RAONI RICCI
No dia anterior, por várias vezes, senti no olhar a ansiedade. Um abraço apertado antes de dormir revelou a preocupação do tão temido primeiro dia de aula. Não, não senti isso do meu filho Pedro, mas sim da minha mulher, Luciana. O primeiro dia de aula do nosso filho foi mais doloroso pra nós do que pra ele.
Acho que Luciana esperou por esse momento desde o dia em que trouxe Pedro ao mundo. Durante a semana, não havia novela ou série que lhe prendesse mais atenção do que hoje. Achei interessante a maneira como ela lidava com a situação. Preocupada com tudo e tentando adivinhar o futuro. Fizemos ou não a escolha certa? Ele vai se adaptar? Sentirá nossa falta? Esse era mesmo o momento dele ir à escola?
Que dúvida...
Pedro tem dois anos e seis meses e uma energia difícil de ser canalizada. O nosso guri é daquelas crianças de tirar o fôlego sabe, literalmente. Também pudera, criado em um tradicional quintal cuiabano, sob a sombra de uma mangueira, cercado de gente boa na casa de Seu José Daniel e Dona Branca, no Coxipó da Ponte, berço de Cuiabá.
Em casa é uma beleza. Não temos paredes, temos telas para que Pedro treine os seus dotes artísticos. Lençóis e toalhas não são mais do que capas, cabanas ou esconderijos na brincadeira de esconde-esconde. Tampas de panelas, nossa, instrumentos musicais das primeiras horas da manhã de domingo. No pé do ouvido sabe, com aquela ressaca.
Outro dia, meu pai me ligou cedo pedindo para levar Pedro para um aniversário de criança. Opa, mais que autorizado, vem buscar que horas?
No início da noite, seu Eduardo estava na porta de casa. Que felicidade. “Vamos passear com o vovô, aniversário, parabéns, brinquedos, doces...” Ótimo, foi tranquilo, o guri e o avô.
Aproveitei para ir ao Chorinho com a patroa, era um sábado, samba de mesa com a velha guarda. Lá pelas 22 horas, meu pai me liga. “Estou indo levar o Pedro já”. Estranhei, cedo, mas tudo bem.
Pedro voltou quase dormindo, não chegava nem perto da cara de cansaço do meu pai. Parecia que seu Eduardo tinha carpido um lote inteiro lá no CPA, mas o sorriso no rosto deu uma disfarçada.
No outro dia, encontrei com a amiga jornalista, Noelma, que me fez um comentário revelador: “Conheci seu filho. Pedro é muito agitado. Ele não para quieto. Seu pai passou a festa inteira correndo atrás dele, mas é lindo, né!”. Chorei de rir.
Historinha só pra descontrair e mostrar como Pedro está mesmo naquelas fases em que o mundo é pouco pra criançada. Não pense que não gostamos disso não, adoramos. Na difícil tarefa de educar e criar um filho, ver Pedro esbanjando saúde é divino.
Muitas crianças, pela necessidade dos pais, vão para as creches desde cedo, mas Pedro não. Quando ele nasceu, tomamos a decisão de que Luciana passaria um tempo cuidando dele, amamentando. Ela deixou a vida profissional de lado e se dedicou apenas a ser mãe. Pedro mamou até pouco mais de dois anos.
Mas, então, fizemos a escolha certa. Quando é a hora certa para colocar os filhos na escola?
Fizemos, sim!
A hora certa é a hora em que seu filho dá passos mais largos do que os normais. É quando o seu filho pega o livro e finge ler as palavras. Quando imita o desenho animado lendo letras em inglês, com sotaque americano e tudo. É quando senta em roda com os amiguinhos e tenta mostrar o machucado. É quando seu filho mostra nos olhos que a hora chegou e ele está pronto.
Pedro nos mostrou isso e foi. Chagamos no Colégio Brasilis. Montamos uma comissão. Eu, Luciana e meu pai. Pedro entrou de mãos dadas com a mãe. O pátio cheio de verde melhora o astral. Subiu as escadas de mãos dados. Eu fui atrás.
“Filho, papai e mamãe vão embora, você fica na escolinha, tá?!”
Ele olhou pra nós, me deu um beijo e entrou pra sala, sem fazer manha. Fui até janela e insisti. Filho, tchau?
“Tchau, papai”.
RAONI RICCI é pai de Pedro, jornalista e editor do site "O Cuiabano".
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O primeiro dia de aula
Unemat anula inscrição de servidor em concurso público
Amir Montecchi desistiu do certame e está afastado da instituição; exame estava sob suspeita
Reprodução
Unemat afirmou que concurso da Cepromat segue o cronograma previsto; servidor está afastado
LISLAINE DOS ANJOS
DA REDAÇÃO
Após denúncia feita exclusivamente pelo MidiaNews, a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) informou, por meio de nota, que o técnico administrativo Amir Fonseca Montecchi Junior, não vai mais participar do concurso do Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso (Cepromat) – Edital 001/2011.
De acordo com a assessoria da Instituição, o servidor apresentou à Coordenadoria de Concursos e Vestibulares (Covest) um Termo de Desistência, solicitando o cancelamento de sua inscrição, a fim de não prejudicar o andamento do concurso.
Segundo a Unemat, a lista divulgada no dia 30 de janeiro trazia apenas a relação preliminar de candidatos que tiveram as inscrições deferidas. A lista definitiva deverá ser divulgada nesta semana.
A relação definitiva com os nomes dos candidatos que irão participar do concurso público deverá ser divulgada ainda nesta quarta-feira (8), e a inscrição do servidor deverá constar como indeferida.
A assessoria confirmou que Montecchi prestou serviços na construção e acompanhamento do sistema de inscrição, mas negou que sua participação daria a ele acesso a provas ou demais informações do concurso.
O servidor está afastado do cargo que ocupa na Diretoria Administrativa de Tecnologia da Informação, desde o dia 1º de fevereiro, quando entrou em férias. Em seguida, Montecchi deverá continuar ausente, gozando de licença médica.
Confira abaixo a íntegra da nota enviada pela Unemat:
“A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) vem a público manifestar-se em relação a notícias veiculadas, que apontam a existência de indícios de irregularidades no concurso público para o Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso (Cepromat), que está sendo realizado pela Diretoria de Concursos e Vestibulares da Unemat.
Tal denúncia aponta o deferimento da inscrição de servidor da Unemat que faz parte da organização do concurso público. Cabe ressaltar que a Unemat/Covest adotou as medidas necessárias para preservar os interesses dos candidatos inscritos, primando suas ações na transparência, moralidade e honestidade.
Na última terça-feira (30.01) a Unemat divulgou a relação PRELIMINAR dos candidatos inscritos ao concurso público para o Cepromat. Conforme previsto em edital, cabe recurso contra deferimento e indeferimento das inscrições no prazo de 48 horas, sendo aceito nesta quinta e sexta-feira (dias 02 e 03 de fevereiro).
Nessa lista preliminar consta o nome de Amir Fonseca Montecchi Junior, profissional técnico administrativo efetivo do quadro da Unemat. O servidor já apresentou à Coordenadoria de Concursos e Vestibulares (Covest) TERMO DE DESISTÊNCIA, solicitando cancelamento da sua inscrição de número 100991 ao concurso do Cepromat para o cargo de Analista de Tecnologia da Informação. Os motivos dessa decisão são exclusivamente no intuito de não prejudicar o andamento dos trabalhos referentes ao citado concurso.
Na lista de candidatos DEFINITIVA que, conforme prevê o Edital será publicada nesta 4ª-feira (08.02), o referido candidato terá sua inscrição INDEFERIDA.
A Unemat esclarece que os serviços prestados pelo colaborador no referido concurso foram na construção e acompanhamento do sistema de inscrição, não tendo ele nenhum acesso a provas ou outras informações.
O servidor encontra-se afastado do cargo que ocupa na Unemat, desde 1º de fevereiro, em razão de férias e posteriormente gozará de licença médica.
Cabe ressaltar que a Unemat é referência na realização de concurso público no Estado de Mato Grosso e preza pela lisura e transparência na realização dos certames”.
Relembre o caso
Na última semana, a reportagem recebeu a denúncia de participação do servidor Amir Montechi, da Unemat, na realização do concurso público, bem como do deferimento de sua inscrição para concorrer a uma das vagas oferecidas pelo Cepromat.
De acordo com o extrato de empenho ao qual o MidiaNews teve acesso - clique aqui, ele recebeu, em dezembro de 2011, R$ 6,5 mil para prestação de serviços de coordenação tecnológica na 1ª etapa do concurso público do Cepromat.
O nome do técnico aparece na lista de candidatos com inscrição deferida, divulgada no dia 30 de janeiro no site da Unemat – clique aqui para acessar a lista.
Segundo consta no item 4.13 do próprio edital do concurso - clique aqui, publicado no dia 25 de novembro de 2011, caso participasse de alguma forma na realização do concurso, Amir Montecchi não poderia concorrer às vagas ofertadas.
“4.13 Estão impedidos de participar deste concurso público os integrantes da Comissão Especial do Concurso Público instituída pela Portaria Conjunta SAD/SEFAZ/CEPROMAT nº 038/2011, publicada no Diário Oficial do Estado em 05 de Agosto de 2011, e os funcionários da COVEST/UNEMAT, diretamente relacionados com as atividades de execução do concurso. Esta vedação também se estende aos seus cônjuges, conviventes, pais, irmãos e filhos”, diz o item do edital.
Candidatos que estão se preparando para a prova foram os primeiros a notarem a irregularidade. Em denúncias enviadas ao site, eles reclamam das facilidades que o técnico teria para ter acesso às provas do concurso e pediam pelo cancelamento do concurso, por acreditar que este estaria com “cartas marcadas”.
Datas
A divulgação dos locais de realização da prova (nome de cada estabelecimento, endereço e sala) será disponibilizada por meio de consulta individual, contendo nome, número do documento de identidade, data de nascimento, a partir do dia 16 de fevereiro.
A Prova objetiva será aplicada no dia 04 de março, somente na cidade de Cuiabá, e se necessário em Várzea Grande, com início às 13 horas (horário de Mato Grosso), tendo duração de quatro horas. O concurso também inclui como critério a Avaliação de Títulos (classificatória).
Concurso
O Cepromat está oferecendo 100 vagas para o cargo de Analista de Tecnologia de pessoal do Cepromat, sendo 90 em ampla concorrência e 10 para pessoas com necessidades especiais (PNEs)
Além disso, mais 200 vagas estão sendo oferecidas para preenchimento do cadastro de reserva. Destes, 180 são para ampla concorrência e 20 são para PNEs.
O salário oferecido é de R$ 4.529,57, para carga horária de 40h semanais.
O prazo de validade do concurso público é de 2 anos, contado a partir da data de homologação do concurso público, podendo ser prorrogado por igual período.
Reprodução
Unemat afirmou que concurso da Cepromat segue o cronograma previsto; servidor está afastado
LISLAINE DOS ANJOS
DA REDAÇÃO
Após denúncia feita exclusivamente pelo MidiaNews, a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) informou, por meio de nota, que o técnico administrativo Amir Fonseca Montecchi Junior, não vai mais participar do concurso do Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso (Cepromat) – Edital 001/2011.
De acordo com a assessoria da Instituição, o servidor apresentou à Coordenadoria de Concursos e Vestibulares (Covest) um Termo de Desistência, solicitando o cancelamento de sua inscrição, a fim de não prejudicar o andamento do concurso.
Segundo a Unemat, a lista divulgada no dia 30 de janeiro trazia apenas a relação preliminar de candidatos que tiveram as inscrições deferidas. A lista definitiva deverá ser divulgada nesta semana.
