
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Notícias da Seduc/MT
ize: large;">Diamantino investe em Educação e realiza capacitação para os profissionais da área
Da assessoria
O último dia do Curso de Capacitação foi marcado com um encontro dinâmico no pátio da UNED, o Secretário de Educação, Nilvo Pedro Lanza, agradeceu todos os participantes e palestrantes pelo êxito dos três dias de cursos.
“Isso enriquece o conhecimento e aprimora o ensino no município para que seja cada vez mais de qualidade”, sublinhou o Secretário.
Ao fazer um balanço das programações, a Assessora Administrativa, Thérèse Silva foi direto ao ponto. “Creio que veio atender aquilo que nós almejamos, que foi fazer um desafio para todos, foi uma mistura entre a teoria e a prática, é a contribuição dos profissionais que vai cooperar com o desenvolvimento da educação no município”.
A equipe da SMEC agradeceu os educadores por atenderem o chamado e a gestão municipal por investir no aprimoramento.
O conferencista, José Olimpio dos Santos, elogiou o apreço de Diamantino por aperfeiçoar seus profissionais. “Esse curso representa o comprometimento do município. Somente investe em Educação quem acredita nela, assim ocorre nos grandes países”, finalizou.
Notícia sobr educação
Governo diminui investimento na área social
Por: Valeska Andrade
A redução do dinheiro disponível para investimentos em programas de assistência a jovens e erradicação do trabalho infantil cria entraves ao combate à miséria. A erradicação do trabalho infantil receberá, em 2011, R$ 279 milhões, R$ 27 milhões a menos que no ano passado.
Uma redução de 9,5% em comparação ao Orçamento de 2010. O Projovem teve a verba disponível enxugada em 6,5%: saiu de R$ 369 milhões para R$ 346 milhões. Nas duas ações, o governo cortou projetos socioeducativos para crianças e adolescentes trabalhadores com até 17 anos de idade, poupando apenas gestão e administração dos programas.
Na última reunião ministerial, o investimento na área social será apresentado como prioritário dentro da ordem de “fazer mais com menos” e torná-lo mais eficiente. Uma das propostas da presidente para melhorar a qualidade do gasto público é fazer com que os ministros apostem no planejamento.
Fonte: Estado de Minas (MG)
Notícia do MEC
Presidente do Inep admite fragilidades do Enem
Por: Valeska Andrade
Em entrevista ao site R7, Malvina Tuttman, reitora da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), reconhece os problemas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Malvina diz que o processo de elaboração deve ser melhorado, mas acredita que a logística precisa de um olhar mais atento. Entre as medidas para melhorar o Enem estão um plano para dar preparo adequado aos fiscais dos locais de prova.
Fonte: Hoje em Dia (MG)
Informação
Cultivar a "beleza interior" custa mais caro, mostra pesquisa da FGV
Vladimir Platonow
Da Agência Brasil
No Rio de Janeiro
A máxima de que o importante é a beleza interior tem custado caro para os brasileiros. Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que os custos médios somados de produtos e serviços que servem de alimento para a mente, como educação formal (aumento de 7,02%), educação informal (6,85%), material escolar (5,75%), livros (5,4%), jornais e revistas (3,66%) e espetáculos (3,63%) ficaram acima da inflação no período pesquisado, de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011.
Enquanto esses itens, batizados pela FGV como de “beleza interior” atingiram aumento percentual de 6,35%, a inflação pelo índice IPC/FGV ficou em 6,21%. O cálculo tomou como regra a média ponderada, que leva em conta o peso dos produtos ou serviços no orçamento familiar. Já outros produtos e serviços, de "beleza exterior", tiveram na soma média aumentos de 5,16%, abaixo da inflação. Entre eles estão barbearia (aumento de 9,33%), salão de beleza (9,3%), academia de ginástica (8,58%), esmalte (6,88%), vestuário (4,31%) e protetores para a pele (3,89%).
Para o economista André Braz, coordenador da pesquisa, os ganhos salariais de parcela de brasileiros e a recomposição contínua do salário mínimo estão entre as explicações do aumento de determinados serviços. “A nossa economia ainda está aquecida e boa parte dos salários pagos aos profissionais de vários segmentos está com aumento acima da inflação média ao longo dos últimos anos. E esses aumentos fazem parte da estrutura de custo desses negócios, como a educação. Há também interesse maior da sociedade em investir na formação pessoal, até para garantir uma posição de destaque no mercado de trabalho”, explicou.
Mec
DPU diz que Caixa e BB pedem idoneidade cadastral de alunos que solicitam Fies; MEC nega prática
Da Redação
Em São Paulo
A Defensoria Pública da União em São Paulo (DPU-SP) pediu à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil, instituições financeiras que operam o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior), que não solicitem comprovantes de idoneidade financeira aos estudantes que solicitam o financiamento. De acordo com a Defensoria, 200 alunos reclamaram quanto à exigência dos bancos –que, segundo o órgão, não pode ser feita.
Escola
Múltiplas funções desafiam coordenação pedagógica
As inúmeras atividades na coordenação pedagógica deixam Maria Luiza realizada.
Autor: Arquivo da escola
As inúmeras atividades desenvolvidas diariamente pela coordenadora pedagógica Maria Luiza Alves de Moura a deixam muito cansada, mas também realizada. Para ela, a função que exerce é polivalente e muitas vezes engloba, além da parte pedagógica, outras práticas habitualmente desempenhadas por pais e profissionais de diversas áreas. “Procuro fazer o melhor que posso e conto com uma boa equipe de professores e gestores, que fortalecem nosso trabalho num clima familiar, na medida do possível”, assegura Maria Luiza, que trabalha no Centro de Ensino Fundamental (CEF) da 102 Norte. Licenciada em ciências, matemática, e biologia, pós-graduada em psicopedagogia institucional, ela ingressou na carreira do magistério há 32 anos, sempre na rede pública. Desse período, 26 anos foram em regência de classe, como professora de ciências e biologia, e seis como coordenadora pedagógica.
Ela assegura que o principal desafio que tem enfrentado como coordenadora pedagógica é o próprio sistema educacional, seja devido a problemas como falta de professores no início de cada ano letivo ou o grande número de alunos em cada turma. De acordo com Maria Luiza, as crianças hoje atropelam o tempo, pela curiosidade, pelo amadurecimento precoce, pela inversão de valores, pela “sede” de tecnologia em suas vidas, sem contar com a inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais (Anees). Tudo isso, “exige do professor habilidades diversas para atender, a contento, as necessidades dos seus alunos”, acredita. Em sua opinião, se as turmas fossem mais reduzidas, o atendimento teria uma qualidade bem superior.
Outro desafio citado por Maria Luiza é a troca de professores no decorrer do ano letivo, com a substituição de profissionais com contrato temporário por outros com cargos efetivos. Segundo ela, isso provoca inúmeros transtornos de relacionamento e de adaptação dos alunos, bem como mudanças no método de trabalho. “Na maioria das vezes isso acontece ao meio de um bimestre, o que particularmente acho lamentável, pois o aluno é muito prejudicado; percebemos claramente como o rendimento cai e a indisciplina aumenta”, destaca.
O excesso de projetos que “minam” o período letivo é outro fator incômodo, na visão da coordenadora. Ela diz entender que a educação não pode se pautar em pilares estáticos, pois a inovação é importante, mas que tudo precisa ser na medida certa, com base no cotidiano da comunidade e, principalmente, no número de aulas previstas para cada professor. “Ninguém sobrecarregado consegue realizar um bom trabalho”, afirma.
A cada início de ano letivo, o CEF 102 Norte realiza a semana pedagógica: “são revistas todas as metas da proposta pedagógica do ano anterior, refeitas as que não fluíram e reforçadas as que obtiveram sucesso.” Nessa ocasião também é feito o acolhimento dos novos professores, a discussão de sugestões para melhoria do trabalho, e o estabelecimento de um cronograma com os eventos previstos para o decorrer do ano, como datas festivas, reuniões de pais, e conselhos de classe. Os estudantes não são esquecidos e na primeira semana de aulas a escola trabalha a importância da boa convivência na escola. São realizadas oficinas com temas que envolvam valores e é feita a distribuição e leitura do Regimento Escolar.
(Fátima Schenini)
Notícia de Cuiabá/MT
Professor Néviton solicita creches para atender sete bairros de Cuiabá
Da Assessoria
PublicidadePreocupado com a questão social e as mães trabalhadoras da cidade, o vereador professor Néviton Morais (PRTB), segundo secretário da Câmara Municipal, solicitou da Secretaria de Infra-Estrutura de Cuiabá (SEMINF), através de indicação, a construção de creches em sete bairros de Cuiabá.
O parlamentar ainda cobrou sensibilidade do poder Executivo quanto à execução das obras em caráter de urgência, diante do sofrimento enfrentado por milhares de mães e pais, em Cuiabá. “Os moradores necessitam deste atendimento, centenas de mães precisam trabalhar e não têm onde deixar os filhos com segurança”, argumentou Néviton.
Os bairros a serem contemplados com as indicações do vereador são: CPA 4, Jardin Passaredo, Pedra 90, Três Barras, Residencial Ilsa Picolli Pagot, 1º de Março e bairro Arueira.
