quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

MT- Alunos recebem certificado de Programa de Resistência às Drogas

Redação 24 Horas News

Cerca de 2,5 mil alunos, de 23 unidades da rede municipal de ensino da capital, participam às 8h30, desta quarta-feira (07-12), no Ginásio Verdinho, da formatura geral do Programa Educacional de Resistências às Drogas e a Violência (Proerd) 2011.

O programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação de Cuiabá (SME) em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça de Segurança de Mato Groso (Sejusp). O objetivo principal é orientar os alunos sobre a questão das drogas e da violência, informando os males que elas causam na vida do ser humano e, consequentemente, na sociedade.

A parceria existe desde 2000 e trabalha com alunos do de 5º e 9º ano, que recebem orientações de cidadania e prevenção às drogas. A duração do curso é de três meses.

A mágica do saber

José Ventura Filho

De volta às aulas, deparo-me com as melhores lembranças do meu tempo de criança que hoje cristaliza todo o meu jeito de ser, vindo dos ensinamentos obtidos dos livros didáticos e das aulas ministradas por notáveis professores que desprendiam toda dedicação...

Lembro-me do cheiro dos livros, gizes, lousa, lanches, jogos, brincadeiras, cartilhas; dos cadernos de lição, de desenho e de caligrafias, todos em brochuras; das expectativas em torno dos novos professores e colegas de classe...

Não esqueço, também, dos livros padronizados com temas atualizados, abordando assunto geral, de divulgação técnica e científica, servindo de ano para ano, do ensino infantil ao universitário, onde as despesas diminuíam sensivelmente... O que atualmente não os vejo...

Era um mundo mágico onde o processo de conhecimento e de criatividade caminhavam juntos com a nossa própria realidade...

Existiam suas falhas e enormes eram as migalhas de aplicação dos recursos públicos para com as instituições em nível do ensino básico, fundamental e médio, mesmo com os esforços dos pais do alunado e dos dirigentes daqueles estabelecimentos educacionais...

Hoje, com Programas Governamentais e o uso da mídia, não vislumbro otimismo quanto ao desenvolvimento na área educacional, bem como na política ora desenvolvida na questão da remuneração e qualificação dos professores. Há um espaço a ser desejado e preenchido...

É necessário trazer às salas de aulas, além dos livros didáticos, maiores investimentos no campo profissional e científico e nos materiais acessíveis às informações para que possam atingir com rapidez um processo de aprendizagem mais globalizado, sistematizado e eficaz, a fim de afastar o nosso país de um ensino estagnado.

Gratidão é colocar-se a serviço dos outros

José Carlos Fernandes da Silva

Por conta da realidade de violência em que vivemos, nem sempre é fácil perceber a gratidão. Mas, olhando na experiência do dia a dia, as pessoas demonstram gratidão de diversas formas em atitudes de doação e afeto para com os outros. A solidariedade também é uma forma de gratidão a Deus.

No meu caso, por exemplo, enquanto deficiente, sou grato quando as pessoas me oferecem ajuda. Por me sentir ajudado, acolhido e observado, eu também me sinto obrigado a agradecer às pessoas, o que também ajuda na minha maneira de rezar. A minha oração é de gratidão porque Deus se manifesta através das pessoas. E vivencio isso, pois há 14 anos estou com dificuldade de andar, mas fiquei dois anos paraplégico. E então fui descobrindo a sensibilidade e como as pessoas são capazes de ser gentis.

Atitudes de humildade e louvor

A doação para os outros pode ser uma atitude de gratidão por algo recebido, mas é algo mais amplo do que isso. Nas pessoas gratas há, sim, esse aspecto da retribuição: por ter recebido algo, devolve por gratidão. Contudo é algo que extrapola a atitude de dar e receber.

Posso demonstrar gratidão às pessoas por simpatia, por achar que algumas merecem o meu amor ou por sentir amor por elas. Por exemplo, numa relação de marido e mulher, eles se doam porque se amam. Quando a pessoa ama, se sente no dever de ser grata por ser amada.

A partir do momento em que tomamos consciência de que somos limitados, nos abrimos para aceitar o afeto e a ajuda do outro e de Deus. E isso torna-nos humildes, fazendo-nos reconhecer que somos necessitados. Nesse sentido, a humildade é um elemento importante no processo de gratidão. Ao mesmo tempo em que podemos contar com o outro para as nossas necessidades, nos sentimos gratos e no dever de retribuir de alguma forma.

A gratidão pode ser encontrada em diversos trechos da Bíblia. No Novo Testamento, por exemplo, gosto muito da passagem quando Jesus diz, em uma atitude de louvor: “Bendigo-te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos” (Lc 10,21). No evangelho de Lucas (17,11-19) também é narrado o episódio em que Jesus cura dez leprosos, mas apenas um retornou para agradecer. A carta de São Paulo aos Coríntios, no capítulo 13, quando fala das características do amor, ajuda a nos mantermos humildes, necessitados da graça de Deus e desafiados a retribuir as benesses recebidas.

Cuidar da natureza, cuidar da vida

O próprio São Francisco, na maneira de se relacionar com a natureza e com os seus contemporâneos, revela uma gratidão ao Criador. Hoje, entretanto, quando se observa a questão do desmatamento e das catástrofes ambientais, pode-se pensar que o ser humano não tem sido muito grato por tudo que recebe de Deus. Parece que as pessoas não estão mais ligando para nada, que perderam o sentido da vida e a banalizaram.

Mas podemos olhar também para as pessoas que se colocam em defesa do meio ambiente. O Brasil está cheio de pessoas que cuidam da natureza com carinho. Há pessoas, inclusive, que se tornam mártires dessa causa, como o casal José Cláudio e Maria do Espírito Santo, assassinados em maio, no Pará.

Reconheço as situações negativas, mas vejo também pessoas e entidades que se colocam a serviço da natureza e da vida humana. É um trabalho lento, que requer paciência, especialmente de quem espera resultado imediato ou lucro.

Também o jovem é sensível para as necessidades do outro e para os problemas sociais e ambientais. O jovem também é sensível à gratidão e responde positivamente se for convidado a uma ação concreta. Mas, para isso, ele necessita de referências, de alguém que caminhe ao seu lado, sem tomar o seu lugar nas ações.


AtividadeEu agradeço
Na tradição judaica e cristã, ação de graças é o ato de louvar e bendizer a Deus, fonte de toda vida. Mais do que proferir palavras e orações, ação de graças é um modo de viver e de ser, no qual prevalece o sair de si, o servir e a partilha, pois, como diz o profeta Amós: “Eu quero, isto sim, é ver brotar o direito como água e correr a justiça como riacho que não seca” (Am 5, 24).
Sugerimos ler, recitar e rezar o poema Humildade, da poetisa Cora Coralina, agradecendo o pouco que temos e todas as manifestações de pessoas que defendem a vida.
Humildade (Cora Coralina)
Senhor, fazei com que eu aceite
Minha pobr eza tal como sempre foi.
Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
E se perdeu por caminhos er rados
E nunca mais voltou.
Dai, Senhor, que minha humildade
Seja como a chuva desejada,
Caindo mansa.
Longa noite escura
Numa terr a sedenta
E num telhado velho.
Que eu possa agradecer a vós,
Minha cama estreita,
Minhas coisinhas pobr es,
Minha casa de chão,
Pedr as e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
Debaixo do meu fogão de taipa,
E acender, eu mesma,
O fogo alegre da minha casa
Na manhã de um novo dia que começa.