A relação definitiva com os nomes dos candidatos que irão participar do concurso público deverá ser divulgada ainda nesta quarta-feira (8), e a inscrição do servidor deverá constar como indeferida.
A assessoria confirmou que Montecchi prestou serviços na construção e acompanhamento do sistema de inscrição, mas negou que sua participação daria a ele acesso a provas ou demais informações do concurso.
O servidor está afastado do cargo que ocupa na Diretoria Administrativa de Tecnologia da Informação, desde o dia 1º de fevereiro, quando entrou em férias. Em seguida, Montecchi deverá continuar ausente, gozando de licença médica.
Confira abaixo a íntegra da nota enviada pela Unemat:
“A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) vem a público manifestar-se em relação a notícias veiculadas, que apontam a existência de indícios de irregularidades no concurso público para o Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso (Cepromat), que está sendo realizado pela Diretoria de Concursos e Vestibulares da Unemat.
Tal denúncia aponta o deferimento da inscrição de servidor da Unemat que faz parte da organização do concurso público. Cabe ressaltar que a Unemat/Covest adotou as medidas necessárias para preservar os interesses dos candidatos inscritos, primando suas ações na transparência, moralidade e honestidade.
Na última terça-feira (30.01) a Unemat divulgou a relação PRELIMINAR dos candidatos inscritos ao concurso público para o Cepromat. Conforme previsto em edital, cabe recurso contra deferimento e indeferimento das inscrições no prazo de 48 horas, sendo aceito nesta quinta e sexta-feira (dias 02 e 03 de fevereiro).
Nessa lista preliminar consta o nome de Amir Fonseca Montecchi Junior, profissional técnico administrativo efetivo do quadro da Unemat. O servidor já apresentou à Coordenadoria de Concursos e Vestibulares (Covest) TERMO DE DESISTÊNCIA, solicitando cancelamento da sua inscrição de número 100991 ao concurso do Cepromat para o cargo de Analista de Tecnologia da Informação. Os motivos dessa decisão são exclusivamente no intuito de não prejudicar o andamento dos trabalhos referentes ao citado concurso.
Na lista de candidatos DEFINITIVA que, conforme prevê o Edital será publicada nesta 4ª-feira (08.02), o referido candidato terá sua inscrição INDEFERIDA.
A Unemat esclarece que os serviços prestados pelo colaborador no referido concurso foram na construção e acompanhamento do sistema de inscrição, não tendo ele nenhum acesso a provas ou outras informações.
O servidor encontra-se afastado do cargo que ocupa na Unemat, desde 1º de fevereiro, em razão de férias e posteriormente gozará de licença médica.
Cabe ressaltar que a Unemat é referência na realização de concurso público no Estado de Mato Grosso e preza pela lisura e transparência na realização dos certames”.
Relembre o caso
Na última semana, a reportagem recebeu a denúncia de participação do servidor Amir Montechi, da Unemat, na realização do concurso público, bem como do deferimento de sua inscrição para concorrer a uma das vagas oferecidas pelo Cepromat.
De acordo com o extrato de empenho ao qual o MidiaNews teve acesso - clique aqui, ele recebeu, em dezembro de 2011, R$ 6,5 mil para prestação de serviços de coordenação tecnológica na 1ª etapa do concurso público do Cepromat.
O nome do técnico aparece na lista de candidatos com inscrição deferida, divulgada no dia 30 de janeiro no site da Unemat – clique aqui para acessar a lista.
Segundo consta no item 4.13 do próprio edital do concurso - clique aqui, publicado no dia 25 de novembro de 2011, caso participasse de alguma forma na realização do concurso, Amir Montecchi não poderia concorrer às vagas ofertadas.
“4.13 Estão impedidos de participar deste concurso público os integrantes da Comissão Especial do Concurso Público instituída pela Portaria Conjunta SAD/SEFAZ/CEPROMAT nº 038/2011, publicada no Diário Oficial do Estado em 05 de Agosto de 2011, e os funcionários da COVEST/UNEMAT, diretamente relacionados com as atividades de execução do concurso. Esta vedação também se estende aos seus cônjuges, conviventes, pais, irmãos e filhos”, diz o item do edital.
Candidatos que estão se preparando para a prova foram os primeiros a notarem a irregularidade. Em denúncias enviadas ao site, eles reclamam das facilidades que o técnico teria para ter acesso às provas do concurso e pediam pelo cancelamento do concurso, por acreditar que este estaria com “cartas marcadas”.
Datas
A divulgação dos locais de realização da prova (nome de cada estabelecimento, endereço e sala) será disponibilizada por meio de consulta individual, contendo nome, número do documento de identidade, data de nascimento, a partir do dia 16 de fevereiro.
A Prova objetiva será aplicada no dia 04 de março, somente na cidade de Cuiabá, e se necessário em Várzea Grande, com início às 13 horas (horário de Mato Grosso), tendo duração de quatro horas. O concurso também inclui como critério a Avaliação de Títulos (classificatória).
Concurso
O Cepromat está oferecendo 100 vagas para o cargo de Analista de Tecnologia de pessoal do Cepromat, sendo 90 em ampla concorrência e 10 para pessoas com necessidades especiais (PNEs)
Além disso, mais 200 vagas estão sendo oferecidas para preenchimento do cadastro de reserva. Destes, 180 são para ampla concorrência e 20 são para PNEs.
O salário oferecido é de R$ 4.529,57, para carga horária de 40h semanais.
O prazo de validade do concurso público é de 2 anos, contado a partir da data de homologação do concurso público, podendo ser prorrogado por igual período.
UFMT vai contratar professores temporários a partir do mês de março
De Brasília - Vinícius Tavares
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi autorizada a fazer a contratação temporária de 92 professores para o ano de 2012. A instituição recebeu o aval do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e do Ministério da Educação (MEC) para abrir processo seletivo a partir do mês de março.
De acordo com a reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli Neder, os novos professores vão atuar nos 25 novos cursos que estão previstos para iniciar a partir do Programa de Reestruturação e do Plano de Expansão da universidade.
Ela explica que a autorização dada pelo governo federal foi uma forma de não prejudicar a UFMT, pois o Congresso Nacional não votou no ano passado um projeto de lei que previa a abertura de concurso público para a contratação dos professores.
"Seríamos muito prejudicados se não conseguíssemos contratar os professores para dar continuidade ao nosso programa de reestruturação e expansão da Universidade. Estamos articulados com o governo federal e principalmente com o novo ministro da educação (Aloísio Mercadante)", sustentou.
A contratação temporária terá validade até julho de 2012, podendo ser prorrogada por mais tempo aé que a universidade tenha condições de realizar concurso público. Segundo a reitora, os ministérios do Planejamento e da Educação também aprovaram o envio de recursos extraorçamentários para a contratação dos novos docentes.
Os professores a serem contratados vão atuar em cursos como Zootecnia, Saúde Coletiva, Estatística, Direito, no campi Araguaia, Engenharia de Alimentos, entre outros.
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi autorizada a fazer a contratação temporária de 92 professores para o ano de 2012. A instituição recebeu o aval do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e do Ministério da Educação (MEC) para abrir processo seletivo a partir do mês de março.
De acordo com a reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli Neder, os novos professores vão atuar nos 25 novos cursos que estão previstos para iniciar a partir do Programa de Reestruturação e do Plano de Expansão da universidade.
Ela explica que a autorização dada pelo governo federal foi uma forma de não prejudicar a UFMT, pois o Congresso Nacional não votou no ano passado um projeto de lei que previa a abertura de concurso público para a contratação dos professores.
"Seríamos muito prejudicados se não conseguíssemos contratar os professores para dar continuidade ao nosso programa de reestruturação e expansão da Universidade. Estamos articulados com o governo federal e principalmente com o novo ministro da educação (Aloísio Mercadante)", sustentou.
A contratação temporária terá validade até julho de 2012, podendo ser prorrogada por mais tempo aé que a universidade tenha condições de realizar concurso público. Segundo a reitora, os ministérios do Planejamento e da Educação também aprovaram o envio de recursos extraorçamentários para a contratação dos novos docentes.
Os professores a serem contratados vão atuar em cursos como Zootecnia, Saúde Coletiva, Estatística, Direito, no campi Araguaia, Engenharia de Alimentos, entre outros.
Diretrizes de educação flexibilizam definição de grade do ensino médio
Pelo projeto, cada escola definiria seu currículo a partir da vocação regional.
Para entrar em vigor, diretrizes têm de ser homologadas pelo MEC.
Agencia Estado
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta quarta-feira (4), por unanimidade, as novas diretrizes do ensino médio, que devem trazer mudanças nas escolas brasileiras, públicas e privadas. As diretrizes - que precisam ser homologadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, para entrar em vigor - pretendem conferir mais autonomia e flexibilidade às escolas na definição da grade curricular e permitir que os estudantes de ensino médio noturno tenham mais tempo para concluir os estudos.
saiba maisGoverno lança programa para expandir e financiar ensino técnico
Colocação rápida no mercado leva estudantes ao curso técnico
Entre os pontos defendidos pelo conselho está a montagem do projeto político-pedagógico a partir de quatro áreas de atuação - ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Cada escola escolheria a sua vocação, por meio do "diálogo" entre corpo docente, alunos, redes de ensino e as comunidades locais. Uma escola de uma região industrial, por exemplo, poderia enfocar a área de tecnologia, abrindo mais espaço às disciplinas de física e química, sem deixar de lado outras matérias, como língua portuguesa e história.
"O ensino médio tem de ser entendido como uma etapa final da educação básica, capaz de atender ao projeto de vida das pessoas", defende o conselheiro José Fernandes de Lima, relator das diretrizes. "Ele não é o trampolim para a universidade, pode preparar para a universidade, mas essa não é a sua única missão. Tem de preparar para a vida, servir para o mundo do trabalho e da cidadania; deve ter uma unidade, mas para que seja aplicado em todo o Brasil é preciso que seja flexível".
A definição das novas diretrizes surge uma semana após o lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que visa a formar mão de obra qualificada por meio de capacitação técnica e profissional de alunos do ensino médio, além de beneficiários do Bolsa-Família e reincidentes do seguro-desemprego. Enquanto isso, uma comissão especial na Câmara trata do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê metas para ser atingidas até 2020.
Para entrar em vigor, diretrizes têm de ser homologadas pelo MEC.
Agencia Estado
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta quarta-feira (4), por unanimidade, as novas diretrizes do ensino médio, que devem trazer mudanças nas escolas brasileiras, públicas e privadas. As diretrizes - que precisam ser homologadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, para entrar em vigor - pretendem conferir mais autonomia e flexibilidade às escolas na definição da grade curricular e permitir que os estudantes de ensino médio noturno tenham mais tempo para concluir os estudos.
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Colocação rápida no mercado leva estudantes ao curso técnico
Entre os pontos defendidos pelo conselho está a montagem do projeto político-pedagógico a partir de quatro áreas de atuação - ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Cada escola escolheria a sua vocação, por meio do "diálogo" entre corpo docente, alunos, redes de ensino e as comunidades locais. Uma escola de uma região industrial, por exemplo, poderia enfocar a área de tecnologia, abrindo mais espaço às disciplinas de física e química, sem deixar de lado outras matérias, como língua portuguesa e história.
"O ensino médio tem de ser entendido como uma etapa final da educação básica, capaz de atender ao projeto de vida das pessoas", defende o conselheiro José Fernandes de Lima, relator das diretrizes. "Ele não é o trampolim para a universidade, pode preparar para a universidade, mas essa não é a sua única missão. Tem de preparar para a vida, servir para o mundo do trabalho e da cidadania; deve ter uma unidade, mas para que seja aplicado em todo o Brasil é preciso que seja flexível".