A proposta surgiu devido à falta de vagas nos centros educacionais, tendo em vista que, as creches além de colaborarem com as mães que precisam trabalhar para aumentar a renda familiar, conseqüentemente suas condições econômicas, produzem ainda, atividades recreativas e educacionais às crianças, que em fase de desenvolvimento, necessitam de uma educação adequada.
“As creches são para crianças ainda não tem idade para frequentar o maternal-escola. É importante cada bairro ter uma, visto que, pedagogos responsáveis administram a rotina dos pequenos promovendo o desenvolvimento cognitivo e motor, com os devidos cuidados necessários de higiene e bem estar para cada criança”, disse Néviton.
Notícia do IFMT
IFMT firma acordo de cooperação com a SEDUC
Da assessoria
O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) firmou acordo de cooperação com a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) para concessão de estágio curricular nos termos da lei nº 11.788 de 25/09/2008, aos alunos do Instituto nas áreas de licenciatura oferecidas pelo IFMT.
Assim, os alunos matriculados no IFMT e nas escolas do Governo do Estado de Mato Grosso tem a oportunidade de realizar estágio sem vinculo empregatício, nas unidades escolares da Secretaria Estadual de Educação e no Instituto, bem como desenvolver outras atividades que promovam aprendizagem profissional, social, e cultural em nível ensino médio e de graduação superior.
Segundo o Diretor de Extensão do IFMT, Elson Santana, os convênios passam a atender todos os campi do IFMT e os os primeiros estudantes a serem atendidos nesse acordo são os dos cursos de Licenciatura oferecidos pela Universidade Aberta do Brasil - UAB/IFMT que irão estagiar em escolas do Governo do Estado em diversos municípios.
O duração dos estágio curricular obrigatório corresponderá a carga horária prevista na matriz curricular do curso do aluno. Em caso de realização de estágio curricular não obrigatório, deverá ter a duração máxima de um ano, podendo ser prorrogado para mais um ano, conforme portaria nº 313 do Ministério do Planejamento.
O acordo menciona que sejam cumpridas no mínimo quatro e no máximo seis horas diárias de estágio, totalizando trinta horas semanais. A unidade interessada, deverá designar um supervisor com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar, supervisionar e acompanhar as atividades do estagiário.
O acordo de cooperação entre IFMT e a SEDUC para fornecer estágio para esta instituição, terá vigência de cinco anos, no período de 11 de novembro de 2010 até o dia 11 de novembro de 2015, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.
Notícias da Seduc/MT
Vereador requer à Seduc retomada de obras em escolas
Da Assessoria
Com a proximidade do início do ano letivo, em 14 de fevereiro, diretores de escolas públicas estaduais estavam preocupados com a paralisação de algumas obras de construção de quadras poliesportivas, como no Distrito de Boa Vista e Nova Galiléia, mas ontem, o vereador Lourisvaldo Manoel de Oliveira (Fulô) realizou uma audiência pública com a secretária Estadual de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida, em Cuiabá, que garantiu que a construtora ANM, responsável pelas obras, retomará os trabalhos em 15 dias. Para Fulô, o resultado da visita à Seduc foi positivo, pois conseguirão garantir que em curto prazo, as crianças de quatro escolas estaduais possam voltar a ter aulas de educação física.
Além das escolas estaduais dos distritos de Boa Vista e Nova Galiléia, a empresa também ganhou licitação para fazer as quadras poliesportivas das escolas Marechal Dutra e Carlos Pereira. Todas elas serão beneficiadas pela agilização do processo de entrega das obras cobrado pelo vereador Fulô. O diretor da escola do Distrito de Boa Vista, em Rondonópolis, Wilson Hido Kayanac ressaltou que a construção iniciou ano passado, porém a obra não foi concluída, prejudicando a comunidade escolar. “É o único meio de lazer da nossa comunidade, principalmente de nossos alunos que estão sem aulas de educação física a mais de um ano”.
Fulô requereu ainda adequações dos banheiros da unidade educacional da Boa Vista para portadores de necessidades especiais e melhorias na cozinha da escola. A secretária de Estado de Educação atendeu à reivindicação e solicitou ao diretor da escola a realização de três orçamentos para as reformas de banheiros, para que possa apresentar os custos e promover a liberação de verba emergencial no valor de até R$ 14 mil. “Acredito que esse valor contemple a adequação dos banheiros e a Seduc libera o recurso para o Conselho Deliberativo da escola. Assim eles controlam a reforma e ainda podem gerar emprego para a própria comunidade durante as obras”, enfatizou Rosa Neide.
Sobre a cozinha da unidade educacional, a Seduc fará um levantamento de valores para ampliá-la e ainda construir um refeitório para os estudantes. A construtora ANM alegou atraso na entrega das quadras poliesportivas, porque requereu no ano passado um aditivo que foi aprovado em dezembro de 2010. A empresa foi notificada a retomar os trabalhos até a segunda quinzena desse mês. Além da secretária de Educação, a secretária de Turismo de Mato Grosso, deputada estadual licenciada Teté Bezerra também acompanhou a audiência.
Notícia Nacional
Estudante de 16 anos é aprovada em nove vestibulares para medicina
G1
Marcela Malheiro Santos, de 16 anos, tem o privilégio de escolher entre o curso de medicina de nove universidades brasileiras. A estudante foi aprovada nas principais instituições de ensino do país, entre elas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
No total, Marcela prestou 13 vestibulares. Passou em nove, não passou em três e aguarda o resultado de mais um (veja quadro ao lado). A estudante já decidiu: vai fazer o curso de medicina da USP.
Filha de um bancário e uma profissional de biblioteconomia, a estudante diz que seus pais nunca exigiram que ela fosse uma aluna excelente e tivesse sucesso no vestibular. A mãe, inclusive, avisou que a família faria um esforço para mantê-la em uma universidade particular caso ela não conseguisse vaga nas públicas. Porém, Marcela nem trabalhou com esta hipótese.
"Sempre fui exigente demais comigo. Na escola se eu tirasse nove ficava mal e ia questionar o professor", disse Marcela ao receber a reportagem do G1 em sua casa, no bairro de Pirituba, em São Paulo, na manhã desta quarta-feira (9). Em plena entrevista, o nome da vestibulanda aparecia em mais uma lista, a dos aprovados em medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Mesmo antes de concluir o ensino médio, o nome da estudante já aparecia na lista de classificados da USP. No ano passado, ela foi aprovada como treineira na área de biológicas, e no primeiro ano do ensino médio também passou para a segunda fase, mas não fez a prova porque foi viajar.
Quando criança, ela 'pulou' um ano
Ainda criança, Marcela mostrou seu potencial. Quando tinha 6 anos, sua mãe foi informada pela professora de educação infantil da escola onde estudava que a menina já estava alfabetizada e portanto atrapalhava o andamento da turma, por isso deveria ser matriculada no primeiro ano do ensino fundamental, ou seja, "pular" um ano. A mãe, na época, teve dificuldades de encontrar um colégio que aceitasse a matrícula já que a menina ainda não havia completado 7 anos.
Marcela fará 17 anos no próximo dia 22 de fevereiro. Para ela, a pouca idade não será problema quando estiver na faculdade. "Todo mundo estará lá com o mesmo objetivo. Foi difícil para todo mundo da mesma forma, por isso a idade não faz diferença."
Aluna do Colégio Integrado Objetivo, em São Paulo, Marcela diz que não esperava passar em nenhum dos vestibulares que prestou. Tanto que chegou a se matricular como garantia na PUC-Paraná, uma das primeiras instituições a divulgar o resultado. "Toda vez que via meu nome na lista de aprovados ficava muito surpresa", afirma.
Dedicação
Tanto sucesso não foi à toa. Marcela sempre foi boa aluna, ama ler e reservou o ano de 2010 para se preparar ao vestibular. Desistiu das aulas de balé, jazz e sapateado, das conversas com os amigos pela internet, e dos passeios. No máximo, dava uma volta de meia hora de bicicleta, pelo bairro onde mora, em Pirituba, aos domingos.
De manhã, frequentava as aulas regulares do terceiro ano do ensino médio, e à tarde aproveitava as atividades extras da escola, como plantão de dúvidas e aulas de redação. Em casa estudava na escrivaninha no quarto, sob silêncio total. "Nunca fui de ficar estudando o tempo todo, mas prestava muita atenção nas aulas. Os professores dão dicas do que vai cair e há questões modelo que você pode treinar", destacou.
A tática de Marcela foi inversa da maioria dos vestibulandos. Entre janeiro a maio de 2010, ela pegou pesado nos estudos, e relaxou no segundo semestre. "Não dá para estudar como maluca. Você fica muito cansada e dá mais nervosismo na hora da prova."
Escolha
A opção por estudar medicina veio de empurrão dos pais que consideram que ela tem perfil para carreira. A garota não imagina como será o curso, nem tem ideia da especialidade que pretende seguir. No momento, está ansiosa com o trote. "Estou com um pouco de medo, mas conheço uma menina que está no segundo ano que pode me ajudar", brinca.
Concluída a missão de passar no vestibular, Marcela tem planos de fazer dança de salão e voltar a viajar - uma de suas paixões. Quando fez 15 anos pode escolher entre uma festa e uma viagem. Fez a segunda opção e passou 30 dias viajando pela Europa com a irmã que também seguiu carreira em saúde e é dentista. Para comemorar o sucesso nos vestibulares, Marcela pretende fazer uma nova viagem com os pais.
