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O político investido no cargo público, nunca
pode fazer tudo o que quer, a lei o proíbe. Logo, o agente público só pode
fazer aquilo que está autorizado em Lei, àquele que prega uma liberdade total
das ações, falta com a verdade. Os segredos das histórias não registradas da
vida política não são registrados, transformando em fatos que ficam perdidos
no tempo.
Contam por aqui, uma história que um incerto
dia, o Governo Central da Província do Estado, recebeu uma denúncia sobre um
dos seus Secretários. E a denúncia dizia que esse Secretário, agia de modo
muito estranho, e tudo levava a crer que ele guardava alguma coisa muito
valiosa dentro de um armário em seu gabinete.
O denunciante relatou que sempre ao
aproximar desse armário, era imediatamente impedido de limpá-lo ou abri-lo.
Diante dos fatos e atos, esse Auxiliar procurou o grande líder político e lhe
disse: o seu melhor Secretário está desviando uma soma muito grande de
recurso público, e ele esconde essa fortuna dentro de um armário na sua sala.
Esta denúncia é muito grave, disse o Governo Central da Província do Estado,
e questionou: com você sabe disso? Isso pode ser caracterizado, pelo fato de
que o Secretário não deixar ninguém chegar perto desse armário encantado,
tanto que as chaves ficam em seu bolso, e ele só abre quando não há ninguém
nas proximidades.
Eu acho que tudo que ele está “nhapano”
esconde dentro do armário.
Diante da desconfiança do Auxiliar, logo no
dia seguinte, o Poder Central da Província do Estado, fez uma visita
inesperada, disse ao Secretário: o que tem ai dentro desse armário?
- O Secretário diz: são pastas suspensas,
ofícios e memorandos. Coisa sem relevância. Então me dê às chaves.
Com muito medo e com as mãos trêmulas,
lágrimas nos olhos, o Secretário obedeceu e passa as chaves ao Poder Central
da Província do Estado. Ao cair da noite, o grande líder político, determina
ao Auxiliar de confiança, que fosse arremessado armário no fundo no fundo do
Rio; e que jamais alguém pudesse dia alguém a vir saber o que havia ali dentro,
e isso foi cumprido, e virou segredo de estado.
Fica a grande interrogação: ou ele tinha
medo de perder o amigo de confiança ou receio dos segredos que esse
Secretário sabia?
O problema é a culpa que ficará para o resto
da vida no íntimo do Secretário. A culpa que ele irá carregar, irá também
destruí-lo e enfraquecê-lo emocionalmente; a ação mais correta seria
reconhecer seu erro, enfrentar o problema.
É lógico que diante dos fatos, mesmo que o
Secretário se isole, se afaste, viaje, não vai adiantar nada. O problema
estará com ele, na sua mente e seguirá com ele por onde ele for. E a culpa
irá atormentá-lo dia e noite por ter sido uma pessoa covarde. E ao contrário,
se ele admitisse a culpa publicamente, resolveria o problema como um todo, e
não prejudicaria o governo como um todo, mas ele seria condenado sozinho.
Ao contrario de tudo, ele poderia se
aborrecer com que iria encontrar, e em fúria, hostilizaria seu secretário de
forma agressiva e com isso sua dignidade e a razão iria para o espaço, por
que naquele armário poderia estar também muito segredo indesejável e que
poderia desmascarar suas falcatruas ou simplesmente em nome da lealdade tomou
uma decisão de permanecer com uma amizade duvidosa, será?
No mundo dos ordenamentos das ações
públicas, existe um instrumento mágico: Inquérito.
É preciso que um inquérito seja concluído
para dar o discernimento sobre o que enfrentar e quem afastar. Do contrário,
acabamos evitando enfrentamentos fundamentais ao nosso crescimento moral e
ético.
É importante perdoarmos as pessoas, pois nem
sempre àquilo que nos prejudicou foi feito por mal. Mas, o perdão não deve
ser usado em toda e qualquer situação. Usando-o em demasia faz com que nos
tornemos pessoas fracas e permissivas, e com que fiquemos cercados de pessoas
que nos farão sempre o mal. Devemos deixar clara nossa insatisfação com
alguma situação por pelo menos um tempo, para que isso não volte a acontecer.
Desta forma, creio que em princípio geral devemos perdoar as pessoas que nos
prejudicam muito pouco, mas como administrador público deve resistir ao
perdão em todas as situações mesmo que não sejam graves, como: na prática um
ato indigno e lesivo ao erário público, é constituindo como uma forma de
traição a confiança recebida.
E, traição não tem perdão, se bem que nos
meios políticos, é regra proceder-se ao contrário: inimigos de ontem,
aproximação hoje e aliados amanhã.
Portanto, talvez seja por isso que muitas
vezes aquelas verdades absolutas que defendidas pelos políticos a olhos nus,
na sua essência, não passam de um desses terríveis enganos que se escondem na
ignorância dos seus arroubos e que os levam a ir do céu ao inferno numa
fração de segundos, são coisas da política.
Perdoar é um estado de elevação moral e
espiritual que muitas vezes por emoções, faz-nos transcender além da vingança
ou da justiça.
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A felicidade é um status precário
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domingo, 30 de setembro de 2012
São coisas da política
Boas-vindas ao mundo do livro
A
presença de 750 mil pessoas na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, de 9
a 19 de agosto, no Parque Anhembi, já seria suficientemente gratificante para
os seus realizadores. Contudo, pesquisa do DataFolha referendou que o evento
responde cada vez mais às expectativas quanto à sua capacidade de atrair
crescente número de brasileiros ao mundo do livro, espaço no qual as pessoas
transformam suas vidas, o País e o mundo, por meio do conhecimento, patrimônio
mais valioso dos indivíduos na sociedade contemporânea.
No
universo do público adulto que visitou a 22ª Bienal, 94% declararam-se
satisfeitos e 98% manifestaram a intenção de participar das próximas edições,
revela o DataFolha, que também aponta: 82% dos frequentadores, ante 80% em
2010, compraram livros no evento. A média cresceu de 5 títulos, em 2010, para
5,2 por pessoa. O valor nominal médio das aquisições subiu de R$ 90,97 para R$
95,59.
