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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Artigo - Combate ao bullying na escola: alunos em grupos operativos

A função da escola dentro e fora dela é sempre educativa. É preciso criar uma rede de proteção e de inibição do comportamento bullying
contribuindo com o bem-estar de todos e a melhoria do desempenho escolar do alunado.

Os motivos do não-aprender geram e apontam a desatenção ou a dificuldade de canalizar energias destrutivas - advindas das cargas agressivas que atropelam sentimentos, percepções e tomadas de consciência - para ações catárticas de liberação e terapia dessa força silenciosa e avassaladora.

A melhor forma de resolvermos o fenômeno bullying é contarmos com o protagonismo dos alunos desencadeando a sensibilização de professores e funcionários. O desenvolvimento da assertividade e da empatia alicerçam a escolha e a formação de representantes de turma, indicados pelo alunado após debates sobre grupo operativo e liderança.

O objetivo é fomentar a cooperação discente no combate ao bullying através de programas que favoreçam o cultivo da paz, fortaleçam as vítimas e despertem os espectadores. Sites como o da organização kidscape - que protege crianças e jovens molestados na Inglaterra, e inclusive, se dedica a prevenir crimes contra a infância na internet - nos ajudam a repensar estratégias importantes a partir do movimento de alunos e alunas da escola. Afinal, segundo eles, os episódios de bullying precisam ser Reconhecidos, Rejeitados e Relatados. Os três erres amigos em ação capaz de desmontar os ataques bullying.

O alunado em “grupo operativo” se reúne em torno de uma tarefa concreta e objetivo comum. Cada pessoa exercita sua fala, sua opinião, manifesta seu silêncio ou defende seu ponto de vista e assim constroem a sua identidade no grupo. O propósito do grupo é movimentar-se no reconhecimento, na prevenção, na aquisição de conhecimentos específicos, na proposição de ideias, em cooperação de atividades centradas na solução dos comportamentos bullying, no questionamento reconstrutivo, estimulado no processo que antecede ou permeia definições e ações coletivas como exercício de autocrítica.

O protagonismo “de aluno para aluno” acorda a sensibilização de professores e funcionários da escola, chama os pais, as mães, parentes e vizinhos para integrar a ação coletiva e até para além dos muros escolares.

A tarefa emergente da escola, nesse caso, é a campanha antibullying. O empoderamento de representantes de turma, também potencializado pela indicação da maioria de cada turma, deve advir de uma reflexão comum sobre o que é um grupo. Segundo Pichon-Rivére (1998, p.65-66), grupo se refere a um “conjunto restrito de pessoas ligadas entre si por constantes de espaço e tempo, articuladas por sua mútua representação interna interatuando através de complexos mecanismos de assunção e atribuição de papéis, que se propõe de forma explícita e implícita uma tarefa que constitui sua finalidade”, ou seja, as pessoas se movem por necessidades semelhantes e, nesse caso, os alunos se reúnem em torno do programa em busca da paz através de suas aprendências e cooperação.

Apesar de o grupo ser constituído de indivíduos com comportamentos diferenciados, os diferentes papéis interagem entre si, algumas vezes invertem suas funções, caracterizadas como: líder de mudança, bode expiatório, porta-voz, líder de resistência, e a dos representantes do silêncio, que muito se assemelham ao papel dos espectadores dentre os protagonistas do bullying.

O fio dessa mudança está em apresentarmos estratégias para despertar a maioria deles, os representantes do silêncio, os espectadores, e mexermos com suas incertezas. Vamos explorar o potencial desse grupo como agentes de mudança, sobretudo, porque sabemos que os autores de bullying só crescem com a adesão da platéia.

Se trabalharmos a conscientização inaceitável das condutas bullying, os espectadores podem, contrariamente, se tornar aliados das vítimas, e não mais protegendo os agressores com seus silêncios. A escolha e a formação continuada de representantes de turma na nossa escola é uma das funções do Núcleo de Acompanhamento Pedagógico (NAP), ou, na falta dessa equipe, em outras escolas, caberá aos coordenadores ou à direção escolar.

Em escolas com Ensino Médio, o protagonismo juvenil ou do próprio Grêmio Estudantil, transforma alunos em monitores ambientais principalmente, a partir das relações interpessoais e princípios que valoram auto-estima, respeito pelo outro buscando potencializar assertividade, empatia, compreensão e solidariedade.

Se ouvidos e bem estimulados alunos proativos e colaboradores podem reduzir episódios de bullying através de ações articuladas: tecnologia aprimorada na construção de vídeos, fotomontagens, murais de exposição interna ou internet, como veículo familiar de muitos deles, releituras teatrais, musicais, por desenhos, estruturar jogos e brincadeiras que não firam, humilhem ou magoem outras pessoas.