A definição das novas diretrizes surge uma semana após o lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que visa a formar mão de obra qualificada por meio de capacitação técnica e profissional de alunos do ensino médio, além de beneficiários do Bolsa-Família e reincidentes do seguro-desemprego. Enquanto isso, uma comissão especial na Câmara trata do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê metas para ser atingidas até 2020.
MEC publica resolução com diretrizes curriculares para o ensino médio
Resolução flexibiliza duração do ensino médio no período noturno.
Colégios terão que rever seus projetos pedagógicos, diz especialista.
Do G1, em São Paulo
O Ministério da Educação publicou, na edição desta terça-feira (31) do "Diário Oficial da União", a resolução que define as diretrizes curriculares para o ensino médio nas escolas públicas e particulares. A resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) conclui um processo de discussão sobre a nova realidade dos estudantes de nível médio no país, e foi homologada pelo então ministro da Educação Fernando Haddad em seu último dia no cargo, na segunda-feira (23).
O texto, que substitui diretrizes em vigor desde 1998, contém 23 artigos relacionados à organização curricular, às formas de oferta de ensino, ao projeto político-pedagógico das escolas e aos sistemas de ensino.
A resolução havia sido aprovada em maio pelo CNE e enviada ao ministro para homologação. Porém, entidades da sociedade civil pediram a revisão de um dos dispostivos, que permitia que até 20% da carga horária fosse cumprida à distância sem a presença obrigatória de professores.
Quatro áreas de conhecimento
Com a revisão, no segundo semestre de 2011, e, finalmente, a homologação, na semana passada, o ensino médio agora incorpora a divisão das matérias por áreas do conhecimento. Em linguagens estão as aulas de língua português, língua materna (para populações indígenas), língua estrangeira moderna, arte (incluindo cênicas, plásticas e musical) e educação física.
A segunda área do conhecimento é matemática, a terceira é ciências da natureza, que inclui biologia, física e química. Por fim, as ciências humanas englobam as matérias de história, geografia, filosofia e sociologia.
Além disso, as diretrizes exigem que as escolas ofereçam obrigatoriamente o ensino de língua espanhola, ainda que seus alunos possam optar por não cursar a matéria.
Outros conteúdos de ensino foram incluídos no documento, segundo o qual devem ser transmitidos aos estudantes de forma transversal. Entre eles estão ensinamentos sobre a valroização do idoso, tenha a "sustentabilidade ambiental como meta universal" e considere "os estudantes e os professores como sujeitos históricos e de direitos, participantes ativos e protagonistas na sua diversidade e singularidade".
A resolução ainda define que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve, progressivamente, compor o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), assumindo as funções de avaliação sistêmica para subsidiar as políticas públicas para a educação básica; servir para dar certificado de conclusão do ensino médio; servir de acesso para as universidades e outras instituições de ensino superior.
Carga horária flexível
Entre as novidades que traz a resolução estão a flexibilização da duração máxima do ensino médio regular noturno. De acordo com o texto, as escolas que oferecem essa modalidade aos alunos devem "atender, com qualidade, a sua singularidade, especificando uma organização curricular e metodológica diferenciada, e pode, para garantir a permanência e o sucesso destes estudantes".
A carga horária do turno noturno, de acordo com as diretrizes, é a mesma que a do diurno: 2.400 horas, cumpridas em no mínimo três anos. Um adendo na resolução, porém, permite "ampliar a duração do curso para mais de três anos, com menor carga horária diária e anual".
Além disso, as diretrizes foram atualizadas para incentivar a adoção das novas tecnologias na metodologia de ensino.
Adaptação
Segundo Dalila Andrade Oliveira, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), "a tendência é que as escolas comecem a partir de agora a se adequar, porque o currículo é um processo, não é um instante". Ela afirma que o fato de que a resolução tenha sido publicada um dia após o início do ano letivo pesa negativamente para o planejamento. "Mas não pode esperar até 2013."
Na opinião da especialista, a resolução publicada hoje representa um avanço nas políticas públicas de educação do governo. "Entre 91 e 96 tivemos um aumento de matrículas no ensino médio da ordem de 120%, isso quer dizer que nossa população começou a concluir o ensino fundamental. Na primeira década do século XXI, houve maior número de ingressantes e concluintes do ensino médio."
Além disso, durante as discussões sobre as novas diretrizes - também feitas com o ensino infantil, o fundamental e, atualmente, com o ensino profissionalizante e técnico de nível médio -, entrou em vigor a emenda constitucional 59, de 2009, que agora torna obrigatória a oferta de ensino a todos os adolescentes de 14 a 17 anos. Os estados terão até 2016 para incorporar essa parcela da população, que, idealmente, estará cursando o ensino médio.
Isso provoca, segundo ela, uma demanda por um ensino médio mais flexível e que garanta a permanência de novos setores da população que, desde a última década, estão finalmente chegando à última etapa da educação básica.
"São jovens e adultos que estão chegando ao ensino médio, a população indígena, quilombola, do campo", disse Dalila, que também é professora de políticas públicas de educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O efeito que a educação tem em pessoas com origem mais pobre é muito maior que nos alunos de classe média"
Dalila Andrade Oliveira,
presidente da Anped
Dalila explica que a maioria das pessoas que estuda à noite trabalha em período integral e, geralmente, são adultos que estão fora da idade escolar ideal. "Até meados nos anos 90, tínhamos maior matrícula no noturno do que de dia. Hoje o período diurno já ultrapassa o noturno de forma significativa, mas o ideal é que, no futuro, o Brasil não tenha necessidade de ter turno noturno de oferta para a educação básica."
Segundo ela, porém, essa flexibilização não representa necessariamente a facilitação do conteúdo. "Esperamos que os conteúdos sejam preservados, mas com metodologias de aprendizagem e ensino mais adequadas à condição desses alunos. O efeito que a educação tem em pessoas com origem mais pobre é muito maior que nos alunos de classe média."
Colégios terão que rever seus projetos pedagógicos, diz especialista.
Do G1, em São Paulo
O Ministério da Educação publicou, na edição desta terça-feira (31) do "Diário Oficial da União", a resolução que define as diretrizes curriculares para o ensino médio nas escolas públicas e particulares. A resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) conclui um processo de discussão sobre a nova realidade dos estudantes de nível médio no país, e foi homologada pelo então ministro da Educação Fernando Haddad em seu último dia no cargo, na segunda-feira (23).
O texto, que substitui diretrizes em vigor desde 1998, contém 23 artigos relacionados à organização curricular, às formas de oferta de ensino, ao projeto político-pedagógico das escolas e aos sistemas de ensino.
A resolução havia sido aprovada em maio pelo CNE e enviada ao ministro para homologação. Porém, entidades da sociedade civil pediram a revisão de um dos dispostivos, que permitia que até 20% da carga horária fosse cumprida à distância sem a presença obrigatória de professores.
Quatro áreas de conhecimento
Com a revisão, no segundo semestre de 2011, e, finalmente, a homologação, na semana passada, o ensino médio agora incorpora a divisão das matérias por áreas do conhecimento. Em linguagens estão as aulas de língua português, língua materna (para populações indígenas), língua estrangeira moderna, arte (incluindo cênicas, plásticas e musical) e educação física.
A segunda área do conhecimento é matemática, a terceira é ciências da natureza, que inclui biologia, física e química. Por fim, as ciências humanas englobam as matérias de história, geografia, filosofia e sociologia.
Além disso, as diretrizes exigem que as escolas ofereçam obrigatoriamente o ensino de língua espanhola, ainda que seus alunos possam optar por não cursar a matéria.
Outros conteúdos de ensino foram incluídos no documento, segundo o qual devem ser transmitidos aos estudantes de forma transversal. Entre eles estão ensinamentos sobre a valroização do idoso, tenha a "sustentabilidade ambiental como meta universal" e considere "os estudantes e os professores como sujeitos históricos e de direitos, participantes ativos e protagonistas na sua diversidade e singularidade".
A resolução ainda define que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve, progressivamente, compor o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), assumindo as funções de avaliação sistêmica para subsidiar as políticas públicas para a educação básica; servir para dar certificado de conclusão do ensino médio; servir de acesso para as universidades e outras instituições de ensino superior.
Carga horária flexível
Entre as novidades que traz a resolução estão a flexibilização da duração máxima do ensino médio regular noturno. De acordo com o texto, as escolas que oferecem essa modalidade aos alunos devem "atender, com qualidade, a sua singularidade, especificando uma organização curricular e metodológica diferenciada, e pode, para garantir a permanência e o sucesso destes estudantes".
A carga horária do turno noturno, de acordo com as diretrizes, é a mesma que a do diurno: 2.400 horas, cumpridas em no mínimo três anos. Um adendo na resolução, porém, permite "ampliar a duração do curso para mais de três anos, com menor carga horária diária e anual".
Além disso, as diretrizes foram atualizadas para incentivar a adoção das novas tecnologias na metodologia de ensino.
Adaptação
Segundo Dalila Andrade Oliveira, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), "a tendência é que as escolas comecem a partir de agora a se adequar, porque o currículo é um processo, não é um instante". Ela afirma que o fato de que a resolução tenha sido publicada um dia após o início do ano letivo pesa negativamente para o planejamento. "Mas não pode esperar até 2013."
Na opinião da especialista, a resolução publicada hoje representa um avanço nas políticas públicas de educação do governo. "Entre 91 e 96 tivemos um aumento de matrículas no ensino médio da ordem de 120%, isso quer dizer que nossa população começou a concluir o ensino fundamental. Na primeira década do século XXI, houve maior número de ingressantes e concluintes do ensino médio."
Além disso, durante as discussões sobre as novas diretrizes - também feitas com o ensino infantil, o fundamental e, atualmente, com o ensino profissionalizante e técnico de nível médio -, entrou em vigor a emenda constitucional 59, de 2009, que agora torna obrigatória a oferta de ensino a todos os adolescentes de 14 a 17 anos. Os estados terão até 2016 para incorporar essa parcela da população, que, idealmente, estará cursando o ensino médio.
Isso provoca, segundo ela, uma demanda por um ensino médio mais flexível e que garanta a permanência de novos setores da população que, desde a última década, estão finalmente chegando à última etapa da educação básica.
"São jovens e adultos que estão chegando ao ensino médio, a população indígena, quilombola, do campo", disse Dalila, que também é professora de políticas públicas de educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O efeito que a educação tem em pessoas com origem mais pobre é muito maior que nos alunos de classe média"
Dalila Andrade Oliveira,
presidente da Anped
Dalila explica que a maioria das pessoas que estuda à noite trabalha em período integral e, geralmente, são adultos que estão fora da idade escolar ideal. "Até meados nos anos 90, tínhamos maior matrícula no noturno do que de dia. Hoje o período diurno já ultrapassa o noturno de forma significativa, mas o ideal é que, no futuro, o Brasil não tenha necessidade de ter turno noturno de oferta para a educação básica."
Segundo ela, porém, essa flexibilização não representa necessariamente a facilitação do conteúdo. "Esperamos que os conteúdos sejam preservados, mas com metodologias de aprendizagem e ensino mais adequadas à condição desses alunos. O efeito que a educação tem em pessoas com origem mais pobre é muito maior que nos alunos de classe média."
EDUCAÇÃO COM LIBERDADE?