Veja dicas de estudos da vestibulanda
- Se possível, dedicar o ano aos estudos e dispensar demais compromissos;
- Não estudar muitas horas por dia;
- Prestar atenção nas aulas e nas dicas dos professores;
- Responder questões de vestibulares anteriores, pois muitos modelos são mantidos;
- Ler revistas, jornais, livros e sites informativos;
- Aos alunos que ainda não estão no terceiro ano, vale a pena prestar vestibular como treineiro;
- Revisar a matéria do dia, em casa;
- Fazer uma redação por semana;
- Buscar formas de relaxar o corpo e a mente pelo menos uma vez por semana;
- Evitar comidas pesadas, como fritura, principalmente antes das provas.
Notícia Internacional
Novo programa leva professores para capacitação na Inglaterra
Assessoria de Imprensa da Capes
Novo programa leva professores para capacitação na Inglaterra Quarta-feira, 09 de fevereiro de 2011 - 12:20 A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou nesta terça-feira, 8, o programa de cooperação internacional Aprofundando a Análise da Docência e Liderando a Aprendizagem. A iniciativa, em parceria com o Instituto de Educação da Universidade de Londres (IOF), tem como propósito ampliar a qualidade da formação dos profissionais que atuam na educação básica e dos professores que os formam. As inscrições no programa vão até 24 de março.
Com a parceria, a Capes pretende oferecer aos professores da educação básica a oportunidade de aperfeiçoamento profissional a partir de iniciativas de cooperação internacional. A estratégia é adotada com sucesso na qualificação de docentes e pesquisadores de pós-graduação.
O programa, que prevê a seleção de até 45 participantes, conforme o edital, é composto pelos módulos Aprofundando a Análise da Docência (Understanding Teaching – UT) e Liderando a Aprendizagem (Leading Learning – LL). Ambos têm a carga horária de 30 créditos, o que corresponde a um módulo do curso de mestrado da Universidade de Londres.
A Capes financiará recursos de custeio para despesas com hospedagem, alimentação e deslocamento interno na etapa internacional. Também serão custeados seguro-saúde, auxílio para deslocamento terrestre nacional e passagem aérea, além do pagamento das taxas escolares.
O instituto londrino é parceiro da Capes também na coordenação do Programa de Ensino de Inglês como Língua Estrangeira, que promove a capacitação de professores da rede pública de educação básica brasileira na Inglaterra. Ambos são coordenados pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Capes.
Notícias da Seduc/MT
Escola de Araputanga recebe premiação extra
Da assessoria
Vencedora da etapa estadual do Concurso Cultural Energias do Mundo, a Escola Joaquim Augusto da Costa Marques, de Araputanga (350 km de Cuiabá), receberá uma premiação extra: uma TV LCD de 32 polegadas. Concedido pela Rede Comercializadora de Energia S.A (RedeCom), o prêmio será entregue pela Cemat, nesta quinta-feira (10), às 11h. A entrega será acompanhada pelo prefeito da cidade, Vano José Batista, e por um representante da Secretaria Estadual de Educação.
Realizado em 2010, o Concurso Cultural Energias do Mundo mobilizou professores e alunos de vários estados brasileiros, que se dedicaram à produção de obras artísticas sobre o tema "A história das energias do mundo: passado, presente e futuro". A Escola Estadual Joaquim Augusto da Costa Marques foi premiada pelo trabalho "Parque Elétrico", criado pelos alunos Letícia Brum, Ludmilla Brum e Mylena Coelho, orientados pela professora Maria Conceição de Jesus.
Com peças de alumínio, ferro e outros metais, os estudantes criaram um parque de diversões em miniatura. Em novembro de 2010, eles receberam a primeira parte da premiação, que incluiu certificados e câmeras digitais, além de um notebook para a professora responsável pelo trabalho. Agora a escola receberá uma TV LCD, que beneficiará todos os alunos.
O concurso registrou um total de 376 trabalhos inscritos, sendo que 32 deles eram de Mato Grosso. Alunos da Escola Municipal Francisval de Brito, em Cuiabá, também foram homenageados com menção honrosa pela liberdade artística e apropriação dos conceitos de arte ambiental na escultura "Reação".
Concurso - O Energias do Mundo premiou trabalhos artísticos produzidos por grupos de 2 a 4 alunos nos estados do Pará (região 1), Mato Grosso (região 2), Mato Grosso do Sul (região 3), Tocantins (região 4) e alguns municípios de Minas Gerais, São Paulo e Paraná (região 5). Os participantes exploraram técnicas como colagem, escultura, pintura, desenho e demais linguagens ligadas às artes visuais.
O concurso ofereceu possibilidades para professores e alunos estabelecerem reflexões e práticas sobre a história das energias que movem o mundo, ampliarem conhecimentos sobre o meio ambiente e promoverem a livre expressão artística no ambiente escolar.
Patrocinado pela Cemat e demais empresas da Rede Energia, o concurso é promovido com recursos da Lei Rouanet de incentivo à cultura. Ele foi realizado em parceria com a Casa Redonda Produções, a ONG Associação Cidade Escola Aprendiz e as Secretarias de Educação de Cuiabá (SME) e de Mato Grosso (Seduc).
RedeCom - Através da RedeCom, a Rede Energia realiza atividades voltadas à compra e venda de energia elétrica e prestação de serviços agregados à comercialização de energia tais como: representação de clientes nas entidades do setor elétrico; representação de clientes em leilões próprios ou de terceiros; gestão de contratos de compra e venda de energia; e intermediação entre compradores e vendedores de energia. A empresa atende seus parceiros - clientes livres, geradores e comercializadores - e desenvolve soluções sempre buscando a máxima satisfação de seus clientes, oferecendo preços competitivos com garantia de entrega no prazos acordados e com maior valor agregado.
Notícia do IFMT
IFMT divulga lista de terceira chamada para os candidatos ao PROEJA
Da assessoria
O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) divulgou nesta quarta-feira, dia 9 de fevereiro, uma lista de terceira chamada convocando dois candidatos excedentes para os cursos técnicos de Nível Médio Integrado da modalidade PROEJA (Educação de Jovens e Adultos). A prova, que consistiu na produção de uma redação, foi aplicada no dia 18 de dezembro de 2010.
Os candidatos foram convocados para os cursos de Edificações noturno e Eletrotécnica noturno, ambos do Campus Cuiabá – Cel. Octayde Jorge da Silva.
A lista pode ser acessada no site do concurso: http://selecao.ifmt.edu.br/concurso.aspx?cod_concurso=553
As matrículas devem ser realizadas no dia 11 de fevereiro, das 8h às 11h e das 14h às 17h na Secretaria Geral de Documentação Escolar (SGDE) do Campus Cuiabá, o qual está localizado na Rua Professora Zulmira Canavarros, 95, Bairro Centro Norte de Cuiabá.
Notícia da Justiça
Promotora pede cuidado com termologias e defende a inclusão nas escolas>
Redação 24 Horas News
A promotora Regilaine Magali Crepaldi pediu para as pessoas terem cuidado com a banalização das palavras, para qualquer desavença não ser caracterizada como bullying. O alerta foi feita durante palestra no último dia do Curso de Capacitação para os profissionais da educação, na quarta-feira. Apesar do termo estar em evidência nas discussõ escolares, a promotora defende cuidado no seu emprego.
Outro fator abordado pela promotora foi quanto à inclusão das pessoas com deficiências na escola regular. “Elas têm direito a educação, a equipe da escola tem que trabalhar com esse aluno de maneira a incluí-lo, buscar conviver com os diferentes para aprender que nem todos são iguais”.
Crepaldi destacou a importância da capacitação dos profissionais e políticas públicas voltadas para inclusão. “Os professores não são super-heróis, eles precisam de capacitação e estrutura”, em outro momento finalizou dizendo que ter boa vontade é ótimo, mas não basta e voltou a frisar o foco do dia. “É preciso ter capacitação como ocorre aqui hoje”.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Notícia da Seduc/MT
Trabalhando dentro da normalidade administrativa o Sistema Integrado de Gestão Educacional (SIGeduca) está em pleno funcionamento para atender a demanda, que até então, apresentava problemas técnicos. Hoje 80% dos estudantes estão matriculados e os demais 20% serão inseridos ainda essa semana.
Algumas orientações devem ser feitas para que a dinâmica de postagem seja mais ágil e eficiente. Um dos problemas verificados pela superintendência de Gestão Escolar, por exemplo, é que muitas escolas com turmas autorizadas acabam não atribuindo aulas, e aguardam fazer todas as matrículas para dar sequência ao processo. “Isso trava o sistema que recomeça do zero o procedimento”, diz a coordenadora de Gestão, professora Débora Villar. Conforme ela, assim que a turma for autorizada, as escolas devem iniciar imediatamente a atribuição para dinamizar o processo.
Uma equipe de trabalho formada por representantes da Secretaria e Gestão de Pessoas, Superintendência de Gestão Escolar e Coordenação de Tecnologia (COT) visitaram, até sexta-feira (04.02), os municípios que apresentaram maiores dificuldades na postagem de dados no sistema. A sobrecarga de dados registradas no fim de 2010, e que acabou por dificultar a postagem de dados em 2011, está resolvida. “Nada comprometerá o início das aulas ou o trabalho da escola”. afirma a secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida.
