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segunda-feira, 14 de março de 2011

Ensino Superior

Sonho de cursar universidade pública está mais amplo
LUIZ RICARDO ARRUDA DE ANDRADE
ESPECIAL PARA A FOLHA
"Passei na USP!" Quantas vezes ouvimos candidatos eufóricos, após um longo e trabalhoso ano de estudos, dizerem com extremo orgulho que foram aprovados na Universidade de São Paulo. Orgulho que permanece, mas que hoje já não é o fator decisivo para efetuar a matrícula.
Um em quatro aprovados desiste da USP
A criação de novas universidades públicas, federais, estaduais, em diversas regiões do país, tem apresentado novas possibilidades aos vestibulandos. Em alguns casos, mesmo sendo aprovados na USP, mais concorrida, acabam optando por outras instituições. Podemos enumerar muitas razões para essa nova realidade, mas que sempre giram em torno dos anseios profissionais e pessoais.
Pelo lado profissional, o candidato pode optar por universidades mais ou menos conservadoras, com peculiaridades como, por exemplo, a orientação científica da instituição ou sua ênfase em determinadas especialidades da mesma carreira, mais autonomia para escolher disciplinas, entre outras situações.
Quanto às razões pessoais, que são as preponderantes, pode-se identificar a proximidade do local no qual o estudante reside ou o interesse em morar longe de casa; questões financeiras, que o incentivam cursar onde o custo de vida seja menor que na capital paulista; comodismo ou medo de enfrentar a realidade de grandes universidades; o conservadorismo de algumas famílias, que preferem ter os filhos por perto e interferem na opção.
Aliás, a pressão familiar é algo realmente relevante: há alunos que optam por carreiras consideradas de maior prestígio, como medicina e direito, e passam no vestibular mais para mostrar aos pais que são capazes do que por vocação. Contudo, depois de algum tempo, acabam trocando de carreira e, consequentemente, de universidade.
O fato é que essa nova realidade não altera em nada a qualidade da USP, até porque a diferença entre o candidato que passou em primeira chamada e as demais chamadas é mínima. O nível de conhecimento dos estudantes permanece alto, mas, para eles, o sonho de cursar uma universidade pública se tornou mais amplo.
Luiz Ricardo Arruda de Andrade é coordenador geral do Anglo Vestibulares

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cursos tecnológicos são tendência de ensino




superiorTerra

Ao contrário do que possa parecer, os cursos tecnológicos em nada se assemelham aos cursos técnicos. Por lei, o estudo é de nível superior e em 3 anos promete formar especialistas de diversas áreas. Atualmente, esse tipo de ensino é o que mais cresce no país, provando já ser uma tendência nacional de formação.

De acordo com dados divulgados pelo Censo Superior de Educação 2009, o aumento de matrículas para esse tipo de graduação foi de 26,1% comparado ao ano de 2008, que contava com 539 mil matrículas. Além disso, desde 2001, os cursos tecnológicos têm conquistado um espaço antes dominado pelo bacharelado. De 69 mil matriculados para formação de tecnólogo, no ano de 2001, os números aumentaram para os atuais 680 mil, representando um aumento de 985%. Em contrapartida, no mesmo período o aumento foi de 186% para estudantes de bacharelado.

Para o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco, a procura por cursos tecnológicos de nível superior não é somente uma tendência nacional, mas acima de tudo uma necessidade do mercado de trabalho. "O rápido desenvolvimento do Brasil exige profissionais com formação mais focada e, acima de tudo, rápida. Não se pode mais esperar de 5 a 6 anos para um estudante se formar na faculdade", disse.

Pacheco afirmou ainda que os tecnólogos não são menos preparados que os bacharéis, e sim mais focados. "Um aluno que faz bacharelado em Engenharia Civil, por exemplo, passa 4 anos estudando teorias e áreas da ciência que ele não vai usar na profissão. Já o tecnólogo, com formação em construção de estrada, passa 3 anos com o estudo focado somente nisso. Ao ir para o mercado de trabalho nessa área, o tecnólogo vai acabar tendo um conhecimento muito mais aprofundando na construção de pontes que o engenheiro civil".

