quinta-feira, 17 de março de 2011

Bolsa em Portugal

Projetos de melhoria do ensino podem valer bolsa em Portugal
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com a Universidade de Coimbra, de Portugal, lançou ontem (16), a nova edição do Programa de Licenciaturas Internacionais Capes-UC, que seleciona projetos de melhoria do ensino e da qualidade na formação inicial de professores nas áreas de química, física, matemática, biologia, português, artes e educação física. As inscrições vão até o dia 28 de abril.
O objetivo é estimular o intercâmbio de estudantes de graduação em licenciaturas em nível de graduação-sanduíche, com apoio do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB). Os projetos de parceria institucional selecionados terão atividades iniciadas em setembro de 2011.
Modalidades de Apoio – Para os estudantes brasileiros de graduação, cujo período de permanência no exterior deve ser de 24 meses, os benefícios são seguro saúde e auxílio instalação, pagos em uma única vez, no Brasil; bolsa no valor de € 600 por mês, e passagem aérea.
O programa prevê, ainda, missões de trabalho, com duração mínima de dez e máxima de 30 dias, com o objetivo de facilitar a integração dos alunos à nova cultura universitária; ajustar as respectivas estruturas curriculares; acompanhar o desenvolvimento do projeto; avaliar os seus impactos; manter comunicação permanente entre as instituições envolvidas, e sistematizar informações a respeito do programa que possibilitem a geração de banco de dados.
Entre os benefícios estão seguro saúde e diárias, além de passagens aéreas de ida e volta, no trecho Brasil-Portugal. O número máximo de participantes é de duas pessoas por ano, incluindo o coordenador do projeto. Os recursos devem ser utilizados conforme previsto no Manual de concessão e prestação de contas de auxílio financeiro a pesquisador.
Serão apoiados até 30 projetos. Cada projeto poderá contemplar até sete estudantes, totalizando o número máximo de 210 estudantes.
Candidaturas – Para inscrição, as propostas devem ter caráter institucional e priorizar ações preferencialmente para um conjunto de cursos de licenciatura da respectiva instituição. Além disso, a instituição brasileira deve possuir acordo com a Universidade de Coimbra, em Portugal, e ser membro de rede de universidades com vocação para cooperação internacional. O coordenador deve ser um docente com título de doutor há pelo menos cinco anos, que detenha reconhecida competência na área e disponibilidade de tempo para as atividades acadêmicas e administrativas referentes ao projeto. A equipe deve ter, ainda, pelo menos outros dois docentes doutores.
Os bolsistas devem ter cursado dois semestres da graduação (licenciatura ou sistema de ciclos) nas áreas elencadas no edital, ter cursado todo o ensino médio e pelo menos dois anos do ensino fundamental em escolas públicas brasileiras e ter obtido aprovação integral nos estudos realizados.
Outros requisitos para inscrição encontram-se no edital.
Inscrição – As inscrições serão gratuitas e efetuadas por meio do preenchimento de formulários e envio de documentos discriminados no edital, exclusivamente via internet, pela página da Capes. A documentação complementar deverá ser incluída, obrigatoriamente, no ato do preenchimento da inscrição na internet, em arquivo eletrônico.
A seleção se desenvolverá em quatro fases, todas de caráter eliminatório, sendo elas verificação da consistência documental, análise de mérito, priorização das propostas e reunião conjunta. Os resultados serão divulgados em agosto deste ano.

Notícia da Seduc/MT

Servidores da Seduc são denúnciados por assédio
11 servidores tiveram o processo administrativo aberto
MidiaNews
Mesmo sendo suspeitos, a maior parte continua o trabalho nas escolas
DA GAZETA
Mais de 30% dos acusados de desvio de conduta e infrações criminais são da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Esta semana, 11 servidores tiveram o processo administrativo disciplinar aberto. Entre as denúncias estão a uso irregular dos recursos públicos, bullying e assédio sexual de alunos.
Mesmo sendo suspeitos, a maior parte continua o trabalho nas escolas. Conforme dados da Auditoria Geral do Estado, apenas em 2010, foram conclusos 142 processos investigativos relacionados com funcionários do órgão.
O professor Max Dellen França Cappelari é acusado de assédio sexual e responde pelo crime na Justiça. De acordo com o inquérito, ele costumava se relacionar com estudantes da Escola Estadual Francisco Soares Oliveira, localizada em Jaciara (144 km ao sul de Cuiabá).
Todas tinham idade inferior a 15 anos. Além do assédio, Max também oferecia bebidas alcoólicas para as meninas.
A diretora da escola, Terezinha Félix Silva, afirma que o professor continua lecionando no local e que nunca foi informada de qualquer desvio de conduta do profissional.
O outro caso de assédio sexual foi registrado em Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá). O professor Luis Carlos da Silva, lotado nas escolas estaduais Domervil Faria e 14 de Fevereiro, é suspeito de aliciar alunas. A denúncia foi relatada no Diário Oficial do Estado do dia 14 de março.
O documento diz que Luis aliciava as estudantes em troca de favores pedagógicos. Ele também teria cobrado dos alunos uma apostila, porém não entregou o material e nem devolveu o dinheiro.
O diretor da escola, Claricindo Gonçalves de Souza, também responde processo. Segundo apurações da Seduc, ele recebeu a denúncia de assédio de pais de alunos, porém convenceu os responsáveis a não procurar a Polícia para registrar ocorrência.
A reportagem tentou falar com os acusados, mas nenhum deles foi encontrado na escola.
Polícia - A Polícia Civil, por meio da assessoria de imprensa, informou que o inquérito que apurado o crime cometido pelo professor Max Dellen França Cappelari está concluído e foi encaminhado para a Justiça.
Quanto ao professor Luis Carlos da Silva não há nenhum tipo de investigação, mas com a divulgação da suspeita do crime, um inquérito será aberto para apurar as denúncias.

Notícia

Aumento de plágio preocupa pesquisadores
R7
O aumento da incidência do plágio - apropriação indevida da obra intelectual de outra pessoa - em produções científicas vem preocupando pesquisadores em todo o mundo.
No Brasil, embora não haja estudos que apontem o crescimento da prática, a falta de regras claras para a definição e a prevenção dessa conduta considerada antiética torna a questão bastante delicada.
A avaliação é da pesquisadora da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Sônia Vasconcelos, que estuda o assunto.
A professora, que participou nesta quarta-feira (16), no Rio de Janeiro, de um seminário sobre o tema, promovido pela Ensp (Escola Nacional de Saúde Pública), da Fundação Oswaldo Cruz, explicou que há dados que apontam que a identificação de ocorrência de plágio, entre outras "más condutas" triplicou entre a década de 1970 e 2007.
O número de plágios passou de menos de 0,25% para 1%, em estudos submetidos ao Medline, base de dados de produções científicas internacionais da área médica e biomédica.
Sônia Vasconcelos destaca que a facilidade de acesso aos dados da produção científica, por meio da internet, acaba ajudando quem “não quer ter o trabalho de gerar um texto original”.
Mas ela cita, ainda, a falta do idioma inglês entre os pesquisadores brasileiros como fator que leva ao plágio.
- Há um senso comum apontando para o fato de que a internet acaba facilitando a vida de quem quer cometer o plágio. Mas esse não é o único fator responsável. Muitos pesquisadores têm dificuldades em defender e argumentar seus resultados em inglês, que é a língua da ciência.

Notícia -Ensino

Mudanças tecnológicas podem criar 'desigualdade na leitura'

Reuters

A rápida ascensão dos livros eletrônicos pode criar uma 'desigualdade na leitura,' com as pessoas incapazes de arcar com o custo da nova tecnologia sendo deixadas para trás, em um período de declínio na capacidade de escrita e leitura nos Estados Unidos.


As comunidades negras onde muitos estudantes já estão ficando para trás de seus pares, membros de maiorias em termos de alfabetização, estão sob ameaça especial, disse a escritora Marita Golden --e isso a despeito do número crescente de escritores norte-americanos negros célebres, entre os quais, Toni Morrison, que conquistou um Nobel de Literatura.


'Minha maior preocupação é que a tecnologia continue aumentando essa desigualdade,' disse ela à Reuters. 'Não teremos apenas uma desigualdade digital mas uma desigualdade de leitura, se a leitura se tornar uma atividade que dependa de tecnologia.'


'Caso a leitura venha a depender de tecnologia que precisa ser comprada, creio que a desigualdade na alfabetização persistirá e até mesmo crescerá,' acrescentou.


Anos de discussão sobre o futuro dos livros em meio às amplas mudanças tecnológicas em curso, e o desejo de garantir que os escritores negros sejam incluídos nessa discussão, incentivaram Golden a conceber seu recente livro 'The Word,' no qual escritores negros norte-americanos falam sobre como a leitura melhorou suas vidas.


Edward Jones, que conquistou um prêmio Pulitzer por seu romance 'The Known World,' afirma acreditar que 'a leitura e a escrita são fundamentais para ser uma pessoa melhor e ter uma vida melhor.' Outros contam como ler sobre vidas parecidas com as suas ajudou a validar suas experiências e a lhes propiciar confiança.


Nesse sentido, a tecnologia dos leitores eletrônicos, por exemplo, pode ser tanto vantagem quanto problema em termos de alfabetização, disse Golden, já que leitores que poderiam se sentir intimidados diante das muitas páginas de um livro talvez se entusiasmem com a leitura em forma digital.


Além disso, considerando que a comunidade negra dos EUA tem mais celulares e smartphones do que a comunidade branca, existe o potencial de explorar um mercado maior, acrescentou. 'Mas o problema é ser possível baixar tanto jogos quanto livros, e não sabemos o que as pessoas farão'.