Este
dado é ainda mais interessante se considerarmos que, a cada ano, os preços
médios no mercado editorial vêm caindo no País, como evidencia a última edição
da pesquisa FIPE, feita para a CBL e o SNEL, “Produção e Vendas do Setor
Editorial Brasileiro”, com dados de 2011: o preço médio do livro, computados
todos os gêneros, recuou 6,11% nas vendas das editoras ao mercado, em relação a
2010. A queda acumulada desde 2004 é de 21,8%. Descontada a inflação, o
decréscimo real é de 44,9% no período 2004-2011. Em 2010, o preço médio de cada
título nas vendas ao mercado era de R$ 12,94, caindo para R$ 12,15, no ano passado.
Mais
pessoas comprando livros, mais pessoas procurando o mundo dos livros: a
pesquisa do DataFolha sobre a 22ª Bienal indica o aumento do número de
indivíduos adultos (43% em 2012, contra 38% em 2010) que visitaram o evento
pela primeira vez. Também cresceu a proporção dos frequentadores da Classe C,
de 14% para 19%. O cruzamento dos dois dados evidencia que a Bienal vem
cumprindo a meta de contribuir para o sucesso da principal bandeira do mercado
editorial, de ampliar a base de leitores e democratizar o acesso ao livro.
Os
visitantes da Classe B mantiveram-se no mesmo patamar de 2010 (63% do total) e
os da Classe A recuaram de 21% para 17%. Tinham curso superior 71%, contra 74%
em 2010 e Ensino Médio, 28%, ante 23%. Cresceu sete pontos percentuais a
participação dos frequentadores na programação cultural, que contou com 29% do
total, em 2012, contra 22%, em 2010. Segundo o DataFolha, a pesquisa
entrevistou 759 pessoas. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para
mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.
Vox
populi, Vox Dei! Se 98% dos frequentadores querem voltar às próximas edições,
só nos cabe ouvi-los, atendê-los e fazer uma Bienal Internacional do Livro de
São Paulo cada vez melhor, buscando aperfeiçoar o que for possível. O evento
consolida-se como grande porta de entrada ao universo da leitura. Bem-vindos!
Presidente
da Câmara Brasileira do livro (CBL).
Gastos em educação precisam ser planejados
Luciano Nakabashi
Atualmente,
existe certo consenso de que investimentos em capital humano, principalmente na
escolaridade, são essenciais para estimular o crescimento econômico e para que
uma região alcance o nível de renda dos países desenvolvidos.
Investimentos
em educação, ao melhorar as habilidades e o conhecimento dos trabalhadores,
elevam a produtividade do trabalho, com efeitos consideráveis em seus salários.
Desse modo, sua elevação e maior acesso e uma parte expressiva da população tem
efeitos positivos na produção e na distribuição de renda. Adicionalmente, os
empresários mais escolarizados são mais propensos a adotar novas tecnologias,
com efeitos positivos sobre a produtividade de toda a economia. Por fim, esse
insumo (capital humano) é o principal fator utilizado no processo de inovação,
promovendo o avanço da ciência, que é o motor fundamental do crescimento de
longo prazo.
Pelas
razões apontadas acima, entende-se a importância que a sociedade brasileira tem
demonstrado em relação ao tema, inclusive com metas sugeridas e aprovadas pela
câmara bem objetivas em relação aos gastos realizados pelo setor público. De
acordo com uma parcela da sociedade, esses gastos deveriam passar dos atuais 5%
para 10% do PIB.
Particularmente,
sou um entusiasta da melhora educacional como uma das vias mais promissoras
para a aceleração do crescimento e promoção do desenvolvimento econômico e
social. No entanto, o debate sobre a porcentagem do PIB que deve ser gasta pelo
setor público em educação me parece, no mínimo, equivocada.
Em
primeiro lugar, o país já destina uma quantidade razoável de seus recursos para
a educação. Segundo dados do IBGE, o setor público brasileiro investe 5,1% do
PIB em educação, enquanto que a parcela do setor privado fica em 1,3% do PIB. A
média da OCDE para os países desenvolvidos fica em 4,8% e 0,9% do PIB,
respectivamente. Mesmo os Estados Unidos, um dos países mais escolarizados do
mundo, os números ficam em 5% e 2,6%, respectivamente. Assim, parece que não é
necessário alocar uma parcela exagerada do que é produzido no país para o setor
educacional.
Outro
ponto relevante, já levantado por notórios pesquisadores, como Naércio Aquino
Menezes Filho (INSPER e USP), e Jorge Saba Arbache (UNB), por exemplo, é que o
país está passando por um processo de redução da proporção de jovens em idade
escolar de modo que os gastos por aluno irão se elevar se maneira significativa
mesmo que a parcela do PIB destinada à educação permaneça constante.
Em
terceiro, a elevação dos gastos em educação terão que ser compensados de alguma
forma. A sociedade está disposta a gastar menos com saúde, que também é um
elemento importante na formação do capital humano? Ou seria melhor reduzir os
investimentos públicos que já são baixos, além da infraestrutura ser um gargalo
mais relevante para o crescimento econômico atualmente? Outra possiblidade é
reduzir os gastos previdências. O problema é que a tendência é de elevação dos
mesmos. Pode-se pensar ainda em elevação da carga tributária, mas seus efeitos
tendem a ser nocivos para o investimento privado, podendo prejudicar o
crescimento econômico do país.
Finalmente,
antes de elevar a proporção dos gastos em educação é preciso que se tenha uma
quantidade suficiente de estudos que apontem os problemas da baixa qualidade da
educação brasileira e o que deve ser feito para corrigi-los. A partir daí é
possível ter uma noção de qual deveria ser a proporção dos gastos públicos como
proporção do PIB.
Sem
considerar pelo menos os pontos levantados acima, a discussão da elevação dos
gastos em educação é vazia e a sua efetivação terá efeitos colaterais piores do
que os benefícios, ou seja, o remédio será pior que a doença.
Doutor
em economia, professor do Departamento de Economia da FEA-RP/USP e pesquisador
do CNPQ.
A importância da leitura na escola da vida e na vida na escola
Marcos Pereira dos Santos
Leitura!
Para algumas pessoas esse termo pode soar algo prazeroso, divertido e de vital
importância. Entretanto, para outras, ela acaba adquirindo a denotação de uma
prática insossa, cansativa e até impositiva. Essas diferentes formas de
conceber a leitura estão diretamente atreladas aos valores repassados pela
família e, principalmente, pela escola desde os anos iniciais de escolarização
das crianças.