ROSELI RIECHELMANN
Assessoria/Seduc-MT
Notícias da Seduc/MT
De acordo com a Portaria, o Cefapro de Cuiabá tem efetivo fixado em 59 profissionais, Primavera do Leste, um total de 42; em Alta Floresta outros 43. Já o de Barra do Garças 51 e de São Félix do Araguaia outros 36. Na região Oeste do Estado, em Pontes e Lacerda serão 43 e em Cáceres outros 51. Para o Cefapro de Confresa 36. Em Diamantino 43 e na cidade de Juara 34. Juína terá 41 e Matupá 39. Na região Sul, em Rondonópolis são 49. Tangará da Serra, no médio Norte do Estado, são 43 e em Sinop outros 46.
O Cefapro é o órgão responsável pela política de formação, sistematização e execução de projetos e programas da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), bem como, pelo desenvolvimento de parcerias com o MEC – Ministério de Educação, SMEs – Secretarias Municipais de Educação e IES – Instituições de Ensino Superior. Atendem tanto a demanda das escolas, como da Secretaria da Educação. Assim, são pólos irradiadores dos programas e diretrizes educacionais.
Patrícia Neves
Assessoria Seduc
Notícias da UFMT
| UFMT e Secitec devem intensificar parcerias Redação 24 Horas News O secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Eliene Lima, recebeu nesta tarde de segunda-feira (07) a reitora da Universidade de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli, na sede da secretaria, no Centro Político Administrativo (CPA). Na ocasião, foram tratados assuntos relacionados à área educacional e tecnológica que abrangem tanto a UFMT quanto a secretaria estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec). O secretário Eliene Lima comentou que tanto a Secitec quanto a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) continuarão a conceder grandes investimentos na Universidade de Mato Grosso através do apoio às cotas de bolsas de iniciação científica e a cursos de formação interinstitucionais, como mestrados e doutorados. “A visita da Maria Lúcia Cavalli reforçou o meu desejo de injetar mais recursos na UFMT para expandir no Estado à formação de recursos humanos para a área de pesquisa”. |
Notícias da UNEMAT
As aulas em todos os campi da Unemat iniciam na próxima segunda-feira (14.02). Os candidatos aprovados devem procurar diretamente as secretarias acadêmicas do campus onde estará realizando o curso de graduação e apresentar os seguintes documentos: cópia e original de certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente, cópia e original do histórico escolar, cópia e original de certidão de nascimento ou casamento, cópia e original de documento de identidade, cópia e original de título de eleitor, cópia e original do comprovante de quitação com a justiça eleitoral, cópia e original do comprovante de quitação com o serviço militar (se for do sexo masculino), foto 3X4 recente, cópia e original do CPF.
Se o candidato aprovado for cotista, além dos documentos já listados, ele deve apresentar ainda a auto-declaração do grupo racial a que pertence, apresentar declaração expedida pela escola que comprove ter cursado o ensino fundamental e médio exclusivamente em escolas públicas ou que os tenha cursado em estabelecimentos particulares com bolsa de estudo total ou parcial, comprovante residência mínima de três anos em Mato Grosso seja por meio de comprovante de aluguel, comprovante de financiamento, declaração de residência própria ou cedida, comprovante de água, luz e telefone.
Neste vestibular a Unemat ofertou 1.800 vagas para cursos de graduação em 10 dos 11 campi da instituição.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Notícia sobre Eja
Antigo supletivo tem 370 mil alunos a menos em 2010
Especialistas procuram causas para queda no número de matrículas. Em São Paulo, diminuição chegou a 25% do total de alunos
Matrículas na EJA
O número de estudantes matriculados na Educação de Jovens e Adultos vem caindo em todas as etapasNotícia sobre Justiça
MP constata precariedade de ônibus e suspende circulação da frota escolar
Valmir Faria
de Campo Verde
O promotor de Justiça de Campo Verde, Marcelo Santos Alves Corrêa realizou no último dia 4, uma vistoria nos veículos que fazem parte da frota escolar de Campo Verde, formada por ônibus de propriedade do Município e também de empresas terceirizadas. Alguns ônibus estavam em situação precária, apresentado problemas como pneus desgastados, lataria em más condições, bancos em mau estado de conservação e falta de cinto de segurança, equipamentos exigidos pelo Código Brasileiro de Trânsito.
Pelo menos quatro veículos da frota municipal e três de uma empresa terceirizada foram impedidos de circular. O promotor não quis falar sobre o assunto. Segundo assessores, ele ainda aguarda um relatório que está sendo produzido pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Só depois irá se pronunciar sobre o caso.
A vistoria foi feita em razão de denúncias que vinham ocorrendo e que estavam sendo investigadas pelo Ministério Público. A primeira delas, segundo o que foi informado foi com relação aos preços pagos às empresas pelo serviço de transporte dos alunos.
Também estava sendo investigada a superlotação dos ônibus. Segundo as informações, veículos com capacidade para 40 passageiros estariam circulando com 70 ou até 80 estudantes. Por último a denúncia fazia referência às más condições e ao tempo de uso dos veículos. Pelas regras do Processo de Licitação, apenas veículos com 10 anos de uso podem fazer o transporte. Alguns não estariam atendendo a essa exigência.
As aulas na rede municipal e estadual de ensino começaram hoje (7) em Campo Verde. De acordo com as informações, alguns alunos não compareceram ao primeiro dia de aula devido à falta de transporte. Na Escola Municipal São Lourenço, de acordo com a direção, a quantidade de alunos faltosos foi pequena.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Artigo
Notas, ritmos e melodias: música na escola, agora é Lei.
Iza Aparecida Saliés
Os Estados devem preparar para o início do ano letivo de 2011 dentre as novas perspectivas para o ensino, uma merece destaque, a inclusão do conteúdo de musica no currículo da educação básica, agora é lei.
Musica na sala de aula significa que o ensino do componente curricular chamado de Arte deve sofrer alterações, pois a implantação da Lei Federal 11.169, de 18 agostos de 2008, determina que todas as escolas tanto privada como pública devem oferecer conteúdos musical, na educação básica até o mês de agosto de 2011.
A lei não determina a obrigatoriedade do oferecimento do diploma, isso significa que o conteúdo de música deve compor com a disciplina de Arte, assim sendo, o conteúdo sobre a música é componente obrigatório no currículo escolar.
A inclusão desse conteúdo no contexto da disciplina de Arte é conquista de anos e anos de luta, pois defensores dessa bandeira como compositores, maestros, cantores acreditam que a escola é o canal de divulgação, disseminação e de conhecimentos dos diferentes aspectos da atividade musical de forma mais técnica, conceitual e formal.
Para o compositor Felipe Radicetti , a música além de cumprir um papel mediador das relações sociais pode ser usada como um elemento agregador das disciplinas escolares. Sua colocação reforça a necessidade da inclusão da música no currículo escolar entendendo que para muitos a música, enquanto conhecimento apropriado ainda está muito distante da realidade deles.
Há uma grande preocupação da sociedade em inserir os assuntos, temas e atividades como disciplina do currículo, no caso da música como conteúdo, há necessidade de fortalecer as escolas com professores habilitados e dotar de condições para efetivar a aula prática, considerando as especificidades exigidas pela atividade musical. E nossas escolas, as públicas não possuem condições favoráveis para tal.
A escola precisa adquirir instrumentos, estabelecer horários, discutir com os professores que atuam nessa disciplina de modo a oferecer esse conteúdo articulado na disciplina de Arte.
A seleção de conteúdos de musica para a escola pode utilizar das cantigas de roda para a educação infantil e no ensino fundamental pode apresentar a história da música, e para todas as modalidades ou tipo de música precisam ser trabalhados os ritmos, melodia, instrumentos e sonoridade.
O ensino da música propriamente dito, ou seja, o ensino da técnica de lidar com os instrumentos, leitura das notas musicais, estilos e melodias são habilidades que precisam ser ensinadas por profissionais licenciado em música e não apenas em Arte.
Um professor habilitado em Arte aprende na academia as diferentes modalidades de arte onde a música é uma delas, quando o professor atua na sala de aula de Arte, a composição dessa disciplina no currículo deve abordar os aspectos gerais, conceituais, teóricos desse componente, não há um foco especifico para a música.
As especificidades das modalidades estudadas na disciplina de Arte são vistas separadamente como: a dança, as artes plásticas, teatro, pintura em tela, coral, tocar instrumentos, trabalhos manuais, todas essas atividades exigem um conhecimento especifico que requer um professor próprio para ensinar.
Além da necessidade de dominar todas essas especificidades o professor deve ensinar ainda, o que diz respeito às questões teóricas da disciplina como: a história da arte, da música, da dança, da pintura e as suas devidas técnicas.
Então como pode um professor ministrar sua aula de forma a ensinar música, sendo habilitado em Arte?
Os professores habilitados que estão na rede pública fizeram o curso de Educação Artística (Artes Plásticas, Artes Cênicas e quem fez Música, fez outra habilitação. Essa é a realidade do ensino de arte nas escolas públicas do país.