Nícollas Silva, 20 anos, completou o Ensino Médio em 2008 e iniciou o curso de Ciência da Computação na Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec). "Gosto do ensino pelo foco e pela boa qualidade das aulas. Mas admito que agora estou em dúvida entre o curso e o bacharelado. Meu maior medo é me formar tecnólogo e depois decidir que é preciso fazer faculdade, pela possível não aceitação no mercado. Eu chegaria aos 29 anos sem ter alcançado minhas metas", disse.

Fabiano Caxito, professor especialista em tecnologia, afirmou que os anseios de Nícollas fazem sentido, pois não são todos os nichos que aceitam bem os tecnólogos. Para se aprofundar mais no tema, o professor realizou uma pesquisa em 350 empresas de São Paulo para investigar a aceitação dos cursos no mercado de trabalho. Segundo constatou, 48,73% das empresas aceitam o tecnólogo da mesma forma que o bacharel, 11,83% não aceitam e 38,87% dizem depender. Esse "depende", como observou o especialista, pode estar ligado a dois fatores: experiência profissional do candidato, que chega a aumentar 72,1% de aceitação; e pós-graduação no currículo, que sobe para 64,5% de aprovação por parte dos empregadores.

Apesar das estatísticas favoráveis, Caxito salientou que ainda não se pode afirmar que os cursos tecnológicos são plenamente aceitos. "Em algumas áreas, como a de gestão, os conselhos profissionais - em especial o de Administração - limitam a atuação do tecnólogo. Na área de engenharia e arquitetura, os conselhos reconhecem o tecnólogo e definem as atividades que podem ser exercidas. Já em tecnologia da informação, hotelaria, turismo e culinária os formandos são plenamente reconhecidos e até disputados pelo mercado de trabalho. O mesmo acontece com os cursos voltados à indústria e a produção".

Caxito acredita que com o aumento anual do número de matrículas em cursos tecnológicos, o mercado vai precisar se adaptar cada vez mais a nova tendência de formação profissional. "Gradativamente, com a elevação do número de formados e com um maior conhecimento do real significado dos cursos tecnológicos, as áreas profissionais vão aceitando mais facilmente. Em geral, empresas que buscam competências específicas são mais abertas aos graduados nesses cursos", disse.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Professor universitário de instituição pública tem mais titulação e se dedica mais tempo que docente de rede particular




Professor universitário de instituição pública tem mais titulação e se dedica mais tempo que docente de rede particular

Ana Okada
Em São Paulo

No ensino superior público, 75% dos docentes são doutores ou mestres; no particular, esse percentual chega a 55%. Os dados foram divulgados no Censo da Educação Superior de 2009, divulgados nesta quinta-feira (13). O país registra um total de 307.815 docentes, sendo 340.817 em exercício e 18.272 afastados.


Dentre os professores de universidades, faculdades, centros universitários e institutos federais a titulação está distribuída da seguinte forma:

Doutores: públicas (48%); particulares (14%);
Mestres: públicas (27%); particulares (41%);
Especialistas: públicas (14%); particulares (38%);
Graduados: públicas (11%); particulares (7%).

De 2008 para 2009, a quantidade de funções docentes cresceu 6%; a maior demanda por professores universitários foi a de doutores (16%). O professor padrão das instituições públicas é homem, tem 44 anos, é brasileiro, doutor e trabalha em regime integral. Já o docente de faculdade particular é mais jovem, com 34 anos, também homem e brasileiro, é mestre e trabalha em regime horista.

Regime de trabalho
Nas públicas, a maioria dos professores trabalham em tempo integral (78,9%); já nas particulares, a maioria é horista (53%) e só 21,5% está em regime integral. De acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases), do MEC (Ministério da Educação), é aconselhável que pelo menos um terço do corpo docente trabalha em tempo integral.

A legislação também prevê que pelo menos um terço dos docentes seja mestre ou doutor; os dois tipos de instituições contemplam essa diretriz.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Professor dá dicas de como planejar e controlar tempo usado na redação

G1

Eduardo Calbucci, professor do cursinho Anglo, dá dicas de como o aluno pode se planejar e controlar no tempo na hora de fazer a redação do vestibular.