José Carlos Fernandes da Silva,
frei franciscano da Província Santo
Antônio do Brasil, Lagoa Seca, PB.
Endereço eletrônico: carlosfernandes25@yahoo.com.br
Artigo publicado na edição nº 419, jornal Mundo Jovem, agosto de 2011, página 17.

Alunos melhoram habilidades de leitura e escrita com jornal

Luan Santos

Política, economia, esportes e cultura são algumas das seções de um jornal impresso. É uma fonte rica de informações acerca do que acontece na sociedade local e mundial. Mas o jornal não é apenas utilizado como informação, ele é também uma rica ferramenta pedagógica. E o Programa A TARDE Educação está disseminando esta prática e os resultados continuam a aparecer.

Na cidade de Crisópolis, a 215 km de Salvador, o jornal está sendo utilizado em sala de aula pelos professores. Na Escola Municipal Caio Caldas Sobrinho, a professora Mariluce Souza resolveu por em prática sua criatividade com o jornal em sala de aula com alunos do sexto ano do ensino fundamental. Primeiro, ela explicou como é a estrutura de um jornal, passando por todas as seções que formam o periódico. Em seguindo, realizou uma atividade chamada “Lendo Através de Imagens”, com o objetivo de promover maior proximidade dos alunos com o jornal.

“Desta forma, proporcionamos um conhecimento mais amplo das informações contidas no jornal, focando nas imagens e estimulando nos alunos o interesse pela leitura e produção de textos”, relata a professora. Para desenvolver esta atividade a turma foi dividida em grupos de quatro alunos, sendo que cada grupo recebeu um exemplar de A TARDE. De forma dinâmica e criativa, os alunos selecionaram imagens de matérias atuais e através dessas imagens criaram os seus textos.

Desta forma, os alunos criaram textos baseados nas imagens que selecionaram e na breve leitura que fizeram dos textos. “Conclui que o objetivo proposto na atividade teve um bom resultado. Os alunos aprenderam a ler o jornal com uma outra visão e fazer a leitura de imagens, que antes não faziam”, conta Mariluce.

Segundo ela, a atividade estimulou os alunos para que lessem mais, de maneira que melhoraram seu desempenho em sala de aula em relação à leitura e escrita. “Percebi também que através deste trabalho houve maior interesse pela leitura e escrita, pois agora leem e produzem com um outro olhar”, diz.

Sobre o A TARDE Educação

O programa A Tarde Educação é uma iniciativa de A TARDE e visa levar o periódico impresso às escolas, de maneira a democratizar a informação e incentivar a construção de novos leitores. Foi implantado há 15 anos e atende hoje a mais de 3300 escolas das redes estaduais e municipais de ensino nas 40 cidades baianas em que está presente. As instituições integradas ao programa recebem diariamente o periódico impresso para ser utilizado em sala de aula.

Autoestima e Aprendizagem

Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2011

Maria Irene Maluf

Como professora e como psicopedagoga, venho a cada dia me preocupando mais com a questão da baixa autoestima de nossas crianças e jovens. Percebo que essa pode ser uma importante agravante dos problemas de desenvolvimento pessoal, escolar, profissional e da atuação social de muitas crianças, jovens e adultos e que atinge mais rudemente aqueles cujo comportamento, performance acadêmica ou características singulares, demandem atendimentos especiais.

De importância vital para a saúde mental, a autoestima nem sempre é cuidada com a atenção devida e como é comprovadamente um suporte importante para o sucesso da aprendizagem, torna-se um assunto relevante para todos os professores e psicopedagogos.

A partir do nascimento, a criança vai formando uma representação mental de si mesma, que transcende o aspecto físico e envolve os sentimentos e as idéias que constrói a seu próprio respeito. Esta estrutura mental, também chamada deautoconceito, forma-se a partir das mensagens objetivas e subjetivas que o meio ambiente, a família e depois a escola, lhe envia a cada momento e do modo como a própria criança se percebe.

Simultaneamente a criança vai construindo uma imagem ideal da pessoa que gostaria de ser. Da comparação entre a imagem que foi formada através do autoconceito com essa outra imagem internamente idealizada, é que se começa a formar a autoestima, que é em última instância uma manifestação afetiva da pessoa a seu próprio respeito.

Essa questão é facilmente ilustrada pela observação de crianças e jovens com Transtorno do Déficit da Atenção com ou sem Hiperatividade-TDAH, que na sua maioria acabam por apresentar problemas de baixa autoestima. As causas são diversas, desde o fato de receberem muitas advertências e informações seguidas, no sentido de controlarem seu comportamento irriquieto, impulsivo e desatento, como também por se perceberem geralmente pouco populares e queridas entre seus iguais, devido ao seu modo de agir.

Crianças e jovens com TDAH, possuem ao longo da carreira acadêmica, uma chance muito grande de alcançarem resultados pedagógicos abaixo da média e receberem no dia a dia uma série de sinais de que são indesejados, pouco confiáveis e inadequados. São freqüentemente crianças mais difíceis de educar, de aprenderem a cumprir regras, aceitarem normas e acabam por exasperar pais e professores.

Os adultos que os cercam não percebem geralmente, o seu empenho para agradar, para fazer amigos, para controlar a sua própria atenção e até para avaliar objetivamente o resultado de seus trabalhos escolares, etc, o que aumenta a cada dia sua insegurança, sua ansiedade e sensação de frustração. Para eles o esforço realizado é enorme e o resultado, quase sempre medíocre.

Sabemos que tanto na família como no contexto escolar muito cedo se ensina às crianças, qual é o modelo de aluno exemplar. Ao comparar seus resultados pedagógicos e comportamentais com os dos seus colegas e com essa imagem de ideal delineada desde cedo, é de se esperar que sendo inteligentes, os alunos portadores de TDAH, percebam que por algum motivo que não compreendem, estão em desvantagem e que correr atrás do prejuízo, não resulta em melhoria alguma, pois sempre parecem cometer enganos independentes de sua vontade.

A idéia que fazem de si próprios começa rapidamente a ser destruída pelas mensagens do meio, seja de seus professores ou colegas ou mesmo pais e essas são razões mais do que suficientes para explicar o grande número de alunos portadores de TDAH que acabam precisando de ajuda especializada. Sentem-se injustiçados, incompreendidos, destinados ao fracasso, o que só aumenta sua frustração e a certeza de que são incapazes, gerando um ciclo vicioso impulsionado e alimentado pela baixa autoestima que se instala. Com a falta de motivação decorrente, em geral terminam por abandonar as tarefas diante da primeira dificuldade e se escondem por detrás de um comportamento cada vez mais inadequado.