- Como tornar o ambiente escolar mais agradável a todos?
- Como monitorar os espaços da escola onde comumente se transformam em palco de ações bullying na escola?

- Perguntas outras podem desafiar os alunos a pensar. E outras mais que esse grupo de alunos monitores pode formular. Monitores que, são representantes de turmas, foram indicados como líderes dessas turmas, porém, dentre eles muitos exercem diferentes papéis na prática de bullying, conhecido como “terror silencioso”, capaz de surpreender familiares, escola, comunidade que temporiza e irrompe nas culturas mídiaticas.

Referências
MALDONADO, Maria Tereza. A face oculta: uma história de bullying e cyberbullying. Desenhos Manuela Eichner. 5ª. reimpressão. São Paulo: Saraiva, 2011.
____. Bullying e cyberbullying: o que fazemos com o que fazem conosco. Moderna, 2011.
PICHON-REVIÉRE, Enrique. O processo grupal. Trad. Marco Aurélio Fernandes. 6 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Postado por Rocio Rodi às 11:35 0 comentários Links para esta postagem
Marcadores: aprendentes, bullying, psicopedagogia, situação-problema

domingo, 20 de março de 2011

Educação do Campo


A Escola família agrícola


As leis educacionais propõem a adequação da escola à vida do campo. Todo parecer pedagógico, no campo, ou na cidade, deve ser estabelecido de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) e as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo (2001), sempre em consonância com a realidade. A Escola Família Agrícola (EFA), utiliza a Pedagogia da Alternância, método criado na França em 1935, no povoado de Lot et Garonne.

A iniciativa de se criar a Escola Família Agrícola buscou solucionar dois problemas, relacionados às questões do ensino regular direcionado para as atividades urbanas, que levava os adolescentes campesinos a repudiar a terra, e também à necessidade de fazer chegar ao campo o desenvolvimento tecnológico.

A prática da Pedagogia da Alternância na primeira "Casa Familiar Rural", (chamada de Maison Familiale Rurale), proporcionava aos jovens receber em duas semanas conhecimentos gerais e técnicos voltados para a realidade agrícola, e duas semanas nas propriedades rurais da região, onde exerciam a prática dos conhecimentos recebidos.

A Pedagogia da Alternância chegou na década de 1960, no Brasil. Atualmente estão disseminadas nos estados do norte ao sul do país.
Nessa escola os educandos estudam a leitura, a escrita, a matemática, a tecnologia e também aprendem a trabalhar com a terra, com as plantas, os animais e a conviver e se interagir com a realidade agrícola. Em suas casas, ensinam os pais a utilizarem as novas tecnologias e a maneira mais adequada de lidar com a realidade do campo.

Com a Pedagogia da Alternância há a possibilidade do sujeito da aprendizagem incorporar-se na comunidade, estimular a sua conscientização política e se valorizar como ser humano, sem perder de vista as suas relações com a cidade. A formação integral dos alunos e a promoção do meio rural são os principais objetivos da Escola Família-Agrícola (EFA), sendo que se busca como fundamental interagir escola-família, articulando esses dois ambientes como espaços de aprendizagem contínua, valorizando as informações da cultura rural e o calendário agrícola.

A Pedagogia da Alternância baseia-se em um método subentendido na proposta de Jean Piaget, “fazer pra compreender”, ou seja, primeiro praticar, para depois teorizar sobre a prática. A Pedagogia da Alternância baseia-se no tripé ação – reflexão – ação – ou prática – teoria – prática. A teoria está sempre em função de melhorar a qualidade de vida.

Na Pedagogia da Alternância o primeiro ambiente é o familiar e a realidade onde vive; interagindo com a escola, o educando compartilha os múltiplos saberes que possui com os demais atores de maneira reflexiva; finalmente aplica o conhecimento e a prática na comunidade agrícola ou faz uso delas em movimentos sociais.

As aulas são em sala ou em um ambiente, no terreno da escola. Durante o curso, os discípulos seguem um plano de estudos, compartilham com colegas e professores modelos reais de suas propriedades, assistem a palestras, freqüentam fazendas e centros de pesquisa. Antes de concluírem o curso, precisam ainda cumprir 250 horas de estágio trabalhando geralmente em grandes propriedades e desenvolvem um projeto educacional para aplicação prática em sua propriedade agrícola.

Os filhos de agricultores após a conclusão dos estudos regressam às propriedades rurais e aplicam a contribuição dos conhecimentos construídos, dando continuidade e melhoramento na produção agrícola. Esse procedimento pedagógico permite a profissionalização do educando combatendo o êxodo rural.

O modelo de ensino, implantado inicialmente no Espírito Santo, em 1969, foi levado para várias regiões do país, contabilizando atualmente 130 unidades.