Ler
é uma questão de hábito, gosto e necessidade. Ninguém realiza uma leitura ao
acaso, visto que por detrás dessa ação sempre há um objetivo definido, uma
intencionalidade específica: ficar informado acerca dos últimos acontecimentos,
aprender coisas novas, relembrar algum dado importante, estabelecer analogias
entre o passado e o presente histórico etc. Ao efetuarmos, por exemplo, a
leitura de uma obra literária, de uma revista especializada, de um jornal de
notícias ou mesmo de um artigo científico como este; a fazemos com alguma
intenção, seja a título de lazer (“passa-tempo”), necessidade para o
desenvolvimento de um trabalho avaliativo escolar ou qualquer outro motivo.
A
prática da leitura, tanto na escola da vida quanto na vida na escola, nos
conduz à re-aprendizagens e novas aprendizagens, esclarecimentos, reflexões,
análises, sínteses, comparações e abertura de novos horizontes. Ler nada mais é
do que dialogar com o autor de um texto, concordando ou não com ele acerca das
concepções e opiniões expressas. Essa atitude de concordar ou discordar do
autor de um texto leva o leitor, mesmo que indiretamente, a ressignificar ações,
pensamentos e modos de enxergar o mundo a sua volta.
No
que diz respeito particularmente à leitura na escola, entendemos que esta não
deve ser vista pelos alunos como algo desinteressante e de caráter obrigatório
alicerçado a uma cobrança por parte dos professores; mas como uma prática
eficaz e eficiente que pode auxiliar os educandos na capacidade de comunicação
e expressão oral e escrita, no desenvolvimento do pensamento e do raciocínio
lógico, no estabelecimento de relações interpessoais e no convívio social. Para
tanto, faz-se necessário a realização de um trabalho didático-pedagógico
diferenciado por parte dos docentes nesse processo, propondo atividades de
pesquisa, recreação desportiva, pintura, desenho, dramatização, produção
textual entre outras que tenham como pano de fundo a leitura; não somente de
textos de diferentes estilos, mas também do próprio mundo exterior.
É
preciso, pois, que os alunos tenham condições de navegar pelos oceanos da
leitura desde a Educação Infantil. Cumpre à escola e aos educadores essa
tarefa. No entanto, cabe também à família dar a sua parcela de contribuição,
incentivando e estimulando as crianças ao desenvolvimento do hábito de leitura.
Somente através da parceira entre família e escola é que será possível fazer
com que os educandos compreendam a importância da leitura para sua vida pessoal
e profissional enquanto poderoso instrumento de emancipação. Isto porque a
leitura da palavra é sempre precedida da leitura do mundo. E aprender a ler, a
escrever e alfabetizar-se é, em suma, aprender a ler o mundo e compreender o
seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação
dinâmica que vincula linguagem e realidade. Afinal de contas, o ensino e a
aprendizagem da leitura não se configuram como atos de educação e esta, por sua
vez, um ato fundamentalmente político?
Doutorando
em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG/PR) e professor
Adjunto do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (CESCAGE/PR).
Mercadante pode deixar Educação
Helio Nota 10
A
imprensa mostra nesta quinta-feira que o ministro da Educação, Aloízio Mercadante
(PT), pode deixar o Ministério da Educação. No seu lugar entraria Gabriel
Chalita (PMDB), que hoje disputa a prefeitura de São Paulo.
A
troca seria em razão de que Mercadante iria para a Casa Civil, com uma possível
saída da senadora paranaense Gleisi Hoffmann (PT), que voltaria ao Senado e
começaria a articular sua pré-campanha para disputar o governo do Paraná.
Ensino público tem índice maior de estudantes de graduação
O
aumento percentual de estudantes de graduação concentrados no setor público, a
queda no analfabetismo e o aumento da frequência de crianças na creche,
pré-escola e ensino fundamental são alguns dos dados sobre educação constantes
da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), referentes a 2011.
Divulgados na sexta-feira, 21, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) os números confirmam, como já antecipou o Ministério da
Educação, que o maior desafio educacional a ser enfrentado é o do ensino médio.
A
Pnad mostra expansão na taxa de atendimento em instituições de educação
superior públicas. Em 2009, elas concentravam 23,3% das matrículas em cursos
superiores; em 2011, o número subiu para 26,8%. O MEC atribui parte desse
aumento à adoção de políticas de expansão e interiorização das universidades
federais, entre elas, a criação do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação
e Expansão das Universidades Federais (Reuni).
Quanto
à educação básica, o setor público continua prioritário no atendimento. No
ensino fundamental, 87% dos estudantes estão em estabelecimentos oficiais de
ensino, mesmo percentual registrado em 2009. No ensino médio, a cobertura da
rede pública cresceu de 86,4% para 87,2%.
Analfabetismo
— A taxa entre as pessoas de 15 anos ou mais manteve a tendência de queda dos
últimos anos ao recuar de 9,6%, em 2009, para 8,6%. A meta a ser atingida pelo
Brasil, de acordo com a Conferência Mundial de Educação, de Dacar, Senegal, é a
de chegar ao patamar de 6,7% em 2015 (metade da taxa que o Brasil apresentava
em 2000). O número absoluto de analfabetos caiu 1,2 milhão — de 14,1 milhões
para 12,9 milhões.
Os
dados do IBGE mostram que o analfabetismo está tradicionalmente concentrado nas
regiões Norte e Nordeste, entre a população em idade mais elevada, acima dos 50
anos. Com a universalização do ensino fundamental, entende-se que o problema
tende a ser reduzido para as próximas gerações.
Outro
dado positivo é o aumento do número médio de anos de estudo entre a população
de 10 anos de idade ou mais. Essa média passou de 7,2 em 2009 para 7,3.
Frequência
— O acesso de crianças entre 4 e 5 anos de idade à creche e à pré-escola subiu
de 74,7% em 2009 para 77,4%. No ensino fundamental, ainda que o acesso esteja
quase universalizado, também cresceu a frequência de estudantes de 6 a 14 anos
à escola — de 97,6% em 2009 para 98,2% em 2011.
Os
números apontam aumento em regiões e públicos historicamente negligenciados,
especificamente no Nordeste, onde as taxas são quase as mesmas das médias
nacionais. Na faixa de 4 e 5 anos, por exemplo, é a mais alta entre as regiões
do país (83,5%).
Os
dados da Pnad mostram que o desafio continua concentrado na faixa etária de 15
a 17 anos. Ou seja, no ensino médio. Nela, a frequência à escola diminuiu de
85,2% em 2009 para 83,7%. Essa queda se deu em quase todas as regiões do
Brasil, à exceção do Centro-Oeste, e com maior intensidade no Sudeste.