Para melhorar essa questão algumas medidas podem ser adotadas por professores e familiares, entre elas:

- O hábito de elogiar os aspectos mais positivos e as condutas mais próximas da adequada até para que a criança perceba melhor como comportar-se e o que esperam dela na prática;

- Agir empaticamente com a criança, mostrando sua compreensão e seu apoio, enaltecendo todos os pequenos sucessos e deixando para criticar apenas os grandes deslizes: saber tolerar suas dificuldades e dar atenção aos comportamentos indesejados apenas quando muito importantes, diminuirá sensivelmente a sua sensação de fracasso e seus rompantes comportamentais;

- Respeito é básico e as mensagens de advertência devem ser feitas ao comportamento e nunca à criança e sempre de modo carinhoso e calmo;

- Apontar diferenças entre irmãos ou colegas é outro erro que somente aumentará o problema. É preferível elogiar os aspectos positivos de cada criança e usar deles e até das características menos brilhantes como uma vantagem num projeto comum: se um escreve com facilidade, o colega desenha bem, o outro tem idéias criativas, etc,. Veja que bela equipe de trabalho pode ser formada!;

- Incentivar o comprometimento de cada aluno dentro de suas facilidades naturais ou aptidões já adquiridas no trabalho escolar, gera motivação, empenho e desejo de aprender mais. Poucas pessoas sentem-se empolgadas ao deparar-se com dificuldades muito acima de suas potencialidades;

- Ensinar a reconhecer os seus limites momentâneos, tanto nas dificuldades pessoais quanto acadêmicas, é o melhor para criar o desejo de superá-lo;

- Ter sempre em mente que o grande professor, é aquele que faz a diferença na vida do aluno,porque o ajudou a vencer, não aos outros, mas a si mesmo!


Maria Irene Maluf irenemaluf@uol.com.brPedagoga, especialista em Educação Especial e Psicopedagogia.

MT- Após 30 dias, servidores da Secitec continuam em greve

Paralisação seria a mais longa da história de Mato Grosso

Servidores estão em greve há mais de 30 diasDA REDAÇÃO

Após trinta dias em greve, os servidores efetivos das Escolas Técnicas Estaduais, ligados à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, alegam não terem sidos procurados ainda por nenhum representante do Estado para negociar com a categoria.

Para o servidor da Unidade de Rondonópolis Gleyson Cezar Leme da Silva, “será difícil a justiça declarar a greve ilegal, uma vez que apenas os servidores efetivos estão em greve, ou seja, a minoria. “Sem falar que o ato ilegal está sendo do Governo do Estado que recusa a dialogar com a categoria e que nunca nos deram nenhuma resposta".

Essa é a segunda greve dos servidores este ano, a primeira ocorreu em julho por tempo determinado. Desta vez eles prometem ficar em greve até que tenham as suas reivindicações atendidas.

De acordo com o presidente do Sindicato da categoria, Valdivino de Souza Barbosa, “caso o governo continue negligenciando, esta poderá se tornar a greve mais longa da história do estado de Mato Grosso”.

Além de um novo PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) a categoria luta pela realização de um novo concurso público, pela implantação da gestão democrática nas escolas, um programa de qualificação profissional para técnicos e professores e um aumento nos investimentos nas Escolas Técnicas garantidos em lei.

As aulas nas escolas continuam, pois a maior parte dos servidores são contratados, e sendo assim, não podem aderir à greve. Porém alguns atendimentos técnicos administrativos executados por efetivos e as aulas ministradas por professores efetivos estão paralisados.

TV Escola vai adotar plataformas interativas na programação em 2012

A TV Escola do Ministério da Educação (MEC) prepara-se para atuar, a partir do próximo ano, como uma plataforma interativa de distribuição de conteúdo audiovisual. Com isso, pretende aprimorar a aprendizagem e as práticas de ensino.

A proposta da TV Escola, agora subordinada à Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, ganha impulso a partir das idéias e experiências sobre interatividade, convergência de mídias e produção de conteúdos digitais para as escolas públicas compartilhadas no encontro Educação e Novos Paradigmas (EduTec), realizado nesta terça-feira, 6, no Rio de Janeiro. As discussões sobre inovações tecnológicas desenvolvidas em várias partes do mundo e suas múltiplas utilizações na educação já induzem a mudanças, como a que se propõe a TV Escola.

Ao longo deste ano, foi desenvolvido trabalho específico de avaliação de um novo formato para ela, até se chegar à realização do encontro da EduTec. “A TV Escola, agora sob a coordenação da SEB, é uma agenda urgente para a educação”, afirma a secretária de educação básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda. “Queremos explorá-la da melhor forma possível para que seja um avançado espaço de diálogo e aprofundamento da educação, com a participação de todos.”

CE aprova novos critérios para compra e distribuição de material didático na rede pública de ensino

Os programas federais de seleção, aquisição e distribuição de material didático-escolar para a educação básica deverão se submeter a novos critérios e diretrizes. Segundo a Agência Senado, essa mudança vai alcançar a destinação de livros, obras de referência, periódicos e material de apoio pedagógico a alunos e professores da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, incluindo a educação de jovens e adultos.

A medida deverá beneficiar estudantes da rede pública e de escolas sem fins lucrativos conveniadas com o governo e está prevista em projeto de lei (PLS 415/11) do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) aprovado terminativamente, na terça-feira (6), pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Para receber esse material, as escolas federais, estaduais e municipais - além das conveniadas - deverão firmar termo de adesão específico. Seu processo de aquisição e distribuição levará em conta os registros oficiais do censo escolar relativos ao número de alunos matriculados e professores em exercício.

O projeto também deixa expressa a responsabilidade de a União, os estados e os municípios atuarem em regime de colaboração para assegurar que esse material didático-escolar chegue às escolas antes do início das atividades letivas.

MT- Abertas inscrições para curso de 2ª Licenciatura em História

Redação 24 Horas News

A Universidade Aberta do Brasil (UAB) e a Universidade Federal do Mato Grosso, por meio do Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor), oferecem 50 vagas para professores da rede pública de ensino interessados em obter segunda licenciatura em História. As aulas serão ministradas por professores doutores e mestres do Departamento de História da UFMT, campus Rondonópolis, e professores convidados.

