrir mão de até 20% do orçamento do legislativo estadual como forma de garantir mais recursos para reajuste do piso salarial dos professores mato-grossenses. O parlamentar disse isso durante Audiência Pública que discute as perdas históricas dos recursos da Educação.
Os professores, em greve desde esta segunda (6) por tempo indeterminado, lotaram o auditório Milton Figueiredo. Com faixas e cartazes, a categoria demonstra que não está disposta a encerrar a greve enquanto o piso salarial não alcançar o montante de R$ 1.312,00. Hoje, os professores recebem R$ 1135,00. O governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação, sugeriu que o aumento de 5,07% ocorra em dezembro, mas a proposta não foi aceita pelos grevistas.
Sofrendo forte pressão dos manifestantes, Riva declarou que não vê problema em sentar com o governo para discutir até mesmo cortes em pastas e órgãos como forma de atender aos pedidos dos professores. A categoria, entre outras solicitações, exige o reajuste salarial, implantação da hora-atividade e a posse imediata dos aprovados em concurso estadual. O parlamentar defendeu que a greve seja encerrada rapidamente como forma de não prejudicar o ano letivo.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Gilmar Soares Ferreira, o Estado tem condições de atender a demanda do setor se rever diversas isenções fiscais, o que, segundo ele, acaba por retirar recursos da Educação.
Riva entrou em contato com o governador e marcou uma reunião para discutir o assunto já nesta terça (7). Durante discurso na AP, o presidente da AL destacou também que o Ministério Público Estadual é outro órgão que possui condições de ceder recursos para a Educação.
Simone Alves – Da redação
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