Ciente
desse desafio, o Ministério da Educação tem investido em ações voltadas
especificamente para o ensino médio. Entre elas, está o Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
Educação (Fundeb), o programa Ensino Médio Inovador e o Programa Nacional de
Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O ensino médio inovador amplia a
jornada escolar e reformula o currículo. Pelo Pronatec, estudantes têm a opção
de fazer o ensino médio regular e, ao mesmo tempo, um curso profissionalizante.
A
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) é realizada anualmente pelo
IBGE. Os temas básicos que integram o questionário são população, educação,
trabalho, rendimento e habitação. A cada dez anos, em lugar da Pnad, o IBGE
realiza o Censo Demográfico. O último, em 2010. Por essa razão, os dados da
Pnad de 2011 devem ser comparados aos de 2009.
Garantia de 10% do PIB para a educação será debatida após eleições
Logo
após as eleições municipais, o Senado começará a analisar um projeto que
interessa de perto aos novos prefeitos, assim como aos atuais governadores e ao
governo federal: o que estabelece as metas do Plano Nacional de Educação para o
período de 2011 a 2020. Na pauta, entre outros pontos, a grande polêmica
durante a longa tramitação da proposta na Câmara dos Deputados: a destinação à
educação de recursos equivalentes a 10% do Produto Interno Bruto (PIB).
O
projeto (PL 8.035/2010) foi aprovado no dia 26 de junho por uma comissão
especial da Câmara, onde estudantes e representantes de movimentos sociais
celebraram a inclusão no texto final da meta de destinação à educação dos 10%
do PIB. A partir daquele momento, o texto poderia ser enviado ao Senado. Porém,
um recurso apresentado por 80 deputados pediu a sua votação em Plenário.
A
retirada do recurso, no início de setembro, evitou a necessidade de votação do
projeto no Plenário da Câmara. Mas ainda é necessária a votação da redação
final da proposta pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ)
da Câmara. Isto pode ocorrer durante o próximo esforço concentrado a ser
promovido pelos deputados, nos dias 9 e 10 de outubro. Assim que a redação
final for aprovada, o texto seguirá para o Senado. A tramitação do projeto no
Senado deverá, então, começar após o segundo turno das eleições.
Atualmente,
a União, os estados e os municípios aplicam, juntos, pouco mais de 5% do PIB em
educação. Na proposta original do novo PNE, segundo texto elaborado pelo Poder
Executivo, havia uma previsão de se chegar a 7% do PIB durante a vigência do
plano. O índice foi sendo ampliado gradualmente pelo relator, deputado Ângelo
Vanhoni (PT-PR), até alcançar 8% em seu último relatório, de acordo com relato
da Agência Câmara. A forte pressão de movimentos ligados à educação, porém,
levou à aprovação do percentual de 10% do PIB, que agora será examinado pelo
Senado. Informações da Agência Senado.
Ministro da Educação participa de iniciativa da ONU em Nova York
O
ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participa nesta quarta-feira, 26, em
Nova York, do lançamento da iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU)
denominada Education First, destinada a promover a educação como direito
universal. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, coordenará os trabalhos da
proposta, que se insere no âmbito da Global Initiative on Education, uma das
prioridades do atual mandato do secretário-geral.
O
objetivo da iniciativa é centralizar o tema na agenda internacional, com ênfase
no papel da educação no fortalecimento de iniciativas individuais e coletivas
em face de crises conjunturais e globais. Ban Ki-moon avalia que o projeto pode
contribuir de forma significativa ao elevar o perfil político do tema educação
e mobilizar os participantes de forma conjunta e abrangente. Além disso,
destaca a importância de preservar orçamentos públicos em educação,
principalmente diante de medidas de austeridade financeira. A ideia é também
encorajar e estimular um movimento global no sentido de melhorar a qualidade da
educação, ampliar a inclusão educacional e obter ganhos também no plano do
desenvolvimento sustentável. Há ainda a preocupação de gerar recursos
adicionais, nos estados-membros, para o desenvolvimento do setor educacional.
O
lançamento, que faz parte dos debates da 67.ª Assembleia-Geral das Nações
Unidas, procura posicionar a educação no centro dos esforços para atingir os
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), definidos na Declaração do
Milênio da ONU, adotada pelos 191 estados-membros em setembro de 2000. Para
assegurar a visibilidade e o êxito da proposta entre líderes governamentais, o
secretário-geral pretende indicar um grupo de trabalho para desenvolver
iniciativas pela educação (Member State Champions), a ser composto por dois
chefes de estado ou de governo de cada região do planeta.
sábado, 29 de setembro de 2012
A felicidade é um status precário
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Quando ao acordar, a primeira coisa a fazer
neste dia, é dizer: hoje é o dia da minha alegria, pois logo ao amanhecer, já
percebi que Deus continuou a me dar de presente todas as funções motoras para
que eu possa viver com toda plenitude corporal e mental, o resto só depende
de nós, o importante é sair por ai, distribuindo sementes de amizades e
colhendo a gentileza de um “ex-estranho”, sair por ai, distribuindo alegria e
colhendo uma escancarada gargalhada calcinada com lágrimas de felicidades e
principalmente distribuindo sementes de carinho as pessoas que amamos. Com
certeza colheremos energias amorosas, que darão mais força na batalha
evolutiva da nossa existência.
Existem pessoas que desligam do presente, e
ficam a lamentar o passado, adeptos dos choros sem lágrimas, alimentadores de
perdas e vivendo de saudades, existem também aqueles que ao invés de planejar
o seu dia-a-dia ficam tentando fazer exercícios de futurologia, pensando que
é possível ser feliz no futuro.
Na verdade temos todas as ferramentas
necessárias para construir o nosso presente, tudo depende só de você, não
esqueça de ativar sua força de vontade, nunca esqueça que a sua “alto-estima”
é um estado de felicidade interior e aumentar a “alto-estima provisória” é
transformar a vida em rotinas limitadas, a vivendo no modismo da estação ou
ser escravo da subnutrição porque a magreza está na moda, ou mudar
seguidamente o corpo com cirurgias plásticas até ser um desconhecido para si
próprio. Muitos que vivem na simplicidade que ao invés de adotar um amor,
passa a ser um descartador de sentimentos; não utilizam o aprendizado do
saber para relacionar seguramente de um modo adulto, e ficam a somar os números
do descasar e o casar como se os erros fossem coisas das parceiras e não
dele, passam a usar os óculos com a lente de magia, tentando apenas
profetizar o futuro, esperando que a felicidade esteja sempre de plantão
esperando por ele infinitamente ali na esquina da sua vida.