Hoje a disciplina de Arte do currículo escolar possui no máximo 2 aulas semanais, então como fica a inclusão do conteúdo de musica, e quando precisar fazer aula teórica e prática? Com fica?
Não podemos deixar que a prática das modalidades do ensino de música interfira nos conteúdos necessários para o conhecimento formal do aluno no que diz respeito ao estudo da arte contemporânea, moderna, antiga, ou seja, em suas diferentes concepções teóricas e conceituais. Se não for garantida a discussão do que realmente deve ser ensinado corremos o risco de perder o sentido da disciplina de Arte.
Referências Bibliográficas
AZEVEDO, Fernando Antônio Gonçalves. Sobre a Dramaticidade no Ensino de Arte: Em Busca de um Currículo Reconstrutivista. In: Som Gesto Forma e Cor: Dimensões da Arte e seu Ensino. C/Arte, Belo Horizonte, 1995.
BARBOSA, Ana Mae. A Imagem do Ensino da Arte. São Paulo: Perspectiva, 1991. 134.
FERRAZ, Maria Heloísa C. De Toledo e FUSARI, Maria F. de Resende. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, 1992.
COSTA, Karina. Currículo deve trazer ensino de música. Jornal A Tarde, 29 de novembro de 2010. Primeiro Caderno, p.A6. Salvador/BA.
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
Notas, ritmos e melodias: música na escola, agora é Lei. publicado 19/01/2011 por Iza Aparecida Saliés em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/57208/1/-Notas-ritmos-e-melodias-musica-na-escola-agora-e-Lei--/pagina1.html#ixzz1DJTpXs7s
Informação sobre saúde infantil
Por: Valeska Andrade
Dados da Sociedade de Pediatria revelam que a obesidade infantil aumentou cinco vezes nos últimos 20 anos e já atinge cerca de 10% dos meninos e meninas do País. Para combater o mal, que traz sérios riscos ao coração, recomenda-se a reeducação alimentar e a prática de exercícios.
Nesse último quesito, o ciclismo surge como uma das modalidades mais vantajosas para a garotada. O cardiopediatra Jorge Afiune afirma que pedalar proporciona inúmeros benefícios. “Principalmente em relação ao condicionamento e ao treinamento cardíaco. A prática de atividade física periódica, desde a infância, é um dos fatores que reduz o risco de doenças cardíacas na vida adulta”, diz. Fonte: Correio Braziliense (DF)
Informação sobre Ética
Portal do Jornal Escolar
Meu nome é Cintia, estou vice-diretora na EMEIF Francisca Oriá Serpa, em Fortaleza, e acompanho o grupo de alunos que fazem parte do Programa Fala Escola. O nosso jornal chama-se Jornal da Comunidade. Entre as experiências desenvolvidas pelo programa, que tenho acompanhado, uma tem me chamado a atenção e me deixado muito contente.
Um ponto que é muito discutido com os alunos é o Código de Ética das publicações. Durante as reuniões de pauta é uma questão para a qual eles estão sempre muito atentos e isso tem refletido em outras áreas, como o respeito aos espaços da escola, ao material e principalmente às pessoas. Os alunos têm pensado na questão ética nas diversas situações de vida e isto é um ponto mais do que positivo, pois muitos projetos e atividades desenvolvidos pela escola podem contar com esse grupo que conseguiu ir além do objetivo especifico (o jornal escolar) diferenciando-se dos demais alunos.
Minha visão do Programa Fala Escola era apenas como um grande aliado para o letramento, mas descobri que esse programa vai além do cognitivo, para desenvolver o ser na sua criticidade, sociabilidade e humanidade. O programa conseguiu o objetivo educacional que é transformar conhecimentos em aprendizados que enriqueçam e transformem nossas vidas, nos fazendo pessoas melhores.
Essa experiência eu tenho vivenciado com o grupo que faz parte do Programa Fala Escola.
Maria da Conceição Almeida Ramos (Cintia)
Artigo
Feliz aula nova
Por: Içami Tiba
Precedendo uma palestra minha, havia um conjunto formado por quatro músicos e um cantor entretendo os professores que aguardavam o início da atividade. Os músicos e a platéia eram tipos muito parecidos. Gostei do conjunto e até acompanhei com os pés o seu animado ritmo.
Dentro do horário, o conjunto terminou a sua apresentação e recebeu calorosos aplausos e assobios. Eu, que já estava na sala, também aplaudi. Foi então que o mestre de cerimônias agradeceu ao conjunto e elogiou o talento dos professores. Os músicos eram professores. Não havia nada que os identificasse como tais. Eu aplaudi os músicos, e quando soube serem professores fiquei bastante surpreso. Não eram profissionais contratados como supus.
Professores de ofício, músicos de oportunidade, não iriam perder aquela ocasião para se apresentar perante todos os seus pares e participantes de todos os níveis da Secretaria de Educação. Prepararam as suas melhores músicas e tiveram grande aceitação da platéia, que cantava com eles. Cada um no seu instrumento, ninguém atravessava a música, não destoava e tão pouco se autovalorizava em detrimento dos outros. Eles foram músicos de Alta Performance.
O tema da minha palestra foi “Educador de Alta Performance”, para motivar os professores nas suas funções escolares, principalmente dentro das salas de aula.
Motivação é uma energia que o próprio professor tem de criar dentro de si. O que ele pode receber é estimulação alheia. Quem confundisse uma com a outra, viveria sem rumo, como um barco a vela que iria para onde os ventos o levassem. O singrar as águas ao sabor dos ventos não leva o barco ao seu destino. Quando a motivação e os estímulos estão na mesma direção diz-se que o mundo conspira a favor. Quanto têm direções diferentes e, principalmente, opostas, que nadamos contra a corrente.
Num barco horrível como está a educação no Brasil, com os alunos formando uma imensa corrente contrária ao aprendizado, é preciso muita motivação para o professor ensinar. Os docentes mais capacitados podem estar nos centros mais avançados. São nas adversidades que se revelam os mais motivados.
Cada início de ano letivo, cada mês, cada semana, cada dia, cada aula é uma oportunidade que o professor tem para estimular o aluno e o aluno para abrir as portas que o aprisionam na ignorância.
Um dos poderes negligenciados pelo professor é o de que ele é um dos mais importantes integrantes na formação do papel de aluno. Um bom professor desenvolve bons alunos. Um mau, desencaminha os bons e lesa os mais fracos, faz do desanimado um excluído.
Se cada professor se preparasse para dar a sua aula como os músicos que me precederam na palestra o fizeram, a receptividade dos alunos seria muito diferente daquela a que ele está acostumado. Talvez os alunos no início sejam espelhos do entusiasmo do professor para, mais tarde, tomarem um caminho próprio, o da indiferença, da perda da esperança em aprender traduzida como falta de vontade de estudar.
O professor, além do conteúdo da aula, passa o entusiasmo através da sua Performance . Se o conteúdo nutre a competência, a Performance anima a alma, eleva a autoestima de cada aluno e o transforma em animador.
A motivação do professor deve permanecer além da aula, pelo curso, para a vida. Enquanto houver algo a ser ensinado ou alguém tiver algo a aprender não serão os estímulos contra a corrente que a extinguirão. A Performance tem que ser proporcional aos desafios. Cada início é a grande oportunidade de animar o aluno a estudar e também de fortalecer a motivação de que o futuro dos seus alunos está agora em suas mãos.
Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Família de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 26 livros.
Educação está descontextualizado da nossa prática, diz Ságuas Moraes
De Brasília - Vinícius Tavares PublicidadeA educação brasileira, principalmente o ensino médio, está descontextualizada da nossa realidade. A constatação é do ex-secretário de Educação do Estado, Ságuas Moraes (PT/MT), que assumiu esta semana seu primeiro mandato como deputado federal e recebeu a reportagem do Olhar Direto para uma primeira entrevista sobre propostas do parlamentar para serem discutidas no Congresso Nacional.
De acordo com Ságuas Moraes, o ensino atual oferecido nas escolas não está focado na realidade cotidiana dos jovens, principalmente aqueles que vivem na periferia, o que é causadora da elevada evasão escolar. Segundo ele, é preciso que a escola faça os alunos se interessarem pelos conteúdos a partir da vivência na prática. “Precisamos fazer os jovens avançar intelectualmente para termos uma sociedade mais solidária, mais integrada e participativa. É preciso que os conteúdos façam sentido e que estejam conectados com a sua realidade”, afirmou.
O parlamentar lembra que problemas como o consumo de álcool e drogas, o trabalho precoce e a gravidez na adolescência podem ser debatidos na escola sob a ótica das disciplinas como a química, a biologia, as relações sociais e até mesmo economia doméstica. O deputado acredita que a informática é uma ferramenta muito importante para despertar o interesse do aluno em assuntos relacionados às disciplinas, mas admite ainda haver dificuldade para muitos professores dominarem a linguagem dos computadores e a velocidade com que caminham as novas tecnologias. “É um processo lento, mas que dará resultado no médio e longo prazo”, analisa com otimismo o parlamentar, que almeja ocupar uma vaga nas comissões de educação e saúde da Câmara.