Por: » JOSÉ MAURÍCIO BRÊDA – bacharel em Economia
Quando vejo e ouço o som fora dos limites suportáveis ao ouvido humano, instalado em carros, lembro 30 anos passados e penso: esses cidadãos, que hoje usam desse expediente, devem ser exatamente aqueles garotos que acompanhavam seus pais à praia e outros locais de diversão quando eu e minha família afastávamo-nos do local, fazendo valer a máxima de que os incomodados se mudam. E essa sequência de má educação continuará como um legado, pernicioso, a desassossegar-nos. Só não “vê” quem não tem “ouvidos”. Infelizmente, é dessa forma que assistimos a como nosso povo está mal educado. O dia a dia só comprova. Estava eu em supermercado da Gruta de Lourdes e, à minha frente, duas jovens senhoras e uma garota com seus dez anos. Enquanto uma, tratada por ela como tia, passava as poucas compras pelo caixa, a outra, mãe, postada atrás, fazia cortina para que a menina furtasse um reles saco de batata frita. Como o caixa era em frente aos sanitários, a aprendiz foi até lá e já voltou saboreando seu furto, para gáudio de sua mãe. Parecia que não existia mais alguém em volta, assistindo à tão degradante cena. Lembrei-me do texto publicado no gaúcho Jornal de Novo Hamburgo, de um promotor aposentado. Relata um incidente, igualmente em supermercado, onde um garoto impulsionava o carrinho de compras nas pernas do cidadão que estava à sua frente. Pacientemente, olhou para o garoto e demonstrou não estar gostando. Mas o pestinha continuava a jogar o carrinho em suas pernas. Esperou uma atitude da mãe, mas não vislumbrou repreensão da parte dela. Não suportando mais os esbarrões, resolveu dirigir-se à genitora, educadamente, pedindo sua interferência. Qual não foi sua surpresa quando a mãezinha disse-lhe que “meu filho ainda é pequeno e eu estou criando ele com liberdade”. Para os que ouviram tal excentricidade foi um choque. Como disse o articulista, esperavam que o agredido puxasse as orelhas do garoto, mesmo sabendo que a mãe o merecia mais. Porém, o mais inusitado estava por vir. Sendo fim de ano, diz o promotor, um senhor que estava no fim da fila assistindo a tudo resolveu ser o Papai Noel. Tirando da embalagem um ovo, dirigiu-se à “educada” mãe e, encostando-o em sua cabeça, esmagou-o. Com o cabelo encharcado de clara e gema, esta perguntou “o que estava pensando o senhor”. A resposta foi um primor: “Eu também fui educado com liberdade!”. Lembro Pitágoras: “Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens”.
Quando vejo e ouço o som fora dos limites suportáveis ao ouvido humano, instalado em carros, lembro 30 anos passados e penso: esses cidadãos, que hoje usam desse expediente, devem ser exatamente aqueles garotos que acompanhavam seus pais à praia e outros locais de diversão quando eu e minha família afastávamo-nos do local, fazendo valer a máxima de que os incomodados se mudam. E essa sequência de má educação continuará como um legado, pernicioso, a desassossegar-nos. Só não “vê” quem não tem “ouvidos”. Infelizmente, é dessa forma que assistimos a como nosso povo está mal educado. O dia a dia só comprova. Estava eu em supermercado da Gruta de Lourdes e, à minha frente, duas jovens senhoras e uma garota com seus dez anos. Enquanto uma, tratada por ela como tia, passava as poucas compras pelo caixa, a outra, mãe, postada atrás, fazia cortina para que a menina furtasse um reles saco de batata frita. Como o caixa era em frente aos sanitários, a aprendiz foi até lá e já voltou saboreando seu furto, para gáudio de sua mãe. Parecia que não existia mais alguém em volta, assistindo à tão degradante cena. Lembrei-me do texto publicado no gaúcho Jornal de Novo Hamburgo, de um promotor aposentado. Relata um incidente, igualmente em supermercado, onde um garoto impulsionava o carrinho de compras nas pernas do cidadão que estava à sua frente. Pacientemente, olhou para o garoto e demonstrou não estar gostando. Mas o pestinha continuava a jogar o carrinho em suas pernas. Esperou uma atitude da mãe, mas não vislumbrou repreensão da parte dela. Não suportando mais os esbarrões, resolveu dirigir-se à genitora, educadamente, pedindo sua interferência. Qual não foi sua surpresa quando a mãezinha disse-lhe que “meu filho ainda é pequeno e eu estou criando ele com liberdade”. Para os que ouviram tal excentricidade foi um choque. Como disse o articulista, esperavam que o agredido puxasse as orelhas do garoto, mesmo sabendo que a mãe o merecia mais. Porém, o mais inusitado estava por vir. Sendo fim de ano, diz o promotor, um senhor que estava no fim da fila assistindo a tudo resolveu ser o Papai Noel. Tirando da embalagem um ovo, dirigiu-se à “educada” mãe e, encostando-o em sua cabeça, esmagou-o. Com o cabelo encharcado de clara e gema, esta perguntou “o que estava pensando o senhor”. A resposta foi um primor: “Eu também fui educado com liberdade!”. Lembro Pitágoras: “Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens”.
MT- Mutum tem 3,5 mil alunos na rede municipal e aulas iniciam com tranquilidade
Fonte: Só Notícias/Bianca C. Zancanaro
As aulas da rede municipal de Nova Mutum iniciaram com cerca de 3,5 mil estudantes. Por meio da assessoria a secretária de Educação e Cultura, léria Franco, disse que o primeiro dia letivo foi tranquilo. "O ano de 2012 começa normalmente na rede pública. A exceção e a escola Carlos Drummond de Andrade, que devido a reformas, terá atraso de uma semana para início das aulas. Mas isso não prejudicará os estudantes já que há uma folga prevista no calendário".
A secretária lembra, ainda, que toda a semana passada foi de preparação para os trabalhadores da educação. "O ano letivo começa hoje, mas diretores, professores e trabalhadores da educação em geral, iniciaram antes, suas atividades, porque temos de estar com tudo organizado para recebermos os estudantes e a semana pedagógica serve para isso, para que ajustemos o planejamento do primeiro semestre letivo", frisa.
Para Cléria, a semana pedagógica superou as expectativas com o envolvimento de todos os profissionais. "Momentos como esses permitem que passemos a todos os trabalhadores as informações acerca das novas diretrizes da Secretaria de Estado da Educação e também do Ministério da Educação", observa.
O presidente do Conselho Estadual de Educação, Aguinaldo Garrido, comentou sobre os prazos para conclusão e aprovação do Plano Municipal de Educação. "O município iniciou um processo de melhoramento da educação e, desde de 2009 vem trabalhando no sentido da implantação gradual das várias etapas. Tudo isso culminará com a aprovação do Plano Municipal de Educação que não é uma proposta de governo, mas sim um plano de Estado com validade para dez anos", frisa.
Aguinaldo Garrido lembra que o plano é uma construção democrática resultante da participação de toda a sociedade. "É importante que a sociedade incorpore esse plano porque ele é mais uma etapa do processo iniciado com a implantação da gestão democrática e que passou também pela implantação da descentralização financeira, o que comprova o compromisso com a democratização dos processos da educação, o que se traduz na melhora da educação e cujos avanços, como a antecipação da meta do IDEB de 2016, em seis anos vem comprovar isso", diz.
O Plano Municipal de Educação de Nova Mutum está em fase final de elaboração. Sua aprovação e implantação deve se consolidar até o final deste ano. Segundo Aguinaldo, essa morosidade com que está sendo construído levou em consideração mudança na data da Conferência Nacional da Educação. "Com isso, Nova Mutum já introduz no seu plano as novas propostas aprovadas na Conferência, evitando com isso mudanças tão logo o plano fosse aprovado, o que teria ocorrido se o prazo de conclusão tivesse sido cumprido", observa.
As aulas da rede municipal de Nova Mutum iniciaram com cerca de 3,5 mil estudantes. Por meio da assessoria a secretária de Educação e Cultura, léria Franco, disse que o primeiro dia letivo foi tranquilo. "O ano de 2012 começa normalmente na rede pública. A exceção e a escola Carlos Drummond de Andrade, que devido a reformas, terá atraso de uma semana para início das aulas. Mas isso não prejudicará os estudantes já que há uma folga prevista no calendário".
A secretária lembra, ainda, que toda a semana passada foi de preparação para os trabalhadores da educação. "O ano letivo começa hoje, mas diretores, professores e trabalhadores da educação em geral, iniciaram antes, suas atividades, porque temos de estar com tudo organizado para recebermos os estudantes e a semana pedagógica serve para isso, para que ajustemos o planejamento do primeiro semestre letivo", frisa.
Para Cléria, a semana pedagógica superou as expectativas com o envolvimento de todos os profissionais. "Momentos como esses permitem que passemos a todos os trabalhadores as informações acerca das novas diretrizes da Secretaria de Estado da Educação e também do Ministério da Educação", observa.
O presidente do Conselho Estadual de Educação, Aguinaldo Garrido, comentou sobre os prazos para conclusão e aprovação do Plano Municipal de Educação. "O município iniciou um processo de melhoramento da educação e, desde de 2009 vem trabalhando no sentido da implantação gradual das várias etapas. Tudo isso culminará com a aprovação do Plano Municipal de Educação que não é uma proposta de governo, mas sim um plano de Estado com validade para dez anos", frisa.
Aguinaldo Garrido lembra que o plano é uma construção democrática resultante da participação de toda a sociedade. "É importante que a sociedade incorpore esse plano porque ele é mais uma etapa do processo iniciado com a implantação da gestão democrática e que passou também pela implantação da descentralização financeira, o que comprova o compromisso com a democratização dos processos da educação, o que se traduz na melhora da educação e cujos avanços, como a antecipação da meta do IDEB de 2016, em seis anos vem comprovar isso", diz.
O Plano Municipal de Educação de Nova Mutum está em fase final de elaboração. Sua aprovação e implantação deve se consolidar até o final deste ano. Segundo Aguinaldo, essa morosidade com que está sendo construído levou em consideração mudança na data da Conferência Nacional da Educação. "Com isso, Nova Mutum já introduz no seu plano as novas propostas aprovadas na Conferência, evitando com isso mudanças tão logo o plano fosse aprovado, o que teria ocorrido se o prazo de conclusão tivesse sido cumprido", observa.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Veja a lista dos principais prêmios em Educação do Brasil
Há diferentes premiações nas quais podem participar alunos, educadores e gestores
Carolina Vilaverde
Da Redação do Todos Pela Educação
As premiações na área de Educação podem ser importantes instrumentos de mobilização de alunos, docentes e gestores escolares. Além disso, cumprem outro papel: o de valorizar os bons profissionais e reconhecer aqueles que se dedicaram. Por isso, o Todos Pela Educação fez uma lista das principais premiações do País.
Se você conhece outros prêmios, deixe seu comentário.
EDUCADORES
Professores do Brasil
O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e de instituições parceiras, que busca reconhecer a contribuição dos docentes da rede pública para a melhoria da qualidade da Educação Básica.
O concurso seleciona as melhores e mais criativas experiências pedagógicas desenvolvidas pelos professores da rede pública de ensino e que tenham êxito no enfrentamento de situações-problema. O objetivo é resgatar e valorizar o papel dos professores como agentes fundamentais no processo de formação das novas gerações.
Prêmio Victor Civita Educador Nota 10
Criado em 1998 com o objetivo de identificar docentes que adotam boas práticas em sala de aula, o Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 pretende valorizar os bons educadores e disseminar em todo o Brasil a profissionalização da carreira docente.
A cada edição, mais de 4 mil professores, diretores escolares e coordenadores pedagógicos inscrevem seus trabalhos, em diferentes áreas de conhecimento. Uma comissão selecionadora, composta pro profissionais renomados em didática do ensino, analisa os trabalhos recebidos e escolhe dez Professores Nota 10 e um Gestor Nota 10.
Prêmio Viva Leitura
O Prêmio Viva Leitura, criado em 2005, é uma iniciativa do MEC, do Ministério da Cultura e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) para estimular e reconhecer as melhores experiências que promovam a leitura no País.