Mesmo sem querer, renascemos a cada
amanhecer, e se ficarmos pensando nos estágios desagradáveis dos dias
anteriores, deixamos de viver o presente, o agora. Mesmo que às vezes seja um
único passinho, já é uma evolução, o importante é saber usar as experiências
do passado como aprendizado para não repetir os mesmo erros e deixar de ser
um marcador de passos, desperdiçando as oportunidades que a vida nos oferece.
Não podemos deixar que o nosso viver passe a
ser uma módica rotina, pois sempre temos que procurar fazer algo de novo, ou
simplesmente uma nova maneira de realizar a mesma coisa diferentemente.
Existem mil formas de conseguir despertar novas emoções, senão os nossos
sentidos passam a ser apenas repetição das nossas rotinas diárias. Quando
vivemos no “piloto automático” deixamos de viver de verdade. Entender os
sinais que a vida nos oferece é saber que todos os dias acontecem coisas que
nunca mais irão se repetir.
O importante é descomplicar a vida, e saber
que para sentir o sabor temos que dar a primeira mordida. Às vezes
desperdiçamos uma abençoada oportunidade de ajudar alguém só porque essa ação
pode quebrar a nossa rotina. Ao pensar assim fatalmente a sua vida ficará
fechada no seu próprio egoísmo e com ele o que resta é apenas uma vida vazia
ou vida vadia, como queiram.
Hoje, se eu for pensar em felicidade plena,
a primeira coisa que me vem à cabeça é receber um abraço das minhas filhas e
curtir com intensidade o amor da minha mulher. O dinheiro acaba sendo apenas
um dos combustíveis das nossas felicidades. O amor está entre todas as
experiências que definitivamente está confirmada como a experiência mais doce
e a que nos leva a aproximar mais rapidamente de Deus.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Acompanhe as mudanças se quiser progredir
Lair Ribeiro
No
mundo de hoje, as estratégias de vítima e de predador são obsoletas. Precisamos
fugir das armadilhas mentais desses modelos ultrapassados. Com eles, pensamos
que estamos sendo bem-sucedidos até mesmo quando nos encontramos à beira do
fracasso.
O
frágil progresso da sociedade contemporânea, que ruma para a destruição do
planeta, deve muito à cultura de vítimas e predadores: vítimas, pensando e
agindo como se vivessem em um mundo de escassez e satisfazendo-se com migalhas;
e predadores, também pensando que vivem em um mundo escasso, mas agindo de
forma a controlar o pouco que há no Universo e a tirar dele o máximo que
puderem. Vítimas e predadores não jogam o jogo do ganha-ganha; assim, a
humanidade, até agora, esteve jogando o jogo do ganha-perde com o planeta.
Para
ser e manter-se bem-sucedido em um mundo de mudança, é preciso saber prosperar
em ambientes difíceis, estar atento a tudo o que acontece ao redor, e tornar-se
adaptável às variações do meio. Como diz uma mensagem das runas: “em águas profundas,
torne-se um mergulhador”.
Regras
fundamentais para o jogo do ganha-ganha:
Ser
individualmente competente e bem-sucedido em grupo.
Buscar
soluções que funcionem quando alguma coisa não estiver funcionando.
Vencer predadores! Principalmente aqueles que existem
dentro de nós.
Para ser bem-sucedida, hoje, toda e
qualquer pessoa precisa adotar esse novo tipo de mentalidade que,
automaticamente, a compromete com tornar o mundo um lugar melhor para se viver.
Aprendiz de si mesmo
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A vida é uma soma de experiências e o
passado é formado por partes integrantes de nós mesmos, ao rejeitar a
história individual é rejeitar a sua existência, terá que viver várias vidas
como aprendiz de você mesmo. Sempre encontramos em nossos caminhos os marcadores
de passos, vida sem avanços, com futuros recheados de nostalgias, sem
constâncias nos seus desejos, andando de braços com a depressão, passeando de
mãos dadas com forças que sacrifica e subjuga tudo, as vezes até o seu
próprio ego, promovendo distorção de coisas e fatos para encaixá-los nos seus
próprios preconceitos. Usando desculpas para comportamentos errados, vivendo
como um desculpador: “ agi assim, por causa disso”; “ fiz isso por causa
daquilo”. Até entender que não temos poder sobre os acontecimentos no mundo,
mas sim, apenas o poder sobre as maneiras de reagir no nosso próprio mundo.
Esse fato acontece todos os dias nas Lojas,
uma senhora vazia de opção e com elevado poder aquisitivo, depois de olhar as
vitrines, entrou e resolveu experimentar todas as roupas da loja para tentar
achar o melhor para o seu corpo, e ela experimentou tantas e tantas, e todos
os vestidos da loja, mas não foi suficiente para ela, após experimentar todos
os vestidos e decidiu ficar sem nenhum. Aí ela pensou: “já não fazem mais
vestidos como antigamente” ou “o meu padrão está muito superior”!
O dinheiro lhe dá opções, mas não dá a
simplicidade para definir por uma simples escolha, e assim a insatisfação de
realização do consumo é transitório, transforma as pessoas em almas vazias e
sem amor próprio. E essa insatisfação e falta de prazer, leva muitas pessoas
buscar alegrias artificiais e às vezes já é o começo da doença da alma.
As influências que vem de fora são muito
maiores do que as que vêm de dentro, por isso devemos proteger os nossos
caminhos espirituais, guiar a vida pela fé, “concretar” as nossas ações com
pensamentos sólidos baseados em objetivos evolutivos, não deixando que as
influências externas tomem conta das nossas decisões, para não se perder no meio
do caminho, e não deixando que prejulgamento possa diminuir a soma de amigos,
porque para encontrar outros substitutos leva muito tempo, dê uma olhadinha
para traz, e verá que muitos companheiros de viagem se perderam pelo caminho,
e por muitas vezes foi por sua própria falta de escolha ou por desamor das
ações impensadas.