Presidente do Tribunal de Contas do Estado realiza manhã de trabalho na Seduc
O presidente do Tribunal de Contas do Estado, Valter Albano, chegou a pouco a sede da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), em Cuiabá. O convite para a agenda de trabalho foi formulado pela secretária Rosa Neide Sandes. D
Durante toda a manhã o presidente permanecerá na unidade e terá reunião de trabalho com coordenadores e superintendentes da Secretaria de Estado de Educação. Participa também da reunião a secretária Extraordinária de Apoio às Políticas Educacionais, Flávia Nogueira. “Essa reunião tem como objetivo fazer com que os órgãos internos conheçam um pouco mais das atividades desenvolvidas pelo TCE e ratificar a transparência em nossas ações.
Teremos uma grande manhã de trabalho com a participação ativa de nossas superintendentes e coordenadores de equipes”, explica a secretária Rosa Neide. Valter Albano é um grande conhecedor da Educação em Mato Grosso. Por duas vezes esteve a frente da pasta, no período de 1990 a 1991 e de 1995 a 1996. Patrícia Neves Assessoria/Seduc-MT
Volta às aulas na UNIC
Da Assessoria
De 7 a 11 de fevereiro, a Universidade de Cuiabá - UNIC recebe os alunos para mais um semestre letivo com uma programação especial. Neste ano, a instituição organizou um evento focado na cultura mato-grossense, com o objetivo de estimular a interação entre os calouros e o universo acadêmico.
As atividades terão início na segunda-feira, às 8h, no Pátio Central da UNIC, local em que os calouros serão recepcionados pelos veteranos e coordenadores dos cursos. A semana de boas-vindas terá a presença de diversos artistas regionais, como Gervane de Paula, que apresentará a exposição da obra Caminhos, e a intervenção Paisagem Ferida, do fotógrafo Fabio Motta. Os estudantes também poderão participar a feira literária, o varal de poesias, as músicas e o sarau que estarão disponíveis, bem como aproveitar o torneio de futsal ou doar sangue.
Além disso, receberão um kit de boas vindas, que orientam e mostram para o aluno o que acontece na UNIC. Para o reitor da UNIC, Rui Fava, o objetivo desta recepção é integrar o corpo docente e os novos alunos. “De um lado está a celebração dos ingressantes e, do outro, está a instituição apresentando tudo o que tem para oferecer”, afirma.
A diretora acadêmica, Simone Wojcicki, completa que esse é o momento de celebrar a conquista de mais uma etapa na vida dos universitários. “Por isso nada melhor do que incentivar práticas culturais e proporcionar um ambiente receptivo para os recém-chegados à instituição.” O trote estudantil é proibido pela resolução 038/2002 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) e coibido pela UNIC por meio de atividades lúdicas nessa época do ano.
De cada 100 cidades brasileiras 15 não possuem creche
Fantástico fala de um drama que afeta milhões de famílias brasileiras: a falta de creches. De norte sul do país, nas cidades e no campo, muitas e muitas mães trabalhadoras vivem preocupadas, porque simplesmente não têm onde deixar seus filhos. A situação é preocupante. De cada 100 cidades do Brasil, 15 não têm nem uma sala para atender crianças de zero a três anos de idade. São 827 municípios sem um lugar para a criançada socializar e aprender.
Um levantamento exclusivo, com dados do censo escolar do Ministério da Educação, revela: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Maranhão são os estados com o maior número de cidades sem creche. No Maranhão são 64. “Tem muita criança para ficar sem estudar, sem ir para o colégio. É ruim demais mesmo”, diz uma jovem. No Rio Grande do Sul, famílias de 133 cidades não têm onde deixar seus filhos pequenos. “O motivo maior é que eu estou mudando, porque não tem creche aqui”, afirma uma mulher.
Em Minas Gerais, são 172 municípios nessa situação. “Tenho que trazer para o serviço porque não tenho onde deixar”, conta uma senhora. Nesses estados, o Fantástico visitou as três maiores cidades que enfrentam o problema. Em Piranga, a 200 quilômetros de Belo Horizonte, encontramos Clarete, que precisa levar a filha de um ano para o trabalho. “Quando a minha mãe está viajando, tenho que trazer, porque não tem onde deixar”, explica Clarete. “Estou passando roupa e ela está aqui perto de mim, mas eu fico morrendo de medo de ela se queimar.”
No Brasil, a creche é a primeira etapa do Ensino Básico antes da pré-escola. Os pais não são obrigados a colocar seus filhos na creche, mas o governo precisa atender os que querem.
É direito da criança, está na Constituição. “Na creche, na escolinha, vai ter outros desafios de habilidades sociais. Ela vai ter que disputar com outras crianças ou mesmo com os adultos que não vão ser iguais à mãe. Do ponto de vista afetivo, ela vai criar outros laços”, aponta Marisol Monteiro Sendini, pediatra e psicanalista do Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência da USP.
O caminho da equipe do Fantástico também é longo. Cruzamos o Brasil do Sul até o Maranhão. Pegamos a balsa que liga São Luís, a capital do Maranhão, ao interior do estado. O nosso destino é Pinheiro, a cidade com o maior número de habitantes entre as que não têm creche no Maranhão. Pinheiro tem quase 80 mil moradores - a maioria na área urbana.
A única instituição que atende crianças de dois e três anos na cidade é uma filantrópica, mantida pelo padre italiano Luigi Risso, que não tem qualquer ajuda oficial. “Até agora, nossos benfeitores da Itália mandam o dinheiro para mim. Mas não dá nunca para cobrir as despesas”, diz. As sete escolas criadas por ele só atendem crianças as partir de dois anos de idade. “Sei que ele está em boas mãos, bem cuidado”, diz uma mãe.
O drama se repete Brasil afora. Mesmo em cidades quem têm creche, há milhares de bebês e crianças esperando vaga. Só na cidade de São Paulo, são 100 mil.
Em nota ao Fantástico, a prefeitura de São Paulo diz que está construindo novas unidades e ampliando parcerias com outras instituições. Afirma também que é uma das poucas cidades que oferecem vaga para filhos de mães que não trabalham. “Essas crianças pequenas, convivendo com outras pequenas, têm outro tipo de desenvolvimento.
Elas conseguem estabelecer relações com outros adultos e com outras crianças, elas têm acesso a outro tipo de brincadeira. Então, a creche se configura como espaço importante para a criança pequena”, explica a especialista em educação infantil Maria Letícia Nascimento, pela USP.
Seduc recebe até dia 25 as inscrições do Programa Brasil Alfabetizado 2011
Assessoria/Seduc-MT
Permanece aberto até 25 de fevereiro o período para que os municípios mato-grossenses façam adesão ao Programa Brasil Alfabetizado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). O objetivo é formar turmas para ofertar o curso de alfabetização inicial para milhares de jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de estudar no período regular. O Programa Brasil Alfabetizado - iniciado em 2003/2004 em Mato Grosso - alfabetizou até 2009 cerca de 80 mil pessoas. Segundo o censo escolar, a demanda de analfabetos ainda é de 120 mil pessoas no Estado. Para este ano, a meta da coordenação estadual é alfabetizar, junto aos municípios, 11.200 pessoas acima de 15 anos. Os municípios devem formar turmas com 10 a 25 estudantes na zona rural, e 15 a 25 na zona urbana, ter um alfabetizador e um coordenador, que trabalharão num período de oito meses. Após esse período, que corresponde a 320 horas/aula (10 horas semanais), os alunos estarão aptos a continuar os estudos nas escolas que ofertam a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo o coordenador do Programa na Seduc Alan de Souza Mantilha, os alunos têm a liberdade de ingressar diretamente no primeiro segmento de EJA, porém se sentem mais á vontade para trabalhar em turmas menores e com público mais homogêneo, na faixa de 45 a 60, que é um dos diferenciais do Programa. FORMAÇÃO O Programa garante formação inicial e continuada durante os oito meses do curso. Vale ressaltar aos alfabetizadores (professores efetivos da rede ou pessoas com o ensino médio completo), bem como aos coordenadores de turmas, que a formação inicial está prevista para o início de março. As inscrições ao Programa deverão ser realizadas na coordenação de Educação de Jovens e Adultos da Secretaria de Estado de Educação com os técnicos responsáveis pelo programa em Cuiabá. Nos demais municípios, a Secretaria Municipal de Educação ou Assessoria Pedagógica podem oferecer outras informações. As prefeituras interessadas devem procurar os técnicos responsáveis, Alan Mantilha, Márcio Damazio, Lucila Martins e Elaine Cardoso. Telefones para contato: (65) 3613-6325 e 0800 6476325 ou pelo endereço eletrônico alan.mantilha@seduc.mt.gov.br
Na era digital, jovens voltam às aulas de caligrafia para aprender a escrever
JN/G1
Os jovens que não desgrudam de computadores e celulares estão perdendo um hábito antigo: usar a caneta e o papel pra se comunicar. O resultado é que está cada vez mais difícil decifrar o que eles escrevem. Foram dois meses longe da caneta, só no computador. Mas, as férias acabaram. Saíram os computadores e entraram os cadernos, uma tortura para Jonathan. “A professora escreve muito rápido, aí eu perdia. Para acompanhar, tinha que escrever muito rápido, minha letra saia muito ruim”, lembrou.