Ele faz parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e pretende colaborar para democratizar o acesso à literatura, para fomentar a formação cidadã e para apoiar a criação e a produção literária.
Prêmio Arte na Escola Cidadã
O Prêmio Arte na Escola Cidadã pretende reconhecer e evidenciar experiências educativas de qualidade no ensino da arte. Desde 2000, ele premia e documenta boas práticas de professores dessa disciplina no Ensino Infantil, Fundamental, Médio e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) em todo o País.
A premiação é uma iniciativa do Instituto Arte na Escola, organização social fundada em 1989, que tem como objetivos incentivar e qualificar o ensino da arte por meio da formação continuada de docentes da Educação Básica.
Prêmio Microsoft Educadores Inovadores
Com o objetivo de reconhecer os melhores projetos educacionais que utilizam a tecnologia para melhorar a qualidade do ensino, foi criado o Prêmio Microsoft Educadores Inovadores.
O concurso já recebeu mais de 2 mil projetos de todas as regiões do País e pretende incentivar o desenvolvimento de ações de incorporação das tecnologias em atividades que melhorem o desempenho escolar dos estudantes.
GESTORES
Prêmio Gestão Escolar
Desde 1998, o Prêmio Gestão Escolar seleciona experiências bem-sucedidas na gestão de escolas públicas brasileiras. Após as inscrições, comitês estaduais avaliam as escolas inscritas e escolhem as representantes de cada estado. Depois da seleção estadual, são escolhidas seis escolas que concorrem ao título de “Escola Referência Brasil”.
Podem participar da premiação quaisquer instituições de ensino de Educação Básica das redes públicas estaduais e municipais de todo o Brasil.
Prêmio Escola Voluntária
Realizado uma vez por ano, o Prêmio Escola Voluntária tem por objetivo divulgar, incentivar e premiar instituições de ensino responsáveis por projetos que estimulem o trabalho voluntário entre os alunos.
O voluntariado deve ser em prol de uma comunidade com a participação de alunos do 9º ano do Ensino Fundamental ou de qualquer série do Ensino Médio.
ONGs
Prêmio Itaú Unicef
O Prêmio Itaú Unicef reconhece e estimula o trabalho de ONGs, que contribuem para a Educação integral de alunos brasileiros, em articulação com as políticas públicas de ensino e assistência social. É uma iniciativa da Fundação Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que acontece a cada dois anos, desde 1995.
Podem ser inscritos projetos socioeducativos, de atendimento direto a crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 18 anos, planejados e executados por organizações não governamentais, sem fins lucrativos, constituídas e com sede no território nacional.
ALUNOS
Diversas premiações são voltadas ao incentivo dos estudantes. A maior parte delas tem a forma de olimpíadas. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) é um exemplo e, em 2011, teve mais de 18,7 milhões de alunos inscritos em 44.691 escolas. Veja abaixo a lista das olimpíadas e premiações:
Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB)
Olimpíada Brasileira de Física (OBF)
Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep)
Olimpíada Brasileira de Química (OBQ)
Olimpíada de Geografia - Viagem do Conhecimento
Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro
Olimpíada Nacional em História do Brasil
Prêmio Ciências no Ensino Médio
Carolina Vilaverde
Da Redação do Todos Pela Educação
As premiações na área de Educação podem ser importantes instrumentos de mobilização de alunos, docentes e gestores escolares. Além disso, cumprem outro papel: o de valorizar os bons profissionais e reconhecer aqueles que se dedicaram. Por isso, o Todos Pela Educação fez uma lista das principais premiações do País.
Se você conhece outros prêmios, deixe seu comentário.
EDUCADORES
Professores do Brasil
O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e de instituições parceiras, que busca reconhecer a contribuição dos docentes da rede pública para a melhoria da qualidade da Educação Básica.
O concurso seleciona as melhores e mais criativas experiências pedagógicas desenvolvidas pelos professores da rede pública de ensino e que tenham êxito no enfrentamento de situações-problema. O objetivo é resgatar e valorizar o papel dos professores como agentes fundamentais no processo de formação das novas gerações.
Prêmio Victor Civita Educador Nota 10
Criado em 1998 com o objetivo de identificar docentes que adotam boas práticas em sala de aula, o Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 pretende valorizar os bons educadores e disseminar em todo o Brasil a profissionalização da carreira docente.
A cada edição, mais de 4 mil professores, diretores escolares e coordenadores pedagógicos inscrevem seus trabalhos, em diferentes áreas de conhecimento. Uma comissão selecionadora, composta pro profissionais renomados em didática do ensino, analisa os trabalhos recebidos e escolhe dez Professores Nota 10 e um Gestor Nota 10.
Prêmio Viva Leitura
O Prêmio Viva Leitura, criado em 2005, é uma iniciativa do MEC, do Ministério da Cultura e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) para estimular e reconhecer as melhores experiências que promovam a leitura no País.
Ele faz parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e pretende colaborar para democratizar o acesso à literatura, para fomentar a formação cidadã e para apoiar a criação e a produção literária.
Prêmio Arte na Escola Cidadã
O Prêmio Arte na Escola Cidadã pretende reconhecer e evidenciar experiências educativas de qualidade no ensino da arte. Desde 2000, ele premia e documenta boas práticas de professores dessa disciplina no Ensino Infantil, Fundamental, Médio e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) em todo o País.
A premiação é uma iniciativa do Instituto Arte na Escola, organização social fundada em 1989, que tem como objetivos incentivar e qualificar o ensino da arte por meio da formação continuada de docentes da Educação Básica.
Prêmio Microsoft Educadores Inovadores
Com o objetivo de reconhecer os melhores projetos educacionais que utilizam a tecnologia para melhorar a qualidade do ensino, foi criado o Prêmio Microsoft Educadores Inovadores.
O concurso já recebeu mais de 2 mil projetos de todas as regiões do País e pretende incentivar o desenvolvimento de ações de incorporação das tecnologias em atividades que melhorem o desempenho escolar dos estudantes.
GESTORES
Prêmio Gestão Escolar
Desde 1998, o Prêmio Gestão Escolar seleciona experiências bem-sucedidas na gestão de escolas públicas brasileiras. Após as inscrições, comitês estaduais avaliam as escolas inscritas e escolhem as representantes de cada estado. Depois da seleção estadual, são escolhidas seis escolas que concorrem ao título de “Escola Referência Brasil”.
Podem participar da premiação quaisquer instituições de ensino de Educação Básica das redes públicas estaduais e municipais de todo o Brasil.
Prêmio Escola Voluntária
Realizado uma vez por ano, o Prêmio Escola Voluntária tem por objetivo divulgar, incentivar e premiar instituições de ensino responsáveis por projetos que estimulem o trabalho voluntário entre os alunos.
O voluntariado deve ser em prol de uma comunidade com a participação de alunos do 9º ano do Ensino Fundamental ou de qualquer série do Ensino Médio.
ONGs
Prêmio Itaú Unicef
O Prêmio Itaú Unicef reconhece e estimula o trabalho de ONGs, que contribuem para a Educação integral de alunos brasileiros, em articulação com as políticas públicas de ensino e assistência social. É uma iniciativa da Fundação Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que acontece a cada dois anos, desde 1995.
Podem ser inscritos projetos socioeducativos, de atendimento direto a crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 18 anos, planejados e executados por organizações não governamentais, sem fins lucrativos, constituídas e com sede no território nacional.
ALUNOS
Diversas premiações são voltadas ao incentivo dos estudantes. A maior parte delas tem a forma de olimpíadas. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) é um exemplo e, em 2011, teve mais de 18,7 milhões de alunos inscritos em 44.691 escolas. Veja abaixo a lista das olimpíadas e premiações:
Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB)
Olimpíada Brasileira de Física (OBF)
Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep)
Olimpíada Brasileira de Química (OBQ)
Olimpíada de Geografia - Viagem do Conhecimento
Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro
Olimpíada Nacional em História do Brasil
Prêmio Ciências no Ensino Médio
Conheça o perfil do novo ministro da Educação
Aloizio Mercadante comandava a pasta de Ciência e Tecnologia
José Cruz/ABr
Da Redação do Todos Pela Educação*
O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assume o cargo com grandes desafios pela frente. Em sua gestão, ele deverá aprovar o novo Plano Nacional de Educação e gerenciar questões polêmicas como a logística do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, também precisará melhorar a formação dos professores e valorizar a carreira docente. Você conhece a biografia de Aloizio Mercadante?
Nascido em 13 de maio de 1954, em Santos (SP), Aloizio Mercadante Oliva é formado em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e é mestre e doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O novo ministro também é professor licenciado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e na Unicamp.
Vida política
Mercadante participou da elaboração dos programas de governo do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi coordenador nas eleições presidenciais de 1989 e 2002.
Em 1990, assumiu seu primeiro mandato como deputado federal. Em 1996, foi candidato a vice-prefeito de São Paulo. Em 1999, voltou à Câmara dos Deputados, onde participou de comissões na área econômica. Presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio (1999), foi líder da Bancada do PT (2000) e membro das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Finanças e Tributação (2001).
Eleito para o Senado em 2002, Mercadante foi líder do governo, até junho de 2006, quando foi candidato do PT ao governo de São Paulo. Em 2008, presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e foi eleito presidente da Representação Brasileira no parlamento do Mercosul. Em 2009, foi líder da bancada do PT no Senado Federal e líder do governo.
Mercadante foi candidato ao governo do Estado de São Paulo em duas ocasiões, em 2006 e 2010. Nesta última campanha, prometeu acabar com a “aprovação automática” na rede estadual, caso fosse eleito.
“O que acontece é que você finge que não reprovou, mas a vida reprova”, afirmou a respeito do sistema de ciclos, durante entrevista para o portal UOL e o jornal Folha de S.Paulo. A progressão continuada provoca polêmicas mesmo entre educadores. Os defensores da progressão afirmam que ela não foi implantada corretamente na rede de São Paulo.
Perguntas e Respostas: O que é progressão continuada?
Na época, o candidato também se pronunciou sobre o pagamento de bônus para professores: “Não sou contra bônus por desempenho, mas não adianta se não tiver carreira”, disse.
No primeiro ano do governo da presidente Dilma Rousseff, foi nomeado ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Uma de suas ações à frente do ministério foi o lançamento do programa Ciência sem Fronteiras, que promete conceder 100 mil bolsas de estudos nas principais universidades do exterior para estudantes brasileiros.
* Com informações do MCTI e do Portal Senadores, do Senado Federal
José Cruz/ABr
Da Redação do Todos Pela Educação*
O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assume o cargo com grandes desafios pela frente. Em sua gestão, ele deverá aprovar o novo Plano Nacional de Educação e gerenciar questões polêmicas como a logística do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, também precisará melhorar a formação dos professores e valorizar a carreira docente. Você conhece a biografia de Aloizio Mercadante?
Nascido em 13 de maio de 1954, em Santos (SP), Aloizio Mercadante Oliva é formado em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e é mestre e doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O novo ministro também é professor licenciado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e na Unicamp.
Vida política
Mercadante participou da elaboração dos programas de governo do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi coordenador nas eleições presidenciais de 1989 e 2002.
Em 1990, assumiu seu primeiro mandato como deputado federal. Em 1996, foi candidato a vice-prefeito de São Paulo. Em 1999, voltou à Câmara dos Deputados, onde participou de comissões na área econômica. Presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio (1999), foi líder da Bancada do PT (2000) e membro das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Finanças e Tributação (2001).