Educação - Japão

Preocupado, estudante brasileiro no Japão muda de ideia e decide voltar
G1
O estudante brasileiro Marcionilo Euro Carlos Neto, de 25 anos, que faz intercâmbio no Japão, mudou de ideia e anunciou na tarde desta quinta-feira (17) que voltará ao Brasil. A viagem foi marcada para a próxima segunda-feira (21). Neto foi ao Japão por meio de uma uma parceria entre a Universidade de Kanda e Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Outra intercambista brasileira, Fernanda Serpa, também voltará ao país, segundo a universidade. Já o estudante Diego Ramos, de 23 anos, decidiu continuar no Japão, de acordo com UFJF (leia nota oficial da instituição no final do texto).
Em reportagem publicada pelo G1 no início da tarde desta quinta-feira, Neto afirmou que só anteciparia o retorno ao Brasil, previsto para o mês de agosto, caso os problemas com a usina nuclear Fukushima Daiichi se agravassem. A entrevista foi feita na noite de quarta-feira (16) no Brasil, manhã desta quinta-feira (17) no Japão.
O jovem estuda em Chiba, a 250 quilômetros da usina. Neto está no Japão desde agosto do ano passado para estudar o idioma e a cultura japonesa, após ser contemplado com uma bolsa de estudos. O brasileiro disse que ao longo desta quinta-feira as notícias sobre a questão de um risco nuclear aumentaram sua preocupação. Ele decidiu fazer as malas e voltar para o Brasil em companhia da colega Fernanda Serpa.
“Não vamos arriscar mais. Aprendemos muita coisa, mas preferimos não pagar mais para ver. Estou doido para chegar, mas ainda tenho que esperar até segunda-feira”, disse Neto.
Segundo o estudante, nesta quinta-feira uma amiga espanhola dele recebeu uma mensagem da embaixada disse que seria melhor deixar o Japão. Além disso, Neto afirmou ter achado estranho receber um convite da universidade onde estuda para fazer uma viagem a Osaka, ao sul do país, a cerca de 700 quilômetros da usina nuclear.
“Já tínhamos combinado antes que se chegasse ao ponto de mudarem a gente para o sul do país, a gente voltaria para casa, porque isso pressupõe que está ficando feio, mas eles não querem esclarecer isso para a gente”, afirmou.
Além disso, uma mensagem na TV em várias línguas, incluindo português, causou incômodo. “Falava assim, os telefones que estão abaixo da tela, vocês podem entrar em contato para pegar informações mais claras e detalhadas sobre a situação. É dito que não entrem em pânico e que não deixem o país, mas não explicaram nada”, disse.
A família de Neto, da cidade de Espera Feliz (MG), já pedia para que ele voltasse. No Brasil, ele trabalhava como professor de línguas estrangeiras. Após o fim do intercâmbio, os planos eram de futuramente retornar ao Japão para um curso de mestrado.
Outro brasileiro vai ficar
O outro intercambista da UFJF, Diego Ramos, disse à Coordenação de Relações Internacionais que não quer deixar o Japão, a não ser que haja riscos maiores de emissão de radioatividade. Quando vieram os primeiros tremores, Ramos disse que estava em casa e manteve a calma, apesar do medo. "Começou a cair quadros e todo mundo veio para a sala, assustado. Fizemos mochilas com mantimentos e água para fugir. Não sabíamos se viriam outros tremores mais fortes."
Ramos diz que atualmente a situação está calma, porém estão sempre em alerta. O hábito de andar descalço dentro de casa foi subsituído pelo uso dos calçados, para facilitar uma possível fuga.
A família de Ramos, de Juiz de Fora (MG), também pede para que ele retorne. "Eles estão inseguros por causa das notícias. Desde criança tenho interesse pela cultura japonesa e o intercâmbio está sendo muito válido. Se tivesse de ir embora nesta semana, já teria valido a pena, não só por aprender o idioma, mas pela experiência de vida."
A contragosto da família, o estudante pretende ficar, pois acredita que esteja respaldado pela universidade japonesa. Ramos afirmou que cerca de 40 minutos após os primeiros tremores na sexta-feira, professores e representantes da instituição já estavam no alojamento dos estudantes. Antes de viajarem para o Japão, Ramos e Neto cursavam letras na UFJF. A universidade, por meio da Coordenação de Relações Internacionais (CRI), também tem monitorado a situação dos bolsistas.
Veja a nota da Universidade Federal de Juiz de Fora:
A Coordenação de Relações Internacionais (CRI) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) informou nesta quinta-feira, dia 17, que os estudantes intercambistas Fernanda Serpa e Marcionilo Neto, que estão atualmente no Japão, decidiram retornar ao Brasil. A informação é de que eles conseguiram agendar um vôo para segunda-feira, dia 21.
Já o aluno Diego Ramos, que também está no país, preferiu continuar acompanhando a situação do Japão. Os três estudantes estão na Universidade de Kanda, próxima à Tóquio. O setor de relações internacionais da instituição estrangeira tem dado apoio aos intercambistas, assim como a UFJF, que mantém aberto seu canal de comunicação com os alunos.
Ainda não há por parte do governo brasileiro ou japonês a recomendação para os estrangeiros deixarem o país. A única medida tomada foi o isolamento de 30 km em torno da usina de Fukushima, que corre risco de vazamento nuclear.
A Universidade de Kanda fica distante de Fukushima, porém, caso houver alguma alteração no quadro atual em relação aos níveis de radioatividade, a instituição diz que pretende providenciar o transporte dos alunos para outra cidade ainda mais afastada.
A UFJF permanecerá em contato permanente com os estudantes intercambistas até que a situação seja resolvida da melhor forma possível.

Notícia do IFMT

IFMT inicia as nomeações dos docentes aprovados no concurso público

Da Assessoria
O Instituto Federal de Mato Grosso publicou nesta quinta-feira, dia 17 de março, no Diário Oficial da União a nomeação de 26 docentes aprovados no Concurso Público, edital nº13/2010 para os campi de Cuiabá, Bela Vista, Pontes de Lacerda, Rondonópolis, Cáceres, Campo Novo do Parecis, São Vicente e Barra do Garças.

A nomeação ocorre conforme a publicação da portaria IFMT nº 208, de 04 de março de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 10 de março de 2011, que homologou, parcialmente, o resultado final do Concurso Público de que trata o Edital nº 13/2010 nos termos propostos pelo Ministério Público Federal, através da Ação Civil Pública nº 17605-09.2010.4.01.3600.

Noticia da UFMT

Inscrições para Escola de Artes da UFMT encerram-se nesta sexta-feira
Da AssessoriaFoto: Reprodução As inscrições para os cursos de extensão de piano, teclado, violão, desenho, canto, canto coletivo, dança de salão e do ventre, oferecidos pela Escola de Artes da UFMT em convênio com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), encerram-se nesta sexta-feira (18).
O curso é gratuito para estudantes e servidores da UFMT, e para profissionais da rede estadual de Educação. Para realizar a inscrição, servidores da UFMT devem procurar a Gerência de Capacitação e Desenvolvimento Humano (GCDH). Alunos da UFMT devem realizar a inscrição na Secretaria da Coordenação de Articulação com os Estudantes (Care), da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev). Profissionais da rede estadual de Educação podem matricular-se na Secretaria do Qualivida, na Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) ou na secretaria da Escola de Artes da UFMT, no Centro Cultural.
A comunidade externa também pode frequentar os cursos. A matrícula custa R$ 50,00 e pode ser feita no site da Uniselva. A mensalidade é de R$ 90,00. As aulas de instrumentos e canto iniciarão na próxima segunda-feira (21) e serão ministradas na sala 6, do Centro Cultural (canto) e, na sala 10, do Centro Cultural (desenho).
Também as aulas de dança de salão começarão no dia 21 e serão no salão de ginástica da Faculdade de Educação Física (FEF) – ao lado do Ginásio de Esportes. As de dança do ventre iniciarão no dia seis de abril e serão nesse mesmo local. Os alunos de salão poderão trazer o parceiro, mas que não tenha vínculo com a Seduc, no caso dos servidores da Secretaria. Para as turmas de desenho ou pintura existe lista de material.
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3615.8354 - na Escola de Artes da UFMT.

Notícia - SP -Educação

Conselho Estadual de Educação de SP aprova autonomia das Fatecs

G1
O Conselho Estadual de Educação de São Paulo a autonomia universitária das Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs), administradas pelo Centro Paula Souza, órgão do governo estadual. O estado tem 49 Fatecs.
A aprovação foi feita nesta quarta-feira (15). Para entrar em vigor, a decisão do conselho tem de ser homologada pela Secretaria de Estado da Educação e publicada no Diário Oficial do estado.
Segundo o presidente do conselho, Hubert Alquéres, a autonomia permite às Fatecs criar, extinguir e mudar cursos, ampliar ou diminuir vagas. Antes, essas decisões tinham de passar pela aprovação do conselho. Além disso, poderão ainda registrar diplomas. Atualmente, os diplomas têm de ser registrados pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
“Isso, para a instituição, é muito bom, porque agiliza. Ela passa a prestar um serviço mais rápido e sem burocracia, que era absolutamente desnecessária. Nos últimos anos, nada do que as Fatecs mandaram para o conselho estadual foi reprovado”, disse Alquéres.
Com a mudança, segundo Alquéres, o conselho estadual poderá se dedicar a outras tarefas, como a elaboração do Plano Estadual de Educação. “O grande foco do plano estadual vai ser na questão da qualidade, do reforço dos alunos, do aprendizado dos alunos, das avaliações,que precisam existir e que são diagnóstico para que o governo, as escolas e os professores corrijam o que o diagnóstico aponta como necessário de correção”, disse.

Notícia do MEC

Termina hoje prazo para comprovação de dados dos aprovados no ProUni
Agência Brasil
Termina hoje (17) o prazo para que os candidatos pré-selecionados na última chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) compareçam às instituições de ensino para as quais foram selecionados a fim de comprovar as informações prestadas durante as inscrições. A lista dos documentos que devem ser apresentados está disponível no site do programa.
Para receber uma bolsa do ProUni, é preciso ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou estabelecimento privado com bolsa integral. É necessário ainda ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010, atingido o mínimo de 400 pontos na média das cinco provas e não ter tirado zero na redação.
Os candidatos que não conseguiram bolsa nas duas etapas de inscrição participarão de uma lista de espera que será utilizada pelas instituições para preencher as vagas ociosas. Ela será formada pela ordem de classificação em cada curso e turno e estará disponível para consulta pelos estabelecimentos de ensino a partir do dia 21. Caberá às instituições convocar os classificados para a comprovação dos documentos.
As bolsas integrais são destinadas aos alunos com renda familiar mensal per capita até 1,5 salário mínimo. As parciais, que custeiam 50% da mensalidade, são para os candidatos cuja renda familiar mensal per capita não passe de três salários mínimos. O Ministério da Educação (MEC) não informa quantas vagas foram preenchidas na primeira etapa de inscrições.