Geralmente a prova de redação não ocorre sozinha. No mesmo dia, o candidato é obrigado a responder questões de outras matérias.

Calbucci aconselha o estudante a ler a proposta da redação, interpretá-la e esboçar um rascunho. O ideal, segundo ele, depois disso é que o aluno se dedique às questões e só no final do exame passe a redação a limpo. Desse modo é possível perceber as falhas e aprimorar o texto, de acordo com Calbucci.

Cursar uma faculdade de primeira linha garante boa colocação profissional?

Uol Notícias



Cursar uma faculdade de primeira linha pode significar melhores chances de carreiras, pois o candidato ficará mais evidenciado para empresas renomadas que geralmente procuram por pessoas com esse esse perfil. Mas, segundo Aline Bressan, consultora de recrutamento e seleção da Luandre Recursos Humanos, há vertentes que desmistificam isto.

“Os aspectos comportamentais, ou seja, maturidade frente às situações, disposição para vestir à camisa da empresa, flexibilidade e relação interpessoal positiva são fatores que independem da graduação realizada. Esses fatores são essenciais para se destacar em diversas situações”, afirma Aline.

Os perfis comportamentais, tanto daqueles que cursaram uma universidade “top” quanto os que realizaram ou realizam faculdades de segunda ou terceira linha são importantes para definir o sucesso num processo seletivo, pois aspectos mais amplos serão avaliados.

“Aqueles que têm a possibilidade de cursar uma instituição de primeira linha não devem se acomodar; já os que cursam uma instituição de outras escalas não devem se vitimizar ou perder as esperanças em buscar uma oportunidade em grandes organizações. O desempenho na faculdade depende do aluno e ele tem que ter força de vontade para aprender e superar os desafios impostos”, afirma a especialista.

Diferenciais

A consultora diz que um diferencial importante para as duas situações é o aprendizado de um segundo idioma e a realização de estágios no decorrer da vida acadêmica devido à busca incessante de talentos pelas multinacionais.

“Existem estratégias importantes para um sucesso profissional independentemente da faculdade que o candidato se formou. O aperfeiçoamento de um segundo idioma e a realização de estágios - mesmo que a bolsa auxílio seja suficiente somente para pagar a mensalidade da faculdade - são importantes", explica Aline.

Segundo a consultora, vivências simples como acordar cedo, enfrentar um transporte público lotado ou um trânsito insalubre, aprender a conquistar um espaço com seus colegas da corporação, adquirir equilíbrio físico e emocional frente à pressão de seu gestor devem se encaradas.

“Todo esforço é válido no inicio de sua carreira sendo possível trabalhar oito horas por dia, realizar uma especialização à noite e curso de idioma aos sábados.”

Para Aline, há situações que somente a vida pode nos ofertar como o privilégio de olhar para trás e sentir-se um vencedor por conquistar e fazer a diferença por onde passar independentemente da universidade que realizar.

Haddad defende maior integração na área educacional entre países do Mercosul

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse na 39ª Reunião de Ministros da Educação do Mercosul, no Rio de Janeiro, dia 26/11, que os países do bloco precisam evoluir em termos de cooperação na área educacional.

Na reunião, foi consenso, entre os ministros da Educação de países do bloco, a criação de um Fundo de Educação do Mercosul, com previsão de implantação em 2011, para diminuir as assimetrias entre os integrantes.

Haddad destacou o trabalho de intercâmbio docente que está sendo realizado para integrar a cultura na região, levando professores brasileiros que estão se formando em espanhol para países do Mercosul e trazendo docentes para o Brasil nos cursos de licenciatura ou letras.

“O Brasil vai custear o projeto piloto de 350 bolsas para que isso [o intercâmbio de professores entre os países do bloco] se desenvolva com mais força num futuro próximo. Eu entendo que esse intercâmbio vai fortalecer tanto os laços culturais que unem os países do Mercosul, como vai melhorar muito a capacidade de ensino desses professores. Assim como vai disseminar a língua portuguesa pelo continente”, afirmou o ministro.