Referências: Roberta Bencini -revista escola Autora: Amelia Hamze Educadora Profª UNIFEB/CETEC e FISO - Barretos

Política Educacional - Educador - Brasil Escola

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Atividades em demasia podem ser prejudiciais para as crianças



Por: Valeska Andrade

Assim como o sedentarismo e a ociosidade infantil, o demasiado acúmulo de atividades na infância, também é desaconselhável, pois tudo em excesso reflete negativamente no que deveria surtir um efeito positivo.

Para a psicopedagoga Luzia Melo, pais e educadores devem estar atentos à rotina sobrecarregada e questionar até que ponto a criança está preparada para assumir tantos compromissos.

Uma pesquisa realizada pela Isma-BR, representação brasileira da International Stress Management Association, revelou que oito em cada dez crianças têm manifestações psicossomáticas e apresentam problemas de saúde para os quais não há causa clínica determinável.

A pesquisa aponta agendas lotadas de atividades extras e cobrança por resultados como principais causas do mal. Tontura, vômito, dor de barriga, cefaleia e uma série de outros sintomas físicos comuns na infância podem ocultar problemas de relacionamento, insegurança, depressão e estresse.

A doutora em Psicologia Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR, supervisionou o levantamento, realizado com 220 crianças, de sete a doze anos, em Porto Alegre e São Paulo. Segundo ela, as mudanças comportamentais incluem a agressividade, passividade, dificuldade de relacionamento, alterações no apetite, incluindo o aumento no consumo de doces, e choro sem motivo.

Fonte: Folha de Pernambuco (PE); Jornal da Tarde (SP)

Por isso mesmo defendo aqui a ideia de que criança não trabalha! As crianças que estão expostas, principalmente na mídia, estão sujeitas a todos esses sintomas, outros desconfortos e doenças. Não só as que estão trabalhando nas novelas, mas as que trabalham duro para ajudar os pais. Criança é para estudar, brincar, conviver com seus pares e fazer muita bagunça!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Começam a valer as novas regras para prestação de contas da merenda

A partir deste ano, começam a valer novas regras para prestação de contas dos gastos feitos com os recursos enviados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a merenda dos alunos das redes públicas de ensino. Os gestores do Programa Nacional de Alimentação Escolar terão à sua disposição um formulário mais simples e objetivo.

O novo modelo foi desenvolvido para facilitar o preenchimento e, por conseqüência, sua apreciação pelas áreas técnicas do FNDE. O documento deverá ajudar os gestores municipais e estaduais a fazer uma prestação de contas mais precisa. “Com o formulário, o número de prestações de contas com erro vai diminuir muito”, comentou Orvalina Ornelas, coordenadora geral de prestação de contas do FNDE, durante o evento de apresentação das novas regras.
De acordo com a coordenação de prestação de contas do FNDE, cerca de 40% dos erros nas prestações de contas são meramente formais, como a falta de assinatura do responsável, o esquecimento de juntar o extrato bancário à documentação ou o preenchimento incorreto do formulário.
Além das mudanças no modelo de prestação de contas, o FNDE elaborou um passo a passo detalhado sobre como os conselhos de alimentação escolar (CAE) devem acompanhar as atividades dos órgãos públicos responsáveis pela merenda. Com todas as mudanças a expectativa é que o FNDE consiga traçar uma radiografia da situação da merenda escolar em todo o país.
Para entender melhor o Programa Nacional de Alimentação Escolar, clique aqui.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Gestão escolar no Brasil deve ser pragmática

Gabriela Mangabeira

Avaliação de professores, critérios para a escolha do diretor e foco na sala de aula são alguns dos pontos principais para que a educação melhore, defende a diretora executiva da Fundação Lemmann, Ilona Becskeházy. Para ela, ainda falta “pragmatismo” na resolução dos problemas da educação brasileira.

Apesar de muito se falar em “gestão democrática” na escola, Ilona explica que a gestão no país, hoje, é mais pautada pela burocracia e pela política. “Era para ser uma cadeia de apoio e vira uma cadeia de exercício de poder”. No Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), explica, países em que ocorre gestão democrática na escola, vão melhor:
“Os sistemas de ensino mais eficientes são coerentes; o currículo é exigente, o professor é treinado, há uma cadeia que funciona para a sala de aula funcionar, não para o governo aparecer. A educação virou uma arena, um palco onde as pessoas podem aparecer, temos que mudar isso. O foco deve ser a sala de aula”, diz.

Ela explica que, dependendo do Estado, a falta de autonomia na gestão da escola chega ao ponto em que é praticamente impossível, para o diretor, mandar um professor embora, mesmo que ele não corresponda ao que é esperado. “Ninguém consegue tirar ele da carreira. Até existe um mecanismo, mas você vira alvo da corrente, vira um problema político”, diz.