Eleito para o Senado em 2002, Mercadante foi líder do governo, até junho de 2006, quando foi candidato do PT ao governo de São Paulo. Em 2008, presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e foi eleito presidente da Representação Brasileira no parlamento do Mercosul. Em 2009, foi líder da bancada do PT no Senado Federal e líder do governo.
Mercadante foi candidato ao governo do Estado de São Paulo em duas ocasiões, em 2006 e 2010. Nesta última campanha, prometeu acabar com a “aprovação automática” na rede estadual, caso fosse eleito.
“O que acontece é que você finge que não reprovou, mas a vida reprova”, afirmou a respeito do sistema de ciclos, durante entrevista para o portal UOL e o jornal Folha de S.Paulo. A progressão continuada provoca polêmicas mesmo entre educadores. Os defensores da progressão afirmam que ela não foi implantada corretamente na rede de São Paulo.
Perguntas e Respostas: O que é progressão continuada?
Na época, o candidato também se pronunciou sobre o pagamento de bônus para professores: “Não sou contra bônus por desempenho, mas não adianta se não tiver carreira”, disse.
No primeiro ano do governo da presidente Dilma Rousseff, foi nomeado ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Uma de suas ações à frente do ministério foi o lançamento do programa Ciência sem Fronteiras, que promete conceder 100 mil bolsas de estudos nas principais universidades do exterior para estudantes brasileiros.
* Com informações do MCTI e do Portal Senadores, do Senado Federal
Pronatec é a maior reforma da educação profissional já feita no Brasil, diz Dilma
Paula Laboissière
Da Agência Brasil/Em Brasília
A presidente Dilma Rousseff disse hoje (24) que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec) é a maior reforma da educação profissional já feita no Brasil. O projeto, que vai oferecer bolsas de estudo e financiamento para cursos de qualificação profissional, foi aprovado na última terça-feira (18) pelo Senado.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou que serão R$ 24 bilhões em investimentos até 2014. A expectativa do governo é que sejam criados 8 milhões de vagas em cursos de formação técnica e profissional.
“Vão ser 5,6 milhões de vagas para cursos de curta duração, destinados à qualificação profissional de trabalhadores. E mais 2,4 milhões de vagas para cursos técnicos, voltados para os estudantes do ensino médio, com duração de pelo menos um ano”, explicou.
Segundo Dilma, estão sendo construídas 208 novas unidades de institutos federais de Educação Profissional – 35 delas devem ser entregues ainda este ano. Uma parceria com o Sistema S prevê a ampliação da oferta de cursos profissionalizantes gratuitos para 630 mil vagas também em 2011.
“Além disso, investimos R$ 1,7 bilhão na construção de 176 escolas técnicas estaduais e também na reforma, ampliação e compra de equipamentos de outras 543 unidades. O Pronatec vai financiar cursos técnicos em escolas privadas de educação profissional, como se faz hoje com o ensino superior, por meio do Fies, o Fundo de Financiamento Estudantil”, disse a presidente.
Os investimentos de empresas em educação profissional, ainda de acordo com a presidenta, não serão mais tributados por meio do Pronatec. O governo pretende garantir que 30% dos recursos destinados à ampliação da oferta de educação profissional e tecnológica sejam aplicados nas regiões Norte e Nordeste e que 5% das vagas sejam destinadas a pessoas com deficiência. Além disso, 1,1 milhão de vagas serão reservadas para beneficiários do programa Brasil sem Miséria.
Ao final do programa, Dilma comentou a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no último fim de semana. Segundo ela, 4 milhões de estudantes fizeram as provas, utilizadas como critério para a distribuição de 150 mil vagas do Programa Universidade para Todos (ProUni).
“A aplicação da prova é um esforço de grandes dimensões que ocorreu este ano em 1.602 cidades de todo o país. E mobilizou 400 mil profissionais, entre professores, policiais, funcionários dos Correios e fiscais. Tudo isso nos ajuda a democratizar o acesso à universidade”, concluiu.
Educação - Pesquisa avaliou a reação de 161 adolescentes com ansiedade e fobia social
Educação - Projeto de Lei vai garantir isenção de Imposto de Renda para professor
Sai em março edital para 12 mil bolsas em engenharia
Redação 24 Horas News
Deve sair no próximo mês o edital para a oferta de 12 mil bolsas de iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A iniciativa faz parte do programa Pró-Engenharia e se destina a estudantes de graduação, alunos do ensino médio (iniciação científica júnior) e a professores orientadores.
De acordo com o CNPq, o projeto vai consumir investimento de R$ 24 milhões. As bolsas serão ofertadas em todo o País, mas com preferência para instituições das Regiões Norte e Nordeste.
A intenção do conselho é aumentar o interesse dos estudantes do ensino médio pelas engenharias, diminuir a evasão do curso nas universidades e melhorar a formação de futuros profissionais na área. O País tem déficit de profissionais na área. O governo quer aumentar o número de engenheiros em 60% até 2014.
Segundo o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), o País registrada um déficit anula de 20 mil engenheiros. De acordo, com o diretor de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Melo, faltam no mercado de trabalho especialmente engenheiros civis, de minas, de petróleo e gás, navais e de computação.
Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que apenas 35% dos engenheiros formados estão trabalhando na área. Na opinião do diretor, não é possível remanejar esses profissionais, "é mais fácil pegar novos engenheiros". Por isso, o CNPq incluiu os alunos do ensino médio no programa. "É para que os estudantes trabalhem com professores universitários, despertem interesse, brilhem os olhos e digam 'é isso que eu quero'", completa Melo.
Deve sair no próximo mês o edital para a oferta de 12 mil bolsas de iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A iniciativa faz parte do programa Pró-Engenharia e se destina a estudantes de graduação, alunos do ensino médio (iniciação científica júnior) e a professores orientadores.
De acordo com o CNPq, o projeto vai consumir investimento de R$ 24 milhões. As bolsas serão ofertadas em todo o País, mas com preferência para instituições das Regiões Norte e Nordeste.
A intenção do conselho é aumentar o interesse dos estudantes do ensino médio pelas engenharias, diminuir a evasão do curso nas universidades e melhorar a formação de futuros profissionais na área. O País tem déficit de profissionais na área. O governo quer aumentar o número de engenheiros em 60% até 2014.
Segundo o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), o País registrada um déficit anula de 20 mil engenheiros. De acordo, com o diretor de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Melo, faltam no mercado de trabalho especialmente engenheiros civis, de minas, de petróleo e gás, navais e de computação.
Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que apenas 35% dos engenheiros formados estão trabalhando na área. Na opinião do diretor, não é possível remanejar esses profissionais, "é mais fácil pegar novos engenheiros". Por isso, o CNPq incluiu os alunos do ensino médio no programa. "É para que os estudantes trabalhem com professores universitários, despertem interesse, brilhem os olhos e digam 'é isso que eu quero'", completa Melo.
Revista americana indica USP para estudantes
R7
O site da revista Foreign Policy publicou essa semana uma lista de nove universidades boas e baratas para quem não conseguiu realizar o sonho de estudar no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ou em Harvard, as duas mais bem conceituadas universidades dos Estados Unidos.
O curioso da lista é que as universidades estão divididas de acordo com o perfil dos alunos. Para a revista, a USP (Universidade de São Paulo) é espaço para ‘jocks’, gíria americana para alunos que têm boas habilidades sociais, mas não são muito inteligentes.
O texto publicado no site aponta a maior universidade brasileira como uma pequena cidade dentro de outra com mais de 20 milhões de habitantes.
O texto ainda fala da estrutura do campus paulista: “exibe quatro hospitais e quatro museus e recebe meio milhão de visitantes por ano. Seus 86 mil alunos são mais bem conhecidos por sua pesquisa qualificada - 45% de toda a pesquisa publicada no Brasil - e, fiéis às suas raízes sul-americanas, pela paixão pelo futebol e um time bem-sucedido desse esporte. A USP está localizada numa cidade que inventou sua própria forma do belo jogo, o futebol de salão, disputa de ritmo mais intenso jogada com uma bola menor, para aprimorar habilidades técnicas."
Entre as instituições citadas na lista, estão também a Universidade de Hong Kong, no Japão, tida como espaço para ‘gênios’, o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, como ambiente de ‘geeks’ – a gíria é usada para descrever jovens antenados em videogames e tecnologias – e a Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, perfeita para ‘acadêmicos multidisciplinares’.
O site da revista Foreign Policy publicou essa semana uma lista de nove universidades boas e baratas para quem não conseguiu realizar o sonho de estudar no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ou em Harvard, as duas mais bem conceituadas universidades dos Estados Unidos.
O curioso da lista é que as universidades estão divididas de acordo com o perfil dos alunos. Para a revista, a USP (Universidade de São Paulo) é espaço para ‘jocks’, gíria americana para alunos que têm boas habilidades sociais, mas não são muito inteligentes.
O texto publicado no site aponta a maior universidade brasileira como uma pequena cidade dentro de outra com mais de 20 milhões de habitantes.
O texto ainda fala da estrutura do campus paulista: “exibe quatro hospitais e quatro museus e recebe meio milhão de visitantes por ano. Seus 86 mil alunos são mais bem conhecidos por sua pesquisa qualificada - 45% de toda a pesquisa publicada no Brasil - e, fiéis às suas raízes sul-americanas, pela paixão pelo futebol e um time bem-sucedido desse esporte. A USP está localizada numa cidade que inventou sua própria forma do belo jogo, o futebol de salão, disputa de ritmo mais intenso jogada com uma bola menor, para aprimorar habilidades técnicas."
Entre as instituições citadas na lista, estão também a Universidade de Hong Kong, no Japão, tida como espaço para ‘gênios’, o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, como ambiente de ‘geeks’ – a gíria é usada para descrever jovens antenados em videogames e tecnologias – e a Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, perfeita para ‘acadêmicos multidisciplinares’.
MT- Oficinas oferecem acesso a literatura
Secom-MT
A Secretaria de Estado de Cultura (SEC-MT), em parceria com o ponto de cultura Espaço Vitória, realiza no Pavilhão das Artes três oficinas de Literatura no mês de fevereiro. A poetisa Luciene Carvalho ministra duas oficinas de poesia, juntamente com o seu grupo denominado “Tribo de Quintais”, que pretende trabalhar a poesia agregada ao teatro e à dança. O escritor Vinícius Masutti ministrará a oficina de poesia, cujo tema é “Poetas Nossos”, na qual apresentará alguns dos poetas mato-grossenses ao público interessado em poesia.
A proposta de Luciene Carvalho, poetisa reconhecida e renomada no estado de Mato Grosso, é realizar oficinas que unem literatura a outros elementos cênicos que ela considera fundamentais: o teatro e a dança. A escritora informa que o objetivo da união das três linguagens artísticas é instigar o público a liberar a vocação artística existente, com um foco no equilíbrio interno de cada um.
“Quem está fora vai entrar e quem está dentro vai sair”. É assim que Luciene Carvalho resume o resultado da sua oficina. A escritora complementa a sua afirmação ao dizer que “muita gente não tem um olhar por dentro, pro universo interno de si. Outras tomam muito tempo percorrendo o seu mundo interno, mas não se veiculam, não se externam. As oficinas têm um foco na produção do indivíduo, do sujeito. Para trazer a pessoa para fora nós usamos a dança. Para levar para dentro usamos a construção poética. Dessa forma encontramos a possibilidade cênica teatral. Mas é uma construção literária, poética”, afirma.
O trabalho realizado em parceria com o dançarino e percussionista Raul Lázaro e a atriz Jeniffer Reis, integrantes da “Tribo de Quintais”, grupo do qual Luciene também é integrante, pretende externalizar as emoções dos participantes, provocando a sensibilidade artística de escritor existente em cada um. “Por que não se pode sonhar ser escritor?” Luciene é categórica ao afirmar que “sim, pode se sonhar ser escritor”. A poetisa vive da arte de escrever há mais de dez anos.