Notícia do Sintep/MT

Sintep denuncia falta de perícia médica na região de Tangará da Serra
Desde janeiro deste ano, os profissionais da Educação de Tangará da Serra, a 240 km de Cuiabá, e dos municípios vizinhos estão sem atendimento da perícia médica. A denúncia foi feita pelo presidente da subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) em Tangará da Serra, José Rosa.
Segundo ele, os trabalhadores da Educação que precisam passar pela perícia médica estão sendo obrigados a se deslocarem até Cuiabá, gerando despesas de viagem, estadia e alimentação. “Muitas vezes são colegas com dificuldades de deslocamento devido a complicações de saúde como fraturas de fêmur, artrose, coluna e outros problemas de mobilidade. A situação tem causado muita indignação”, afirmou o presidente da subsede.
A secretária-geral da Direção Central do Sintep/MT, Vânia Miranda, lembrou que a questão tem sido pautada nas audiências entre o Sindicato e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). “O Sintep/MT tem reiterado nas pautas de reivindicações esse atendimento, pelo menos em nível regional, o que não vem ocorrendo. Essa situação é de desrespeito aos trabalhadores e as trabalhadoras da educação”.
A sindicalista salientou ainda que o Sintep/MT também foi informado de casos em que o profissional da Educação tem sofrido constrangimento durante as perícias médicas.

Notícia da UNEMAT

Inscrições para do Vestibular da Unemat e CFO/ MT começam na segunda
Jornal Oeste
Unemat abre na próxima segunda-feira (21/03) o período de inscrição do vestibular 2011/2 e para o Concurso do Curso de Formação de Oficiais da PM e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso(CFO).
Pelo vestibular da Unemat são ofertadas 1800 vagas entre os cursos desenvolvidos nas unidades universitárias localizadas nas cidades de Alto Araguaia, Alta Floresta, Barra do Bugres, Cáceres, Colider, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Sinop e Juara. Das vagas 25% são destinadas para os candidatos cotistas.
As inscrições serão realizadas apenas pela internet através do site www.unemat.br/vestibular até o dia 19 de abril. A taxa é de 80 reais para o vestibular da Unemat e de 120 reais para o CFO. O período para protocolar pedido de isenção de taxa está marcado para os dias 21 e 22 de março e também será feito pelo mesmo site, apenas os documentos comprobatórios deverão ser entregues nos postos autorizados da Covest.
Uma novidade neste vestibular é a inclusão da cidade de Barra do Garças como local de realização de provas. Além dela, as cidades de Rondonópolis, Cuiabá, Cáceres, Barra do Bugres , Colíder, Alta Floresta, Alto Araguaia, Sinop, Tangará da Serra, Nova Xavantina e Juara também serão locais de prova. Também neste vestibular será dada ao candidato a oportunidade de se inscrever em dois cursos de graduação (segunda opção).
As provas serão realizadas nos dias 22 e 23 de maio. No dia 22 serão realizadas as provas de Física, Biologia, Matemática, Geografia e Língua Estrangeira. Já no segundo dia do concurso serão realizadas as provas de Química, História, Língua Portuguesa, Literatura e Redação.
CFO
Para o CFO são oferecidas 60 vagas para PM, sendo 54 para o sexo masculino e 06 para o feminino, e 10 vagas para o Corpo de Bombeiros, sendo 09 para o sexo masculino e 01 vaga para o feminino. O concurso é comporto por cinco fases sendo a primeira (exame intelectual) constituída pelo concurso vestibular da Unemat.

Notícia do Legislativo de MT - Educação

Ezequiel Fonseca comandará Comissão de Educação na AL
Redação 24 Horas News
Os membros da Comissão de Educação, Ciências, Tecnologia, Cultura e Desporto se reuniram pela primeira vez neste ano, na tarde desta quarta-feira (16), para a instalação da comissão. A composição foi definida pelos deputados Ezequiel Fonseca (PP) - presidente, Zeca Viana (PDT), vice-presidente; membros titulares - J. Barreto (PR), Baiano Filho (PMDB) e Luiz Marinho (PTB); membros suplentes - Emanuel Pinheiro (PR), Airton Português (PP), Nilson Santos (PMDB), Ademir Brunetto (PT) e Guilherme Maluf (PSDB).
“É uma das mais importantes comissões da Assembleia Legislativa. Queremos colaborar bastante nesta área, pois o Estado necessita de propostas para crescer neste setor”, lembrou Zeca Viana.
Para o Baiano Filho, a educação tem muito que avançar em Mato Grosso. “A população pode esperar muito empenho e esforço desta comissão. Vamos atuar com novas propostas”, disse ele.
Na oportunidade Ezequiel Fonseca fez uma pequena explanação dos trabalhos desenvolvidos pela Comissão de Educação nos últimos anos. “São fatos que marcaram a história do Estado, principalmente com análises e aprovação de projetos importantes para o desenvolvimento da educação em Mato Grosso”, destacou Fonseca.
“Pretendemos fazer um trabalho inovador, indo de encontro aos problemas nas escolas, visitando as instituições. Depois levar alternativas à Secretaria de Educação”, esclareceu Ezequiel. Também ficou definido que a comissão se reunirá todas as quartas-feiras, a partir das 15 horas, na sala das Comissões Luiz Carlos Campos.

Notícia do STF - Educação

STF retoma hoje julgamento da lei do piso nacional dos professores
Redação 24 Horas News
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (17) o julgamento da lei que criou o piso nacional do magistério. Há dois anos, a Corte negou pedido de liminar a cinco governadores que questionaram a constitucionalidade da lei que determinou um piso de R$ 950 a professores da educação básica da rede pública com carga horária de 40 horas semanais. Falta agora o julgamento do mérito da matéria, aguardado com ansiedade pela categoria.
A suspensão da análise da matéria pelo STF criou um clima de “insegurança jurídica”, alega a secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marta Vanelli. Segundo a entidade, alguns prefeitos se valem do imbróglio para não pagar o piso, atualizado em 2011 para R$ 1.187,14. Não existe um levantamento oficial sobre as redes de ensino que cumprem a lei.
“Quando o prefeito ou o governador diz que não vai pagar porque a lei ainda não foi julgada constitucional, é muito difícil a gente fazer com que ele assuma o compromisso. Com certeza a conclusão da análise da lei será muito positiva”, afirma. Entretanto, Marta acredita que é “difícil” que o julgamento comece hoje, já que a ação é o 11° item da pauta do dia. O relator da matéria é o ministro Joaquim Barbosa.
A ação foi impetrada em 2008, mesmo ano de sua sanção, pelos governadores de Mato Grosso do Sul, do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e do Ceará. Além da constitucionalidade da norma, também foram questionados pontos específicos da lei como a regra de que um terço da carga horária do professor deverá ser reservada para atividades extraclasse como planejamento de aula e atualização. Esse dispositivo foi suspenso pelos ministros do Supremo à época e pode voltar a ser discutido hoje.
Outra divergência está no entendimento de piso como remuneração mínima. Para os professores, o valor estabelecido pela lei deveria ser entendido como vencimento básico: as gratificações e outros extras não poderiam ser incorporados na conta do piso. Mas os ministros definiram, ainda no julgamento da liminar, que o termo “piso” deve ser entendido como remuneração mínima a ser recebida. Esse entendimento também pode ser reavaliado durante o julgamento de mérito da ação.
Para Marta, será uma “frustração geral” caso o Supremo mantenha o entendimento de piso como remuneração mínima. “Incluir um monte de penduricalhos no contra-cheque é uma prática que se consolidou nas redes públicas estaduais e municipais. Mas precisamos de um plano de carreira com estrutura. Quando a gente diz que o piso é o vencimento básico significa que aquele deve ser o valor pago quando o profissional ingressa na rede. A partir disso você estabelece um plano para que ele tenha perspectiva de crescimento na carreira”, argumenta.

Notícia da Escola/MT

Seduc mobiliza escolas para participar do Prêmio Gestão Escolar
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT) inicia a mobilização para mais uma edição do Prêmio Gestão Escolar, ano base 2010, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Uma reunião, nesta quinta-feira (17.03), reuniu cerca de 30 diretores das 75 escolas da rede estadual, instaladas em Cuiabá, para apresentar a décima segunda edição do evento.
No ano passado, a Escola Estadual Odorico Leocário da Rosa, da cidade de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá) ficou entre as seis selecionadas no País e recebeu o diploma “Destaque Nacional”. Em 2009, a Escola Estadual Dom Bosco, de Lucas do Rio Verde, também foi uma das seis finalistas nacionais. “Esse é um importante instrumento de mobilização e de autoavaliação das escolas da rede pública. É possível desenvolver um bom trabalho e compartilhar com os diretores, os gestores de outras unidades”, explica a técnica de Superintendência de Gestão Escolar, Catia Cristina Figueiredo, responsável por organizar o prêmio em âmbito estadual.
Ela complementa citando que “esse é um estímulo à melhoria do desempenho das escolas e ao sucesso da aprendizagem do aluno. Esse instrumento nos permite trocar experiências. Quantas coisas boas são feitas e acabam não sendo divulgadas? O objetivo é ajudar o outro a crescer, esse tem de ser o princípio”, sintetizou.
A assessora pedagógica de Cuiabá, Ana Maria Tessele, ponderou que falta o hábito a muitas unidades de registrarem em ata ou por meio digital, o que é proposto e executado como aulas de campo e acolhidas realizadas no exercício do ano letivo. “Sem dúvida o prêmio ajuda a melhorar. Serve como um grande incentivo”, assinalou.
O professor Carlos Oliveira, que atua na Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral, no bairro Jardim Universitário afirma que muitas vezes faltam instrumentos adequados para o registro de algumas das práticas adotadas. Ele avalia que essa situação tende a melhorar e que a premiação é um momento de reconhecimento ao trabalho desenvolvido. A unidade atende a cerca de 900 alunos.
Para a coordenadora pedagógica da Escola Estadual Bela Vista, Andrea dos Reis Juiz, “o momento de autoavaliação é fundamental e, por si só já merece ser premiado”. Ela cita que no ano passado a unidade não se inscreveu, mas a ideia é de expandir as boas práticas adotadas para a gestão.
Na edição de 2011, o prêmio apresenta algumas novidades, entre elas o valor da premiação, que dobrou para a escola classificada como “Referência Brasil”, passando de R$ 15 mil para R$ 30 mil. As seis escolas finalistas também serão beneficiadas com aumento do valor do prêmio que passa a ser de R$ 10 mil. E ainda, as escolas selecionadas como “Destaques Estaduais” ganharão R$ 6 mil.
O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) disponibiliza no site www.consed.org.br, todo o regulamento para consulta de gestores (diretores e assessores pedagógicos).