“Na educação temos que fazer um esforço de capital humano em todas as áreas, temos que ir mudando, melhorando quem está na carreira. É um esforço que demora uma década, mas faz a gente dar saltos”.

De acordo com a pesquisa “Perfil do diretor escolar”, da Fundação Victor Civita, divulgada em outubro deste ano, de 400 diretores ouvidos em diversas partes do Brasil, 75% dos diretores foram admitidos por eleição direta, concurso público ou seleção técnica. No entanto, na visão de mais de 90% desses profissionais, essas três formas são as mais adequadas para se chegar ao cargo. Enquanto 21% ainda são escolhidos via nomeção política, apenas 5% concordam com esse tipo de procedimento.

Despolitização e envolvimento Para o pesquisador Simon Schwartzman, do Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade), a autonomia da escola também é um fator importante para a melhora da educação. “A escola tem que ter autonomia, o diretor deve poder tirar o professor se ele não atuar. Se os Estados não resolverem a questão do diretor, não tem como funcionar. O que a gente sabe com certeza é que a qualidade da escola depende muito do empenho do diretor; ele que estabiliza a qualidade, põe as coisas para funcionar”, explica.

Para ele, a área de educação não pode estar politizada e a população deve cobrar, no dia a dia, a melhoria da qualidade do ensino. “As secretarias tem que ter técnicos e as políticas devem ter continuidade; e se o Estado e a população local não se envolverem, não tem como resolver isso. Tem que ter o envolvimento da comunidade local; o governo federal não pode assumir a direção das escolas, não é possível”, diz.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/12/21/gestao-escolar-no-brasil-deve-ser-pragmatica-defendem-especialistas.jhtm

domingo, 19 de dezembro de 2010

Nas salas de aula não existe presença obrigatória

Texto do professor José Predebon, organizador e co-autor do livro Profissão Professor (Cia dos Livros).
E-mail: jose@predebon.com.br

Nenhum aluno fica em classe se não estiver interessado. Pode até estar lá, sentado, para não ter falta. Mas seu coração e mente não estão presentes, só seu corpo. Problema do professor? Claro que grande parte dos mestres pensa que desinteresse de alunos não é seu problema, e lhes basta ter a consciência tranquila de estar cumprindo o programa de sua disciplina.

A questão não é simples. Uma série de fatores presentes na atualidade fez surgir agora uma geração que contesta o sistema como nunca acontecera antes. Penso que não se trata de uma degenerescência social, mas do produto do cruzamento entre a era da comunicação, agora com a internet, com o ímpeto do desejo de mudança dos jovens, melhor percebido desde 1968.

Nossos alunos de hoje, pesquisados, declaram que a maior utilidade que encontram na escola é a formação de sua rede de relacionamentos. Vemos que são também atraídos pelo diploma que, de alguma forma, pensam, deve facilitar sua vida. De resto, franzem o nariz: “não quero seguir o caminho de meus pais, que não são felizes”. Como esses jovens receberão o bastão do revezamento social?

Nesse contexto, nós, professores, só poderíamos mesmo nos sentir pouco desejados, e, por isso, pouco ouvidos e respeitados como mestres. Esse panorama, claro, não é geral, há ressalvas. A primeira é de uma parcela (estima-se em 20%) de jovens com vocação para o aprendizado – os curiosos que procuram informações, de todo tipo. Outra exceção é a de alunos de universidades públicas, na qual entraram por meio de uma rigorosa seleção, e que por isso tendem a valorizar o aproveitamento das aulas. Algo parecido acontece em escolas muito procuradas, onde o ingresso também é difícil. Finalmente, também são mais interessados os que se sacrificam, trabalhando de dia e estudando à noite, e entendem a necessidade do conhecimento para sua carreira.

Entretanto, no geral, vemos que quando a maioria dos alunos está na escola para “cumprir tabela”, a contragosto, não se pode esperar boa disposição deles para com os professores. Eles fazem parte da “chatice da escola”. São uma extensão dos pais, que dizem uma coisa e fazem outra. Jamais pode ocorrer ao aluno, nessa condição, procurar estabelecer com o professor uma relação que não seja a obrigatória, pouco mais do que responder a chamada. Por isso, se houver possibilidade de mudança, esta precisa vir do professor. Só ele pode tomar a iniciativa de estabelecer uma relação diferente. Ou constrói uma ponte e a atravessa para chegar ao aluno, ou fica deste lado falando sozinho, também cumprindo sua tabela, dentro de um contexto perverso. Cabe ao professor tomar a iniciativa, ainda que ele, pessoalmente, nada tenha a ver com a culpa de sua geração que construiu uma sociedade problemática. Cabe a ele, portanto, também usar a criatividade como uma ferramenta para que suas aulas possam ser mais aproveitadas.