As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de dezembro. Os candidatos devem ser portadores de diploma de curso superior em licenciatura plena; e professores da rede pública de ensino do Estado do Mato Grosso, que ministram ou ministraram aulas de História e são licenciados. Os interessados devem solicitar a ficha de inscrição pelo endereço eletrônico paulafaustinosampaio@yahoo.com.br e postar a documentação para o seguintes endereço:
Campus Universitário de Rondonópolis –UFMT – Departamento de História – Sala da Coordenação Rodovia Rondonópolis/Guiratinga – MT 270 – Km 06, Bairro Sagrada Família
Rondonópolis-MT - CEP: 787350-901

Após o período de inscrição, os 50 professores serão classificados a partir dos seguintes critérios: 1 - os primeiros 50 professores inscritos, considerando data e horário da inscrição; e 2 - ter ministrado aulas de História, comprovado por declaração das unidades de ensino público. A relação dos candidatos aprovados será divulgada no departamento de História até do dia 23 de dezembro.

O curso de 2ª Licenciatura em História será ministrado no campus universitário de Rondonópolis, pelo Departamento de História. O curso tem carga horária de 1.400 horas, dividida em quatro módulos. As aulas serão ministradas nos períodos de férias escolares, finais de semana e feriados (a ser decido com os alunos). O curso deve começar em janeiro de 2012 e terminar em fevereiro de 2014.

A Universidade Aberta do Brasil é um sistema integrado por universidades públicas que oferece cursos de formação universitária, por meio do uso da metodologia da educação a distância e modular. No caso do Parfor, têm prioridade de atendimento os professores da rede pública, seguidos dos dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos estados, municípios e do Distrito Federal.

Mais informações podem ser obtidas pelos endereços eletrônicos: uabufmtroo@gmail.com e paulafaustinosampaio@yahoo.com.br ou pelos telefones: (66) 8128 7565 (professor Luciano Carneiro) – Departamento de História/UFMT; (66) 9625 4353 (professora Paula Sampaio) – Departamento de História/UFMT; (66) 8418 3317 (professor Jairo Fleck) – Departamento de História/UFMT; e (66) 8112 0347 (professora Thaís Leão)

MT- Programa alfabetiza alunos da Zona Rural de Nortelândia

Redação 24 Horas News


A Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura Municipal de Nortelândia desenvolve num regime de colaboração com o Governo Federal e Estadual, o Programa Brasil Alfabetizado, que objetiva erradicar o analfabetismo no Brasil e especificamente no município.

Em Nortelândia o projeto é coordenado pela professora Brunna Quinteiro e ministrado pelas educadoras Suelen Rodrigues e Daiane Augusta, que neste ano de 2011, alfabetizaram 22 alunos do Assentamento Raimundo da Rocha (Barreirão) na Zona Rural, onde vivem 194 famílias.

A Secretária Municipal de Educação, Marlene Júlia Scarpat, destacou a importância do programa para a sociedade, principalmente para aqueles que por motivos diversos, não tiveram na infância a oportunidade de sentar num banco de escola, e agora podem aprender o alfabeto e a junção das letras que formam palavras, frases e consequentemente conseguir ler e escrever.

“As pessoas se sentem felizes quando conseguem ler e escrever, visto que muitas se quer sabiam escrever seu próprio nome. O mundo para elas sofre uma transformação muito grande” sintetizou a titular da Educação em Nortelândia.

O programa é voltado para alfabetização de jovens, adultos e idosos, se transformando em uma porta de acesso a cidadania, despertando nas pessoas o interesse pela elevação da escolaridade, descobrindo um novo mundo a sua volta e podendo entendê-lo melhor, facilitando inclusive tarefas básicas do dia a dia.

MT- Trabalhadores de Alto Boa Vista sofrem retaliação após fim da greve

Redação 24 Horas News


Os trabalhadores da educação de Alto Boa Vista, no Norte Araguaia de Mato Grosso. estão sofrendo retaliação da Prefeitura desde a suspensão do movimento grevista, no dia 21 de novembro. A greve durou 38 dias. As represálias vão desde o corte de ponto à portaria que designa mudança de cargo. A denuncia foi feita pela presidente da subsede dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Elione José da Costa.

Ela disse que está inconformada com a política exercida pelo prefeito Wanderley Perin. “Sabemos que a ditadura militar acabou há décadas em nosso país, mas em Alto Boa Vista está ocorrendo barbaridades”, desabafou a sindicalista. ”Querem nos calar. Não fizemos nada de errado, apenas lutamos pelos nossos direitos que estão garantidos na Constituição Federal”, afirmou a presidente da subsede.

A vice-presidente da subsede de Alto Boa Vista, Almiria Rosa Francisca de Souza, é um exemplo das retaliações praticadas pela prefeitura municipal. Efetivada desde 2007 como agente administrativa, a sindicalista exerce cargos importantes na área da Educação no município, dentre eles: a presidência do Conselho Deliberativo da escola - eleita pela comunidade escolar; e membro suplente do quadro técnico administrativo do conselho Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da Escola Municipal Betel.

Na assembleia em que foi deliberado o fim da greve, por motivo de saúde, Almiria Rosa não compareceu, porém a sua ausência foi justificada com a entrega de um atestado médico válido para o período de uma semana. Mesmo assim, ao retornar as atividades recebeu uma portaria comunicando a sua transferência para a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), cargo que não condiz com as suas especializações.

Com esta determinação, a trabalhadora é excluída do quadro educacional e não poderá ser beneficiada, conforme a Lei 12.014/2009. Graduada em Letras, Almiria Rosa tem especialização em Gestão Orientação e Supervisão Educacional. Na última terça-feira (29), a trabalhadora denunciou o caso ao Ministério Público Estadual (MPE) e espera retomar as atividades na área da Educação.

Dentre as reivindicações da categoria está a reestruturação do Plano de Cargos, Carreira e Salário (PCCS), com o enquadramento dos trabalhadores da educação. De acordo com a presidente da subsede, “agiram de má fé com a trabalhadora; ignoraram o lado humano” e todos os investimentos em formação da trabalhadora.

As retaliações continuam. Os trabalhadores da educação já haviam elaborado um novo calendário de reposição, aprovado pelos pais dos alunos, pelo Conselho Tutelar e protocolado junto à Promotoria da comarca de São Felix do Araguaia. Mesmo assim, o prefeito Wanderley Perin desconsiderou o documento e cortou ponto e salário dos trabalhadores.

MT- Alunos recebem certificado de Programa de Resistência às Drogas

Redação 24 Horas News

Cerca de 2,5 mil alunos, de 23 unidades da rede municipal de ensino da capital, participam às 8h30, desta quarta-feira (07-12), no Ginásio Verdinho, da formatura geral do Programa Educacional de Resistências às Drogas e a Violência (Proerd) 2011.

O programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação de Cuiabá (SME) em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça de Segurança de Mato Groso (Sejusp). O objetivo principal é orientar os alunos sobre a questão das drogas e da violência, informando os males que elas causam na vida do ser humano e, consequentemente, na sociedade.

A parceria existe desde 2000 e trabalha com alunos do de 5º e 9º ano, que recebem orientações de cidadania e prevenção às drogas. A duração do curso é de três meses.