“Poetas Nossos” é o tema da oficina de Vinícius Masutti. O escritor de apenas 22 anos pretende apresentar alguns dos poetas mato-grossenses através de uma discussão que aborde um escritor por vez. Manoel de Barros, Rubens de Mendonça, Agenor Ferreira Leão, Antônio Sodré e José de Mesquita, fundador da Academia Mato-grossense de Letras, serão os poetas estudados na primeira oficina realizada no Pavilhão das Artes.
Vinícius baseia a oficina em pesquisas feitas por ele, já publicadas em 2011, sobre os poetas estudados. “A intenção é divulgar os poetas dessa terra, os poetas de Mato Grosso, que escreveram aqui e que estão sumidos, desconhecidos por algum motivo. Eu fiz um trabalho de garimpo poético sobre os poetas daqui. Ao todo eu escrevi sobre 9 poetas. Mas senti necessidade de fazer algo que pudesse chamar mais gente para conhecê-los. Tem muita gente boa que ninguém conhece. A intenção da oficina é de provocar uma discussão. Não é uma aula, não tem professor, só tem aluno”, afirma Vinícius Masutti.
O objetivo de Vinícius e da SEC-MT é realizar, em março, outra oficina que aborde os poetas que não serão estudados em fevereiro. Ao final será realizado um Sarau Literário aberto aos
participantes da oficina e ao público em geral. No Sarau as obras dos artistas mato-grossenses serão apresentadas, junto à produção dos alunos, em declamações poéticas, fazendo uma grande festa da poesia, conforme Masutti.
Além de divulgar os artistas regionais, a proposta da oficina é também formar um público que goste de poesia e incentivar a produção literária dos participantes. Para Vinícius, demonstrar o trabalho dos poetas mato-grossenses ao público participante é uma forma de estimulá-lo a produzir literatura. “A poesia não se ensina, se estimula. Conhecer os poetas é um estímulo a criar mais poesia. O intuito não é a criação, mas naturalmente eu acho que isso acontece, porque eles vão conhecer os textos e vão se sentir próximos do lirismo de cada um e isso estimula a cabeça da pessoa a criar. O que for produzido pelos participantes vai para esse Sarau Final, junto com a poesia dos antigos poetas”, afirma Vinícius Masutti.
A respeito do Pavilhão das Artes, Luciene e Vinícius possuem opiniões pessoais. Vinícius afirma que “O Pavilhão das Artes é um dos poucos lugares que oferecem cultura gratuita e de boa qualidade. A Biblioteca Estevão de Mendonça fica no mesmo espaço. Está tudo aqui, então tem que ser aqui a discussão”.
Luciene afirma “o Pavilhão das Artes é o trabalho de continuação de ação artística que eu sempre sonhei. Eu tenho muita esperança e espero estar nesse trânsito. O trabalho que une Luciene Carvalho e Magna (coordenadora do Pavilhão), tem a intenção de transformar o Pavilhão das Artes num endereço, numa referência artística de uma geração”.
As oficinas acontecem no Pavilhão das Artes, espaço localizado no Palácio da Instrução, centro de Cuiabá. As inscrições continuam abertas e os interessados podem se inscrever pelo telefone (65) 3613-9230, pelo site www.pavilhaodasartes.com ou pessoalmente no Pavilhão das Artes. Os cursos são gratuitos e possuem certificado com carga horária de 20 horas/aula, cada um.
A Secretaria de Estado de Cultura (SEC-MT), em parceria com o ponto de cultura Espaço Vitória, realiza no Pavilhão das Artes três oficinas de Literatura no mês de fevereiro. A poetisa Luciene Carvalho ministra duas oficinas de poesia, juntamente com o seu grupo denominado “Tribo de Quintais”, que pretende trabalhar a poesia agregada ao teatro e à dança. O escritor Vinícius Masutti ministrará a oficina de poesia, cujo tema é “Poetas Nossos”, na qual apresentará alguns dos poetas mato-grossenses ao público interessado em poesia.
A proposta de Luciene Carvalho, poetisa reconhecida e renomada no estado de Mato Grosso, é realizar oficinas que unem literatura a outros elementos cênicos que ela considera fundamentais: o teatro e a dança. A escritora informa que o objetivo da união das três linguagens artísticas é instigar o público a liberar a vocação artística existente, com um foco no equilíbrio interno de cada um.
“Quem está fora vai entrar e quem está dentro vai sair”. É assim que Luciene Carvalho resume o resultado da sua oficina. A escritora complementa a sua afirmação ao dizer que “muita gente não tem um olhar por dentro, pro universo interno de si. Outras tomam muito tempo percorrendo o seu mundo interno, mas não se veiculam, não se externam. As oficinas têm um foco na produção do indivíduo, do sujeito. Para trazer a pessoa para fora nós usamos a dança. Para levar para dentro usamos a construção poética. Dessa forma encontramos a possibilidade cênica teatral. Mas é uma construção literária, poética”, afirma.
O trabalho realizado em parceria com o dançarino e percussionista Raul Lázaro e a atriz Jeniffer Reis, integrantes da “Tribo de Quintais”, grupo do qual Luciene também é integrante, pretende externalizar as emoções dos participantes, provocando a sensibilidade artística de escritor existente em cada um. “Por que não se pode sonhar ser escritor?” Luciene é categórica ao afirmar que “sim, pode se sonhar ser escritor”. A poetisa vive da arte de escrever há mais de dez anos.
“Poetas Nossos” é o tema da oficina de Vinícius Masutti. O escritor de apenas 22 anos pretende apresentar alguns dos poetas mato-grossenses através de uma discussão que aborde um escritor por vez. Manoel de Barros, Rubens de Mendonça, Agenor Ferreira Leão, Antônio Sodré e José de Mesquita, fundador da Academia Mato-grossense de Letras, serão os poetas estudados na primeira oficina realizada no Pavilhão das Artes.
Vinícius baseia a oficina em pesquisas feitas por ele, já publicadas em 2011, sobre os poetas estudados. “A intenção é divulgar os poetas dessa terra, os poetas de Mato Grosso, que escreveram aqui e que estão sumidos, desconhecidos por algum motivo. Eu fiz um trabalho de garimpo poético sobre os poetas daqui. Ao todo eu escrevi sobre 9 poetas. Mas senti necessidade de fazer algo que pudesse chamar mais gente para conhecê-los. Tem muita gente boa que ninguém conhece. A intenção da oficina é de provocar uma discussão. Não é uma aula, não tem professor, só tem aluno”, afirma Vinícius Masutti.
O objetivo de Vinícius e da SEC-MT é realizar, em março, outra oficina que aborde os poetas que não serão estudados em fevereiro. Ao final será realizado um Sarau Literário aberto aos
participantes da oficina e ao público em geral. No Sarau as obras dos artistas mato-grossenses serão apresentadas, junto à produção dos alunos, em declamações poéticas, fazendo uma grande festa da poesia, conforme Masutti.
Além de divulgar os artistas regionais, a proposta da oficina é também formar um público que goste de poesia e incentivar a produção literária dos participantes. Para Vinícius, demonstrar o trabalho dos poetas mato-grossenses ao público participante é uma forma de estimulá-lo a produzir literatura. “A poesia não se ensina, se estimula. Conhecer os poetas é um estímulo a criar mais poesia. O intuito não é a criação, mas naturalmente eu acho que isso acontece, porque eles vão conhecer os textos e vão se sentir próximos do lirismo de cada um e isso estimula a cabeça da pessoa a criar. O que for produzido pelos participantes vai para esse Sarau Final, junto com a poesia dos antigos poetas”, afirma Vinícius Masutti.
A respeito do Pavilhão das Artes, Luciene e Vinícius possuem opiniões pessoais. Vinícius afirma que “O Pavilhão das Artes é um dos poucos lugares que oferecem cultura gratuita e de boa qualidade. A Biblioteca Estevão de Mendonça fica no mesmo espaço. Está tudo aqui, então tem que ser aqui a discussão”.
Luciene afirma “o Pavilhão das Artes é o trabalho de continuação de ação artística que eu sempre sonhei. Eu tenho muita esperança e espero estar nesse trânsito. O trabalho que une Luciene Carvalho e Magna (coordenadora do Pavilhão), tem a intenção de transformar o Pavilhão das Artes num endereço, numa referência artística de uma geração”.
As oficinas acontecem no Pavilhão das Artes, espaço localizado no Palácio da Instrução, centro de Cuiabá. As inscrições continuam abertas e os interessados podem se inscrever pelo telefone (65) 3613-9230, pelo site www.pavilhaodasartes.com ou pessoalmente no Pavilhão das Artes. Os cursos são gratuitos e possuem certificado com carga horária de 20 horas/aula, cada um.
MT- SEC inicia informática básica para idosos
Da Assessoria/ SEC-MT
A Secretaria de Estado de Cultura, através da Biblioteca Publica Estevão de Mendonça, com o objetivo de possibilitar o aprendizado na área de informática, está realizando curso básico para iniciantes, priorizando alunos idosos, para que possam ter acesso à informação e aprender a usar as ferramentas oferecidas pela internet.
O curso começou na quarta-feira (01/02) e irá terminar no dia 04 de abril, acontece na sala de Tele Centro no Palácio da Instrução, com vinte inscritos. Os participantes receberam gratuitamente apostilas e estão divididos em turmas, sendo a primeira das 14h30 às 16h e a segunda das 16h as 17h30.
A iniciativa tem a parceria da Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego, Cidadania e Social (Setas) pelo programa Mato Grosso - Ação Digital, que já vem oportunizando o acesso às pessoas que buscam a informação de forma gratuita e de qualidade.
As aulas que estão sendo acompanhadas por dois técnicos de informática e um estagiário de rede de computadores tem como conteúdo programático o aprendizado na área de software e hardware, sistema operacional Windows, processador de texto Word e internet.
Cadastro Reserva
A atual turma foi formada através de um cadastro reserva que ainda conta com mais de 60 nomes. Segundo o Secretario de Estado de Cultura, João Antônio Malheiros, uma nova etapa deve se iniciar em abril, proporcionando a oportunidade de mais pessoas aperfeiçoarem na temática.
A Secretaria de Estado de Cultura, através da Biblioteca Publica Estevão de Mendonça, com o objetivo de possibilitar o aprendizado na área de informática, está realizando curso básico para iniciantes, priorizando alunos idosos, para que possam ter acesso à informação e aprender a usar as ferramentas oferecidas pela internet.
O curso começou na quarta-feira (01/02) e irá terminar no dia 04 de abril, acontece na sala de Tele Centro no Palácio da Instrução, com vinte inscritos. Os participantes receberam gratuitamente apostilas e estão divididos em turmas, sendo a primeira das 14h30 às 16h e a segunda das 16h as 17h30.
A iniciativa tem a parceria da Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego, Cidadania e Social (Setas) pelo programa Mato Grosso - Ação Digital, que já vem oportunizando o acesso às pessoas que buscam a informação de forma gratuita e de qualidade.
As aulas que estão sendo acompanhadas por dois técnicos de informática e um estagiário de rede de computadores tem como conteúdo programático o aprendizado na área de software e hardware, sistema operacional Windows, processador de texto Word e internet.
Cadastro Reserva
A atual turma foi formada através de um cadastro reserva que ainda conta com mais de 60 nomes. Segundo o Secretario de Estado de Cultura, João Antônio Malheiros, uma nova etapa deve se iniciar em abril, proporcionando a oportunidade de mais pessoas aperfeiçoarem na temática.