Colegas professores, claro, a criatividade não resolve os problemas do ensino brasileiro, mas pode se tornar a ferramenta para fazer a diferença no seu trabalho pessoal. Sempre há campo para nós, mestres, nos colocarmos muito além da “obrigação básica do programa”. Se nos posicionarmos assim, e também a favor dos alunos, nunca nos conformando de antemão com seu pouco interesse, e se adicionarmos a magia da criatividade ao planejar nossas aulas, aí sim, teremos feito a nossa parte. Concluímos lembrando que mudanças não são fáceis, mas muitas vezes são necessárias.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Escola de Natal aproxima alunos, pais e funcionários

revista do professor

Promover a cidadania é uma das preocupações da Escola Municipal Professora Emília Ramos, no bairro Cidade Nova, na periferia de Natal. A instituição atende cerca de mil alunos do primeiro ao terceiro ano do ensino fundamental e da educação de jovens e adultos. Os estudantes, na maioria, são filhos de trabalhadores com renda abaixo do salário mínimo.

“A promoção da cidadania na escola tem como meta contribuir para a formação dos alunos, permitir que eles se reconheçam como cidadãos de direitos e deveres e possam se conduzir na sociedade de forma crítica e autônoma”, diz a vice-diretora da escola, Regina Maria da Silva Dantas, 22 anos de magistério, pedagoga com especialização em educação de jovens e adultos.

Com o programa Emília em Família, a escola desenvolve ações de acordo com os temas de ensino-aprendizagem usados diversos níveis de ensino. “Abordamos temas de relevância para a construção da cidadania, com visão de mundo crítico-reflexiva”, explica a coordenadora pedagógica Tânia Maria Fernandes Oliveira. “Buscamos estimular os alunos a projetar o futuro pelo resgate dos estudos.”

Um dos projetos do programa é o Encontro com a Família. Nele, são promovidas oficinas para permitir aos pais compreender melhor as atividades realizadas na escola. Há também encontros de formação para funcionários, destinado a melhorar a qualidade do trabalho oferecido à comunidade. Este ano, o tema do encontro com os funcionários foi A Ética Voltada para a Formação do Ser.

De acordo com Tânia, os encontros com as famílias incluem momentos lúdicos, palestras, estudos de casos e oficinas que sintetizam a vivência dos filhos na sala de aula. Dependência química, inclusão e exclusão social, desenvolvimento infantil, beleza e artesanato estão entre os temas tratados.


Fátima Schenini
Fonte: http://portal.mec.gov.br

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Amigos da Escola – voluntários sim, funcionários não

Valdeir Almeida

“Amigos da Escola” é um excelente projeto social criado pela Rede Globo de Televisão. Entre os objetivos do projeto está o de “Mobilizar voluntários por meio de campanhas na TV e informar a população (pelo site e pelo telefone) sobre as escolas que estão interessadas em receber voluntário”.

Entretanto, a comunidade escolar deve ficar atenta para que os voluntários não sejam substitutos de funcionários com vínculos empregatícios. Infelizmente, isso pode ocorrer. Afinal, todo projeto dessa grandeza social corre o risco de ser utilizado corruptamente por prefeituras ou governos que querem economizar na folha de pagamento do funcionalismo.

P.S.: Muitas pessoas “torcem o nariz” para a Rede Globo. Mas o projeto “Amigos da Escola” tem rendido bons frutos.

Mulheres mais escolarizadas têm menos filhos, confirma IBGE

uol educação
Isabela Vieira
Da Agência BrasilNo Rio de Janeiro

Quanto mais as mulheres estudam, menos filhos têm. É o que constata pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada hoje (17). O documento revela que mulheres com até sete anos de escolaridade têm quase o dobro de filhos do que aquelas que passaram oito anos ou mais no bancos escolares.

Realizada com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, a Síntese de Indicadores Sociais mostra que a taxa de fecundidade está caindo no Brasil nas últimas décadas e relaciona o índice com o nível de instrução das mães.

No caso de mulheres com menos de sete anos de estudo, a pesquisa revela que elas têm filhos mais cedo - a maioria, entre 20 e 24 anos (37% do total). Entre as adolescentes, de 15 a 19 anos, que têm menos de sete anos de estudo, 20,3% são mães.

O estudo considera alto o índice de adolescentes grávidas e alerta que essa situação atrapalha a vida das jovens. "O dado revela o lado cruel do aumento da fecundidade na adolescência, fator que dificulta o processo educacional e a inserção de adolescentes no mercado de trabalho".
Por outro lado, entre as mulheres com mais de oito anos de estudo, as taxas de fertilidade são de 25% para aquelas entre 20 e 24 anos e de 24,8%, entre as de 25 a 29 anos. Dessa maneira, as mulheres com mais escolaridade são mães, em média, com 27,8 anos, enquanto aquelas que não terminaram o ensino fundamental têm filhos com 25,2 anos.