Riva destina emendas ao sistema socioeducativo de MT

Redação 24 Horas News


Um dos desafios do Governo do Estado é melhorar o sistema socioeducativo de Mato Grosso, que passa por sérias dificuldades para atender a demanda. Diante desse contexto, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PSD) destinou as emendas que tem direito para ajudar na reestruturação do sistema. Os recursos serão previstos na Lei Orçamentária Anual – LOA 2012, para garantir a execução das obras.

A primeira emenda de Riva adita ao Projeto de Lei 562/2011 da LOA 2012, de autoria do Poder Executivo, e destina à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos - SEJUDH, o montante de R$ 540 mil, da Reserva de Contingência, para o aparelhamento e readequação das unidades de internação da região metropolitana do Complexo Pomeri de Cuiabá.

Riva argumenta que na proposta apresentada pelo Governo foram alocados R$ 800 mil reais, que segundo ele, são insuficientes para a reestruturação do complexo que não dispõe de condições adequadas para a recuperação de adolescentes em conflito com a lei. “E a única alternativa para mudar esta realidade é adequar a estrutura existente aos parâmetros do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – Sinase”, diz trecho da emenda.

Riva também quer garantir na LOA, mais duas emendas para a construção de unidades descentralizadas socioeducativas, sendo uma em Tangará da Serra e outra em Sinop. Para isso, destinou R$ 2 milhões em emendas. A intenção é a de melhorar o sistema e ajudar o Governo a garantir o retorno dos menores infratores à convivência familiar, totalmente recuperados.

Também justifica que nessas cidades não há unidade socioeducativa, bem como não dispõem de espaço adequado para a internação de adolescentes em conflito com a lei. “A construção dessa unidade possibilitará atendimento digno aos adolescentes, possibilitando a recuperação para a reinserção na sociedade”.

CURSO – Riva também apresentou uma emenda que destina R$ 550 mil para a realização do curso de Formação de Sargentos. A iniciativa, segundo o presidente, vai assegurar o preenchimento das vagas existentes, já que desde 2002 o curso vem sendo adiado por medidas judiciais.

Aumento de investimentos em educação pode ficar aquém das expectativas

Agência Brasil



Uma diferença aparentemente sutil no futuro texto do Plano Nacional de Educação (PNE), apresentado ontem (6) na Câmara dos Deputados, poderá fazer a diferença de alguns bilhões de reais em investimentos na área. A proposta de substitutivo elaborada pelo relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), coloca como meta o investimento de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) considerando o investimento público total em educação. A proposta encaminhada pelo governo, no ano passado, falava em investimento direto em educação. A diferença entre os dois é que, no primeiro caso, são incluídos recursos públicos investidos em entidades privadas, em bolsas de estudo e até em contribuições sociais de aposentadoria de trabalhadores da área. Já no segundo, são contabilizadas apenas as verbas aplicadas diretamente no sistema público de educação.

Na prática, a mudança do conceito de investimento significa uma ampliação mais tímida dos recursos. Considerando o investimento público total, o patamar atual de investimento em educação é de 5,7% do PIB. A meta de investimento de 8% do PIB definida no relatório significaria, portanto, um crescimento de 2,3 pontos percentuais – enquanto a expectativa das entidades era que esse aumento fosse mais significativo.

Para a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, principal entidade que articula a mobilização social em torno da aprovação do projeto, a mudança do texto foi uma “manobra contábil” para camuflar os investimentos reais. A entidade defende, junto com outras organizações da sociedade civil, que o patamar de investimento incluído no PNE seja de 10% do PIB.

O relator da proposta admite que a alteração do texto foi “fruto do processo de negociação” com o governo, mas nega que tenha sido uma manobra. Nas últimas semanas, Vanhoni adiou diversas vezes a apresentação do relatório do PNE porque não chegava a um consenso com o governo sobre a meta de investimento. A proposta inicial enviada pelo Executivo previa a ampliação dos investimentos para 7% do PIB, índice que foi aumentado para 8%. Essa expansão dos recursos deverá ser feita no prazo de dez anos, período que irá vigorar o novo plano. O projeto estabelece 20 metas educacionais que deverão ser alcançadas pelo país neste prazo. Entre elas, o aumento de vagas em creches, a ampliação de escolas em tempo integral e a expansão das matrículas em cursos técnicos.

O relatório apresentado ontem traz o custo financeiro de cada uma das 20 propostas. Segundo Vanhoni, a meta de investimento de 8% do PIB em educação é o suficiente para pagar as mudanças previstas no projeto, ainda que seja considerado o investimento total em educação e não o direto. “A discussão tem que ser feita em torno do plano de metas e não apenas de índices. O debate que a Câmara precisa fazer é quais as metas para as diversas modalidades para incluir desde as crianças até 3 anos a jovens de 18 a 24 anos no sistema educacional brasileiro e de qual valor nós vamos dispor para custear isso”, argumentou.

A vigência do antigo PNE terminou em dezembro de 2010 e, no momento, não há plano em execução. O impasse em torno do percentual de investimento pode deixar a aprovação para 2012. O texto ainda precisa ser apreciado pelo Senado.

MT- Cuiabá lança projeto inovador para preparar para concursos públicos

Da Redação

Está em processo de formatação, a licitação para escolha da empresa, que irá realizar a seleção de prestadores de serviços para ministrar aulas no Cuiabá Vest Concursos. O projeto, pertencente à Fundação Educacional de Cuiabá (Funec) foi autorizado pelo prefeito Francisco Galindo, nesta quarta-feira (07-12).

O Cuiabá Vest Concursos - curso preparatório para concursos públicos, em nível médio, será ofertado gratuitamente pela prefeitura da capital, nos mesmos moldes do Cuiabá Vest. Ao todo serão abertas 250 vagas, a previsão é que o pólo experimental comece as atividades em março do próximo ano. O local ainda está indefinido, entre o anfiteatro da Escola Estadual Presidente Médici e a sede da Funec.

Conforme o diretor executivo da Funec, professor Mário Nadaf, a seleção dos alunos deve ocorrer no início de março. A previsão é que aulas comecem na segunda quinzena do mesmo mês.

Cuiabá Vest

A Funec é a instituição da Prefeitura, responsável pelo Cuiabá Vest. O curso gratuito é uma complementação escolar, que visa preparar alunos da rede pública de ensino, que já concluíram ou ainda estão cursando o ensino médio, para o ingresso no ensino superior. Atualmente, o Cuiabá Vest atende a 2.530 alunos.

A Funec fica localizada na Rua Pedro Celestino, 26 – 1º ANDAR, no centro. O telefone: 3322-4775.

MT - Projeto Fortalecer reduz mais de 90% de evasão escolar

Da Redação

Criado para reduzir a evasão escolar na rede municipal de ensino na cidade de Várzea Grande, o projeto Fortalecer conseguiu reduzir em mais de 90% nos casos atendidos. Dos 2.345 alunos encaminhados pelas escolas, 2.202 deixaram de faltar as aulas depois da intervenção do projeto. Implantado em 2004 pelo Ministério Público Estadual, em parceria com a Prefeitura Municipal e Univag, o projeto Fortalecer atende hoje 47 escolas municipais e duas estaduais em Várzea Grande. Na noite desta terça-feira (06.12), os agentes voluntários que atuam no projeto receberam Certificados de Capacitação e Treinamento.