A solução foi permitir que as explicações de história e português fossem anotadas no computador. Na escola, o uso do computador só foi liberado para aqueles alunos que têm dificuldades com a escrita. Mas isso não significa que eles estejam livres da caligrafia. Tudo que eles digitam tem que ser repassado em casa para o caderno.
Um treino forçado que está dando certo. “Até eu entendo agora!”, contou Jonathan. “O aluno tem que escrever uma produção escrita, fazer uma redação escrita em um vestibular, em um concurso. E a letra legível faz com que o leitor entenda e compreenda”, explicou a coordenadora pedagógica Lígia Fleury.
Agora, por que alguns jovens escrevem tão mal? As desculpas são variadas... “Eu acho que é porque minha mãe tem uma letra muito feia e é genético, pode ser”, brincou o estudante Bruno Marienberg.
Não é uma questão genética. O professor de caligrafia Antonio de Franco ensina que basta concentração e treino. “Temos muitos alunos na faixa dos 15 aos 17 anos, principalmente que estão entrando nessa fase de vestibular, como também temos muitos alunos dedicados à parte de concursos públicos”, disse.
A professora de comunicação da USP Elizabete Saad Correa diz que as escolas não devem fechar os olhos para o mundo digital. “Você tem uma tendência a usar muito mais o teclado do que o texto escrito no papel. Se você não treinar a escrita em papel, realmente você vai perder a prática até de segurar uma caneta”, destacou.
Preocupado com isso. Paulo César está frequentando aulas de caligrafia. Quer ter moral para cobrar da filha de 10 anos um bom desempenho. “Nada melhor do que você chegar com o exemplo. Como é que eu posso cobrar hoje se a minha letra é horrorosa?”, disse.
Ampliado calendário de atribuição de aula na rede estadual/MT
O calendário de atribuição de aulas em Mato Grosso foi ampliado e os profissionais das 720 unidades escolares da rede estadual podem cadastrar os dados da primeira etapa, até amanhã, 9 de fevereiro, conforme retificação parcial dos artigos 10,11, 12 e 13 da Instrução número 017/2010, publicada em Diário Oficial do Estado (D.O.E), de 19 de outubro de 2010. A Instrução Normativa 004/11/GS prevendo as alterações foi publicada na edição do Diário Oficial com data de 4 de fevereiro deste ano.
De acordo com a publicação, as oito fases para atribuição de aulas permanecem inalteradas devendo a unidade escolar seguir rigorosamente a classificação dos profissionais administrando a inserção dos dados referente a atribuição de classes e ou aulas, no sistema SigEduca/GPE.
No dia 10 de fevereiro será exposto o quadro de aulas livres e/ou substituição no mural da Assessoria Pedagógica, para organização do quadro de classificação dos professores efetivos remanescentes prioritariamente na disciplina a que concorre, mantendo para efeito de classificação, a pontuação obtida na unidade escolar de origem e divulgação da lista de classificação.
PATRÍCIA NEVES
Assessoria/Seduc-MT
Escolas mostram realidades opostas às vésperas do ano letivo
Sérgio Edison de Tangará da Serra
A Escola Estadual Vereador Manoel Marinheiro, no Jardim Rio Preto, esbanja vigor estrutural e ainda cheira a prédio novo. Fundada em 1989 e reinaugurada em maio de 2010 - após completa remodelação que custou cerca de R$ 1 milhão aos cofres do governo estadual -, a escola está pronta para receber os alunos na abertura do ano letivo, dia 14.
Segundo as professoras Elisabet Lorenzon e Vilma Ferreira Barbosa da Silva, coordenadoras do educandário, cerca de 700 alunos terão aulas em 11 salas climatizadas. “Ainda há algumas vagas, principalmente no período noturno e no EJA (Educação para Jovens e Adultos)”, disse a professora Elisabet. A escola conta ainda com biblioteca climatizada com cerca de 3.000 volumes, salas de vídeo e projetos, espaço multifuncional para alunos especiais e um laboratório de informática com 26 computadores.
A cozinha é modelo e atende integralmente aos padrões exigidos pela fiscalização sanitária. Falta, porém, a cobertura da quadra de esportes, e não há previsão para tal obra. Já na semana passada, a escola havia revisado todos os seus aparelhos de ar-condicionado e sistemas elétrico e hidráulico. Faltava apenas aparar o gramado e ajeitar os canteiros. Quando o DS visitava a unidade escolar, parte dos 34 professores se concentrava na preparação das aulas e discutiam a decoração das salas.
Além das disciplinas curriculares, a escola oferece aos alunos os projetos “Volei Kids” (esporte), “Do-ré-mi-flauta” e aulas de violino (música), “Literatura Viva” e teatro (cultura), “Pré-jovem” (formação humana) e “Cuida Bem de Mim” (meio-ambiente). O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) saltou de 3,8 pontos em 2007 para 5,1 (séries iniciais) e 4,7 pontos (finais) em 2009.
Se na Escola Manoel Marinheiro a situação é das melhores, o mesmo não se pode dizer do Centro Municipal de Ensino Fundamental Sílvio Paternez, escola da rede municipal localizada no Jardim 13 de Maio (limite com Vila Horizonte).
Maior escola do ensino fundamental no município, a Sílvio Paternez se ressente de uma melhor estrutura física e não consegue atender a demanda. São 1.200 alunos já matriculados e outros 70 aguardando vagas numa lista de espera. Há reformas por fazer nos pavilhões e em cada uma das suas 20 salas e faltam carteiras escolares. “Aguardamos a autorização das reformas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura”, disse professor José Fernandes, diretor do educandário.
Há ainda problemas graves na parte elétrica, o que tem causado danos em equipamentos - como os condicionadores de ar - e luminárias. Os reparos, segundo Fernandes, estão orçados em R$ 17 mil, mas ainda não há qualquer sinalização da Semec. A escola também não dispõe de biblioteca. Há apenas um amontoado de livros num espaço improvisado que impossibilita as atividades de pesquisa dos alunos.
A escola conta com uma boa quadra esportiva coberta, mas há reparos aguardados na quadra pequena, muito utilizada pelos alunos. “Vieram aqui, quebraram o piso da quadra pequena e disseram que iriam reformar, mas não terminaram e a quadra está inutilizada”, reclamou José Fernandes. O serviço teria sido iniciado e não concluído por uma empresa contratada pelo município.
Entre os aspectos positivos, além da boa quadra coberta, há de se considerar o espaço da cozinha, considerado razoável pela direção. Telhado e forro também estão em boas condições, e já há trabalhos de dedetização e limpeza na escola. Os 1.200 alunos já matriculados serão divididos em 40 turmas nas 20 salas, nos turnos matutino e vespertino. O corpo docente da unidade escolar é formado por 57 professores. Além do currículo tradicional, a escola realiza os projetos extra- Curriculares “Capoeira”, “Lendo e escrevendo somos mais” e “Tocando a Vida” (aulas de flauta). Este ano deverá ser reativado na escola o programa “Proerd”, numa parceria com a Polícia Militar. Quanto ao Ideb, a escola vai bem. Os índices de 3,6 e 3,8 nas séries iniciais e finais, em 2007, saltaram em 2009, respectivamente, para 4,8 e 4,9 pontos.
Professores batem à porta dos alunos no interior paulista
DE SÃO PAULO
Os 51 professores da rede municipal de Altinópolis (333 km de São Paulo) começaram, na última sexta, a bater na porta das casas de seus 1.200 alunos de ensino infantil e fundamental. A informação é da reportagem de Hélia Araujo publicada na edição deste domingo da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
De acordo com o texto, o objetivo do projeto é aproximar e estreitar as relações entre professores e pais das crianças e conhecer o ambiente familiar e a realidade de cada núcleo para tentar melhorar o nível do ensino nas escolas da rede. Os professores não vão receber a mais pelo serviço e serão levados até as casas dos alunos por veículos oficiais da prefeitura.
Em cada uma das visitas, que acontecem de surpresa e sempre partir das 18h --para pegar os pais em casa--, os professores fazem dez perguntas aos responsáveis pelos estudantes. Dados pessoais, religião e renda familiar são algumas das questões feitas aos pais.
A expectativa educacional, as atividades preferidas da criança e de que maneira ela fala sobre a escola também estão entre as perguntas. Silva Junior/Folhapress Professora Janaina Gomes de Sá em visita a casa de sua aluna Maria Eduarda Caleti em Altinópolis (SP)
Artigo
Devagar se vai longe?
Gilberto Dimenstein
Estude em Harvard sem pagar nada. E no Brasil 31/01/11 - O maravilhoso poder da indisciplina 17/01/11 - O mundo beta permanente 03/01/11 - Um brinde à saúde 27/12/10 - Está nascendo a era dos educadores 20/12/10 -
O grande personagem do ano 15/12/10 - Meu último personagem sou eu 13/12/10 - A escola que está virando um jardim 08/12/10 - Viela do livro veja aqui mais anteriores Devagar se vai longe?
Estão conseguindo fazer aqui em Harvard a união das crenças milenares do budismo com a neurociência, mostrando como a meditação altera áreas do cérebro e produz bem-estar: menos ansiedade, depressão e dores crônicas. E até menos propensão à obesidade. Submeteram 2.250 universitários a testes de ressonância magnética, depois de passarem por exercício de meditação.