A cor ou raça também é determinante em relação ao número de filhos. As mulheres negras (pretas e pardas, segundo critério do IBGE) têm famílias maiores. Não há muitas diferença regionais, porém a pesquisa destaca que no Sudeste as brancas têm a menor taxa de fecundidade (1,55 filho) do país e no Norte, as negras têm mais filhos (2,67 por mulher).
"Isso, talvez, se dê em função da escolaridade e da renda. Quando consultamos menores rendimentos, a maioria delas se declara preta e parda. Tem uma correlação positiva entre escolaridade, renda e cor muito flagrante”, justificou a pesquisadora Ana Lúcia Sabóia.
Embora persistam desigualdades, a fecundidade tem caído no país nos últimos anos, apesar do aumento em relação a 2008 (1,89 filho por mulher). Entre 2000 e 2009, a taxa passou de 2,39 para 1,94, aproximando-se da de países europeus (1,51 filho por mulher). Na América Latina e no Caribe, a média é de 1,17.
A pesquisa também destaca que no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, as taxas de fecundidade são as menores do país, 1,63 e 1,67 filho por mulher, respectivamente. No Acre e no Amapá, as famílias são mais numerosas, com taxas de fecundidade de 2,96 e 2,87.

O bullying não ocorre somente nas escolas

Por: Valeska Andrade
opovo

Para quem pensa que o bullying se restringe às instituições educacionais, um alerta.

O problema pode ocorrer em qualquer ambiente, já que designa atitudes agressivas frequentes com o objetivo de ofender alguém com menor capacidade de defesa.

Nas escolas, o medo de represálias faz com que muitos jovens se calem ao testemunhar a agressão.

A psicóloga clínica Stéphanie Sabarense explica que se sentir apoiado e protegido, principalmente pelos pais, é fundamental para a vítima superar a angústia e elevar a autoestima.

Mesmo com o aumento das iniciativas de combate a esse tipo de assédio moral, levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que um terço dos estudantes brasileiros já sofreu bullying.

A maioria (35,9%) está matriculada na rede privada. O Distrito Federal lidera o ranking nacional. Mais de 35% dos estudantes afirmaram serem vítimas desse tipo de humilhação.

Segundo a psicopedagoga Luciene Trindade, a ridicularizarão entre crianças e adolescentes sempre foi muito comum, mas somente há pouco tempo o assunto ganhou o destaque que realmente merece.

Fonte: Jornal de Brasília (DF)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Concurso escolar - Rondonópolis/MT

Fonte www.olhardireto.com.br 11/11/2010 - 17:28

Alunos participam de concurso que comemora aniversário de Rondonópolis

Da AssessoriaAlunos das redes municipais e estaduais de ensino participam do Concurso Pinte seu Amor por Rondonópolis, desenvolvido em comemoração ao aniversário da cidade que conquistou a emancipação político-administrativa no dia 10 de dezembro de 1953.

Crianças, adolescentes, jovens e adultos matriculados nas séries regulares do ensino fundamental e EJA disputam o concurso dividido em duas categorias. O resultado da disputa vai ser divulgado no dia 30 de novembro e os prêmios entregues entre 1º e 3 de dezembro, nas escolas.

São escolhidos os três melhores desenhos de cada categoria. A primeira delas é disputada pelos alunos do 2º e 5º ano, 1º segmento da EJA e 1ª fase do 1º ciclo até a 2ª fase do 2º ciclo. A segunda categoria é disputada pelos alunos do 6º ao 9º ano, 2º segmento da EJA e 3ª fase do 2º ciclo até a 3ª fase do 3º ciclo.

A gerente do Departamento de Divisão de Projetos e Programas Educacionais, Márcia Moreno, alerta aos professores e diretores de escolas que pretendem entregar os trabalhos dos alunos participantes na sede da Secretaria de Educação do Município que o prazo é até o dia 26 de novembro (sexta-feira).

O júri composto por 18 pessoas se reúne nos dias 29 e 30 para selecionar os melhores desenhos. O concurso é uma iniciativa da rede de supermercados Modelo que desperta o talento de crianças e adultos.

Opinião

Velha escola, professores competentes, bons tempos...

Iza Aparecida Saliés

Tenho saudade do Grupo Escolar Barão de Melgaço, escola de qualidade, para vir tinha que tomar lotação, a viagem era do porto à cidade, ou seja, ao centro, tomava o rumo da 13 de junho até chegar ao ponto final em frente da loja miglália ao lado do correio.