Escola de MT

Edital do Pregão da Alimentação Escolar tem datas A coordenadoria de Alimentação Escolar da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) comunica a todos os interessados em participar do Pregão da Merenda Escolar que a data limite para a entrega das propostas de preço é 22 de março, das 8h às 11 horas, e não dia 16, conforme publicado no edital item 5.1.
E ainda, nessa mesma data (22.03), devem ser entregues as amostras na Escola Estadual José Machado Neves, localizada na Rua Ladário, s/n, Bairro Cohab Nova, em Cuiabá, também no período da tarde, das 14h às 17 horas
O objetivo do Pregão também é fazer registro de preços de gêneros alimentícios, para atender as escolas estaduais de Cuiabá e Várzea Grande que ofertam a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Escola de MT

Polícia apreende drogas em frente à escola de Rondonópolis Da Redaçaõ - PVPublicidade Na última terça-feira (15.03) policiais militares do 5º Batalhão de Rondonópolis realizaram um trabalho de repressão ao tráfico de drogas na região. Por volta das 10h, em frente à Escola Estadual Domingos Aparecida Santos, no Conjunto São Jose I, o menor AVCS de 16 anos estava com um tablete pequeno de maconha escondido em seu boné, já às 11h, na escola Silvestre Jardim, na Vila Mariana, os policiais abordaram o menor PHRS, de 16 anos e ASS, de 17 anos, e encontraram três porções grandes de maconha. Os adolescentes foram conduzidos à autoridade competente. No período vespertino por volta das 17h na região do Jardim Assunção, a guarnição do Comando de Ação Rápida, recebeu uma denúncia de que uma pessoa com a motocicleta de cor escura estaria realizando entregas de drogas. A guarnição iniciou as rondas e abordagens, quando deparou com Rodrigo Machado Victorino, 26 anos, morador da Vila Esperança, que apresentava a posse de um veículo semelhante ao citado na denúncia, além das características das roupas. Assim que o suspeito visualizou a guarnição tentou dispensar 22 papelotes de um substância semelhante à pasta base de cocaína. Para combater o tráfico de drogas e o porte ilegal de armas o 5º BPM vem realizando diversos trabalhos tanto preventivos como repressivos como: as Rondas Escolares, nas quais policiais com motocicletas estão presentes nas escolas e conquistam a confiança da comunidade escolar e acompanham casos que exigem a atuação policial, o Proerd, policiais militares realizam palestras e trabalhos pedagógicos visando à prevenção, as rondas e abordagens, através do Comando de Policiamento Urbano (CPU) e do Comando de Ações Rápidas entre outros. Essas ações proporcionam a tranquilidade e sensação de segurança que a sociedade rondonopoliana almeja. As informações são da assessoria.

Notícia da Escola/MT

Seduc participa de formação em Escolas Sustentáveis e Com-Vidas A Superintendência de Diversidades Educacionais e gerência de Educação Ambiental, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) participam sexta-feira e sábado (18 e 19/03) junto a coordenação da Escolas Sustentáveis e Com-Vida /Universidade Aberta do Brasil/Universidade Federal de Mato Grosso do processo formativo Escolas Sustentáveis e Com-Vida, no campus da UFMT, no auditório da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária – FAMEV(prédio em frente ao Ginásio de Esportes da UFMT). Dividido em dois módulos, a formação terá no primeiro dia de estudo voltado apenas para os tutores do programa, no módulo III “ O Mundo, a comunidade e as tecnologias ambientais para a sustentabilidade”. No dia 19, sábado, será a vez dos 200 novos cursistas participarem. Cerca de 50 professores da rede pública estadual e 150 da rede municipal de Cuiabá. Nessa data estarão presentes professores das Escolas Estaduais José leite de Moraes, Professora Zélia Costa de Almeida e Historiador Rubens de Mendonça. A abertura, focada nos tutores, é aguardada com grande expectativa, pois os participantes após a explanação teórica sobre construções sustentáveis, coordenada pelo chefe do departamento de Arquitetura da UFMT, professor José Afonso Portocarrero, farão uma visita técnica no Espaço Sebrae de Conhecimento. Um espaço inovador onde será possível ver modelos de construções que buscam a eficiência na utilização de energia e água, que utilizam mecanismos tecnológicos procurando a redução de desperdícios e de poluição objetivando a não degradação ambiental. ROSELI RIECHELMANN Assessoria/Seduc-MT

Notícia da Seduc/MT

Adoção será tema de concurso de redação Estão abertas inscrições para o 2º concurso de redação da Associação Matogrossense de Pesquisa e Apoio a Adoção (Ampara). Os interessados em participar devem se inscrever até o dia 31 de março. As vagas estão abertas para estudantes do Ensino Fundamental (6º ao 9ª). O tema desta edição é ‘Adoção’. A proposta é desenvolver nos particicpantes uma cultura de adoção livre de preconceitos, além de trazer à sociedade uma reflexão sobre a falta de relevância com que é tratado o assunto. As escolas interessadas devem enviar um (ou mais) professor à reunião marcada para o dia 2 de abril, às 9 horas, na Ampara. E , os textos dos participantes devem ser encaminhados até o dia 07 de maio também à Associação. Uma comissão selecionará o melhor texto por ano letivo. A premiação engloba de netbook , passando por televisão, a bicicleta e câmera digital. O prêmio variará de acordo com o ano que o estudante cursar. A solenidade de premiação acontecerá na Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, no dia 25 de maio, às 9 horas. A Associação está localizada na avenida Fernando Corrêa, 1.610, sala 11. Outras informações pelo telefone (65) 3653-1109, ou pelo endereço eletrônico ampara.cba@terra.com.br ou presidência@ampara.org.br. Assessoria/Seduc

Noticia Nacional

Quem tem letra feia pode ter de trocar a de mão pela de forma


FABIANA REWALD


Letra feia e incompreensível tem cura. Ainda mais quando está associada a um distúrbio psicomotor, o que resulta na chamada disgrafia. Em sua clínica, a fonoaudióloga, psicopedagoga e psicomotricista Raquel Caruso diagnostica a causa e trata o problema. A maioria de seus pacientes, crianças e adolescentes, costuma ser encaminhada por neurologistas, pela escola ou pelas próprias mães. O primeiro a fazer, segundo ela, é avaliar a escrita. Se de fato ela for ininteligível, é dado início ao tratamento, que inclui exercícios para aprendizagem das letras e dos números. Em alguns casos, Raquel indica trocar a letra cursiva pela de forma --em que se gasta mais energia, mas que permite uma melhor visualização.

Noticia Nacional

Aluno agride professora em sala de aula em Guaimbê, no interior de SP

 
 
Priscila Trindade - Central de Notícias



SÃO PAULO - Uma professora de matemática ficou ferida após um dos alunos, de 16 anos, arremessar uma carteira escolar contra ela dentro da sala de aula, em uma escola estadual de Guaimbê, na região de Marília, no interior de São Paulo,na manhã desta terça-feira, 15. A agressão aconteceu depois que a professora chamou a atenção do aluno. Ela pediu que o adolescente parasse de conversar durante a aula e, ao abrir a porta da sala para chamar a diretora, o jovem xingou a professora e arremessou uma carteira escolar contra ela. A vítima foi atingida na altura da cintura. A professora foi levada para um ospital da região e passa bem. O caso foi registrado na delegacia da cidade como ato infracional e lesão corporal.

Notícia do MEC

MEC vai notificar no Procon faculdade quem tem curso sobre cambista por


  Carolina Stanisci

Talvez nunca ninguém tenha pensado em fazer um doutorado em subjetividade ou em estudar a história dos cambistas. Mas uma escola intitulada “Faculdade Internacional de Cursos Livres”, com sede na cidade de Ituiutaba, em Minas Gerais, pensou que cursos como esse podem ter público e os anuncia em seu site. Da Produção de queijos artesanais, passando pelos cursos Como passar no vestibular, História do crack e Psicologia do eu, tem de um tudo na instituição. No próprio site, é possível ser informado sobre os módulos investigados nos cursos. No de cambista, por exemplo, no módulo I, fala-se sobre a troca de moedas, o bilheteiro e outros temas. No segundo módulo, é abordada a atuação do “profissional” em frente às portas de estádios, bares, ruas. Ao ligar para a instituição, a reportagem ouve que o curso é sobre a história dos cambistas; porém, não é possível exercer a atividade, que é ilegal. Cursos livres não precisam de regulamentação do Ministério da Educação. E o reitor da Faculdade Internacional de Cursos Livres, o dr. Omar, explica neste vídeo no Youtube. Segundo o MEC, apesar disso tudo, a instituição será notificada para retirar o nome de faculdade de seu nome, bem como parar de anunciar cursos de pós-graduação, como mestrados e doutorados. Segundo o Ministério da Educação, isso pode confundir os estudantes. Além disso, o órgão vai encaminhar um comunicado para o Procon sobre a instituição. Tags: curso, MEC, Procon

Noticia Nacional

Estados do Norte e Nordeste aderem a ensino por satélite


Sistema de aulas a distância usa tecnologia de transmissão de dados via internet; modelo beneficia municípios que não têm professores


Tiago Décimo - O Estado de S.Paulo

Após 30 minutos, dos 50 previstos para a aula, o professor do ensino médio conclui a explanação e estimula os estudantes a formular perguntas. Ele está em Manaus (AM), em uma espécie de estúdio de TV. Seus alunos, quase 3 mil naquele momento, estão em 320 salas de aula em todos os 62 municípios amazônicos. A quantidade de perguntas, porém, parece baixa, levando-se em conta a multidão: cinco.

"Em geral, as dúvidas sobre algum tema são as mesmas", explica o empresário Eduardo Giraldez, inventor do software que permite a realização de aulas para tal quantidade de alunos e locais ao mesmo tempo. Uma tecnologia que custou pouco mais de R$ 10 milhões desde o início do desenvolvimento, há uma década, e tem promovido uma pequena revolução na educação em municípios do Norte e do Nordeste onde não havia aulas, principalmente por falta de professores.

Ao todo, cerca de 300 mil alunos integram o modelo de ensino por intermediação tecnológica desenvolvido por Giraldez.
As aulas são transmitidas em tempo real, por pacotes de dados distribuídos pela internet via satélite, como em uma transmissão televisiva. A principal diferença está na possibilidade de interação, ao vivo, entre professor e alunos.