É muito difícil conviver com pessoas que não
acreditam em sonho nenhum, pois elas tentarão sempre impor sobre seus sonhos
o vazio da sua vida, mas ao simplificar a vida, você jamais será dominado
pela meia verdade do pragmatismo, porque senão, com certeza sua vida será uma
tragédia. Até para desenvolver o poder da paciência, é necessário praticar o
impulso dos sonhos. Quantas vezes caminhando pela vida os pneus dos nossos
sonhos foram estourados e transformados em pedacinhos; e mesmo não tendo
estepe, tivemos que seguir os nossos caminhos cumprindo acordos celestiais,
sempre em busca daquilo que costumamos chamar de felicidade, porque o tempo
não espera por aqueles que ficam parados em busca de carona no espetáculo da
vida.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Certezas- Mario Quintana
Achei esse texto num momento em que precisava ler cada linha que está escrita aqui…não consegui conter as lágrimas que rolaram involuntariamente e copiosamente no meu rosto, mas apesar de tudo ainda acho que vale a pena me doar às pessoas e dar o melhor de mim, contanto que essa pessoa seja merecedora! Como diz o ditado: DECEPÇÃO NÃO MATA, ENSINA A VIVER!
Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível..
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…e que valeu a pena.
Mário Quintana
Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível..
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…e que valeu a pena.
Mário Quintana
Sobre Estar Sozinho
(Dr. Flávio Gikovate)
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher; ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria.
Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo…
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher; ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria.
Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo…
Movimento reúne 4 mil trabalhadores e cobra implantação de piso salarial
Pau e Prosa
Cerca de 4 mil trabalhadores de dezenas de municípios de Mato Grosso participaram da 1º Marcha Estadual pelo Piso, Jornada, Carreira e Aplicação dos 35% na Educação. A atividade aconteceu na manhã desta quarta-feira (19) e os manifestantes cruzaram as principais vias públicas de Cuiabá. Enquanto um grupo caminhava sentido Porto - Praça Alencastro, outros marchavam sentido Praça Ulisses Guimarães – Praça Alencastro. O encontro dos manifestantes ocorreu na Avenida Getúlio Vargas, uma das principais vias de Cuiabá, e a abertura da luta foi registrada na Praça Alencastro, localizada em frente à sede da prefeitura da Capital.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Henrique Lopes do Nascimento, destaca que o governo estadual não tem cumprido com a legislação referente ao piso salarial para a educação. Atualmente, o valor garantido em lei é de R$ 1937,26, para uma jornada que compreende 30 horas semanais. “O problema é que isso não acontece em Mato Grosso. Não se respeita sequer a legislação”. O sindicalista detalha ainda que a aplicabilidade do piso é possível, principalmente, se o Executivo Estadual cumprir o compromisso de aplicar 35% da receita em educação pública.
Outros apontamentos feitos por Henrique Lopes fazem referência a não profissionalização dos novos concursados. Segundo ele, este é um fator que precisa ser cumprido pelos governantes, pois além de se tratar de uma obrigação legal, é também um compromisso moral. “É preciso exigir respeito para a educação. Até hoje, o governador Silval Barbosa não disse para o que veio governar. Se a Constituição do Estado estivesse sendo cumprida, professores não precisariam triplicar jornadas de trabalho para ter uma vida decente. Queremos respeito e vamos voltar para as ruas sempre que preciso”.
Além da movimentação pelo piso salarial, nesta quarta-feira, escolas estaduais de todos os municípios de Mato Grosso fecharam as portas em protesto. A intenção é reivindicar melhorias estruturais e pedagógicas para a categoria. De acordo com a secretária de Assuntos Jurídicos e Legislativos do Sintep/MT, Vânia Maria Rodrigues Miranda, a falta de ambientes climatizados, instituições de ensino sem internet e telefones, laboratórios sem equipamentos adequados, instalações elétricas prejudicadas são alguns dos problemas vivenciados diariamente por professores e alunos de Mato Grosso.
O presidente da subsede de Várzea Grande e secretário de Comunicação do Sintep/MT, Gilmar Soares Ferreira, destaca que, além do abandono da cidade, a prefeitura também deixou de lado a educação. “O baixo número de professores contratados, déficit nos recursos, estruturas precárias são situações vistas frequentemente”. Ele também cita a insegurança nas escolas. Exemplo disso é a Escola Estadual Professora Elizabeth Maria Bastos Mineiro, que durante o 1º semestre deste ano foi alvo de assaltos seis vezes. “A situação se agrava a cada dia mais, mas parece que o poder público não percebe”.
A secretária-geral do Sintep/MT, Jocilene Barboza dos Santos também reforçou que o protesto realizado pelos trabalhadores da educação figura como forma de cobrança. De acordo com ela, é preciso mostrar à população tudo aquilo que o governo tem deixado de fazer pela educação. “Nos últimos anos, a educação em Mato Grosso tem sido precarizada. Não podemos deixar que isso continue dessa forma. É preciso manifestar e cobrar melhorias”.
Representantes do Sintep/MT nos municípios de Itanhangá, Cotriguaçu, Peixoto de Azevedo, Mirassol D’Oeste, Alto Paraguai e Nobres também informaram os problemas vivenciados nas instituições de ensino. Segundo os professores, as dificuldades em acesso a internet, estrutura física, assédio moral em relação aos profissionais da educação, falta de investimentos e pisos salariais com valores inferiores a R$ 700 são apenas algumas das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores da educação.
Professora em Campos de Júlio, Cristina Fernandes dos Santos, destaca que a falta de investimentos dificulta até mesmo no aprendizado dos alunos. “Temos que enfrentar inúmeros desafios para ministrar as aulas diariamente. O baixo piso salarial é a principal dificuldade e queremos que isso seja modificado”.
Outros pontos defendidos pela categoria são: pagamento de hora-extra para profissionais contratados; posse imediata dos aprovados no concurso público de 2010; aplicação dos diretos à aposentadoria, licença-prêmio e de saúde; além da equiparação salarial com demais carreiras estaduais.
Leitão busca junto ao MEC interiorização da UFMT
Redação 24 Horas News
O deputado Nilson Leitão recebeu nesta quarta-feira (19), em seu gabinete, a comitiva da educação de Lucas do Rio Verde para tratar sobre a interiorização da Universidade Federal de Mato Grosso, a UFMT. Com a presença do prefeito Marino Franz, a solicitação feita ao parlamentar foi o apoio para a implantação de um campus no município para atender a população local.
Segundo Leitão, o caminho para a instalação de uma sede da UFMT é longo, mas totalmente possível. “O que eu sugiro é que a gente entre com a proposta para instalação da universidade, mas como ação imediata, vocês devem pleitear os cursos modulares para atender com mais rapidez as necessidades”, recomendou.
Depois da conquista do curso de medicina para o campus da UFMT em Sinop, o deputado luta junto ao Ministério da Educação (MEC) pela implantação dos cursos modulares em vários municípios do Mato Grosso. A procura pelos cursos tem crescido consideravelmente nos últimos anos tendo em vista que os alunos se reúnem apenas por uma semana a cada dois ou três meses, havendo desta forma, tempo para outras obrigações diárias.