As imagens exibiram ampliação nas áreas do cérebro associadas à memória, à aprendizagem e ao equilíbrio emocional e redução daquelas ligadas ao estresse. Essa química entre um conhecimento de 2.500 anos com neurocientistas e psiquiatras, munidos com máquinas que detalham o funcionamento do cérebro, reflete a inquietação dos cientistas diante da epidemia de ansiedade, traduzida no consumo crescente de remédios.
Por trás dessa discussão, existe a suspeita de que tanta pressa está deixando as pessoas inseguras, perdidas em meio a tanta informação. Se alguém não estiver apressado ou, pelo menos, parecendo apressado, deve ser um desocupado e, portanto, um fracassado. Professor de psicologia da faculdade de medicina de Harvard, Ronald Siegel criou um centro de pesquisa, próximo ao campus, em que se investigam os efeitos da meditação e como colocá-la no cotidiano. Ele lançou recentemente um livro sobre técnicas da atenção ("Mindfulness Solution").
Todos daquele instituto são professores ou pesquisadores convencidos de que aprender a se concentrar, vivendo melhor o tempo presente, produz gente mais equilibrada e eficiente. O que, segundo eles, ajuda os efeitos dos remédios e da terapia. São ensinadas técnicas simples. Ronald Siegel, por exemplo, caminha de um jeito diferente: ele se concentra em cada passo e observa como o movimento produz reações em seu corpo.
Deixa-se entregar ao voo de um passarinho, à brisa que bate em seu rosto ou aos risos de uma criança brincando no parque, sempre observando como cada coisa se passa dentro dele. "Estar presente de fato, não fugir da realidade, é um jeito de moldar o cérebro para as adversidades", diz o professor. Estar presente não significa, acrescenta, sentir só a brisa no rosto num dia primaveril, mas não fugir do sofrimento. A pressa é um dos fatores que estimulam a obesidade.
Na semana passada saiu um relatório mostrando como está acelerando mais do que se imaginava a epidemia do sobrepeso. Para ajudar os pacientes a se alimentarem melhorar, o Boston Medical Center se inspira nas lições de meditação. Aprendem a saborear uma única passa durante vários minutos, experimentando diversas sensações. Trava-se, assim, uma guerra contra o fast-food.
Não estivéssemos falando de gente que ensina na faculdade de Medicina de Harvard, cujas descobertas foram publicadas em duas revistas acadêmicas de psiquiatria, este artigo iria parecer reflexão de hippie esclerosado ou bicho-grilo. Foram feitos vários testes revelando que a dependência da informação é semelhante, em muitos casos, à dependência química.
Isso é o que se vê quando se pede para que os jovens fiquem sem acesso a internet e longe do celular. Responde-se apenas ao estímulo externo, na busca diária de mais um aplicativo (o mais baixado, durante muito tempo, foi um que reproduzia os efeitos sonoros da flatulência).
Não se está fazendo uma daquelas críticas retrógradas às tecnologias, afinal quem não quer usar o Skype ou ter acesso aos amigos pelo Facebook? Na semana passada, o Google divulgou um projeto que permite uma visita virtual a alguns dos melhores museus do mundo, com chance de dar zoom nas obras.
O problema é saber até que ponto tanta informação exterior inibe o autoconhecimento interior. Segundo os textos de Ronald Siegel, não viver a tristeza, comum a qualquer ser humano, é sedimentar o caminho para a depressão. Imagina-se muitas vezes, nesta era do entretenimento, que tristeza é uma falha a ser enfrentada com drogas ou remédios tarja preta. "
Quando não se está presente, não se vivencia nem a tristeza nem a felicidade", diz ele. O problema é que pressa em excesso tem gerado desequilíbrios, que acabam numa mesa de cirurgia ou no divã de um psiquiatra. Por isso, há quem aposte que uma das tendências contemporâneas é fazer menos coisas e com mais qualidade, na suposição de que, como diz o ditado, quem tem pressa come cru -e quente. PS - Um bom uso da tecnologia. Harvard e MIT, duas das melhores universidades americanas, têm colocado mais aulas na internet, acessíveis a qualquer um. Coloquei alguns endereços no www.catracalivre.com.br.
Escola de hotelaria suíça promove palestras gratuitas no Rio
No dia 16 de fevereiro, a a universidade suíça Hotel Institute Montreux (HIM) e a empresa de intercâmbio CP4 promoverão duas palestras, às 16h e às 19h, sobre o mercado da hotelaria no Rio. As palestras serão ministradas por Daiane Lagger, gerente regional da universidade, que falará sobre os cursos de graduação e pós da escola, além das crescentes oportunidades de mercado do ramo da hotelaria. O evento tem entrada gratuita e ocorre no Ipanema Plaza Hotel, na rua Farme de Amoedo 34. É preciso se inscrever pelo telefone 0/xx/21/2247-9787. Escrito por Equipe Fovest às 14h58
Campeã de Prouni: em cidade mineira, 1 em cada 106 ganhou bolsa
Com 10 mil habitantes e nenhuma escola particular, Engenheiro Caldas teve 97 classificados na primeira chamada do programa Cinthia Rodrigues, iG São Paulo | 05/02/2011 07:00 A+ A- Compartilhar: Com 10.276 habitantes contados no último Censo, a pequena Engenheiro Caldas, em Minas Gerais, destoa entre as cidades com mais aprovados na primeira lista do Prouni.
Só de bolsas integrais, foram 97: uma para cada 106 habitantes do município, enquanto a média brasileira, incluindo bolsas parciais, é de menos de um por mil pessoas. Vários fatores ajudaram a fazer de Engenheiro Caldas a campeã brasileira de convocados em relação ao tamanho da população. A começar pela facilidade com que os caldenses atendem os pré-requisitos para se candidatar às bolsas.
Com 10 mil habitantes, Engenheiro Caldas teve 97 pré-classificados para bolsas no Prouni Para concorrer, é preciso ter renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 810 para cada) e haver feito todo o ensino fundamental e médio em escola pública.
Na cidade mineira com economia baseada em cerâmicas e pequenos comércios, a renda média é de R$ 350 e não existe escola particular. Foto: Arte iG Cidade fica na região de Governador Valadares Transporte escolar foi usado no Enem A parte mais difícil para os candidatos foi prestar o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), cuja nota mínima de 400 pontos em cada disciplina é obrigatória para se inscrever no Prouni.
Apesar de haver cerca de 200 inscritos na cidade, o Ministério da Educação (MEC) não aplicou a prova ali e todos foram direcionados a cidades vizinhas. Só a minoria tinha condições de fazer a viagem com carro particular. A solução foi dada pela prefeitura, que colocou os ônibus escolares, normalmente usados para o transporte de estudantes da zona rural, para fazer o trajeto.
“Anunciamos na rádio comunitária por semanas e, nos dias, levamos 160 estudantes para prestar o Enem”, conta a secretária de Educação, Rosemere Martins da Cruz. Total de matriculados será bem menor Também contribuiu decisivamente para a quantidade de convocados em Engenheiro Caldas, a abertura de um pólo de educação à distância da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) no município.
Todas as bolsas integrais foram oferecidas pela instituição gaúcha – que recebe em troca isenção de impostos equivalentes às mensalidades. A falta de autonomia do pólo, no entanto, fez boa parte dos convocados desistir. Natália Brandes Marques, de 17 anos, por exemplo, quer ser a primeira da família de cinco irmãos a cursar o ensino superior e se tornar professora. Ela pegou o ônibus da prefeitura, fez o Enem, se inscreveu e foi aprovada, mas não conseguiu enviar todos os documentos necessários para o Rio Grande do Sul em tempo. “Vou tentar de novo no meio do ano”, lamentou.
Sequência didática para preservar as crianças da publicidade de bebidas alcóolicas
Portal do Jornal Escolar
A publicidade direta e o marketing são os instrumentos utilizados para a promoção do consumismo infanto-juvenil, que é uma das tendências mais forte do mercado. Empregam-se conhecimentos gerados por estudos da psicologia infantil para provocar demandas e identidade com marcas e produtos.
A publicidade de bebidas alcoólicas – direcionada a formar os novos consumidores – é particularmente escandalosa, pois os danos associados ao consumo são conhecidos de todos.
Elaboramos a Sequência Didática Texto Publicitário, para os educadores que queiram ajudar as crianças a desenvolver uma atitude crítica e autoprotetora diante da propaganda de bebidas alcoólicas e, ao mesmo tempo, aprenderem as regras do gênero publicidade
Onde estão os educadores?
Por: Valeska Andrade
O número de formandos nos cursos que preparam docentes para os primeiros anos da educação básica – como Pedagogia e Normal Superior – caiu pela metade em quatro anos, segundo os dados do Censo do Ensino Superior, realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC).
Houve queda também nos graduandos em cursos de licenciaturas, que preparam professores para atuar no ensino médio e últimos anos do ensino fundamental (em 2005 foram 77 mil, contra 64 mil em 2009). “Muitos desses formandos preferem seguir na área acadêmica ou atuar em outras áreas, onde ganham mais”, diz Mozart Ramos Neves, presidente do Movimento Todos Pela Educação. ”Precisamos de um salário inicial atraente para o jovem, ter uma carreira promissora e dar boas condições de formação e de trabalho”, diz.



