Cada uma das salas de aula está equipada com um kit composto por Antena VSAT bidirecional, roteador-receptor de satélite, cabeamento estruturado (LAN), microcomputador, webcam com microfone embutido, TV LCD 37 polegadas, impressora a laser e no-break. Nas comunidades, em cada sala, há um professor auxiliar durante todas as aulas.

O maior problema da operação, segundo professores e mediadores, tem relação direta com a tecnologia utilizada. Como a transmissão de dados é feita via satélite, em caso de chuva ou ventos fortes, a conexão pode cair - na Bahia, as situações são mais frequentes entre abril e agosto.

Estados com comunidades remotas são beneficiados, como o Amazonas. Inicialmente contratado para expandir a rede de alunos do ensino médio em 2007, o sistema já absorve estudantes de 6.ª a 8.ª séries do ensino fundamental e universitários. Este ano, serão oferecidos cursos à distância extracurriculares, de fotografia e música.

A segunda operação foi iniciada na Bahia em 2008, também com foco no ensino médio. A primeira turma iniciou as aulas em 2009 e vai concluir o curso no fim do ano. No ano passado, Maranhão e Roraima também adotaram a tecnologia. O primeiro Estado montou, em 2010, um programa específico para alunos do 3.º ano do ensino médio e promoveu capacitação de professores. Este ano, inicia o projeto de formação de estudantes de todo o ensino médio.

Giraldez, porém,afirma já ter recebido críticas sobre o programa. "Já alegaram que nossa tecnologia está tirando postos de trabalho de professores", afirma.

"Isso não é verdade. Só no ensino médio brasileiro, há um déficit de cerca de 270 mil professores. A tecnologia está levando aulas a lugares onde elas não ocorreriam tão cedo. Talvez nunca", assegura.

COLABOROU LIÈGE ALBUQUERQUE, DE
MANAUS

Noticia Nacional

Estudantes brasileiros são os que têm menos livros em casa, aponta pesquisa Educação.
Levantamento baseado nos dados do Pisa mostra que 39% dos estudantes do País possuem no máximo dez obras literárias e apenas 1,9% é dono de mais de 200 volumes; baixa escolaridade dos pais e situação socioeconômica ruim são motivos
Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
Imagine uma sala com prateleiras e estantes repletas de livros de todos os tipos: romances, poesias, crônicas, contos, ensaios, dicionários e enciclopédias. No centro, uma mesa de estudos, onde um aluno faz sua lição de casa. Nos lares brasileiros, essa cena ainda é rara: somos o país onde as crianças têm menos livros em casa. É o que mostra um levantamento inédito do Movimento Todos Pela Educação, com base no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, que analisou 65 países. Cerca de 39% dos estudantes brasileiros declararam possuir, no máximo, dez obras literárias.
Tiago Queiroz/AEHábito. Michelle la Marck, de 14 anos, foge dos resumos e busca sempre a íntegra das obras; ela recebeu na escola um certificado de quem alugou mais livrosA pesquisa mostra ainda que jovens que convivem com livros em casa apresentaram um desempenho melhor nas provas do programa.
O índice brasileiro é pior que o de estudantes de outros países latino-americanos, como Argentina, México e Colômbia. Entre os que afirmam ter mais de 200 livros, estamos em penúltimo lugar (1,9%), perdendo apenas para a Tunísia (1,7%). Na frente estão, por exemplo, Coreia (22,2%), Islândia (20,32%) e Liechtenstein (20,48%).
A posição sofrível do Brasil no ranking, segundo especialistas em educação, revela um retrato social e cultural do País. "A quantidade de livros em casa está intimamente ligada ao nível socioeconômico da família e à escolaridade dos pais", explica Priscila Cruz, diretora executiva do Todos Pela Educação.
O acesso ao livro, diz ela, também está ligado ao custo. "Obras literárias são artigo de luxo por aqui. Além disso, enquanto a alfabetização ainda for precária, não tem como a criança encarar o livro como uma ferramenta. Ela é o direito elementar à educação de qualquer indivíduo."
Christine Fontelles, diretora de educação e cultura do Instituto Ecofuturo, organização não governamental que apoia projetos de educação, afirma que o Brasil precisa criar uma cultura de leitura. "Nós não nascemos leitores. Isso começa na família e só depois se estende para a escola. E esse hábito ainda é ausente no País", explica. Segundo ela, as crianças devem ser preparadas desde a primeira infância. "O desafio de estimular a ler não pode ser entregue à escola."
Educadores são praticamente unânimes em afirmar que crescer em uma família "letrada" é determinante para desenvolver o prazer pela escrita.
"O maior obstáculo é trabalhar o mediador de leitura, que pode ser o professor ou os pais, para que ele "venda" bem a ideia de ler para a criança", afirma Marina Carvalho, coordenadora de projetos da Fundação Educar. "Só assim se cria o hábito."
A última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, mostrou que quem mais influencia o leitor no gosto pelos livros é a mãe, segundo 49% das pessoas. Em seguida, vem a professora, com 33%, e o pai, com 30%.
"A família se mostra como uma "escola de formação do leitor"", diz Zoara Failla, gerente de projetos da entidade. "Em sala de aula, muitas vezes não se desperta o interesse pelo livro como arte. Ele é apenas mais uma tarefa." Segundo ela, a importância que os pais dão ao livro é determinante para a criança. "Porque esse é o ambiente de formação dos primeiros valores dela", conclui.
Ilan Brenman, autor de livros infantis e pesquisador em educação, questiona essa relação em algumas famílias. "Alguns pais de classe média reclamam do preço do livro, mas compram consoles de videogame e celulares caríssimos para os filhos. Qual o valor então que eles dão para a educação?"
Costume. Na casa de Michelle la Marck, de 14 anos, que tem mais de 500 volumes em casa, o convívio com livros desde o berço fez com que a garota desenvolvesse o hábito pela leitura - sua mãe também gosta muito de ler. A influência foi tanta que, aos 9 anos, ela ganhou, no colégio Santa Maria, onde ainda é aluna, o certificado de quem mais alugou livros na biblioteca. "Foram mais de 300 para 200 dias letivos. E li a maioria", lembra.
Ela lê até 25 livros por ano e diz nunca optar pelo resumo quando a escola pede alguma obra - como por exemplo A Metamorfose, de Franz Kafka, que está lendo agora. "Sempre que pesquiso na internet tenho um livro no colo para conferir as informações, tomando o cuidado de ver se está atualizado", conta.
Sabrina de Oliveira, de 17 anos, lê até dois livros por mês - sem contar os propostos pelo colégio Santo Américo, onde estuda. "Gosto de ler mais de um ao mesmo tempo, e de gêneros diferentes, como um romance e uma peça de teatro, por exemplo", diz ela, que leu diversas obras de William Shakespeare.
Tanto Michelle quanto Sabrina têm notas altas na escola, confirmando a tendência detectada na pesquisa.
PARA ENTENDER
Pisa permite comparar países
O principal objetivo do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) é apresentar indicadores educacionais que possam ser comparados entre países, mostrando, assim, a eficiência dos sistemas nacionais.
As avaliações são feitas a cada três anos, com provas de leitura, matemática e ciências. A cada edição, uma das áreas é enfatizada - na última foi leitura e o exame incluiu, pela primeira vez, textos online.
Fazem as provas alunos de 15 anos dos 34 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e de mais 31 convidados.
Nas estantes
89,8% dos jovens de Xangai (China) – maior nota em leitura no Pisa – declaram ter mais de dez livros
15,7% dos jovens de Luxemburgo dizem ter mais de 500 livros – maior porcentual entre os países
1% dos brasileiros têm mais de 500

Noticia Nacional

Alunos da rede municipal de São Paulo terão aulas de reforço no contraturno
- O Estado de S.Paulo
Os alunos do ensino fundamental das escolas municipais de São Paulo terão, a partir deste semestre, aulas de reforço no contraturno. O programa e deve ser implementado inicialmente nas escolas que não cumpriram as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Serão quatro níveis de aprendizado para português e outros quatro para matemática, e os alunos não serão divididos por ano escolar, mas por nível de dificuldade. O secretário municipal da Educação, Alexandre Schneider, diz que vai aumentar o valor da hora-aula de quem se propuser a trabalhar na "recuperação paralela".
A Câmara Municipal aprovou ontem projeto de lei que cria 8.331 novos cargos de professores de ensino fundamental e médio na cidade. O número representa um acréscimo de 15% no quadro de 56 mil professores concursados.

Notícia da Seduc/MT

Seduc aponta positivamente para reivindicações de Escola Indígenas de Brasnorte e Juína
Gestores e professores de quatro escolas indígenas da região de Brasnorte e Juína receberam nessa quarta-feira durante reunião com a Secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida, sinalização positiva para pauta de reivindicações. No documento encaminhado à secretária constam solicitações para contratação de pessoal, informações sobre transporte escolar e construção de escolas.
Os diretores e professores das Escolas Estaduais Indígenas - Tapurá Irantxe, Xinui Myky, Cacique Matsã e Myhyinmykyta – representantes dos povos Manoki, Myky e Rikbaktsa, acompanhados do presidente do Conselho Estadual de Educação Indígena (CEI), Filadelfo Oliveira Umutina, foram recebidos na Seduc pela secretária Rosa Neide e pelos secretários adjuntos de Políticas Educacionais, Fátima Resende, e Gestão de Pessoas, Paulo Henrique Oliveira. E ainda, pelo coordenador de Educação Indígena, Félix Rondon Adugoenau, e o representante da Superintendência de Diversidades, Alexandre Cesário.
No período da tarde, o grupo teve nova agenda na Seduc para esclarecimento sobre início e finalização das construções das novas escolas em andamento nas aldeias.
Assessoria/Seduc-MT

Noticia Nacional

Concentração, autoconhecimento, força de vontade e domínio do próprio corpo são qualidades que também podem fazer parte do universo infantil.
O desenvolvimento de tais habilidades nos pequenos é possível por meio do yoga.
Utilizando jogos, brincadeiras e histórias, crianças a partir de 5 anos tornam-se capazes de aprender os movimentos e posturas dessa prática indiana.
‘“O yoga para crianças nada mais é do que a educação pelo movimento, utilizando o próprio corpo”, explicou a pedagoga Sarah Prado, instrutora de yoga especializada em crianças.
Segundo ela, as aulas infantis trabalham posturas vivenciadas pelas imitações de animais e elementos da natureza. ”São exercícios de respiração, equilíbrio e força que permitem desenvolver autocontrole, boa postura, concentração, foco, domínio do corpo e até acalma os mais agitados”, esclarece.
Fonte: Folha de Londrina (PR)