Para a coordenadora do projeto, procuradora de Justiça Silvana Corrêa Vianna, o resultado das ações deve-se à parceria entre as instituições e aos voluntários. “A finalidade é resgatar os valores da comunidade, da escola e da família. O Ministério Público não obteria êxito se não fosse a união de esforços dessas instituições e de pessoas que acreditaram que poderiam contribuir para a melhoria da educação. No início, tivemos muita resistência porque acreditavam que o projeto era uma espécie de fiscalização, porém, com o tempo, a comunidade escolar entendeu o nosso trabalho e nos recebe de braços abertos”, disse ela.

O projeto, que foi criado em agosto de 2004, desenvolveu um questionário para descobrir os principais motivos das faltas dos estudantes. Entre os problemas constatados estão o bullying, gravidez na adolescência, dificuldades em acordar cedo e falta de recursos para comprar roupas e materiais didáticos. “Outros problemas também foram identificados e encaminhados aos órgãos competentes para as devidas intervenções, como suspeitas de abuso sexual e de exploração sexual, uso de entorpecentes e negligência familiar”, informou a coordenadora do projeto
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Para a diretora da Escola Municipal Antônio Joaquim de Arruda, Vanilda Pereira Batista, muitas vezes, os alunos faltam as aulas por falta de comprometimento dos próprios pais ou responsáveis. “Essa parceria é extremamente importante para garantir o aluno dentro da sala de aula. Todas as escolas que tiveram apoio do projeto Fortalecer tiveram a evasão escolar reduzida. Em 2010, por exemplo, a evasão na nossa escola foi de apenas 1%”, garantiu ela.

Além dos 31 agentes voluntários que trabalharam projeto, oito estudantes de Serviço Social da Univag também participaram das atividades e receberam Certificados. “A Univag terá um engajamento ainda maior no projeto Fortalecer. Além do curso de Serviço Social, queremos envolver estudantes de outros cursos para atuar e contribuir com as atividades”, enfatizou o professor de Direito da Univag, Ronan Jackson Costa, que representou o reitor do Centro Universitário.

Assim como a Univag, a Prefeitura de Várzea Grande também garantiu o compromisso com o projeto. “Em 2012, vamos continuar contribuindo com o Fortlecer. Isso é obrigação do poder público, que deve ofertar ensino de qualidade à população”, afirmou o prefeito municipal, Sebastião dos Reis Gonçalves. Já a representante do vice-governador, Chico Daltro, professora doutora da Universidade Federal de Mato Grosso, Rosângela Saldanha, ressaltou que o projeto deve ter continuidade em função do sucesso obtido. “A união de esforços possibilitou a mudança no comportamento dessas pessoas”.

“Com um baixo custo, o projeto surtiu um efeito muito grande, pois resgatou a dignidade e o exercício da cidadania. Isso tudo graças a visão dessas instituições e a paixão dos voluntários, que acreditaram que esse trabalho poderia modificar a realidade. Temos que acreditar que a escola pública pode melhorar e contribuir com essa transformação”, afirmou o titular da Procuradoria Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente, procurador de Justiça Paulo Prado.

Também participaram da entrega dos Certificados os secretários municipais de Várzea Grande de Educação, Odenil Sebba, da Agência Municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Desenvolvimento Humano, João Bulhões, e de Assuntos Estratégicos, Yênes Magalhães e o vereador e secretário de governo de Várzea Grande, Wilton Coelho e Coronel da Polícia Militar, Orestes de Oliveira.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

MT- Silval Barbosa inaugura escola na gleba Coqueiral e reforça que continuará investindo em educação

O governador Silval Barbosa participou neste sábado (03.12) da inauguração da Escola Estadual Cândido Rondon, na gleba Coqueiral, no município de Nobres, durante a Rota das Águas - Manso. O colégio conta com oito salas de aula, biblioteca, sala de informática, quadra coberta, em um investimento de R$ 1.302.712,42.

Silval Barbosa destacou a importância de um colégio com essa estrutura e a diferença que ela poderá fazer na formação dos alunos. “A comunidade precisava muito deste colégio e o povo merece. Além do turismo, da agricultura, nós precisamos investir na educação também. Contem com o governo no que for possível”, assinalou.

O secretário de Educação, Ságuas Moraes, destacou a estrutura da escola Cândido Rondon. “É uma estrutura completa, nós temos tudo para oferecer uma educação completa”, garantiu Ságuas ao lembrar que o seu sonho é que o padrão do novo colégio seja levado para todas as escolas rurais do Estado e pediu apoio da população para conservar este patrimônio do povo.

A diretora do colégio, professora Márcia Rosana, disse que sentiu uma alegria muito grande com a inauguração da nova escola. “Aqui nós temos alunos de todas as idades, de todos os lugares e eles estão empolgados com a estrutura. Nossa escola é muito mais do que apenas um lugar de encontro”, completou a diretora, que foi homenageada pelos 25 anos de serviços prestados à educação em Mato Grosso.

Silval e a comitiva de deputados, secretários de Estado, autoridades locais e imprensa conheceram as salas da escola, todas equipadas com materiais novos, e assistiram apresentações culturais, uma apresentação teatral de alunos do colégio e a execução do hino de Nobres na viola de cocho.

Acompanharam o governador durante a Rota das Águas - Manso, os secretários
Arnaldo Alves, de Transporte e Pavimentação Urbana; Ságuas Moraes,de Educação; Teté Bezerra, de Desenvolvimento do Turismo; José Domingos Fraga, de Desenvolvimento Rurale Agricultura familiar; Osmar de Carvalho, de Comunicação Social; César Zílio, de Administração; Nico Baracat, das Cidades; e Francisco Vuolo, de Logistica de Transportes; o comandante da Polícia Militar, Cel. Osmar Lino Farias; o presidente do Intermat, Afonso Dalberto; o superintendente da Defesa Civil, coronel BM Sérgio Delamônica; os deputados estaduais Romoaldo Júnior, Ondanir Bortolini (Nininho) e Carlos Avalone, os deputados federais Carlos Bezerra e Wellington Fagundes; e o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Mato Grosso, Luiz Antônio Garcia.

GUILHERME BLATT
Redação/Secom-MT

Escola de Tempo Integral, uma perspectiva de qualidade de ensino.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Publicado:www.seduc.mt.gov.br

Iza Aparecida Saliés


O Ministério da Educação está fazendo um estudo para aumentar o tempo de permanência dos alunos nas escolas, ou seja, implantar as escolas de tempo integral na rede pública de ensino, segundo informação do ministro da Educação Fernando Haddad.