Ele ressaltou, ainda, a importância de se estabelecer prioridades para saber o que é possível ser executado nos próximos cinco anos. E lembrou que a pauta de educação já é muito ampla somente no âmbito nacional. Segundo Haddad, o Brasil tem uma rede de 160 universidades, número suficiente para estabelecer o intercâmbio de professores.

“É a expansão da cidadania pelo mérito acadêmico, derrubando fronteiras pela educação. Os professores devem gozar dessas possibilidades”, concluiu.

Os ministros discutiram, na reunião, as políticas de intercâmbio regional para o período que vai de 2011 a 2015. O objetivo do encontro foi discutir um plano comum de desenvolvimento educacional para o bloco. Alguns deles observaram que é necessário desenvolver sistemas mais equitativos entre os países.

Foi feito um balanço sobre as ações dos últimos anos e o ministros destacaram a expansão no número de bibliotecas e das atividades com direitos humanos e educação ambiental. A interação com outros blocos e organismos internacionais, como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), além de um diálogo constante com a sociedade civil também foram discutidos.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dep.Maluf critica Enem como único processo de seleção para UFMT

Assembleia Legislativa/MT
17/11/2010 - 10:28
Laura Nabuco

O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) criticou o fato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ser a única forma de seleção dos estudantes que pretendem ingressar na UFMT. Para o parlamentar, o principal problema está nas falhas que o exame aprensentou em suas duas últimas edições.

“Hoje o que vemos é uma bagunça enorme com o Enem. Pelo segundo ano consecutivo testemunhamos falhas graves que comprometem a qualidade desse vestibular nacional.

Não podemos continuar assistindo isso calados, uma vez que 100% das vagas da nossa universidade são garantidas por ele”, pontuou.

No ano passado, um exemplar da prova que seria aplicada foi roubado de dentro da gráfica responsável pela impressão do Enem, por este motivo o teste precisou ser adiado. Já este ano falhas na aplicação do exame e erros de impressão num dos quatro tipos de provas chegaram a resultar na suspensão do teste.

Maluf sugeriu que os parlamentares façam uma análise sobre a forma de acesso à universidade, que ele classificou como injusta. O deputado, durante sua fala em plenário, fez um convite à reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli Neder, para que ela compareça à Assembleia para discutir o tema.

Como forma de garantir mais segurança aos estudantes mato-grossenses, o deputado sugere que a UFMT volte a realizar um vestibular próprio disponibilizando 50% do total de vagas. Ele destaca que, além das falhas que o exame apresentou, é preciso respeitar as desigualdades regionais entre os estudantes do país.

Entre as polêmicas que surgiram quando a UFMT aderiu a nova forma de seleção esteve o fato de que o Enem é realizado em todo o país, sendo assim, estudantes de todos os Estados brasileiros poderiam concorrer por uma vaga na universidade, o que tornaria a disputa pela UFMT ainda mais acirrada. Para 2011, a previsão é que a universidade abra cerca de 5,1 mil novas vagas para matrículas no primeiro e segundo semestres letivos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Estudantes de Pernambuco pedem a volta do vestibular

http://blog.corumbah.com.br


A desconfiança acerca da segurança envolvida na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está levando estudantes da região do Vale do Rio São Francisco, na divisa entre Bahia, Pernambuco e Sergipe, a pressionar a reitoria da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) a adotar outra forma de seleção. Desde o ano passado, o Enem é a única forma de ingresso da instituição.

"Da forma como é feito, o Enem acaba nos prejudicando", reclama a estudante Priscila Ulysses Medeiros, de 18 anos, de Petrolina. "Foi o segundo ano consecutivo com problemas. Não dá para confiar em um exame assim para definir a entrada na universidade. Desanima. É horrível pensar em ter de fazer tudo de novo, até as coisas darem certo."