Noticia Nacional

Mulheres dominam atividade docente
Por: Valeska Andrade
As mulheres compõem 81,5% do total de professores da educação básica do País, conforme divulgado pelo movimento Todos Pela Educação com base na análise da Sinopse do Professor da Educação Básica, que foi publicada pelo Ministério da Educação (MEC) no final do ano passado.
Dos 2 milhões de professores, mais de 1,6 milhão são do sexo feminino. O estereótipo da profissão, construído historicamente, pode ser responsável por esse alto índice, avalia a socióloga Magda Neves, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).
Nas creches, esse número aumenta para 97,9%. No entanto, na educação profissional, elas representam 45,8%. Segundo a socióloga, a sociedade brasileira associa a função do professor a características geralmente consideradas femininas, como a atenção, a delicadeza e a meiguice.
Fonte: Correio do Povo (RS)

Escola de MT

Professores são investigados por "bullying" e assédio sexual em MT
Ana Adélia Jácomo
O professor lotado na Escola Maria Eduarda Soldera, em São José dos Quatro Marcos, Wilhians Carlino da Costa, é investigado por uma comissão da Seduc por supostamente ter praticado "bullying" e "cyberbullying" contra alguns alunos da unidade de ensino. O professor teria alterado algumas fotos de alunos, deixando-os com uma imagem grotesca e até mesmo sensuais. Após as alterações, ele teria enviado as fotos por mensagens de celulares.
Ele ainda é acusado de se comportar de forma inadequada dentro do ambiente escolar, colocar apelidos ofensivos em seus alunos e não cumprir ordens de seus superiores. A comissão de Processo Administrativo Disciplinar tem um prazo de 60 dias para apresentar um relatório.
Outro fato envolvendo professores também está sendo investigado pela Seduc em Pontes e Lacerda. O professor Luiz Carlos da Silva, lotado nas escolas estaduais Dormevil Farias e na 14 de Fevereiro, é investigado por ter supostamente aliciado menores em troca de favores pedagógicos. Além disso, alunos reclamam que entregaram ao professor uma quantia em dinheiro para compra de apostilas. No entanto, não receberam as apostilas e nem tampouco o dinheiro foi devolvido.
Na tentativa de sanar a questão, os pais dos alunos que teriam sofrido os assédio sexual recorreram ao diretor da escola Estadual, Claricindo Gonçalves de Souza, que os teria orientado a “esquecer” o fato e a retirarem a queixa-crime contra o professor, numa tentativa de proteger Luis Carlos. Se comprovadas as denúncias, os profissionais da educação podem ser exonerados.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Educação Infantil

Universalização da educação infantil: solução ou armadilha?
Gustavo Ioschpe (http://veja.abril.com.br)
"Os ganhos para o país com a eliminação do analfabetismo serão muito maiores do que aqueles oriundos da universalização da pré-escola. Essa é a batalha que temos à nossa frente. Admitir distrações é quase um crime"
Pré-escola da Suécia
Lá funciona porque todos os outros problemas educacionais foram resolvidos também
Os últimos anos têm visto o florescimento de uma vasta literatura científica, multidisciplinar, que demonstra o incrível poder que os primeiros anos de vida de uma pessoa têm na determinação de uma série de fatores — da saúde à riqueza — de sua idade adulta. À medida que a pesquisa avança, nota-se que a idade para o surgimento de características importantes vai retrocedendo: sabe-se hoje que eventos da vida intrauterina têm impactos que perduram até a morte.
Esse avanço do conhecimento vem embasando uma mudança de políticas públicas, especialmente nos países desenvolvidos, no sentido de intervir cada vez mais cedo, com especial atenção às crianças de famílias mais vulneráveis. O primeiro esforço em muitos países tem sido começar o processo educacional já na pré-escola, atendendo crianças de 4 e 5 anos. O impacto positivo da pré-escola é amparado por literatura científica extensa. Estudos feitos no Brasil demonstram que alunos que cursaram a pré-escola têm desempenho acadêmico melhor do que aqueles que não a cursaram. Essa diferença persiste por todas as séries, e aparece também em exames padronizados como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Alunos que têm melhor desempenho tendem a gostar mais da escola e, portanto, são menos propensos a abandoná-la. Alunos que cursaram a pré-escola têm maior probabilidade de completar o ensino superior. O impacto positivo vai além da vida escolar e se estende à idade adulta. Um estudo feito no Brasil mostra que aqueles que passaram pela pré-escola têm salário 16% mais alto do que alunos que não a cursaram. Estudos americanos demonstram que a frequência à pré-escola aparece associada à diminuição das taxas de criminalidade.
Por todos esses benefícios, vários países, entre eles o Brasil, vêm cursando o caminho da universalização da educação infantil, especialmente na idade da pré-escola — antes dela vem a creche, cujos efeitos educacionais aparentam ser nulos. O Brasil avançou bastante nesse terreno. Aproximadamente 78% das crianças brasileiras estavam na pré-escola em 2009. Usando o critério da Unesco, que permite fazer comparações internacionais, tínhamos 65% de taxa de matrícula, número elevado, comparável ao de vários países líderes em educação.
Há, porém, uma diferença fundamental entre o esforço de universalização da educação infantil no Brasil e nos países desenvolvidos, onde esse movimento se deu depois de satisfeitas todas as necessidades basilares de sua educação escolar. No Brasil ele está sendo usado (e vendido à opinião pública) como a bala mágica para todas as deficiências do sistema educacional, em especial as relacionadas à alfabetização.
A experiência internacional demonstra claramente a falácia desse argumento. Nenhum dos países que deram saltos educacionais importantes nas últimas décadas teve a universalização da pré-escola como conquista anterior a êxitos na alfabetização e no ensino de modo geral. Em 1975, por exemplo, a taxa de matrícula na pré-escola na Finlândia era de 32%, na Noruega, de 13%, na Coreia do Sul, de 3%, e na Inglaterra, de 21%. Mesmo em 1980, quando muitos desses países já começavam a dar importantes sinais da melhoria de sua educação, nenhum deles punha nem metade da população na pré-escola. Na Finlândia, até há pouco o país com o melhor sistema educacional do mundo, a taxa de matrícula na pré-escola ainda em 1990 era de 33%. Vem da China o exemplo mais claro de que a pré-escola é útil, mas não chega a ser condição indispensável de sucesso para o funcionamento do sistema educacional como um todo. Em 2008, a taxa de matrícula de crianças chinesas na pré-escola era de 44%. Um ano depois, a China já liderava mundialmente o exame Pisa, que mede o conhecimento dos jovens aos 15 anos, sem tempo hábil, portanto, para que se verificasse algum benefício da pré-escola nesse fenomenal desempenho.
A expansão da pré-escola vem ganhando força no Brasil também porque os políticos gostam de inaugurar escolas e anunciar a criação de vagas. “Mas, se os efeitos da pré-escola são positivos, que mal há nisso?” O argumento é bom, mas pode ser ruinoso se expandir a pré-escola significar deixar de lado as lutas pela melhoria do ensino fundamental. A realidade mostra que existe esse risco. Em qualquer organização da iniciativa privada, por exemplo, há sempre dezenas de projetos com retorno positivo que podem ser perseguidos, mas as organizações exitosas implementam apenas um número muito pequeno dessas oportunidades. As escolhas precisam ser feitas, por uma questão de estratégia e foco. Nem sempre há tempo e/ou recursos humanos suficientes para fazer tudo — e tudo benfeito. É preciso, então, priorizar aquilo que é mais importante e dá maior retorno. As organizações públicas e educacionais têm as mesmas limitações que qualquer organização humana, mas, no Brasil, acham que podem (e devem) fazer tudo ao mesmo tempo, e que conseguirão fazer tudo bem. É um engano.
Precisamos fugir da armadilha da expansão do ensino para o nível infantil por duas razões. A primeira é conceitual: há mais de dez anos, com a universalização do acesso ao ensino fundamental, nosso problema maior deixou de ser a quantidade (matrículas, vagas ou falta de verbas) para se tornar a qualidade da educação, que se traduz em melhoria da aprendizagem. Mas as reformas que produzem qualidade requerem esforços, brigas com as corporações do ensino, interferência nas universidades, fim do loteamento político de cargos. Enfim, uma série de medidas que são tão importantes para o povo brasileiro quanto desagradáveis para nossos políticos e muitos professores e funcionários escolares incompetentes. Por isso, não conseguimos ainda, como país, fazer essa migração e focar na qualidade. Assim, continuamos aparecendo nas últimas posições de vários indicadores globais de educação. Já há relativamente pouco que se possa fazer, quantitativamente, pelo ensino fundamental. Se, como sociedade, conseguirmos fazer com que nossos líderes se atenham a esse nível e não escapem das batalhas que importam, teremos verdadeiros e importantes avanços. Se, porém, perdermos o foco e deixarmos que as atenções se voltem para a tenra infância (hoje os de 5 anos, daqui a pouco os de 3...), perderemos mais dez ou quinze anos até finalmente descobrirmos que, ops!, apesar de todos os progressos na pré-escola, nossos alunos continuam chegando à 4ª série sem saber ler nem escrever.
A segunda razão é objetiva. Temos uma enorme e urgente batalha a travar, quase vergonhosa: precisamos alfabetizar 100% de nossas crianças até a 2ª série. Essa precisa ser uma obsessão, pois sem essas fundações sólidas não há como erguer o edifício do conhecimento. O que a experiência internacional mostra é ser perfeitamente viável — aliás, é o normal — alfabetizar crianças que não passaram pela pré-escola, já na 1ª série. Os ganhos para o país com a eliminação do analfabetismo serão muito maiores do que aqueles oriundos da universalização da pré-escola. Essa é a batalha que temos à nossa frente. Admitir distrações é quase cometer crime de guerra.
P.S. — Faltou citar, no artigo do mês passado, uma área importante na qual os pais podem ajudar o desempenho escolar de seu filho, que é o aleitamento materno. Um estudo com alunos de 10 anos de idade que acaba de ser divulgado na Austrália mostra que aqueles que tiveram aleitamento materno por seis ou mais meses apresentavam desempenho acadêmico superior. Esse e os outros estudos mencionados neste artigo estão disponíveis em twitter.com/gioschpe.