A pesquisa foi realizada pela Fundação Getúlio Vargas e a priori demonstrou que um aumento de dez dias no ano letivo pode elevar o aprendizado do aluno em até 44% no período de um ano. Foram analisados aproximadamente 200 estudos científicos tanto nacionais como internacionais, a partir dos quais elegeu 25 categorias relacionadas com o sistema educacional e avaliou como a alteração de cada um deles afeta o aprendizado dos estudantes. Um dos responsáveis pela pesquisa, André Portela, da Fundação Getúlio Vargas, disse que o objetivo foi avaliar o impacto de uma intervenção, tendo tudo mais inalterado

Foram consideradas também outras medidas de ampliação da exposição do aluno ao professor, tais como: o aumento da carga horária diárias dos alunos, a redução do número de turmas e do absenteísmo docente e a adoção de cursos de recuperação e de férias. André Portela afirma ainda que se todos esses itens formem de fato investidos, o resultado com política publica poderá contribuir para a implantação de cada uma das necessidades estruturais delineadas pela pesquisa.

O Ministério quer sugerir a ampliação dos dias letivos, de 200 para 220 dias e aumentar a jornada diária de quatro para cinco horas, ou utilizar as duas possibilidades. Nessa perspectiva de inovar a jornada escolar dos alunos que o Ministério da Educação pretende implantar nas escolas públicas do país precisa ter foco na sua finalidade precípua, que é a melhoria da qualidade do ensino, pois, sabemos que o fato de ampliar a carga horária do aluno não garante necessariamente que a educação vai melhorar, podendo gerar gastos desnecessários para o sistema de ensino.

Estudiosos e pesquisadores sobre educação acham que aumentar o número de dias letivos pode favorecer muito mais do que o aumento de horas diárias de aula para os alunos, uma vez que dessa forma não é necessário ampliar ou melhorar a infra-estruturar das escolas já existentes. Tanto a ampliação dos dias letivos com os de carga horária, ambos vão exigir do governo mais investimentos para a escola, o que gera sérias preocupações para o sistema.

A jornada escolar que amplia o tempo do aluno na escola precisa ser acompanhada de condições estruturais, físicas, de equipamentos, pedagógicas, de professores, e ainda assim, ela precisa estar amparada em estudos que apontam a possibilidade de impactar positivamente no processo ensino e aprendizagem.

Os especialistas já teceram seus comentários quanto à proposta, alguns vêem a proposta com restrições, tendo em vista, que ela só fará diferença de fato, no processo ensino e aprendizagem, caso esteja inserida no Projeto Político Pedagógico da escola e venha acompanhado de outras medidas, como o investimento na formação e valorização do professor, e digo mais, se for política de governo.

De acordo com Paulo Cezar Carrano, da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF), para ampliar a jornada escolar da escola que está posta, há necessidade de rever as condições que dispõe a rede de ensino, seria inviável considerando que contamos com escolas sem condição de oferta de tempo integral por falta de espaço, temos muitas escolas com prédios inadaptados, em decomposição, quebrado, derrubado, e mais, professores mal remunerados. Segundo ele, a escola de tempo integral precisa oferecer uma diversidade considerável de atividades, como, trabalhos pedagógicos de pesquisa fora do espaço escolar, trabalhos de arte, música, e outras atividades que surgirem da necessidade da própria escola.

E, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV as crianças brasileiras não passam, em média, mais de quatro horas por dia nas unidades escolares, o que parece muito pouco para desenvolver as atividades acadêmicas com os alunos, mas se bem utilizado pelos professores, pode render mais do que o desejado.

Assim, a escola passará a ser espaço um mais plural, com possibilidade diferente de ensinar e aprender, tanto no próprio espaço escolar como fora dele, contribuindo significativamente com a aprendizagem do aluno.

Somos cientes de que o aumento do tempo não define a qualidade da educação, mas é uma possibilidade a ser utilizada para fortalecer os processos pedagógicos da escola, quando levado em conta o currículo, a condição de trabalho, as condições dos professores e a condição dos alunos.

A escola de tempo integral é para os teóricos uma oferta diferenciada de ensino, com grandes chances de romper antigos paradigmas que estão impregnados na cultura escolar, como a evasão e o abandono, mas, para que isso aconteça, faz-se necessário que as escolas desenvolvam projetos que integrem atividades pedagógicas do currículo escolar do turno de estudo do aluno com as atividades que serão desenvolvidas no outro turno de modo que a carga horária seja organizada aproveitando da melhor forma possível o tempo dos alunos na escola.
O fato de estender o período escolar com projetinhos como de arte, jogos, tarefa sem a orientação de um professor e sem planejamento específico para as atividades desejadas, de nada adiantará, pois, os alunos vão dispersar sem que seja alcançado o objetivo principal, que é melhorar a qualidade do ensino.

Não podemos perder de vista o foco no currículo, o professor do contra turno deve participar das discussões curriculares, da composição das disciplinas na matriz curricular estabelecida no Projeto Político Pedagógico como também das atividades pedagógicas propostas pelo professor da disciplina. Os professores são responsáveis pelas atividades programadas e executadas no seu turno, portanto precisa tomar cuidado, pois o desempenho vai ser analisado pela coordenação pedagógica da escola e pelo professor do turno.

Quanto ao professor que vai trabalhar no outro turno do aluno, o mesmo precisa planejar junto com outro professor as atividades que deverão ser trabalhadas, assim o professor precisa buscar alternativas diferenciadas de trabalhar o currículo utilizando de metodologias diversificadas de modo a garantir a continuidade do processo ensino aprendizagem do aluno.

É atribuição do professor também, promover a articulação para unir os turnos que o aluno estuda, com base nos conteúdos curriculares, montar trabalhos produtivos, as atividades desenvolvidas nos turnos precisam ser integradas, porém, independentes, se assim não acontecer, não haverá sentido e nem finalidade, a escola de tempo integral.

Das experiências vivenciadas por algumas escolas que atendem em tempo integral, percebe-se que há valorização das tarefas mais livres, ou seja, as não pedagógicas, com as brincadeiras, as oficinas e ações com a comunidade, entretanto, as aulas que são para atender necessidades pedagógicas que não foram contempladas no turno, as relacionadas ao currículo, estas, parecem estar em segundo plano, sem conexão com as disciplinas do turno e tidas pelos alunos como uma coisa chata.

Referências

- CE João Bettega, R. Visconde do Ferro Frio, s/nº, 81050-080, Curitiba, PR.

- CIEP Frei Veloso, R. Franklin Távora, s/nº, 21710-030, Rio de Janeiro, RJ.
Artigo Turno e contra turno. Ercília Angeli, Maria de Salete Silva e Maria do Carmo Brant de Carvalho.