Era um prazer fazer esse roteiro todos os dias, rotina que possibilitava à infância divertir, brincar, sorrir e desfrutar do cardápio de opções de pirulitos, picolés, balas, cacau, suco de saquinho e outras atrações que ficavam na porta do grupo. Lembro também da hora do sino, da hora do hino da hora da sala de aula, o uniforme sapato boneca, meias três quartas brancas saias azuis e blusa branca.

Quanto às professoras, estas sim, mulheres dedicadas, deixavam seus lares para fazer o ofício de educar e ensinar, mulheres de respeito. Nobres professoras, brilhantes profissionais a Profª Adelaide Fortunato, Elizabeth Sena, Eneida Salla, no primário, pessoas que até hoje relembro com saudade, pois foram significativas em minha vida, ora eram professoras ora eram mães, apesar da rigidez e disciplina que eram componente obrigatórios para a formação das crianças da época.

Chegávamos à escola educadas, comportadas, jamais poderia contestar a professora, ir à breve? (banheiro) coisa muito difícil, precisava estar muito apurada, o uniforme deveria estar super limpo, bem passado, impecável essa era a escola em que as exigências eram salutares.

Como nossa formação familiar era rígida, coisas do tempo, então não estranhávamos o comportamento que precisávamos ter na escola, assim, ficava fácil para a professora dominar os alunos. Ainda assim, aparecia de vez em quando uma aluna querendo fazer gracinha, sem muito progresso.

Nos bons tempos em que a escola era o espaço de respeito, o templo do saber, as professoras eram pessoas dotadas de boa vontade, dedicavam parte do seu tempo em ensinar o melhor, não importava se era decoreba ou não, não importava se era disciplina rígida ou não, importava sim, com a formação integral da criança, alias desde aquele tempo já se preocupavam com a visão humanística da formação do aluno.

Assim foi o primário, mas o ginásio, esse sim, foi menos rígido, não só pelo fato de estar em outra etapa de ensino, como também na época já estavam discutindo a escola nova, e em Cuiabá não foi diferente, pois a universidade federal esta sendo instalada na capital.

Estudei muitos pontos, estudei muitas vezes na madrugada, tinha que decorar, memorizar. Recordo até hoje das sabatinas, prova oral e as famosas dissertações dos conteúdos do livro. Certo dia a professora Irmã Teresinha Arruda fez uma prova onde tínhamos que falar tudo que sabíamos sobre a Roma Antiga, tinha que escrever tudo que sabíamos sobre o tema sem esquecer se quer um item, não era fácil.

A dedicação das professoras e a credibilidade que elas inspiravam faziam delas, pessoas queridas, acolhedoras, de vez em quando passava mão nas nossas cabeças e dizia cuidado. Pouco a pouco elas iam desenvolvendo a difícil arte de ensinar com competência, seriedade e compromisso.

Outra exigência da época era a caneta tinteiro, como sou canhota tinha muita dificuldade para escrever, pois enquanto escrevia de um lado do outro já estava borrado e as professoras também tinham dificuldade para lidar comigo, é como se fosse trabalhar com aluno com deficiência.

O lanche, hora do leite, do picolé, do pirulito, do bolo vendido na porta do colégio, a queimada, a amarelinha, as brigas, tudo isso faz parte de um passado de felicidade de prazer em estudar, da vontade de ir para a escola, porque a professora era a autoridade máxima da sala de aula, sabia ensinar, estudava os conteúdos da aula, tinha respostas certas para nós.

A exigência das professoras por perfeição, o combate à rasura, o caderno perfeito, sem borrão ,sem orelha , sem sujeira , sem rasgado fazia parte da formação do aluno, contribuiu sobremaneira para a nossa vida como pessoa e como profissional.

A escola da saudade, a do passado, rígida, arbitrária às vezes controladora da peraltagens da infância, contuidista, com um curricular escolar elaborado para atender as elites, parece não ter pecado nos seus atos, porque de fato respondia às necessidades da sociedade do seu tempo.

Essa escola do passado que hoje criticamos, pela rigidez, pela forma de ensinar, que os estudiosos da pedagogia denominaram de tradicional, por lidar com o ensino e a aprendizagem numa perspectiva dura, de cobrança, de disciplina de autoridade o que propiciou ao seu aos alunos uma formação escolar de qualidade pelas vias da escola pública.

Agora convivemos com a chamada escola publica para todos, a escola que não pode chamar atenção do aluno, que não da conta dos conteúdos, que não da conta da formação de valores, não da conta da educação dos alunos, que não da conta da diversidade, que não da conta da pluralidade cultural, está ai, precisa mudar, mas, ainda não achou o seu rumo.