Educação

Globo News estreia a série especial “Educação sob Medida”
Neste domingo, dia 20, a Globo News estreia a série “Educação sob Medida”.

Apresentado pela repórter Heloísa Gomyde, o especial traça, em quatro episódios, o panorama da educação brasileira, mostrando seus principais problemas e exemplos de projetos bem sucedidos. A equipe de reportagem da série esteve em quatro estados brasileiros para mostrar a realidade de nossas escolas públicas. “No Brasil, avançamos muito em oportunidades, mas em educação temos um enorme caminho pela frente. Esse foi para mim o fator motivador para essa série especial. Um dado, fornecido pela Fundação Ayrton Senna nos assustou: de cada 100 crianças que entram no primeiro ano do ensino fundamental, apenas 30 concluem o ensino médio”, destaca a editora do especial, Cristina Aragão.
No episódio de estreia, a série mostra a importância do “recorte e cola” no desenvolvimento das crianças. Estudos comprovam que jovens que frequentaram a pré-escola têm chances bem maiores de concluir o ensino médio e de ter bons rendimentos ao longo dos anos da vida escolar. Ainda neste domingo, dia 20, será mostrado o papel das mães nesta fase da vida de meninos e meninas. Muitas mulheres das classes mais pobres persistem na busca de uma escola para os filhos e chegam a ficar nas filas por anos a fio à espera de uma vaga.
No segundo episódio, o especial discute o desafio da alfabetização no Brasil.
Professores não aprendem os fundamentos para alfabetizar crianças nas faculdades de pedagogia. O especial percorreu escolas brasileiras para mostrar bons e maus exemplos do que vêm sendo feito. A terceira parte, que vai ao ar no dia 03 de abril, é dedicado ao analfabetismo funcional, que ainda é um enorme problema no país. O episódio debate as deficiências encontradas no ensino médio das escolas públicas. Currículos muito extensos e desinteressantes não atraem o interesse do adolescente. O que fazer para motivá-lo? Como as escolas técnicas podem abrir um campo de trabalho para o jovem?
O último episódio da série, que será exibido no dia 10 de abril, faz uma homenagem especial aos professores. O programa mostra que profissionais motivados são a peça-chave no bom resultado dos alunos em todas as fases do ensino. Como estão as faculdades de pedagogia do país? Como orientar o professor para que ele renda ainda mais em sala de aula?
Ao longo do especial, o telespectador conhecerá também a história de escolas bem sucedidas que vêm mostrando melhor desempenho, com profissionais atuantes e dedicados, e servindo de exemplo para as outras. Uma escola pública, localizada no sertão de Pernambuco, está entre as que mostram melhores resultados no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Com alunos de todas as classes sociais, participação dos pais nas atividades, alunos campeões em Olimpíadas de matemática e de redação, a escola é bem gerida com dinheiro público e é um belo retrato do Brasil que pode dar certo. “Pretendemos apontar não somente os problemas, mas buscamos soluções, projetos bem sucedidos”, explica Cristina Aragão.
A série “Educação sob Medida”, apresentada por Heloísa Gomyde, estreia neste domingo, dia 20, na Globo News. O especial será exibido sempre aos domingos, em quatro episódios, a partir das 20h30.
Globo

Notícia da Seduc/MT

Seduc reúne gestores de Cuiabá e VG para debater Sistema
Assessoria
Reuniao com Gestores Cuiaba e Varzea Grande
Diretores de unidades escolares de Cuiabá e Várzea Grande, assessores pedagógicos participaram na manhã de hoje (15.03) de reunião de trabalho com a secretária de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc), Rosa Neide Sandes de Almeida, e equipe, com a finalidade de trocar informações sobre o Sistema SigaEduca.
Cada diretor pode explanar sobre a realidade vivenciada para administração e os problemas encontrados diariamente para efetivação do processo. A partir dos relatos um grupo de trabalho será responsável por desenvolver ações que equacionem as pontuações feitas. Nesta quinta-feira (17/03) uma nova reunião na Seduc, debaterá os problemas apresentados com os profissionais da Coordenadoria de Tecnologia (COT).
Dos temas apresentados, surgiram apontamentos sobre inconsistências no sistema empregado para o gerenciamento das informações escolares, dificuldades na assimilação de informações tecnológicas por alguns dos profissionais das unidades, problemas de lentidão no sistema.
Assessoria
Reuniao com Gestores Cuiaba e Varzea Grande
“Estamos direcionando o olhar pelo mesmo foco. Todos os diretores são extremamente dedicados e pensarmos no coletivo somente nos fortalece. Nós trabalhamos para aprimorar os instrumentos de gestão democrática”, explanou a secretária Rosa Neide. “A ideia é de nos desdobrarmos para solucionarmos os problemas elencados”, finalizou o secretário Paulo Henrique.
A reunião contou com a participação da secretária adjunta de Políticas Educacionais, Fátima Resende, dos representantes das Superintendências de Formação, de Educação Básica, Gestão de Pessoas, Gestão Escolar e da Coordenadoria de Tecnologia (COT). Além de todos os gestores das escolas estaduais de Cuiabá e Várzea Grande.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT

Notícia da Escola/MT

Diretora de escola responde processo acusada de trabalhar alcoolizada


A diretora da Escola Estadual Francisco Alexandre Ferreira Mendes, no bairro Boa Esperança, em Cuiabá, Arlene Maria Félix, vai responder processo administrativo disciplinar. Ela é acusada de maus tratos com seus subordinados, deixar de cumprir carga horária de dedicação exclusiva, e até chegar na escola alcoolizada, além de fumar dentro das dependências da escola.

Na portaria que instaurou o processo administrativo, a diretora também é acusada de ter deixado de cuidar do patrimônio escolar e alterado paisagismo sem a devida autorização; solicitado que se instalasse programa nos computadores da unidade escolar com a função de copiar dados pessoais dos servidores lotados nessa escola e ainda, retardado prestações de contas dos repasses públicos, incorrido em desvio de finalidades na aplicação de recursos públicos.

A comissão tem 60 dias para concluir os trabalhos.

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Educação Especial

Seduc divulga a programação de cursos para 2011

O Centro de Apoio e Suporte a Inclusão da Educação Especial (Casies) tem programado para o ano de 2011 a realização de, no mínimo, 49 cursos destinados aos profissionais da educação em Mato Grosso e também a parceiros, já que vagas também são disponibilizadas a secretarias municipais de saúde, departamentos de trânsito e sociedade civil organizada para ampliação do processo de inclusão. Ainda em março, a unidade irá realizar dois grandes eventos

Fundado em dezembro de 2007, a unidade, ligada a Gerência de Educação Especial, subordinada a Superintendência de Diversidades Educacionais, atua no processo de qualificação para os profissionais da educação, mas trabalha também com suporte e atendimento às famílias dos portadores de necessidades especiais no intento de acelerar o processo de inclusão social

Neste mês, no período de 21 a 24, o Núcleo de Atividades às Altas Habilidades e Superdotação (NAAHS) dá início a formação “Conceituando e Identificando Altas Habilidades”, com carga horária de 40 horas. O curso tem como objetivo auxiliar o professor no complexo trabalho de identificação da superdotação. São necessários, no mínimo, sete meses para o processo de diagnóstico. As aulas serão realizadas no período noturno

Já no período de 28 a 31 de março, o Núcleo de Apoio Pedagógico ao Déficit Intelectual (Napdi) realiza outro evento intitulado “Como trabalhar a sexualidade do Deficiente Intelectual, que também terá carga horária de 40 horas/aula. Para garantir o acesso e permanência do aluno no âmbito escolar, baseando na transformação, estruturação e adequação das escolas e profissionais da educação, a discussão se faz necessária

O Casies é composto pelo Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual (CAP); pelo Centro de Formação de Profissionais da Educação e Atendimento à Pessoa Surda (CAS); Núcleo de Atividades às Altas Habilidades e Superdotação (NAAHS); Núcleo de Apoio Pedagógico aos Transtornos de Aprendizagem (Napta) e pelo Núcleo de Apoio Pedagógico ao Déficit Intelectual (Napdi). A unidade funciona na rua dos Crisântemos, número 16, no bairro Jardim Cuiabá, na capital do Estado

21 a 24 - NAAH/S –“Conceituando e Identificando Altas Habilidades – noturno – das 18:00 as 21:00 – carga horária 40 hs.
30 - ADI das 13: às 17:00
28 a 31 – NAPDI – “Como trabalhar a sexualidade do deficiente Intelectual – noturno das 18:00 as 21:00 40hs com complementação
 
ABRIL
04 a 07 – Intensivão de Libras 13:00 vesp. e 19:00 noturno (só Interior)
06 – NAPDI Apresentação da Banca – vespertino
11 a 14 – CAP – Orientação e Mobilidade – período integral
25 a 28 – NAPDI – “Síndromes Associadas à Deficiência Intelectual – Trabalhando o desenvolvimento da estimulação Precoce e Essencial do D.I. noturno – das 18:00 as 21:00
27 – ADI – Ética e Moral – das 13:30 às 17:30
28 – ADI - Ética e Moral – das 07:30 as às 11:30
 
MAIO
02 a 05 NAPTA –Transtornos de Aprendizagem das Habilidades Escolares e Transtorno da Leitura - vespertino
05 – NAPDI Apresentação da Banca – D.I
09 a 12 e 16 a 20 –Braille e Pré-Braille -Sistema Braille de Alfabetização mod. I e II – carga horária 60 hs – matutino
16 a 19 –Intensião de Libras – 13:00 vespertino e noturno 19:00
18 – ADI – Psicomotricidade das 13:30 às 17:30
19 – ADI – Psicomotricidade das 07:30 às 11:30
23 a 26 - NAPDI Oficinas Pedagógicas: A importância dos jogos, brinquedos e brincadeiras – 40 h.
30/5 a 02/06 – Transtorno Invasivo do Desenvolvimento – Autismo Clássico
 
JUNHO
02 - NAPDI - Estudo de caso D.I - vespertino
06 a 09 – CAP - Baixa Visão Período Integral
08 – ADI – Sexualidade das 13:00: às 17:30 Turma A
09 – ADI – Sexualidade das 07:30 às 11:30 Turma B
13 a 16 Intensivão Libras – vespertino e noturno (só p/ Interior)
27 a 30 – NAPDI – Ensino profissionalizante e a Inserção no Mercado de Trabalho –vespertino – 40hs
 