Na quarta-feira (10), estudantes do município, carregando cartazes, chegaram a promover uma passeata pelo centro de Petrolina, para tentar pressionar a Univasf. Um grupo foi recebido pelo prefeito, Júlio Lóssio (PMDB), que afirmou que marcaria uma reunião com o reitor da universidade, José Weber, para discutir a questão.

Segundo o pró-reitor de ensino da Univasf, Marcelo Ribeiro, a instituição defende o uso do Enem como processo seletivo por ele, em tese, promover mais "democracia" no acesso à universidade. Porém, ele admite que a aplicação das provas deveria receber mais atenção, para evitar problemas.

A ideia do Enem é muito boa, falta maior comprometimento, responsabilidade, competência administrativa e análise de erros para evitar repetições indevidas. Existe arrogância demais - “sucesso total e absoluto” – e falta humildade e vontade de acertar. Se nada mudar daqui para frente, continuarem procurando culpados ao invés de procurar acertar, o Enem será um imenso desastre. É uma pena!
Da Agência Estado

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ENEM - Provas Canceladas

Impasse judicial do Enem coloca no limbo 48 mil vagas de 36 universidades

Estadão 11/11/2010 07:23

A suspensão da validade das provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) realizadas neste fim de semana deixa em aberto o destino que será dado a pelo menos 48.458 vagas oferecidas em instituições federais. Das 84 universidades e instituições que participam do exame, 36 dependem exclusivamente do exame para selecionar alunos para 2010. Reunidas, elas respondem por 53% de todas as vagas oferecidas pelo Enem.

Para as instituições que gostariam de usar o Enem apenas como parte do processo seletivo, se o impasse entre o MEC e o Judiciário se prolongar, o plano alternativo possível é, levar em conta apenas as notas do aluno no vestibular e deixar de lado o exame nacional.

As universidades têm autonomia para decidir se continuam ou não usando o Enem em seu processo de seleção. Aquelas que têm sistema de seleção misto dizem estar tranquilas.

É o caso, por exemplo, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. A instituição definiu um prazo para que as notas do Enem sejam apresentadas. Se até a data determinada tal nota não tenha sido divulgada, a alternativa será usar apenas as notas dos alunos obtidas em seu vestibular.

Abandono. Aquelas que usam apenas o Enem, em tese, poderiam retornar para um vestibular próprio. Algo que dificilmente vai ocorrer, por causa de toda logística que está em jogo. Além disso, um eventual abandono do uso do Enem, neste momento, poderia representar uma deserção - algo que dirigentes de instituições federais querem evitar ao máximo.

UAB - Plataforma Freire/MT

Abertas Inscrições para primeira e segunda Licenciaturas

Estão abertas até 30 de novembro as inscrições para Primeira e Segunda Licenciatura para professores da rede pública. Para participar é preciso acessar a Plataforma Freire pelo endereço freire.mec.gov.br até o prazo determinado.

Os cursos oferecidos pela UAB, na modalidade presencial, no segundo semestre de 2011, com aulas no período das férias escolares de julho e janeiro.

Outras informações podem ser obtidas pelos e-mails mirta.kehler@seduc.mt.gov.br, com Mirta ou tiana.menezes@seduc.mt.gov.br, Tiana. Os telefones de contatos são (65) 3613-6319 ou (65) 3613-6440.


Assessoria Seduc/MT
www.seduc.mt.gov.br

Vestibular/UNEMT

UNEMAT Taxa de inscrição de vestibular deve ser paga até dia 11

Fonte:circuitomatogrosso


Vestibular 2011/1

A Unemat oferece 1.800 vagas, distribuídas entre 44 cursos de graduação, ministrados em 10 campi universitários localizados nos municípios de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Juara, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra. Do total de vagas, 25% são destinadas ao programa de cotas.

O Concurso para o CFO oferece 75 vagas, sendo 54 vagas para Polícia Militar do sexo masculino e 6 do sexo feminino, já para o Corpo de Bombeiros Militar são 13 vagas masculinas e 2 femininas.

O Vestibular será realizado nos dias 19 e 20 de dezembro, em 10 municípios onde há campi da Unemat, além da Capital Cuiabá e Rondonópolis. O edital, com programa das disciplinas e obras literárias cobradas nas provas, pode ser acessado em: www.unemat.br/.