Esse modelo de escola precisa romper com essa fábrica de desigualdade, ocasionando em série a exclusão escolar, por meio dos subentendidos índices de evasão, repetência e defasagens idade/série e abandono, que são elevados, conhecidos pelo Sistema Educacional, porém com poucas perspectivas de solução imediata.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Escola - uso de celular

Usa ou não usa celular na sala de aula?

Iza Aparecida Saliés

A tecnologia invade a sala de aula e deixa os estudantes reféns dos celulares, aparelho que incomoda e atrapalha a aula do professor. Quando o professor está apresentando o conteúdo sua concentração está direcionada para aquele assunto, uma vez que o som surge, ia todos ficam dispersos.

Quando vejo comentários sobre a proibição do celular na sala de aula, acho que a escola precisa ser mais rigorosa, pois, a educação precisa de limites, sinto que parece que tudo pode, tudo está disponível, por estarmos passando pelo momento de conquista do espaço democrático, então , acham que pode tudo.

A escola é o lócus do aprender, ensinar, formar, estudar, por isso é importante à concentração, atenção, interesse, motivação, ali, as pessoas estão trabalhando e crianças, jovens e adultos, estudando.

Até pode haver necessidade de comunicação da família com seus filhos, nesses casos, usar o telefone da escola e falar com pessoas responsáveis, quando os pais agem dessa forma, ai sim estão colaborando com a disciplina na escola e os estudantes aprendem a não utilizar, sendo assim tudo estará solucionado.

Os professores estão com a maior dificuldade para fazer os alunos participarem da aula, motivar, despertar interesse deles, ficam distraídos por qualquer motivo, paqueram na sala, provocam os colegas, agora surge mais um dispositivo, o celular, motivo forte para dispersar a concentração na aula.

Não são todos os alunos, mas quando o telefone toca, ai sim, atrapalha mesmo, atrapalha sim, sem dúvida.

A escola ...

A escola precisa ser .............

Iza Aparecida Saliés

Aquela que tem um projeto pedagógico traçado com a participação coletiva de representantes de seus setores, beneficiando a comunidade;

Aquela que considera o aluno como participante ativo da construção de seu saber, portanto agente de sua formação e não mero objeto, um ouvinte passivo das informações que lhe são passadas;

Aquela que tem como propósito fundamental abandonar o ensino tradicional repetitivo e adotar a aprendizagem como construção de conhecimentos, partindo do que o aluno já sabe;

Aquela que troca os procedimentos metodológicos do instruir – ouvir -repetir, pela dinâmica do questionamento investigativo com reflexão – ação – reflexão , numa perspectiva interdisciplinar;

Aquela que considera a avaliação como processo de contínuo renovar e repensar e não como instrumento de repetição , de ameaça e de cobrança;

Aquela que considera a avaliação como processo de contínuo renovar e repensar e não como instrumento de repetição , de ameaça e de cobrança;

Aquela que estimula a socialização e a solidariedade por meio da parceria e do compartilhamento das tarefas em grupo;

Aquela que reconhece a necessidade de mudar a mentalidade das pessoas, conscientizando-as para a renovação, e de renovar os próprios métodos pedagógicos que usava.

Fonte: Texto de Martins, Jorge Santos, O trabalho com projeto de pesquisa, do ensino fundamental ao ensino médio, 2ª edição, Editora Papirus, 2002, Campinas São Paulo.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Celular na escola, uma necessidade da vida moderna

Iza Aparecida Saliés

http://www.izasalies.blogspot.com



O Prefeito de São Paulo proíbe o uso de celular na sala de aula das escolas municipais, louvável a atitude, pois, a educação precisa de limites, o que parece para a sociedade é que agora tudo pode, não obedecem mais as regras, acordos regimentos que possuem nas instituições de ensino.



A escola é o lócus do aprender, ensinar, formar, estudar, por isso é importante que o aluno concentre na leitura, nos estudos, prestar atenção na aula, tenha interesse, motivação, participe dos trabalhos de grupo e outras atividades que o professor utilize.



As novas tecnologias chegaram para facilitar a vida da humanidade, porém, em certo caso ela dificulta a convivência em determinados espaços coletivos, sei também que pode haver necessidade de comunicação da família com seus filhos, nesses casos, usar o telefone da escola e falar com pessoas responsáveis, assim tudo estará solucionado.



A escola, hoje enfrenta um grande problema, controlar o uso do celular na sala de aula, pois, além de desconcentrar o professor no momento da sua explicação, distrai o aluno que já tem dificuldade para participarem da aula, eles, ficam distraídos por qualquer motivo, e o celular é mais instrumento que provoca distração, passando a ser mais um motivo para desinteresse, sabemos que não são todos, mas, que atrapalha, atrapalha sim, sem dúvida.



Proibição isolada não funciona, mas, inibe o uso durante a aula.