JULHO
04 a 07 – CAS - Surdocegueira – Integral 07:30
11 a 14 – Intensivão Libras – vespertino (só Interior)
 
AGOSTO
08 a 11 e 15 a 18 – CAP Sorobã – Mod. I e II – matutino
10 – ADI – Recreação das 13:30 às 17:30
11 – ADI – Recreação das 07:30 às 11:30
08 a 11 – NAPTA - Dislexia vespertino das 13:30 as 17:30
15 a 18 - NAPDI – Ludoterapia Ato de Brincar e Aprender – vespertino das 13:30 as 17:30 – carga horária 40hs
15 a 25 - NAAH/S Conceituando e Identificando Altas Habilidades – noturno – carga horária 40 hs
22 a 25 – Intensivão de Libras – vespertino e noturno
29/08 a 01/09 – NAPTA – Autismo Atípico Noturno das 18:00 às 21:00
 
SETEMBRO
12 a 15 – NAPTA – Hiperatividade – vespertino
14 – ADI – Situação de Crise das 13:30 às 17:30
15 – ADI – Situação de Crise das 07:30 às 11:30
19 a 22 – NAPDI – Informática no Processo Educacional do Deficiênte Intelectual – das 13:30 as 17:30 - vespertino – 40 hs
26 a 29 - NAPTA – Sindrome de Aspeger e Sindorme de Rett – noturno
19 a 22 – CAP - Codigo Unificado de Matemática p/ DV – noturno
19 a 22 – Intensivão Libras – vespertino e noturno
 
OUTUBRO
03 a 06 – NAPTA – Transtorno da Expressão Escrita-matutino
17 a 20 – CAP – A.V.A matutino e vespertino
19 e 20 – ADI – Transtorno das 07:30 às 11:30
24 a 27 – NAPTA – Transtorno da Matemática
24 a 27 – Intensivão Libras VII – vespertino e noturno
 
NOVEMBRO
07 a 10 - NAPDI – Aprendizagem do Déficit Intelectual- Noturno 18:00 as 21:00 carga horária 40h
09 – ADI – Seminário/Prova de avaliação dos conteúdo das 13:30 às 17:30
10 – ADI – Seminário e Prova das 07:30 às 11:30
21 a 24 – Intensivão Libras vespertino e noturno
 
DEZEMBRO
05 a 08 – Interpretação Libras/LP/Libras – vespertino e noturno
Natal das Crianças
Confraternização dos Funcionários

Notícia da Seduc/MT

Secretário Nacional de Articulação apresenta a função da nova secretaria no MEC


Focando a melhoria da qualidade da educação pública, o Ministério da Educação (MEC) cria a Secretaria de Articulação dos Sistemas de Ensino tendo como gestor da pasta o representante de Mato Grosso, professor Carlos Abicalil. Numa das visitas a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), ele concedeu uma entrevista para o site Seduc, esclarecendo a função e importância dessa nova pasta para  Mato Grosso e para o país.
Nos últimos anos houve crescimento significativo nos índices da educação. Porém, esclarece que ainda existem problemas herdados na própria estrutura organizacional. Entre os referidos problemas está a concorrência de responsabilidade entre União, Estado e municípios, especialmente no que diz respeito à Educação Básica.


Para tentar sanar essas lacunas na educação a secretaria de Articulação  focará  no próximo período atenção especial ao ensino médio e na universalização da educação infantil. “Numa ponta temos a centralidade do Ensino Médio e na outra temos os municípios”.

O motivo dessa centralização é esclarecido pelo fato de que até 2009 a União atuava de maneira supletiva, sem articular adequadamente. Fato que foi modificado com a emenda 59, que colocou a União em igualdade de responsabilidade pela educação obrigatória, como são os Estados e municípios. Um fato importante,já que é ela que concentra a maior capacidade financeira de tributos.

O momento de criação da Secretaria de Articulação surge quando se dá o encerramento do Plano Decenal de Educação e se inaugura o debate sobre a educação para a próxima década. Paralelamente, se dá os arranjos dos Planos Plurianuais, com investimentos do governo federal e dos governos estaduais.


“Olhando por tanto essas combinações frente ao que queremos superar, que as iniciativas não sejam concorrentes entre si, mas que elas sejam articuladas atendendo as necessidades que se tem hoje”.

Nas prioridades apontadas estão além do ensino fundamental obrigatório de oito anos, fazer valer a escolarização obrigatória às crianças de 4 e 5 anos até a conclusão do Ensino Médio,incluindo a Educação de Jovens e Adultos, Educação no Campo.

Desafios importantes da pasta, que segundo Abicalil, agora deverão ser associados a orientação tecnologia e profissional. Foi uma lacuna deixada por mais de 15 anos só resgatada pelo governo do presidente Lula, hoje com forte participação do setor empresarial. “Neste contexto o MEC está instituindo a linha de articulação da Secretaria com os sistemas de ensino”.


A proposta é estabelecer um diálogo que firme compromissos de cada uma das parTes associando a isso a Lei de Responsabilidade da Educação, em tramitação no |Congresso, em paralelo ao Plano Nacional de Educação. Neles se atribuem responsabilidades claras aos gestores da Educação.


Mato Grosso


O Estado de Mato Grosso se apresenta nesse cenário caminhando com esforços simultâneos sem desperdiçar energia do ponto de vista estadual, tanto pela Secretaria de Estado de Educação quanto pela Secretaria de Tecnologia e Ciências. 

Nesses dois esforços, financiados com recursos federais do Programa
Brasil Alfabetizado, deverá se associar a expansão do Instituto Federal de Educação (IFMT), que saltará de três para dez unidades, interiorizando a presença, no Estado.

“É uma contrapartida a aspiração da sociedade para que busque  oportunidade de crescimento e a satisfação com o desenvolvimento econômico e novos empregos”.  Isso sem estancar a formação das pessoas no ensino médio, mas ampliando as oportunidades de trabalho e qualificando melhor para quem quiser prosseguir nos estudos.

Abicalil conclui dizendo que a implantação dessas políticas exigirá um comprometimento de Estado para além das políticas de governo para dar atenção àquilo que é direito do povo e essência da própria cidadania.


ROSELI
RIECHELMANN

Assessoria/Seduc-MT

MP para Ecuação

Câmara aprova MP que libera R$ 968 milhões para o Ministério da Educação

Iolando Lourenço
Da Agência Brasil
Em Brasília



Atualizado às 21h37

A Câmara dos deputados aprovou hoje (15) a Medida Provisória (MP) 508, que concede crédito extraordinário de R$ 968 milhões ao Ministério da Educação. Os recursos serão usados nos programas nacionais de apoio ao transporte escolar e de alimentação escolar. A MP, que segue agora à apreciação do Senado Federal, foi aprovada simbolicamente por acordo entre as lideranças partidárias.
De acordo com a exposição de motivos da MP, o programa de transporte escolar beneficia cerca de 5 milhões de estudantes da zona rural, da educação básica, que não teriam outra condição de comparecer às escolas e cerca de 47 milhões de estudantes, que são atendidos com a merenda escolar.
Os líderes partidários também decidiram também votar amanhã (16) a MP 509, que altera parágrafo da Lei 11.668/2008, que dispõe sobre o exercício da atividade de franquia postal. Pelo texto da MP, os Correios deverão concluir as contratações de franquias até 11 de junho de 2011.
Março
A Câmara deverá votar ainda este mês, além de medidas provisórias que trancam a pauta, alguns projetos de lei, entre eles o que estabelece a banda larga nas escolas e o que trata da igualdade de condições entre homens e mulheres no mercado de trabalho. O acordo sobre as votações foi definido hoje (15) durante reunião do presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), e os líderes partidários.

Escola de MT

Projeto de Geografia será apresentado em encontro internacional
O projeto “Importância da Utilização de Mapa nas Séries Iniciais”, desenvolvido na Escola Estadual Ana Néri, da cidade de Juína (735 km ao Noroeste de Cuiabá), irá representar Mato Grosso durante o XIII Encontro de Geógrafos da América Latina (EGAL 2011), que será realizado na cidade de San José, na Costa Rica, de 25 a 29 de julho deste ano.
Esse é um dos quatro projetos aceitos da professora de Geografia, Denise Peralta Lemes, que leciona na unidade. Ela, em parceria com outros profissionais, e da acadêmica do Curso de Geografia, Chaeny Silva Souza (do Instituto Superior de Educação do Vale do Juruena), desenvolvem as atividades.
O trabalho proposto inicialmente atendeu a 25 alunos da 2ª Fase do 2º Ciclo “A” da Escola Ana Néri. Na primeira abordagem, se percebeu a dificuldade perante a utilização de mapas e a identificação dos elementos básicos: escala, dimensão gráfica, dimensão real e legenda.
Os alunos foram estimulados a realizarem exercícios para desenvolvimento e compreensão dos mapas (trabalho com localização e orientação, utilizando conceito da Rosa dos Ventos). Para os professores, elementos como a criatividade e a interação com a turma são de fundamentais para o processo de ensino e aprendizagem.
Com a frequência do emprego dos mapas os professores envolvidos na ação perceberam sensível evolução das turmas na interpretação dos mapas.
Denise conta, que uma das atividades propostas fez com que os alunos representassem em um mapa o caminho de casa até a escola. Avaliando essa ação os professores observaram que a maioria dos estudantes conseguiu localizar-se.
“Percebe-se um grande desenvolvimento cognitivo perante a interpretação de mapas, compreensão da realidade, e visão de mundo diferenciado das crianças que não estão acostumadas a utilizar o mapa. É nas séries iniciais que se inicia a construção dos conceitos básicos da geografia, que tardiamente respondem os questionamentos de vida, que ajudam a consolidar a identidade do educando, possibilitando o mesmo reconhecer-se como reprodutor da própria historia no mundo, pois, possui o conhecimento do espaço, e têm a noção e a capacidade de transformação e reconstrução do espaço em que esta inserido”, explica ela.

Denise pondera que é necessário extinguir a ideia de que mapa é uma mera ilustração de página de livro, ou que, não é importante o bastante para ser utilizado com frequência em sala de aula, pois, por meio da pesquisa, ficou claro que os mapas “podem” e “devem” ser trabalhados com diversas temáticas.
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