Para o pleno funcionamento dos cursos modulares, a proposta é que as prefeituras se responsabilizem a custear os gastos de manutenção, transporte e estrutura para levar professores de regiões próximas para ministrar as aulas em outros municípios.
“A implantação de um campus da UFMT em Lucas é um sonho que começou graças a nossa luta em Sinop. O prefeito Marino tem trabalhado incansavelmente em prol da melhora na educação do município, e nós estamos aqui para apoia-lo. Os cursos modulares são uma opção rápida e imprescindível para o desenvolvimento da região”, diz Leitão.
Após encontro com a comitiva, o parlamentar seguiu para audiência com o Secretário do Ministério da Educação, Amaro Lins, para oficializar o pedido. De acordo com informações fornecidas, o MEC tem interesse em dar andamento tanto aos cursos modulares como a implementação de novos campus da UFMT no interior do estado.
“O MEC vai implantar os cursos modulares. Quanto à interiorização da universidade, o Ministro já está trabalhando para a próxima campanha de expansão. Estamos fazendo um estudo técnico e orçamentário para esses novos campis”, diz Amaro.
Leitão aproveitou a oportunidade para ressaltar o crescimento de Sinop com a conquista do curso de medicina e falou sobre a influência que os cursos modulares terão nos municípios. “O que nós buscamos é não deixar alguns polos desassistidos, os municípios estarão custeando todos os gastos. A minha sugestão é que libere os cursos modulares, que a principio não terá nenhum custo para o ministério. É um investimento que só tem a acrescentar pontos positivos para a população”, defende.
Cuiabá é referência no ensino das relações étnico-raciais
Redação 24 Horas News
Cuiabá é um dos três municípios brasileiros com experiências consideradas bem sucedidas na implantação do programa A Cor da Cultura, juntamente com Curitiba (PR) e Uberlândia (MG). Essa foi constatação da equipe de avaliação do projeto, que esteve na capital semana passada para mais uma etapa de análise das ações desenvolvidas na rede municipal de ensino.
A Cor da Cultura é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação (SME) em parceria com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), Petrobras, Centro Brasileiro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan), TV Globo e Fundação Roberto Marinho, por meio do Canal Futura.
A iniciativa tem como objetivo colaborar para a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro e ampliação educativa das relações étnico-raciais de crianças, jovens e educadores, disseminando conteúdos teóricos e práticos sobre o tema, através de programas televisivos a serem exibidos em todo o país e do uso sistemático dessa programação em ações educativas, com distribuição de kits pedagógicos e capacitação de educadores de escolas públicas.
Segundo a pesquisadora da Innova, empresa especializada trabalhos de pesquisa e assessoria na área de educação e que presta serviço à Fundação Roberto Marinho, Mônica Sacramento, o município tem uma experiência exitosa na implementação do programa ao apresentar aspectos que contribuem para a sustentabilidade do projeto, como características locais. “Nas avaliações realizadas aqui, Cuiabá revelou uma boa prática. Essas experiências podem oferecer suporte a outros municípios e Estados que venham a implantar o programa”, explicou.
Na opinião da assessora pedagógica e responsável pelo programa na SME, Carmem Cinira Siqueira, o êxito do projeto em Cuiabá é atribuído ao trabalho que os professores desenvolvem nas unidades de ensino. “As formações promovidas e o material pedagógico ofertado aos docentes têm contribuído para a melhoria da prática dos educadores em sala de aula”.
A coordenadora ainda pondera que as ações da SME têm como objetivo fundamental efetivar a lei 10.639/2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira. “A política educacional do município prevê que todos tenham acesso a uma educação de qualidade, independente de cor, religião. Pautada nesse princípio, a rede tem outras iniciativas no que se refere à educação inclusiva e diversidade cultural, como é o caso do Projeto Abraço”.
Governo de Mato Grosso reafirma compromisso com a Educação
Redação 24 Horas News
O Governo do Estado de Mato Grosso nunca se negou a discutir com o Sindicato dos Profissionais da Educação Pública de Mato Grosso (Sintep-MT) as pautas de reivindicações apresentadas pela categoria. Diante disso, discorda de vários pontos da Carta Aberta à população publicada nesta quarta-feira, dia 19 de setembro, pelo Sintep-MT, em vários veículos de comunicação do Estado. O Governo reafirma o compromisso pela Educação Pública de Qualidade em Mato Grosso.
- O Governo de Mato Grosso é um dos poucos entes federados que cumpre integralmente com a LEI DO PISO NACIONAL
- O Governo do Estado em parceria com o Ministério da Educação (MEC) dá continuidade aos programas de formação dos funcionários (Prófuncionários). Nesse momento está em negociação com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) para implantação de curso de formação para cerca de 7 mil funcionários.
- O Governo do Estado abriu Concurso Público ofertando 5.500 vagas para profissionais da Educação e já empossou cerca de 8.500 profissionais da Educação. Portanto, indo além da meta inicial.
- Mato Grosso está hoje com 90% das unidades escolares do Estado totalmente reformadas e/ou novas, com Bibliotecas, Laboratórios de Informática, Internet Banda Larga, Quadras Cobertas e, nesse momento, licitou e já com ordem de serviço autorizada à instalação de Postos de Transformação para 300 escolas, que terão salas de aulas climatizadas.
Mato Grosso supera ano a ano as metas nos Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Prova disso são os resultados publicados este ano, em que o Estado atingiu no Ensino Fundamental índices de 5.1 (anos iniciais) ficando na 7ª colocação no rancking nacional e 4.5 (anos finais) ficando com a 4ª colocação, entre os demais estados do país.
No Ensino Médio, Mato Grosso tem vários desafios e está trabalhando para alcançá-los com a implantação de modalidades que promovam a aprendizagem e principalmente a permanência dos estudantes na escola. São desenvolvidos hoje no Estado o Ensino Médio Inovador, Ensino Médio Integrado à Educação Profissional e parceria com o Pronatec, curso de técnicos e de iniciação profissional.
22 estudantes de MT participam da Olimpíada do Conhecimento 2012
Redação 24 Horas News
Seiscentos e trinta e oito estudantes de cursos técnicos e profissionalizantes participarão da 7ª edição da Olimpíada do Conhecimento, o maior torneio de educação profissional das Américas, que ocorrerá de 12 a 18 de novembro deste ano, no Anhembi, em São Paulo. Deste total 22 são de Mato Grosso.