Maiores informações utilizar o site da UNEMAT

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Comentário sobre cotas

Diversidade sim, diferença não.

Iza Aparecida Saliés

Gostaria de lembrar aos senhores deputados federais e senadores que o estado democrático de direito é coisa nossa, isto é, prerrogativa de todos os brasileiros, sejam eles, brancos negros, índios, pardos...

Portanto, não podemos estabelecer critérios que possam beneficiar alguns, sob a égide da questão racial, provocando injustiça, agravando mais as desigualdades sociais.

Cotas sociais sim, cotas por raça? Não! Muito bem deputados!

Pensamento correto dos senhores deputados dessa comissão, não importa se esse comportamento teve como procedência a aproximação das eleições, se foi? Valeu, mesmo assim, pois provocou preocupação aos parlamentares e o assunto não foi aprovado sem ser discutido amplamente pela instituição. Não passou despercebido como sempre acontece.

Apesar de ser visível a preocupação dos parlamentares, no que diz respeito à impressão que os eleitores terão deles, tendo em vista o cenário político que está posto hoje, permeado por preocupações, descrédito, e digo mais, todos os dias pipocam situações inadmissíveis, vexatórias, por que não dizer, vergonhosa.

Até quando vamos conviver com essa situação? Que calamidades está nosso Congresso! Sabemos que está falida a instituição chamada Congresso. Esta situação justifica-se pelo fato de que os indivíduos que a compõe, fazem valer o desejo individual.

Os valores! Ah, ah, ah! Aqueles! Sim, os que aprendemos em casa e na escola, estes? Estão e crise conceitual e de identidade para alguns desses políticos.

Os assuntos sociais relevantes e polêmicos precisam ser considerados em suas diferentes concepções de pensamento, então o que é alteridade para eles? O povo apesar de pouca escolaridade já está tomando conhecimento sobre essas questões.

E a ideologias políticas? As utopias? Os sonhos? Os desejos? Sim estou falando de um país que lutou tanto pela democracia, pela liberdade de imprensa, de pensamento, de respeito à diversidade, à pluralidade de idéias, tudo... tudo...... Então onde está?

Fonte: Opinião sobre as cotas para as universidade
Publicado no Blog do Corumbá
QUARTA-FEIRA, 1 DE JULHO DE 2009

Formação Inicial - Graduação

Qualidade do Ensino Superior.

Cursos de graduação oferecidos pelo PorUni são de baixa qualidade.

Iza Aparecida Slaiés
21 de Janeiro de 2009 @ 16:07

As instituições de ensino superior que aderiram ao ProUni, e estão apresentando baixos índices de qualidade de ensino, urge a necessidade de providências por parte do Ministério da Educação/MEC, uma vez que avaliar e regular o serviço oferecido à sociedade, é de sua competência.

Vários são os fatores que podem intervir na qualidade do ensino, não está só na demanda, como diz alguns teóricos da área, ou seja, nos estudantes, incide também, na falta de formação continuada de professores, em investimentos em laboratórios, bibliotecas, professores qualificados, material didático, salário do professor , pesquisa e extensão.

São parcos os investimentos financeiros dessas instituições para o curso na área de educção, sendo que, é de fundamental importância que haja uma boa estrutura física, de equipamentos, tecnologia, todos estes, vão compor o conjunto de requisitos necessários para a oferta de um com curso de graduação de qualidade, seja para quem paga, como para quem ingressa pelo programa do governo.

Quando Corumbá diz, que o caminho é longo, realmente, você tem razão, estamos muito distante dessa realidade. No Brasil a educação básica ainda não é universalizada e nem obrigatória. E a qualidade da oferta da educação deve ser obrigatoriamente de ótima qualidade.

Exigir do estado uma educação que possa preparar o aluno para a vida e para o mundo do trabalho, é uma prerrogativa da sociedade, falta apenas acioná-la.

E o controle social? Precisamos utilizá-lo……….
Publicado no Blog do Corumbá