Ano letivo em MT começa com falta de professores e reclamações de interinos
Jonas Jozino
Da Redação
Confusão, empurra-empurra, nervosismo, ansiedade, esperança e frustração total. Foi assim a presença de professores interinos na Assessoria Pedagógica da Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso, local para onde os professores foram mandados para a escolha de aulas na rede estadual com escolas em Cuiabá e Várzea Grande.
Centenas de professores estiveram logo cedo na assessoria estadual, instalada no bairro do Porto. Depois de muita espera, reclamações e um calor infernal foram obrigados a deixar o local sem nenhuma perspectiva de trabalho, enquanto que as escolas, que retomaram as aulas nesta segunda-feira estão com poucos professores em suas salas de aulas.
Um professora interina, incrédula com o atendimento dos assessores pedagógicos, em telefonema ao portal de notícias “24 Horas News” disse que a desorganização da Seduc é intensa. “Ninguém sabia dar nenhuma explicação para nós que fomos mandados até o local para escolhermos escolas para trabalhar”, disse indignada após ter sido informada eu os professores deveriam ir para suas casas e aguardar a chamada por telefone.
Ela lembrou que a normativa da Seduc não indicava que os professores interinos deveriam ser lotados na Assessoria Pedagógica, ao contrário de anos anteriores quando eram lotadas na própria escola. “A normativa é clara e determinou que nós, professores interinos, fizéssemos a contagem de pontos na escola. Ora, sendo assim deveríamos resolver nossos problemas na própria escola”, disse.
Um diretor, de um estabelecimento de ensino de Cuiabá, procurado pelo Portal e que pediu para não ter seu nome identificado saiu em apoio ao professores interinos e criticou a forma como a Seduc está agindo. “Este pessoal em vez de facilitar só complica. Estão obrigando que o professor só poderá ser contratado na escola se ele puder pegar um mínimo de 15 horas/aulas. Ora isso é desumano. Nem todas as matérias ministradas contam com 15 aulas semanais. Não dá para entender o que estão querendo. Estamos iniciando o ano letivo com poucos professores”, disparou.
Uma outra professora disse que nem mesmo a Assessoria Pedagógica se preparou para receber os grande número de professores interinos de Cuiabá e Várzea Grande. Tanto que uma das assessoras pedagógicas disse que estava aguardando informações da Seduc e do secretário Ságuas Moraes para saber o que será feito com os interinos e como serão preenchidas as aulas em aberto em todas as escolas. “É ano eleitoral. Este governo está fazendo isso para favorecer seus afilhados políticos”, disparou uma professora, reclamando que o governo não está preocupado com a qualidade do ensino em Mato Grosso.
Na assessoria, depois de muita confusão a informação era de que todos os professores serão colocados em listão e que só após este procedimento serão chamados. O problema é que estes interinos contaram pontos nas escolas em que trabalhavam e eles temem como será a contagem a ser feita pela assessoria e quanto tempo isso vai levar, em virtude do grande número de interinos.
Sem professores para a maioria das matérias, as escolas neste início de ano letivo foram orientados a iniciar as aulas com “jogos lúdicos”
Da Redação
Confusão, empurra-empurra, nervosismo, ansiedade, esperança e frustração total. Foi assim a presença de professores interinos na Assessoria Pedagógica da Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso, local para onde os professores foram mandados para a escolha de aulas na rede estadual com escolas em Cuiabá e Várzea Grande.
Centenas de professores estiveram logo cedo na assessoria estadual, instalada no bairro do Porto. Depois de muita espera, reclamações e um calor infernal foram obrigados a deixar o local sem nenhuma perspectiva de trabalho, enquanto que as escolas, que retomaram as aulas nesta segunda-feira estão com poucos professores em suas salas de aulas.
Um professora interina, incrédula com o atendimento dos assessores pedagógicos, em telefonema ao portal de notícias “24 Horas News” disse que a desorganização da Seduc é intensa. “Ninguém sabia dar nenhuma explicação para nós que fomos mandados até o local para escolhermos escolas para trabalhar”, disse indignada após ter sido informada eu os professores deveriam ir para suas casas e aguardar a chamada por telefone.
Ela lembrou que a normativa da Seduc não indicava que os professores interinos deveriam ser lotados na Assessoria Pedagógica, ao contrário de anos anteriores quando eram lotadas na própria escola. “A normativa é clara e determinou que nós, professores interinos, fizéssemos a contagem de pontos na escola. Ora, sendo assim deveríamos resolver nossos problemas na própria escola”, disse.
Um diretor, de um estabelecimento de ensino de Cuiabá, procurado pelo Portal e que pediu para não ter seu nome identificado saiu em apoio ao professores interinos e criticou a forma como a Seduc está agindo. “Este pessoal em vez de facilitar só complica. Estão obrigando que o professor só poderá ser contratado na escola se ele puder pegar um mínimo de 15 horas/aulas. Ora isso é desumano. Nem todas as matérias ministradas contam com 15 aulas semanais. Não dá para entender o que estão querendo. Estamos iniciando o ano letivo com poucos professores”, disparou.
Uma outra professora disse que nem mesmo a Assessoria Pedagógica se preparou para receber os grande número de professores interinos de Cuiabá e Várzea Grande. Tanto que uma das assessoras pedagógicas disse que estava aguardando informações da Seduc e do secretário Ságuas Moraes para saber o que será feito com os interinos e como serão preenchidas as aulas em aberto em todas as escolas. “É ano eleitoral. Este governo está fazendo isso para favorecer seus afilhados políticos”, disparou uma professora, reclamando que o governo não está preocupado com a qualidade do ensino em Mato Grosso.
Na assessoria, depois de muita confusão a informação era de que todos os professores serão colocados em listão e que só após este procedimento serão chamados. O problema é que estes interinos contaram pontos nas escolas em que trabalhavam e eles temem como será a contagem a ser feita pela assessoria e quanto tempo isso vai levar, em virtude do grande número de interinos.
Sem professores para a maioria das matérias, as escolas neste início de ano letivo foram orientados a iniciar as aulas com “jogos lúdicos”
MT- Cáceres abre hoje o programa "volta às aulas sem dengue"
Jornal Oeste
Dentro do plano de combate à Dengue, coordenado pelo prefeito Túlio Fontes, a prefeitura de Cáceres, através da Secretaria de Saúde e da Vigilância em Saúde, realiza a partir de hoje, 6, a campanha "Volta às aulas sem Dengue".
Conforme a secretária de Saúde, Arlene Alcântara, agentes e demais profissionais, estarão em todas as escolas do municipio, ministrando palestra aos profissionais da educação, alunos e pais.
Ela explica que a ação atende a uma orientação do ministério da Saúde e será estendida as escolas estaduais e particulares.
Além desta ação, a prefeitura também fará campanhas no encontro de oração Água Viva e no Carnaval.
Também foram reforçadas as ações em pontos estratégicos como borracharias, oficinas e ferros velhos.
Outra estratégia lançada é a divulgação semanal de focos detecatados, como forma de alerta a população.
A concientização da população através das crianças, é uma das estratégias que ajudou a zerar os casos graves de dengue em Cáceres. Em 2011 foram apenas 182 casos notificados.
"A Dengue é fruto da um problema cultural, que a gente só conseguirá combater conscientizando a futura geração", explica o prefeito Túlio Fontes que acompanha as ações de perto.
Dentro do plano de combate à Dengue, coordenado pelo prefeito Túlio Fontes, a prefeitura de Cáceres, através da Secretaria de Saúde e da Vigilância em Saúde, realiza a partir de hoje, 6, a campanha "Volta às aulas sem Dengue".
Conforme a secretária de Saúde, Arlene Alcântara, agentes e demais profissionais, estarão em todas as escolas do municipio, ministrando palestra aos profissionais da educação, alunos e pais.
Ela explica que a ação atende a uma orientação do ministério da Saúde e será estendida as escolas estaduais e particulares.
Além desta ação, a prefeitura também fará campanhas no encontro de oração Água Viva e no Carnaval.
Também foram reforçadas as ações em pontos estratégicos como borracharias, oficinas e ferros velhos.
Outra estratégia lançada é a divulgação semanal de focos detecatados, como forma de alerta a população.
A concientização da população através das crianças, é uma das estratégias que ajudou a zerar os casos graves de dengue em Cáceres. Em 2011 foram apenas 182 casos notificados.
"A Dengue é fruto da um problema cultural, que a gente só conseguirá combater conscientizando a futura geração", explica o prefeito Túlio Fontes que acompanha as ações de perto.
Bolsas serão distribuídas para graduação-sanduíche nos EUA e na Europa
O programa Ciência sem Fronteiras recebeu 36.172 inscrições de candidatos que desejam estudar em instituições de ensino superior dos Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Alemanha ou França. A seleção de estudantes é para cursos de graduação-sanduíche que começam no segundo semestre deste ano. Eles concorrem a cerca de 10 mil bolsas.
Os dados são da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação que coordena as chamadas públicas do programa, em conjunto com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O governo federal lançou cinco editais em dezembro de 2011 e as inscrições foram encerradas em 31 de janeiro. Entre os países objeto dessas chamadas públicas, os mais procurados pelos estudantes brasileiros foram os Estados Unidos, com 9.440 inscrições, e Reino Unido, com 4.928 concorrentes.
De acordo com o diretor de relações internacionais da Capes, Márcio de Castro Silva Filho, os selecionados vão ingressar nos cursos em setembro. Neste momento, explica, a Coordenação analisa as fichas de inscrição para verificar se os candidatos prestaram todas as informações solicitadas. Assim que concluir esse trabalho, a Capes envia as relações de estudantes para cada instituição de ensino superior brasileira que participou das chamadas públicas de dezembro do ano passado.
Cotado para assumir presidência do Inep enfrenta oposição interna
Luiz Cláudio Costa é alvo de críticas por parte de servidores do órgão, que encaram troca como questão política
Rafael Moraes Moura, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Cotado para assumir o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o secretário de educação superior do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, enfrenta resistência no órgão. Ontem, ele se reuniu com a atual presidente, Malvina Tuttman, para discutir a transição, apesar de o MEC não confirmar sua ida para o órgão e dizer que o martelo ainda não foi batido.
Filiado ao PT e homem de confiança do ex-ministro Fernando Haddad, Costa é alvo de críticas por parte de servidores do Inep, que encaram a troca de comando como uma questão política: sai uma educadora de perfil técnico, entra um petista especializado em engenharia agrícola.
O cargo de presidente do Inep é um dos mais vulneráveis de Brasília: esta é a quarta mudança pelo quarto ano consecutivo. Malvina é vista no Inep como uma presidente que lutou a favor do instituto e cobrou o consórcio Cespe/Cesgranrio quanto à aplicação do Enem.
Malvina não presidia o Inep em outubro de 2010, quando questões do pré-teste vazaram de um colégio de Fortaleza. Tem mestrado e doutorado na área de educação, com destaque para as áreas de planejamento e avaliação educacional.
Costa, por sua vez, tem graduação em matemática e mestrado em meteorologia agrícola pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), instituição da qual já foi reitor.Também é mestre em meteorologia agrícola pela UFV e possui Ph.D. na mesma área pela Universidade de Reading, na Inglaterra. É professor do Departamento de Engenharia Agrícola da UFV. Entre suas áreas de atuação estão agrometeorologia, engenharia de água e solo e impactos de mudanças climáticas na agricultura.
À frente do Inep, a realidade será outra: deverá tratar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outras avaliações, como o Censo Escolar, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa).
"Quanto mais se trocam os presidentes, mais o Inep fica distante de retomar a função primordial de produzir dados sobre educação, refletir sobre eles e torná-los públicos com transparência. O Inep devia ser o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) da educação e gozar da mesma autonomia, mas está muito distante disso", critica o coordenador-geral da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara.
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