A competição bienal, organizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), foi lançada nesta quinta-feira, 20 de setembro, pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf.
“A Olimpíada do Conhecimento é o reconhecimento do talento dos jovens e uma mostra do alto nível da educação profissional oferecido nas escolas do SENAI”, afirmou Robson Andrade, durante o evento realizado na sede da FIESP, em São Paulo. O presidente da FIESP destacou que a primeira escola do SENAI foi inaugurada em 1942 em São Paulo. Por isso, a cidade se orgulha de ser a sede da Olimpíada do Conhecimento, no aniversário de 70 anos do SENAI.
Neste ano, a Olimpíada do Conhecimento ocupará uma área de 76 mil metros quadrados, no Anhembi, e receberá cerca de 250 mil visitantes. Na competição, 576 estudantes do SENAI e 62 alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) mostram habilidades técnicas e pessoais em 54 profissões, das quais 50 são da indústria e quatro dos setores de comércio e de serviços – Cabeleireiro, Cozinha, Serviço de Restaurante e Técnico em Enfermagem. Nas provas, elaboradas com base nas qualificações exigidas pelo mercado de trabalho e nos avanços tecnológicos, os competidores precisam interpretar e resolver situações semelhantes às que enfrentariam no ambiente real de trabalho. Todos são avaliados em diferentes quesitos, e vencem o torneio os alunos que conseguem as melhores notas.
AVALIAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE CURRÍCULOS - O desempenho dos alunos na competição forma um conjunto de indicadores que ajuda o SENAI a avaliar a qualidade da educação profissional. Esses indicadores, que apontam tendências tecnológicas e mudanças nos perfis profissionais, também orientam a atualização dos currículos nas escolas na instituição. Com isso, os cursos do SENAI estão sempre atualizados e atendem às necessidades das empresas. “A educação profissional tem de acompanhar as mudanças que ocorrem nas fábricas”, destacou o diretor geral do SENAI, Rafael Lucchesi. Por isso, explicou ele, o SENAI mantém um observatório que acompanha os avanços tecnológicos da indústria.
Os competidores da Olimpíada do Conhecimento são selecionados em torneios semelhantes que ocorrem nos municípios e nos estados. Para participar da competição, os estudantes, com menos de 21 anos de idade, devem ter, no mínimo, 400 horas em cursos de aprendizagem ou qualificação industrial, ou formação técnica de nível médio na área.
A cada ano, o torneio nacional ganha dimensões ainda maiores, conforme cresce o interesse dos jovens e o empenho das escolas do SENAI e SENAC em preparar os estudantes para a competição. Os mais de 600 inscritos neste ano representam quase seis vezes mais que a primeira edição da Olimpíada, realizada em 2001, em Brasília, quando participaram 111 estudantes.
O número de ocupações profissionais do torneio também aumentou, passou de 26, em 2001, para 54 em 2012. Dessas, 52 são oficiais da competição e duas são demonstrativas. Entre as ocupações incorporadas nesta edição da Olimpíada estão impressão offset, tecnologia de edificação, pintura automotiva, funilaria automotiva, marcenaria de estruturas e estruturas metálicas. Outras que estão na competição recentemente são robótica móvel, sistema de construção drywall e sistema de transporte de informação.
“Há um esforço muito grande do SENAI para acompanhar as tendências internacionais”, disse Lucchesi. Com 809 unidades operacionais, o SENAI é a maior rede privada de educação profissional da América Latina e atende hoje 28 setores industriais. Em 2011, foram mais de 2,5 milhões de matrículas, com expectativa de chegar a quatro milhões em 2014.
RECONHECIMENTO INTERNACIONAL – A educação profissional oferecida nas escolas do SENAI é destaque no mundo. Os alunos da instituição receberam seis medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze, na 41ª edição do WorldSkills, o maior torneio internacional de educação profissional, que reuniu mais de 900 competidores de 51 países, em outubro do ano passado, em Londres.
Com esse número de medalhas, o Brasil ficou em segundo lugar na competição mundial, atrás apenas da Coréia do Sul e à frente de países como Japão, Suíça e Cingapura. “E 2011, nossos jovens mostraram para o mundo inteiro que o Brasil tem uma educação profissional de elevada qualidade”, concluiu o presidente da CNI.
O resultado obtido em Londres transformou o SENAI em referência mundial na formação de profissionais em desenho mecânico em CAD, eletrônica industrial e mecânica de refrigeração – áreas em que o país conquistou ouro nas duas últimas edições. A expectativa é manter posição de destaque em 2013, quando a competição mundial será realizada em Leipzig, na Alemanha, e chegar ao primeiro lugar em 2015, ano em que a cidade de São Paulo será a sede do WorldSkills.
Educadores da Faculdade de Medicina da UNIC participam de programa de qualificação
Redação 24 Horas News
A fim de melhorar a atuação didática dos docentes e alinhá-la junto à política institucional, por meio de metodologias inovadoras e ferramentas tecnológicas, os educadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Cuiabá (Unic) participam de uma capacitação, que teve início na noite desta terça-feira (18), no auditório da Unic Pantanal, e seguirá semanalmente até novembro.
“Essa qualificação faz parte de um programa de formação continuada voltado aos professores da área. O curso está dividido em 10 módulos, com 40 horas de extensão, alinhando teoria e prática à didática do ensino superior”, explica a coordenadora pedagógica da Faculdade de Medicina, Antonia Gedy Simões, responsável pela a capacitação.
Neste primeiro momento, os docentes tiveram conhecimento sobre os níveis de planejamento (PDI, PPI, PPC), o Siscon (Sistema de Conteúdo), bem como realizaram uma oficina para realinhar as ementas e as bibliografias ao perfil do curso.
Para os próximos módulos, os conteúdos abordados serão acerca de plano de ensino; cronograma de aulas; aula estruturada; perfil do educador universitário do século XXI; postura andrológica; postura pedagógica; modelagem de aula; metodologias ativas e as tecnologias de informação e comunicação; composição de instrumentos avaliativos; projetos interdisciplinares e extensões, além de outros assuntos pertinentes à didática do ensino.
Participaram também da qualificação para docentes, a pró-reitora acadêmica da Unic, Simone Cristina Wojcicki, o diretor da Faculdade de Medicina da Unic, Dr. Marcelo Sepulveda, o vice-diretor Dr. Pedro Crotti, e a coordenadora administrativa, Vanessa Garcia Martins.
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