- Educação Brasileira em Tempo Integral, Ana Maria Villela Cavaliere, 240 págs, Ed. Vozes

Gasto de prefeituras por aluno é desigual entre regiões apesar do crescimento do investimento municipal na área

Agência Brasil

Entre 2009 e 2010, os gastos municipais com educação cresceram 10,7%, chegando a um investimento total de R$ 80,92 bilhões. Os dados foram divulgados pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e incluem, na conta, repasses da União e dos estados aplicados na área, pelas prefeituras. O aumento dos recursos é consideravelmente superior ao verificado em 2009, quando a crise econômica impactou negativamente na arrecadação fiscal. Naquele ano, os investimentos na área cresceram apenas 2,8%.

Por determinação constitucional, os municípios são obrigados a aplicar pelo menos 25% da arrecadação de impostos e transferências em educação. O aumento nos investimentos, combinado a uma diminuição da população em idade escolar e, consequentemente da matrícula nas redes municipais, fez crescer o gasto médio anual por aluno – que, em 2010, chegou a R$ 3.411,31 ao ano. No ano anterior, esse valor tinha sido R$ 3.005,27, o que significa um crescimento de 13,5%.

Apesar do aumento, há grandes desigualdades regionais nos gastos por matrícula. Um aluno de uma escola pública do Sudeste, por exemplo, recebe o dobro de investimento municipal do que um estudante do Nordeste: R$ 4.722,46 contra R$ 2.309,60, respectivamente. No Norte, o gasto por aluno é R$ 2.381,75 anuais, no Centro-Oeste R$ 3.622,28 e no Sul R$ 4.185,25.

Para Maria do Carmo Lara, prefeita de Betim (MG) e vice-presidente para Assuntos de Educação da FNP, as diferenças salariais dos professores de cada região têm grande impacto nessa conta. Isso porque, em geral, os professores do Sudeste ganham mais do que os do Norte ou Nordeste. “Também tem a questão do investimento em educação de tempo integral. No Sudeste, tem muito mais escolas que já oferecem essa modalidade e o impacto nos investimentos é grande”, explica. A FNP defende uma maior participação da União nos gastos com educação, especialmente nos estados que têm menor arrecadação.

A maior parte dos municípios (42,3%) gasta em média de R$ 3 mil a R$ 5 mil por aluno ao ano. Cerca de 28% investem de R$ 2 mil a R$ 3 mil, 17,6% de R$ 5 mil a R$ 10 mil e 1,4% gastam mais de R$ 10 mil. Uma em cada dez prefeituras investe menos do que R$ 2 mil por aluno anualmente.

A prefeita de Betim avalia que os gastos em educação cresceram não apenas porque há um aumento na arrecadação e, consequentemente, no percentual de recursos aplicados. Para Maria do Carmo, o fato é que as prefeituras estão mais interessadas em investir na área e “vários” municípios já aplicam mais do que os 25% da arrecadação obrigatórios pela Constituição.

“Hoje, você tem as avaliações e o Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, indicador que mede a qualidade do ensino], que ajudam as escolas e os municípios a estarem mais bem colocados em relação a outros. Isso faz com que os municípios se organizem para melhorar a rede. O investimento em formação de professores aumentou muito”, diz Maria do Carmo.

Analisando o total dos investimentos, o levantamento mostra que houve crescimento das despesas com educação em todas as regiões. O Norte e o Nordeste registraram crescimento acima da média nacional em 2010: 15,3% e 11,8%, respectivamente. No Sul, o aumento dos investimentos foi 8%, no Centro-Oeste, 9,6% e no Sudeste, 10,4%. Os municípios da Região Sudeste respondem por um terço das matrículas municipais e por 46,7% do total de recursos aplicados pelas prefeituras em educação. O Nordeste responde por 26,1% dos investimentos, o Sul por 13,5%, o Norte por 7,9% e o Centro-Oeste por 5,8%.

MEC inclui mais oito instituições no repasse de verbas do Pronatec

G1

O Ministério da Educação atualizou uma portaria de 28 de novembro que anunciou os repasses do governo federal a instituições parceiras do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A portaria foi republicada na edição desta segunda-feira (5) do "Diário Oficial da União" e incluiu oito novas instituições.

Com a alteração, são 22 as universidades, centros universitários e faculdades que vão receber, neste ano, os repasses para oferecer bolsas de formação a estudantes de trabalhadores matriculados em cursos de ensino técnico "para as turmas que já iniciaram ou iniciarão em breve", segundo o MEC.

Ao valor anunciado anteriormente o ministério somou R$ 7.193.210,00. O total de repasses neste ano é de R$ 458.337.714,00.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), ligada ao ministério, a republicação não foi uma correção, mas uma atualização para incluir turmas que também se conveniaram com o MEC. Ainda segundo a Setec, não estão previstos novos repasses para 2011.

Sistema S
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), que integram o Sistema S, receberão 90% desse dinheiro.

Os institutos federais Catarinense, do Rio de Janeiro, do Pará, do Amapá, de Pernambuco, de Mato Grosso do Sul, do Piauí, de Rondônia, do Acre e do Maranhão, além da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro, também foram incluídos na portaria original.

Na republicação, foram incluídos os institutos federais Ceará, Farroupilha, Fluminense, Mato Grosso, Paraíba, Sertão Pernambucano, Tocantins, além da Universidade Federal de Alagoas.

Um novo convênio da UFRN também foi adicionado. O MEC aumentou ainda a carga horária destinada às turmas do IF do Rio de Janeiro que, portanto, recebeu acréscimo de R$ 185 mil no convênio.

Segundo a portaria, os R$ 458 milhões se referem a 53.922.084 horas de aula, ou R$ 8,50 por aluno por hora. Veja abaixo a lista das instituições atualizada pelo MEC nesta segunda-feira, e quanto cada uma vai receber:

R$ 24 bilhões até 2014
O Pronatec foi sancionado há um mês pela presidente Dilma Rousseff. O programa prevê investimentos de R$ 24 bilhões até 2014 para gerar 8 milhões de vagas em cursos de formação técnica e profissional, destinados a estudantes do ensino médio e trabalhadores. Segundo o governo, serão 5,6 milhões de vagas para cursos de curta duração e 2,4 milhões de vagas para cursos técnicos, com duração de pelo menos um ano.

De acordo com o Ministério da Educação , a proposta do Pronatec é reforçar os investimentos no ensino técnico, com ênfase nos jovens que deixam o ambiente escolar sem profissionalização. O programa tem como objetivo ampliar as vagas e expandir as redes estaduais de educação profissional.

Segundo o governo, a ideia é “dar mais celeridade” ao acordo firmado no governo anterior com o Sistema S (que, além do Senai e do Senac, incluem ainda o Sesi e o Sesc e Senac), segundo o qual essas entidades devem aplicar dois terços de seus recursos advindos do imposto sobre a folha de pagamentos do trabalhador na oferta de cursos gratuitos.

Dessa forma, as escolas do Sesi, Senai, Sesc e Senac receberão alunos das redes estaduais do ensino médio, que complementarão a sua formação com a capacitação técnica e profissional.

As escolas do Sistema S e das redes públicas também ofertarão cursos de formação inicial e continuada para capacitar os favorecidos do seguro-desemprego, reincidentes nesse benefício